Os seguintes posts possuem a tag "linux"
Gentoo 2008.1 cancelado
Postado em 1 de outubro de 2008 as 21:59:49, por Renan Rangel
O projeto Gentoo anunciou que a versão 2008.1 foi cancelada. A mesma coisa ocorreu ano passado, com a 2007.1 também sendo cancelada.
O motivo parece ter sido devido ao demorado processo de lançamento da 2008.0. Atualmente, essa é uma tarefa que é feita utilizando o catalyst, porém talvez fosse interessante a troca desta ferramenta.
O Daniel Robbins (criador do Gentoo), propôs uma solução: utilizar a ferramenta "Metro", que ele mesmo está desenvolvendo. Segundo ele, esta é melhor do que o catalyst e pode beneficiar outras distribuições, não só o Gentoo.
Agora, resta saber se o time de Release Engineering irá utilizar a ferramenta. Se a ferramenta for realmente boa e bem documentada, é possível que o time possa usá-la para melhorar os aspectos das próxima releases.
O motivo parece ter sido devido ao demorado processo de lançamento da 2008.0. Atualmente, essa é uma tarefa que é feita utilizando o catalyst, porém talvez fosse interessante a troca desta ferramenta.
O Daniel Robbins (criador do Gentoo), propôs uma solução: utilizar a ferramenta "Metro", que ele mesmo está desenvolvendo. Segundo ele, esta é melhor do que o catalyst e pode beneficiar outras distribuições, não só o Gentoo.
Agora, resta saber se o time de Release Engineering irá utilizar a ferramenta. Se a ferramenta for realmente boa e bem documentada, é possível que o time possa usá-la para melhorar os aspectos das próxima releases.
Mozilla desiste da "EULA"
Postado em 21 de setembro de 2008 as 22:23:12, por Renan Rangel
Parece que a Mozilla resolveu desistir de forçar o Ubuntu a incluir a EULA do Firefox na primeira execução do programa após a instalação da distribuição.
Parece que a própria Mozilla acha que a "EULA" é desnecessária. Só a decisão deles de não querer incluir a EULA na próxima versão do Ubuntu, já é ótima, visto que a licença não é restritiva como a maioria das EULAs são. Resta saber como eles vão substituí-la no futuro, e se isso vai permitir que distribuições possam incluir um pacote do Firefox como software livre.
Parece que a própria Mozilla acha que a "EULA" é desnecessária. Só a decisão deles de não querer incluir a EULA na próxima versão do Ubuntu, já é ótima, visto que a licença não é restritiva como a maioria das EULAs são. Resta saber como eles vão substituí-la no futuro, e se isso vai permitir que distribuições possam incluir um pacote do Firefox como software livre.
Mozilla quer EULA no Ubuntu Intrepid Ibex
Postado em 16 de setembro de 2008 as 20:41:35, por Renan Rangel
Parece que a próxima versão do Ubuntu, o Intrepid Ibex mostrará aos usuários a EULA do Firefox, quando o executarem pela primeira vez.
Mark Shuttleworth disse que a Mozilla exigiu que a EULA fosse mostrada, senão não poderiam fazer uso do nome Firefox. Como o Firefox é open-source, é possível renomear o browser e utilizar outro logo, a mesma coisa que fez o pessoal do Debian, resultando no Iceweasel.
Eu acho que a Mozilla tem que proteger a marca Firefox, da mesma maneira que outros projetos já fazem. Só acho que exigir que seja mostrada a EULA, é meio desnecessário, só vai mais trabalho para o usuário. Felizmente não resolveram tirar o nome Firefox, senão os usuários novos ficariam bem perdidos, ao não achar um navegador que conhecem.
Mark Shuttleworth disse que a Mozilla exigiu que a EULA fosse mostrada, senão não poderiam fazer uso do nome Firefox. Como o Firefox é open-source, é possível renomear o browser e utilizar outro logo, a mesma coisa que fez o pessoal do Debian, resultando no Iceweasel.
Eu acho que a Mozilla tem que proteger a marca Firefox, da mesma maneira que outros projetos já fazem. Só acho que exigir que seja mostrada a EULA, é meio desnecessário, só vai mais trabalho para o usuário. Felizmente não resolveram tirar o nome Firefox, senão os usuários novos ficariam bem perdidos, ao não achar um navegador que conhecem.
Bolsa de Valores de Londres
Postado em 11 de setembro de 2008 as 20:05:52, por Renan Rangel
Uma notícia que saiu na Linux Magazine me chamou a atenção. Parece que a bolsa de valores de Londres ficou parada durante 7 horas, devido à problemas com os computadores.
Claro, não disseram o que foi, mas tem uma coisa: a Microsoft falava que eles haviam escolhido a plataforma Windows ao invés do Linux, por questões de "confiabilidade". Além desse episódio, também teve outro ano passado, quando os sistemas não aguentaram a demanda.
Já o pessoal da bolsa de New York, usa Linux e AIX e pelo que parece, não tem o que reclamar.
Eles adoram ficar dizendo que o produto deles é melhor simplesmente porque é melhor. O que mais odeio é aquelas campanhas que eles fazem, no estilo "Get The Facts", que falam demais e mostram pouco...
Claro, não disseram o que foi, mas tem uma coisa: a Microsoft falava que eles haviam escolhido a plataforma Windows ao invés do Linux, por questões de "confiabilidade". Além desse episódio, também teve outro ano passado, quando os sistemas não aguentaram a demanda.
Já o pessoal da bolsa de New York, usa Linux e AIX e pelo que parece, não tem o que reclamar.
Eles adoram ficar dizendo que o produto deles é melhor simplesmente porque é melhor. O que mais odeio é aquelas campanhas que eles fazem, no estilo "Get The Facts", que falam demais e mostram pouco...
Neverwinter Nights Platinum no Gentoo
Postado em 18 de agosto de 2008 as 23:06:01, por Renan Rangel
Mês passado, vi o artigo do Fernando Scherrer sobre como instalar o Neverwinter Nights Platinum com vídeos e mouse por hardware no Linux. Acontece que eu tenho a mesma versão (Platinum) e me lembro que apesar de simples, era meio chata a instalação.
Quando instalei ele, foi no Slackware 10 se não me engano, e não foi preciso recompilar libSDL, porém como o Fernando explicou no seu artigo, teve alguns problemas ao rodar no Slackware 12.1 e no OpenSUSE. Pensei então instalar no Gentoo, para ver se seria muito complicado (versão AMD64, mas os procedimentos são os mesmos para sistemas 32 bits
).
Só pra constar, fiz a instalação "normal", baixando o cliente do site da Bioware, e é da mesma forma que o Fernando fez. Não precisei usar o SDL do sistema, o que veio com o jogo funcionou direitinho no Gentoo AMD64. A única coisa é que não tinha o NWMovies e o NWMouse.
Mas a instalação normal é meio trabalhosa e tem uma maneira bem mais fácil de instalar no Gentoo. No portage existe algumas ebuilds que vão nos auxiliar nessa instalação. Porém, para usar as últimas versões, vamos precisar adicionar os pacotes que vamos instalar ao /etc/portage/package.keywords:
echo 'games-rpg/nwn' >> /etc/portage/package.keywords
echo 'games-rpg/nwn-data' >> /etc/portage/package.keywords
echo 'games-rpg/nwmovies' >> /etc/portage/package.keywords
echo 'games-rpg/nwmouse' >> /etc/portage/package.keywords
Agora já será possível instalar a última versão dos pacotes. Para termos tudo funcionando, vamos adicionar algumas USE flags para eles:
echo 'games-rpg/nwn-data cdinstall hou sou videos linguas_en' >> /etc/portage/package.use
echo 'games-rpg/nwn hou sou' >> /etc/portage/package.use
Pronto, agora estamos prontos para começar a instalação. Coloque o DVD do NWN Platinum no seu drive e deixe-o montado. Agora, a parte mais demorada:
emerge -v nwn-data nwn nwmovies nwmouse
O pacote nwn-data vai detectar o seu DVD e descompactar os arquivos automaticamente e o nwn vai instalar a última versão do cliente para Linux (atualmente a 1.69 e provavelmente a última mesmo). Os outros dois pacotes são para habilitar os vídeos e o mouse por hardware.
Por fim, o portage avisa para executarmos (ainda como root), o seguinte comando:
/opt/nwn/fixinstall
Que também faz parte do procedimento padrão de instalação. Pronto, o seu Neverwinter Nights Platinum está instalado e pronto para jogar!
Recomendo que da primeira vez, você abra um terminal e execute o comando nwn, ao invés de iniciar o jogo pelo menu. Isso, porque o NWMovies e o NWMouse precisam fazer algumas verificações para que funcionem corretamente. Você provavelmente deve ter que executar 2 vezes (um para cada um) e depois o jogo rodará sem mais problemas.
Quando você entrar no jogo, será pedido o seu serial do Neverwinter Nights original, mais os das 2 expansões (Shadows of Undrentide e Hordes of the Underdark) que devem estar junto com o seu DVD. Eu já tinha cadastrado minhas chaves no site, então peguei direto de lá. Ah, lembrando que o modo multiplayer também funciona normalmente no Linux
.
Espero que essas dicas ajudem você a instalar o Neverwinter Nights no Gentoo :)

Só pra constar, fiz a instalação "normal", baixando o cliente do site da Bioware, e é da mesma forma que o Fernando fez. Não precisei usar o SDL do sistema, o que veio com o jogo funcionou direitinho no Gentoo AMD64. A única coisa é que não tinha o NWMovies e o NWMouse.
Mas a instalação normal é meio trabalhosa e tem uma maneira bem mais fácil de instalar no Gentoo. No portage existe algumas ebuilds que vão nos auxiliar nessa instalação. Porém, para usar as últimas versões, vamos precisar adicionar os pacotes que vamos instalar ao /etc/portage/package.keywords:
echo 'games-rpg/nwn' >> /etc/portage/package.keywords
echo 'games-rpg/nwn-data' >> /etc/portage/package.keywords
echo 'games-rpg/nwmovies' >> /etc/portage/package.keywords
echo 'games-rpg/nwmouse' >> /etc/portage/package.keywords
Agora já será possível instalar a última versão dos pacotes. Para termos tudo funcionando, vamos adicionar algumas USE flags para eles:
echo 'games-rpg/nwn-data cdinstall hou sou videos linguas_en' >> /etc/portage/package.use
echo 'games-rpg/nwn hou sou' >> /etc/portage/package.use
Pronto, agora estamos prontos para começar a instalação. Coloque o DVD do NWN Platinum no seu drive e deixe-o montado. Agora, a parte mais demorada:
emerge -v nwn-data nwn nwmovies nwmouse
O pacote nwn-data vai detectar o seu DVD e descompactar os arquivos automaticamente e o nwn vai instalar a última versão do cliente para Linux (atualmente a 1.69 e provavelmente a última mesmo). Os outros dois pacotes são para habilitar os vídeos e o mouse por hardware.
Por fim, o portage avisa para executarmos (ainda como root), o seguinte comando:
/opt/nwn/fixinstall
Que também faz parte do procedimento padrão de instalação. Pronto, o seu Neverwinter Nights Platinum está instalado e pronto para jogar!
Recomendo que da primeira vez, você abra um terminal e execute o comando nwn, ao invés de iniciar o jogo pelo menu. Isso, porque o NWMovies e o NWMouse precisam fazer algumas verificações para que funcionem corretamente. Você provavelmente deve ter que executar 2 vezes (um para cada um) e depois o jogo rodará sem mais problemas.
Quando você entrar no jogo, será pedido o seu serial do Neverwinter Nights original, mais os das 2 expansões (Shadows of Undrentide e Hordes of the Underdark) que devem estar junto com o seu DVD. Eu já tinha cadastrado minhas chaves no site, então peguei direto de lá. Ah, lembrando que o modo multiplayer também funciona normalmente no Linux
Espero que essas dicas ajudem você a instalar o Neverwinter Nights no Gentoo :)
Monitorar uso de banda
Postado em 14 de agosto de 2008 as 22:56:05, por Renan Rangel
Estava procurando uma ferramenta leve que monitorasse a utilização da banda de internet e mostrasse as estatísticas por hora/dia/mês. Depois de testar algumas, acabei encontrando o vnstat.
O vnstat não é uma sniffer de pacotes, ou seja, ele não vai usar muita CPU analisando os pacotes. Ele simplesmente verifica as estatísticas no /proc de tempos em tempos (geralmente 5 minutos), então não chega a pesar no sistema.
Você pode instalá-lo no Gentoo com o comando:
emerge vnstat
E no Debian/Ubuntu com:
apt-get install vnstat
No Debian, ele já cria uma entrada no cron para atualizar os dados do vnstat a cada 5 minutos. No Gentoo, você vai precisar descomentar no arquivo /etc/cron.hourly/vnstat, porém recomendo colocar ele para executar a cada 5 minutos também, como é o padrão no Debian.
Para começar a utilizá-lo, você precisa indicar qual a interface será utilizada para o monitoramento. Simplesmente execute:
vnstat -u -i eth0
Substituindo eth0 pela interface que deseja monitorar. Depois, quando você quiser verificar as estatísticas, pode usar somente o comando vnstat, como usuário comum mesmo.
Você pode ver vários exemplos de estatísticas no site do vnstat, mas basicamente você pode passar opções como --hours, --days ou --months para formatar a saída com os dados desejados.
Espero que seja uma dica útil para quem não conhecia essa ferramenta.
O vnstat não é uma sniffer de pacotes, ou seja, ele não vai usar muita CPU analisando os pacotes. Ele simplesmente verifica as estatísticas no /proc de tempos em tempos (geralmente 5 minutos), então não chega a pesar no sistema.
Você pode instalá-lo no Gentoo com o comando:
emerge vnstat
E no Debian/Ubuntu com:
apt-get install vnstat
No Debian, ele já cria uma entrada no cron para atualizar os dados do vnstat a cada 5 minutos. No Gentoo, você vai precisar descomentar no arquivo /etc/cron.hourly/vnstat, porém recomendo colocar ele para executar a cada 5 minutos também, como é o padrão no Debian.
Para começar a utilizá-lo, você precisa indicar qual a interface será utilizada para o monitoramento. Simplesmente execute:
vnstat -u -i eth0
Substituindo eth0 pela interface que deseja monitorar. Depois, quando você quiser verificar as estatísticas, pode usar somente o comando vnstat, como usuário comum mesmo.
Você pode ver vários exemplos de estatísticas no site do vnstat, mas basicamente você pode passar opções como --hours, --days ou --months para formatar a saída com os dados desejados.
Espero que seja uma dica útil para quem não conhecia essa ferramenta.
Cliente Gráfico de SFTP
Postado em 10 de agosto de 2008 as 23:38:38, por Renan Rangel
Para que não conhece, o SFTP, também conhecido como SSH File Transfer Protocol, é um protocolo que utiliza uma conexão SSH para transmitir os seus arquivos.
Sempre que precisava, eu utilizava o comando scp para enviar ou baixar arquivos de uma máquina remota, e sempre me serviu bem.
Hoje, procurando um cliente gráfico de SFTP, descobri que o gFTP (o programa de FTP que eu já usava), dá suporte ao SFTP. Basta escolher "SSH2" e indicar a porta (geralmente 22) do seu servidor SSH.
Agora você estará conectado como se fosse um servidor FTP, mesmo que a máquina não forneça esse tipo de serviço, ou ele esteja bloqueado. Ótimo para trocar aqueles arquivos facilmente com o servidor :P
Para quem usa Windows, esses dias usei o WinSCP que é um cliente bem pequeno e funcional (suporta SFTP,SCP e FTP). Tem até uma versão para o pendrive, se você utiliza muito em outros lugares.
Sempre que precisava, eu utilizava o comando scp para enviar ou baixar arquivos de uma máquina remota, e sempre me serviu bem.
Hoje, procurando um cliente gráfico de SFTP, descobri que o gFTP (o programa de FTP que eu já usava), dá suporte ao SFTP. Basta escolher "SSH2" e indicar a porta (geralmente 22) do seu servidor SSH.
Agora você estará conectado como se fosse um servidor FTP, mesmo que a máquina não forneça esse tipo de serviço, ou ele esteja bloqueado. Ótimo para trocar aqueles arquivos facilmente com o servidor :P
Para quem usa Windows, esses dias usei o WinSCP que é um cliente bem pequeno e funcional (suporta SFTP,SCP e FTP). Tem até uma versão para o pendrive, se você utiliza muito em outros lugares.
Resultado: SourceForge.net 2008 Community Choice Awards
Postado em 31 de julho de 2008 as 23:20:52, por Renan Rangel
Foi divulgada a lista dos projetos escolhidos pela comunidade do SourceForge.net, em diversas categorias.
Projetos como OpenOffice.org, phpMyAdmin, Linux, Wine e eMule ganharam o prêmio em categorias diferentes, para quem quiser dar uma olhada, acesse aqui.
O legal foi a participação de qualquer projeto, não só os que estavam hospedados no SourceForge.net, como foi nos anos passados. Mais chances para premiar projetos interessantes. Só acho que ano que vem, tem que ter mais categorias, pois foram muito poucas.
Projetos como OpenOffice.org, phpMyAdmin, Linux, Wine e eMule ganharam o prêmio em categorias diferentes, para quem quiser dar uma olhada, acesse aqui.
O legal foi a participação de qualquer projeto, não só os que estavam hospedados no SourceForge.net, como foi nos anos passados. Mais chances para premiar projetos interessantes. Só acho que ano que vem, tem que ter mais categorias, pois foram muito poucas.
Tchelinux 2008
Postado em 28 de julho de 2008 as 19:17:36, por Renan Rangel
O 2º Seminário de Software Livre Tchelinux Pelotas acontecerá dia 23 de agosto na UCPel, e quem quiser se inscrever para o evento, deve acessar esta página.
Cada participante doará dois quilos de alimentos não perecíveis ao invés da inscrição em dinheiro. A programação do evento também está disponível e tem palestras bem interessantes, desde o nível iniciante até avançado.
Quem puder participar, eu recomendo, fui no evento ano passado e estava muito bom.
Cada participante doará dois quilos de alimentos não perecíveis ao invés da inscrição em dinheiro. A programação do evento também está disponível e tem palestras bem interessantes, desde o nível iniciante até avançado.
Quem puder participar, eu recomendo, fui no evento ano passado e estava muito bom.
Encontre programas para Linux
Postado em 11 de julho de 2008 as 22:20:44, por Renan Rangel
Essa é a premissa do site Linux App Finder, que tem um bom índice de programas divididos em diversas categorias diferentes.
Para acessar todas as categorias de programas, clique aqui.
Além de dividir os programas, ele também mostra alternativas para programas proprietários. Bem útil quando você está tentando substituir aquele programa e não sabe onde procurar.
Também há uma coleção de links interessantes sobre tutoriais, artigos, releases de programas, que pode ser conferido aqui.
E pra finalizar, você pode assinar os feeds do site, para se manter sempre atualizado com as modificações e novas inclusões.
Para acessar todas as categorias de programas, clique aqui.
Além de dividir os programas, ele também mostra alternativas para programas proprietários. Bem útil quando você está tentando substituir aquele programa e não sabe onde procurar.
Também há uma coleção de links interessantes sobre tutoriais, artigos, releases de programas, que pode ser conferido aqui.
E pra finalizar, você pode assinar os feeds do site, para se manter sempre atualizado com as modificações e novas inclusões.
Detectando Badblocks no HD
Postado em 19 de junho de 2008 as 22:59:41, por Renan Rangel
Certamente, ninguém gosta quando aparece um badblock, mas as vezes não se é a primeira coisa que se pensa quando temos um erro em arquivos no disco. Porém, fazer uma checagem de vez em quando é uma boa para garantir que está tudo OK.
O utilitário badblocks está presente na maioria das distribuições Linux, inclusive nos live cds. Então vou explicar como utilizá-lo e os 3 modos de teste que ele suporta. Lembrando, que é melhorar fazer os testes com a partição ou o disco desmontado.
*** Não esqueça de trocar "/dev/hdX" pelo dispositivo que quer testar.
*** Todos os comandos são executados como root.
- Teste Somente Leitura
Nesse teste, o badblocks tentará ler todos os dados existentes na partição ou disco indicado, esperando encontrar erros de leitura a cada bloco do disco. Para utilizar esse teste, não é necessário passar nenhum parâmetro, além da partição ou dispositivo a testar:
badblocks /dev/hdX
- Teste de Escrita Não-Destrutivo
No teste de escrita, alguns dados serão escritos para o disco e depois o badblocks tentará ler novamente o mesmo bloco. Se os dados que retornarem forem diferentes, ele considera o bloco defeituoso. Porém, depois de testar o bloco, ele retorna o valor original, preservando assim os dados:
badblocks -n /dev/hdX
- Teste de Escrita Destrutivo
Este teste é semelhante ao anterior, tirando o fato de que ele não preserva os dados contidos no HD. Ele irá apgar tudo, fazendo o teste. A vantagem é que ele é mais rápido, porém só deve ser feito se você não tem interesse nos dados do HD:
badblocks -w /dev/hdX
A saída do badblocks é uma lista de todos os blocos defeituosos encontrados, que pode ser usado na hora de criar uma partição.
- Criando uma nova partição num disco com badblocks
Se você quer criar uma nova partição ext3, e evitar que o sistema de arquivos utilize os blocos defeituosos, você pode simplesmente utilizar:
mkfs.ext3 -c -c /dev/hdXX
A opção -c é especificada 2 vezes para que seja feito um teste de escrita, já que a partição será formatada mesmo. Se especificar somente uma vez, será feito um teste somente leitura.
Lembrando que, se você possui um disco com badblocks, não é uma boa continuar usando ele. A qualquer momento, novos blocos podem apresentar mais problemas e você perder seus dados. A recomendação é trocar um HD por um novo.
O utilitário badblocks está presente na maioria das distribuições Linux, inclusive nos live cds. Então vou explicar como utilizá-lo e os 3 modos de teste que ele suporta. Lembrando, que é melhorar fazer os testes com a partição ou o disco desmontado.
*** Não esqueça de trocar "/dev/hdX" pelo dispositivo que quer testar.
*** Todos os comandos são executados como root.
- Teste Somente Leitura
Nesse teste, o badblocks tentará ler todos os dados existentes na partição ou disco indicado, esperando encontrar erros de leitura a cada bloco do disco. Para utilizar esse teste, não é necessário passar nenhum parâmetro, além da partição ou dispositivo a testar:
badblocks /dev/hdX
- Teste de Escrita Não-Destrutivo
No teste de escrita, alguns dados serão escritos para o disco e depois o badblocks tentará ler novamente o mesmo bloco. Se os dados que retornarem forem diferentes, ele considera o bloco defeituoso. Porém, depois de testar o bloco, ele retorna o valor original, preservando assim os dados:
badblocks -n /dev/hdX
- Teste de Escrita Destrutivo
Este teste é semelhante ao anterior, tirando o fato de que ele não preserva os dados contidos no HD. Ele irá apgar tudo, fazendo o teste. A vantagem é que ele é mais rápido, porém só deve ser feito se você não tem interesse nos dados do HD:
badblocks -w /dev/hdX
A saída do badblocks é uma lista de todos os blocos defeituosos encontrados, que pode ser usado na hora de criar uma partição.
- Criando uma nova partição num disco com badblocks
Se você quer criar uma nova partição ext3, e evitar que o sistema de arquivos utilize os blocos defeituosos, você pode simplesmente utilizar:
mkfs.ext3 -c -c /dev/hdXX
A opção -c é especificada 2 vezes para que seja feito um teste de escrita, já que a partição será formatada mesmo. Se especificar somente uma vez, será feito um teste somente leitura.
Lembrando que, se você possui um disco com badblocks, não é uma boa continuar usando ele. A qualquer momento, novos blocos podem apresentar mais problemas e você perder seus dados. A recomendação é trocar um HD por um novo.
The Matrix is Down
Postado em 4 de junho de 2008 as 10:32:15, por Renan Rangel
Ontem cheguei em casa, para descobrir que havia algum problema com o servidor que hospeda o blog (matrix). Aparentemente alguns serviços não estavam rodando e depois de conectar um monitor e teclado, não conseguia logar na máquina.
Não teve jeito, tive que reiniciar a máquina. Enquanto isso, pensava no pior: a máquina tinha sido comprometida? Para minha felicidade (ou não), acabou que esse não foi o problema. O sistema de arquivos havia corrompido.
Depois da reinicialização, consegui logar e aproveitei para fazer uma cópia adicional de todos os arquivos consegui, para outro computador. Depois disso, forcei um fsck na reinicialização na esperança de corrigir o problema.
Após a reinicialização, lembrei que o sistema de arquivos desta máquina era reiserfs. Por isso, uma checagem não era feita e o reiserfsck declara a partição como clean. Entrando no sistema, posso ver que alguns arquivos tem pontos de interrogação (?) no lugar dos atributos mostrados pelo ls, o que não parece ser nada bom...
Para resolver o problema, tive que reiniciar a máquina e executar o reiserfsck manualmente. Usando o parâmetro --check, ele escaneou e encontrou várias inconsistências no sistema de arquivos, mas não as corrigiu (por enquanto). Depois de um reboot, descobri que o reiserfsck marcou a partição como não-montável. Ou seja minha sorte não estava tão boa.
Resolvi então rodar o reiserfsck --rebuild-tree. Agora sim, a árvore inteira do sistema de arquivos foi reconstruída e os problema corrigidos. No entanto, alguns arquivos não se salvaram.
A maioria dos arquivos que não puderam ser recuperados, eu tinha backup, inclusive bem recentes. O que perdi mais foram as estatísticas de acesso do blog, que só tinha um backup datado de cerca de 1 mês. Um estrago não tão grande, ainda bem.
O reiserfs é um bom sistema de arquivos, mas tem seus problemas. Quando a árvore é corrompida, a possibilidade de recuperação é bem menor do que em um sistema ext3, porém é bem mais difícil acontecer problemas com reiserfs. Existes algumas coisas que não devem ser feitas, como colocar uma imagem de um sistema de arquivos reiserfs dentro de outro (sem criptografia ou compressão), pois ele pode ser perder nas duas árvores e causar estragos nas duas, entre algumas coisas.
Gosto dos dois sistemas de arquivos, mas tenho preferido o ext3 em sistemas de produção, optando pelo reiserfs somente para partições separadas para aplicações específicas, devido sua rapidez para acessar arquivos pequenos.
Mas fica a dica, que muita gente esquece: sempre faça backups. Se eu não tivesse os backups para recuperar, certamente o dano seria maior e eu teria ficado sem bastante coisa. Felizmente, não foi dessa vez :)
Não teve jeito, tive que reiniciar a máquina. Enquanto isso, pensava no pior: a máquina tinha sido comprometida? Para minha felicidade (ou não), acabou que esse não foi o problema. O sistema de arquivos havia corrompido.
Depois da reinicialização, consegui logar e aproveitei para fazer uma cópia adicional de todos os arquivos consegui, para outro computador. Depois disso, forcei um fsck na reinicialização na esperança de corrigir o problema.
Após a reinicialização, lembrei que o sistema de arquivos desta máquina era reiserfs. Por isso, uma checagem não era feita e o reiserfsck declara a partição como clean. Entrando no sistema, posso ver que alguns arquivos tem pontos de interrogação (?) no lugar dos atributos mostrados pelo ls, o que não parece ser nada bom...
Para resolver o problema, tive que reiniciar a máquina e executar o reiserfsck manualmente. Usando o parâmetro --check, ele escaneou e encontrou várias inconsistências no sistema de arquivos, mas não as corrigiu (por enquanto). Depois de um reboot, descobri que o reiserfsck marcou a partição como não-montável. Ou seja minha sorte não estava tão boa.
Resolvi então rodar o reiserfsck --rebuild-tree. Agora sim, a árvore inteira do sistema de arquivos foi reconstruída e os problema corrigidos. No entanto, alguns arquivos não se salvaram.
A maioria dos arquivos que não puderam ser recuperados, eu tinha backup, inclusive bem recentes. O que perdi mais foram as estatísticas de acesso do blog, que só tinha um backup datado de cerca de 1 mês. Um estrago não tão grande, ainda bem.
O reiserfs é um bom sistema de arquivos, mas tem seus problemas. Quando a árvore é corrompida, a possibilidade de recuperação é bem menor do que em um sistema ext3, porém é bem mais difícil acontecer problemas com reiserfs. Existes algumas coisas que não devem ser feitas, como colocar uma imagem de um sistema de arquivos reiserfs dentro de outro (sem criptografia ou compressão), pois ele pode ser perder nas duas árvores e causar estragos nas duas, entre algumas coisas.
Gosto dos dois sistemas de arquivos, mas tenho preferido o ext3 em sistemas de produção, optando pelo reiserfs somente para partições separadas para aplicações específicas, devido sua rapidez para acessar arquivos pequenos.
Mas fica a dica, que muita gente esquece: sempre faça backups. Se eu não tivesse os backups para recuperar, certamente o dano seria maior e eu teria ficado sem bastante coisa. Felizmente, não foi dessa vez :)
Gosto do KDE, mas uso GNOME
Postado em 22 de maio de 2008 as 22:50:06, por Renan Rangel
Sou um usuário do GNOME (e acho muito bom), mas também gosto do KDE. Estes são praticamente os "desktops" mais usados nos sistemas Linux, devido a seus recursos, capacidade de personalização, facilidade de uso, etc.
Só que tem aquele grande problema: cada um deles usa bibliotecas diferentes para seus softwares. O GNOME usa o GTK e o KDE utiliza a Qt. Ou seja, se você quiser usar os programas de um ambiente no outro, terá que carregar as duas bibliotecas (o que, dependendo do computador, pode ficar pesado).
Mas o meu problema nem é esse. Gosto do GNOME por sua facilidade, tem uma interface limpa, etc... O KDE também tem, mas para mim o GNOME está melhor ai. Só que a diferença vem com os softwares deles.
O KDE consegue "unir" mais seus projetos, de maneira que exista um software ótimo. Só que no GNOME, temos vários projetos aparecendo para fazer a mesma coisa. Acaba que todos fazem de uma maneira diferente e não sai algo tão legal.
Claro, isso é bom: liberdade para escolher seu software. Mas veja por exemplo quantos softwares GTK tentam implementar os recursos do Amarok, e nenhum está na mesma qualidade?
De certa forma, não é culpa do projeto GNOME, mas se um desses softwares fosse adicionado ao projeto GNOME, acho que iria evoluir mais.
Outro exemplo: no KDE, usamos o Kopete. Já para GNOME, temos o Pidgin, aMSN, emesene, etc... Cada um implementa recursos que o outro não tem. Gosto de quase tudo no Pidgin, mas tem coisas que ele ainda não tem implementado. Já o Kopete, tem quase tudo.
Agora, nada impede que você use os programas do ambiente de um, no outro. É bom poder escolher não só o ambiente, mas também os programas, mesmo que sejam de outro. Se eu trocasse para o KDE, também usaria programas GTK (Firefox, Thunderbird, Pidgin, etc), então dá pra dizer que seria difícil (pra mim) usar um ambiente puro.
Free Software rules!
Só que tem aquele grande problema: cada um deles usa bibliotecas diferentes para seus softwares. O GNOME usa o GTK e o KDE utiliza a Qt. Ou seja, se você quiser usar os programas de um ambiente no outro, terá que carregar as duas bibliotecas (o que, dependendo do computador, pode ficar pesado).
Mas o meu problema nem é esse. Gosto do GNOME por sua facilidade, tem uma interface limpa, etc... O KDE também tem, mas para mim o GNOME está melhor ai. Só que a diferença vem com os softwares deles.
O KDE consegue "unir" mais seus projetos, de maneira que exista um software ótimo. Só que no GNOME, temos vários projetos aparecendo para fazer a mesma coisa. Acaba que todos fazem de uma maneira diferente e não sai algo tão legal.
Claro, isso é bom: liberdade para escolher seu software. Mas veja por exemplo quantos softwares GTK tentam implementar os recursos do Amarok, e nenhum está na mesma qualidade?
De certa forma, não é culpa do projeto GNOME, mas se um desses softwares fosse adicionado ao projeto GNOME, acho que iria evoluir mais.
Outro exemplo: no KDE, usamos o Kopete. Já para GNOME, temos o Pidgin, aMSN, emesene, etc... Cada um implementa recursos que o outro não tem. Gosto de quase tudo no Pidgin, mas tem coisas que ele ainda não tem implementado. Já o Kopete, tem quase tudo.
Agora, nada impede que você use os programas do ambiente de um, no outro. É bom poder escolher não só o ambiente, mas também os programas, mesmo que sejam de outro. Se eu trocasse para o KDE, também usaria programas GTK (Firefox, Thunderbird, Pidgin, etc), então dá pra dizer que seria difícil (pra mim) usar um ambiente puro.
Free Software rules!
Flash Player 10 para Linux
Postado em 15 de maio de 2008 as 23:29:19, por Renan Rangel
Parece que já foi liberada uma versão preliminar do Flash Player 10 para Linux.
Tem uns novos recursos, algum 3D e essas firulas novas, mas o mais importante eles não fizeram: corrigir o bug da transparência.
Será que os caras não corrigem de propósito? Porque não tem outra razão... Esse problema tem tantos anos, que não faz nem sentido existir, é pura sacanagem.
Já perdi as esperanças desse bug ser corrigido algum dia.
Tem uns novos recursos, algum 3D e essas firulas novas, mas o mais importante eles não fizeram: corrigir o bug da transparência.
Será que os caras não corrigem de propósito? Porque não tem outra razão... Esse problema tem tantos anos, que não faz nem sentido existir, é pura sacanagem.
Já perdi as esperanças desse bug ser corrigido algum dia.
Site da TIM no Linux
Postado em 12 de maio de 2008 as 23:32:56, por Renan Rangel
Esses dias tentei acessar o site da TIM e não consegui. Mas não é exatamente culpa deles.
No Linux, o Adobe ainda não corrigiu vários problemas que existem no Flash Player. É incrível como eles parecem ignorar a existência dos mesmos, tais como transparência, Flash em cima dos outros objetos (é o caso do site da TIM).
Quando abro o site da TIM, o Flash fica em cima das caixas de seleção do estado, assim não posso escolher. Então, como acessar?
Me lembrei então do Greasemonkey uma extensão que permite executar um javascript na página, após o seu carregamento.
Estava olhando um pouco de Javascript esses dias, para usar com o Greasemonkey. Até que não é difícil. Para corrigir o problema para acessar o site da TIM, criei o seguinte código:
window.setTimeout( function() {
e = document.getElementById('prehome');
if (e) {
e.style.display='none';
}
}, 1500);
Basicamente, ele cria uma função que irá pegar o elemento com o ID "prehome" (o que tem o flash) e irá esconder alterando a propriedade "display" para "none".
O window.setTimeout é necessário porque o site da TIM cria o elemento "prehome" utilizando um Javascript também. Se o código acima fosse executado assim que o site fosse carregado, o elemento ainda não teria sido criado e o script acabaria não funcionando. Por causa disso, deixei um timeout de 1,5 segundos.
Caso queira utilizar o script para entrar no site da TIM, você pode instalar o Greasemonkey e depois baixar o script pronto.
No Linux, o Adobe ainda não corrigiu vários problemas que existem no Flash Player. É incrível como eles parecem ignorar a existência dos mesmos, tais como transparência, Flash em cima dos outros objetos (é o caso do site da TIM).
Quando abro o site da TIM, o Flash fica em cima das caixas de seleção do estado, assim não posso escolher. Então, como acessar?
Me lembrei então do Greasemonkey uma extensão que permite executar um javascript na página, após o seu carregamento.
Estava olhando um pouco de Javascript esses dias, para usar com o Greasemonkey. Até que não é difícil. Para corrigir o problema para acessar o site da TIM, criei o seguinte código:
window.setTimeout( function() {
e = document.getElementById('prehome');
if (e) {
e.style.display='none';
}
}, 1500);
Basicamente, ele cria uma função que irá pegar o elemento com o ID "prehome" (o que tem o flash) e irá esconder alterando a propriedade "display" para "none".
O window.setTimeout é necessário porque o site da TIM cria o elemento "prehome" utilizando um Javascript também. Se o código acima fosse executado assim que o site fosse carregado, o elemento ainda não teria sido criado e o script acabaria não funcionando. Por causa disso, deixei um timeout de 1,5 segundos.
Caso queira utilizar o script para entrar no site da TIM, você pode instalar o Greasemonkey e depois baixar o script pronto.
Aplicativo: aria2
Postado em 6 de maio de 2008 as 23:16:49, por Renan Rangel
Um programa interessante para fazer downloads segmentados é o aria2.
Ele permite fazer aquele esquema: abrir várias conexões simultâneas e baixar várias partes de um arquivo grande em paralelo. Isso é interessante quando o servidor remoto limita a velocidade por conexão, ou quando você não esteja conseguindo atingir boas velocidades de download.
Provavelmente ele vai estar disponível para download no gerenciador de pacotes da sua distribuição Linux.
Para baixar um arquivo, usando 4 partes, utilize o seguinte comando:
aria2c -s4 http://example.com/arquivo
Por padrão, se você parar o download, ele vai continuar de onde parou, basta usar o mesmo comando para reiniciar.
Essa não é uma ferramenta com tantas opções como o wget, mas tem alguns recursos que o wget não suporta, como os downloads segmentados e outros protocolos como o BitTorrent e Metalink.
Fica a dica para quem quer fazer downloads de arquivos grandes de maneira segmentada.
Ele permite fazer aquele esquema: abrir várias conexões simultâneas e baixar várias partes de um arquivo grande em paralelo. Isso é interessante quando o servidor remoto limita a velocidade por conexão, ou quando você não esteja conseguindo atingir boas velocidades de download.
Provavelmente ele vai estar disponível para download no gerenciador de pacotes da sua distribuição Linux.
Para baixar um arquivo, usando 4 partes, utilize o seguinte comando:
aria2c -s4 http://example.com/arquivo
Por padrão, se você parar o download, ele vai continuar de onde parou, basta usar o mesmo comando para reiniciar.
Essa não é uma ferramenta com tantas opções como o wget, mas tem alguns recursos que o wget não suporta, como os downloads segmentados e outros protocolos como o BitTorrent e Metalink.
Fica a dica para quem quer fazer downloads de arquivos grandes de maneira segmentada.
Full Circle Magazine - 1 ano
Postado em 3 de maio de 2008 as 23:08:15, por Renan Rangel
A alguns dias atrás, saiu a 12ª edição da Full Circle Magazine, uma revista eletrônica livre, que fala sobre assuntos relacionados a Linux, e vários artigos relacionados ao Ubuntu.
Nessa edição, são analisados os últimos 12 meses de desenvolvimento do Ubuntu, tem também alguns tutoriais como:
- Empacotamento de arquivos .deb
- Criação de uma VPN usando PPTP
- Uso de disco no Ubuntu
- Usando o GIMP - parte 1
- Backup com o partimage
- Wiki on a Stick
E várias histórias interessantes de se ler. É uma boa leitura para quem entende um pouco de inglês :)
Para baixar o PDF dessa edição, é só acessar o site e clicar na imagem.
Nessa edição, são analisados os últimos 12 meses de desenvolvimento do Ubuntu, tem também alguns tutoriais como:
- Empacotamento de arquivos .deb
- Criação de uma VPN usando PPTP
- Uso de disco no Ubuntu
- Usando o GIMP - parte 1
- Backup com o partimage
- Wiki on a Stick
E várias histórias interessantes de se ler. É uma boa leitura para quem entende um pouco de inglês :)
Para baixar o PDF dessa edição, é só acessar o site e clicar na imagem.
Busca no Guia Foca GNU/Linux
Postado em 27 de abril de 2008 as 17:07:56, por Renan Rangel
Agora, se você quiser pesquisar alguma coisa no guia Foca Linux, pode usar o mecanismo de busca integrado do Firefox.
Basta acessar a página de downloads e clicar no link "Mecanismo de campo de pesquisa do Foca Linux". O desenvolvimento foi uma contribuição do Almir Mendes, da Spirit Linux.
Para quem não conhece, o Guia Foca Linux é uma das melhores e mais completas documentações sobre sistemas Linux disponível em português. Ela possui versões específicas: Iniciante, Intermediário e Avançado, ótimo para quem deseja aprender sobre os recursos do GNU/Linux.
Basta acessar a página de downloads e clicar no link "Mecanismo de campo de pesquisa do Foca Linux". O desenvolvimento foi uma contribuição do Almir Mendes, da Spirit Linux.
Para quem não conhece, o Guia Foca Linux é uma das melhores e mais completas documentações sobre sistemas Linux disponível em português. Ela possui versões específicas: Iniciante, Intermediário e Avançado, ótimo para quem deseja aprender sobre os recursos do GNU/Linux.
Linux nas Urnas Eletrônicas
Postado em 7 de abril de 2008 as 21:40:48, por Renan Rangel
A notícia saiu no BR-Linux.org no final de semana, dizendo que uma das novidades para as eleições de 2008 será a troca do sistema operacional das urnas eletrônicas.
A partir de agora, o Linux será usado nas urnas, mostrando mais apoio do governo no uso de software livre. Ainda há outras novidades, como a votação por leitura biométrica em 3 municípios: Fátima do Sul (MS), São João Batista (SC) e Colorado do Oeste (RO).
Será que a aparência do software irá alterar, ou seguirá a mesma de quando era no Windows?
A partir de agora, o Linux será usado nas urnas, mostrando mais apoio do governo no uso de software livre. Ainda há outras novidades, como a votação por leitura biométrica em 3 municípios: Fátima do Sul (MS), São João Batista (SC) e Colorado do Oeste (RO).
Será que a aparência do software irá alterar, ou seguirá a mesma de quando era no Windows?
Os Primórdios do Conectiva Linux
Postado em 25 de março de 2008 as 23:13:33, por Renan Rangel
O Rodrigo Stulzer, um dos fundadores do Conectiva Linux, postou em seu blog a história de como começou a empresa.
Para quem não conhece, vale a pena ler, já que provavelmente foi a distribuição brasileira de maior sucesso comercial.
Os Primórdios do Conectiva Linux [stulzer.net].
Para quem não conhece, vale a pena ler, já que provavelmente foi a distribuição brasileira de maior sucesso comercial.
Os Primórdios do Conectiva Linux [stulzer.net].
Grade Preliminar do fisl 9.0
Postado em 18 de março de 2008 as 17:18:17, por Renan Rangel
Hoje saiu a grade preliminar da programação do fisl. Quem quiser dar uma olhada pode acessar neste endereço.
Ela ainda não está completa, mas já tem muita coisa boa ai para assistir. Dando uma olhada por cima, essas são as que achei mais interessantes:
17 de Abril
- Can you survive a downtime? (Tirthankar Das)
- Uma Solução de Firewall Redundante com OpenBSD, CARP e PFSync (João Salvatti)
- Profissionalismo para nerds - Eu já sei o que eu vou ser quando crescer (Sulamita Garcia)
- The Postgres Application Server (David Fetter)
- Understanding the Kernel Network Layer (Breno Leitão)
- Network Forensic - Coleta e Análise de Evidências dos Ativos da Rede com Ferramentas Livres (Sandro Melo)
- Creative Commons and the Problem with Copyright Law (Maureen O'Sullivan)
- Multiterminais (Paulo Ricardo Zanoni, Luis Carlos Erpen de Bona)
- Fazendo Um Elefante Passar Debaixo da Porta (Fabio Telles)
18 de Abril
- Encontro Sul-americano de Perl - YAPC::SA::2008 (Flávio S. Glock)
- Engenharia de Software e Software Livre: tudo a ver! (Antonio Terceiro)
- Clonando Pinguins com System Imager (Cesar Augusto Domingos, Caio Candido)
- Backup prático, porquê precisamos evoluir ! (Solli Moreira Honório)
- Proposta de uma Metodologia de Migração de Software Proprietário para Software Livre com Foco no Usuário (Ramon Simões Abílio, José Monserrat Neto)
- Por trás das firulas do X (Tiago Vignatti)
- Segurança de Aplicações e Arquivos de Sistemas com AppArmor (Carlos Alberto Ribeiro, Vagner Farias)
- Liberdade educacional - o uso de softwares livres na educação (Frederico Gonçalves Guimarães)
19 de Abril
- Plenária Debian Brasil (Felipe Augusto van de Wiel)
- Software Livre na Educação Universitária : Os estudantes de computação e o software livre (José Honorato Ferreira Nunes, Adilson Barros Soares, Renata de Andrade Pereira)
- Keeping 200 firewalls on track (Ernesto Silva, Andres Tarallo, Enrique Verdes)
- Prevenindo XSS: Execute apenas o SEU código (Er Galvão Abbott)
- Jornalismo Livre: proposta de incorporação da liberdade na prática jornalística (Rafael Evangelista, Tiago Soares)
- Combining Linux High Availability Clusters with Data Replication (DRBD) (Mark Bilansky)
- Tradução de Software Livre (José Ernesto Mortara San Martin, Fabiano Sant'Ana)
- GGZ: Progresso na área dos jogos livres na internet (Josef Spillner)
- Port Knocking? Esqueça. Abrindo portas remotamente no iptables com Single Packet Authorization. (Jansen Carlo Sena)
- Uma solução de implementação do conceito de Rede Segura, utilizando o padrão IEEE 802.1x em ambiente híbrido (Luis Antônio Schneiders)
- O que é ODF e qual a sua importância (Jomar Silva)
- Fun and Software Livre! - Return of the Jedi! (Jon 'Maddog' Hall)
- VIM para desenvolver (Luiz Guilherme Ribeiro Sanches)
Tomara que eu consiga ir nos 3 dias dessa vez, já que ano passado em só pude ir no último. Senão, vou perder palestras bem legais, bem como o YAPC::SA::2008.
Ela ainda não está completa, mas já tem muita coisa boa ai para assistir. Dando uma olhada por cima, essas são as que achei mais interessantes:
17 de Abril
- Can you survive a downtime? (Tirthankar Das)
- Uma Solução de Firewall Redundante com OpenBSD, CARP e PFSync (João Salvatti)
- Profissionalismo para nerds - Eu já sei o que eu vou ser quando crescer (Sulamita Garcia)
- The Postgres Application Server (David Fetter)
- Understanding the Kernel Network Layer (Breno Leitão)
- Network Forensic - Coleta e Análise de Evidências dos Ativos da Rede com Ferramentas Livres (Sandro Melo)
- Creative Commons and the Problem with Copyright Law (Maureen O'Sullivan)
- Multiterminais (Paulo Ricardo Zanoni, Luis Carlos Erpen de Bona)
- Fazendo Um Elefante Passar Debaixo da Porta (Fabio Telles)
18 de Abril
- Encontro Sul-americano de Perl - YAPC::SA::2008 (Flávio S. Glock)
- Engenharia de Software e Software Livre: tudo a ver! (Antonio Terceiro)
- Clonando Pinguins com System Imager (Cesar Augusto Domingos, Caio Candido)
- Backup prático, porquê precisamos evoluir ! (Solli Moreira Honório)
- Proposta de uma Metodologia de Migração de Software Proprietário para Software Livre com Foco no Usuário (Ramon Simões Abílio, José Monserrat Neto)
- Por trás das firulas do X (Tiago Vignatti)
- Segurança de Aplicações e Arquivos de Sistemas com AppArmor (Carlos Alberto Ribeiro, Vagner Farias)
- Liberdade educacional - o uso de softwares livres na educação (Frederico Gonçalves Guimarães)
19 de Abril
- Plenária Debian Brasil (Felipe Augusto van de Wiel)
- Software Livre na Educação Universitária : Os estudantes de computação e o software livre (José Honorato Ferreira Nunes, Adilson Barros Soares, Renata de Andrade Pereira)
- Keeping 200 firewalls on track (Ernesto Silva, Andres Tarallo, Enrique Verdes)
- Prevenindo XSS: Execute apenas o SEU código (Er Galvão Abbott)
- Jornalismo Livre: proposta de incorporação da liberdade na prática jornalística (Rafael Evangelista, Tiago Soares)
- Combining Linux High Availability Clusters with Data Replication (DRBD) (Mark Bilansky)
- Tradução de Software Livre (José Ernesto Mortara San Martin, Fabiano Sant'Ana)
- GGZ: Progresso na área dos jogos livres na internet (Josef Spillner)
- Port Knocking? Esqueça. Abrindo portas remotamente no iptables com Single Packet Authorization. (Jansen Carlo Sena)
- Uma solução de implementação do conceito de Rede Segura, utilizando o padrão IEEE 802.1x em ambiente híbrido (Luis Antônio Schneiders)
- O que é ODF e qual a sua importância (Jomar Silva)
- Fun and Software Livre! - Return of the Jedi! (Jon 'Maddog' Hall)
- VIM para desenvolver (Luiz Guilherme Ribeiro Sanches)
Tomara que eu consiga ir nos 3 dias dessa vez, já que ano passado em só pude ir no último. Senão, vou perder palestras bem legais, bem como o YAPC::SA::2008.
Segunda Lista de Palestras do fisl 9.0
Postado em 15 de março de 2008 as 23:36:09, por Renan Rangel
Já saiu a segunda lista de palestras que estão programadas para a 9ª edição do fisl (Fórum Internacional de Software Livre).
Ainda não é a lista definitiva, mas vale dar uma olhada. Assim que sair a lista completa, comento as que achei mais interessantes e que pretendo assistir (se puder).
Ainda não é a lista definitiva, mas vale dar uma olhada. Assim que sair a lista completa, comento as que achei mais interessantes e que pretendo assistir (se puder).
Coleção de Listas de Comandos
Postado em 10 de março de 2008 as 22:20:34, por Renan Rangel
Uma coisa que demora para o pessoal que está mudando de sistema operacional e recém se acostumando com as novas ferramentas, é lembrar de comandos que facilitam nossa vida.
Scott Klarr gerou uma coleção de várias "listas" de comandos, que podem ajudar. Algumas estão em HTML, outras em PDF.
Abaixo, algumas que achei mais interessantes:
Linux:
http://www.oreillynet.com/linux/cmd/
http://columbia.edu/~thl2102/linuxrefcard.pdf
http://www.digilife.be/quickreferences/QRC/The%20One%20Page%20Linux%20Manual.pdf
http://www.digilife.be/quickreferences/QRC/LINUX%20Admin%20Quick%20Reference.pdf
http://peterlombardo.wikidot.com/linux-cheat-sheet
Atalhos Ubuntu (GNOME):
http://thesiblog.blogspot.com/2007/11/ubuntu-cheat-sheet-keyboard-shortcut.html
Unix/Linux:
http://files.fosswire.com/wpu/2007/08/fwunixref.pdf
http://www.rain.org/~mkummel/unix.html
http://www.fermbyg.dk/Prohest/nix/img/Unixfile_structures.gif
Bash:
http://cheat.errtheblog.com/s/bash/
http://www.patchshorts.com/cheatsheets/bash
http://www.linux-sxs.org/programming/bashcheat.html
Tem também umas listas de awk, sed, ed e do gdb. Porém não coloquei aqui pois elas são para alguém no mínimo conhece as linguagens (awk e sed), o editor (ed) e o gdb (debugger).
Scott Klarr gerou uma coleção de várias "listas" de comandos, que podem ajudar. Algumas estão em HTML, outras em PDF.
Abaixo, algumas que achei mais interessantes:
Linux:
http://www.oreillynet.com/linux/cmd/
http://columbia.edu/~thl2102/linuxrefcard.pdf
http://www.digilife.be/quickreferences/QRC/The%20One%20Page%20Linux%20Manual.pdf
http://www.digilife.be/quickreferences/QRC/LINUX%20Admin%20Quick%20Reference.pdf
http://peterlombardo.wikidot.com/linux-cheat-sheet
Atalhos Ubuntu (GNOME):
http://thesiblog.blogspot.com/2007/11/ubuntu-cheat-sheet-keyboard-shortcut.html
Unix/Linux:
http://files.fosswire.com/wpu/2007/08/fwunixref.pdf
http://www.rain.org/~mkummel/unix.html
http://www.fermbyg.dk/Prohest/nix/img/Unixfile_structures.gif
Bash:
http://cheat.errtheblog.com/s/bash/
http://www.patchshorts.com/cheatsheets/bash
http://www.linux-sxs.org/programming/bashcheat.html
Tem também umas listas de awk, sed, ed e do gdb. Porém não coloquei aqui pois elas são para alguém no mínimo conhece as linguagens (awk e sed), o editor (ed) e o gdb (debugger).
A Microsoft aprende com o Open Source
Postado em 29 de fevereiro de 2008 as 23:12:09, por Renan Rangel
Ultimamente, dá pra notar que aos poucos, a Microsoft vai se aproveitando de algumas das idéias da comunidade Open Source e de Software Livre, para de alguma forma incorporá-la nos seus produtos. Não esquece que as coisas sempre foram mais ou menos assim.
Mas agora, chegou a vez do Windows Server aproveitar os recursos dos sistemas Unix-like. Um post muito interessante, feito por Sam Ramji, Diretor de Tecnologia Estratégica Open Source, onde ele explica como o Windows Server 2008 foi influenciado pelo Open Source. O ISS 7 (servidor web) é mais modular, o ambiente permite a utilização de outras linguagens (não somente as da Microsoft), é possível fazer instalações mais simplificadas rodando somente serviços essenciais e também o PowerShell, que permitirá que um sysadmin possa fazer mais coisas (ao contrário do shell horroroso das outras versões).
Ou seja, a Microsoft está tentando aplicar agora, conceitos que os sistemas *nix usam a décadas. Será que isso não irá afetar como os administradores utilizam aos servidores? Será que eles vão se adaptar as mudanças? Esses é o problema do Windows, a cada versão você tem que reaprendê-lo. Em sistemas Unix-Like, geralmente são pequenas coisas que mudam, fazendo com que seja mais fácil uma possível migração.
Depois de algum alvoroço, a Microsoft está se aproximando muito do Open Source nos últimos dias. Depois de liberarem especificações de alguns de seus produtos para uso não-comercial, do site deles incentivar o desenvolvimento Open Source, agora eles querem fazer uma implementação do projeto GNU e suas ferramentas para o Windows, chamado UNG (apesar de não estar confirmado).
Quem deve estar se perguntando "o que está acontecendo?" é o Steve Ballmer, que é conhecido por sempre criticar e atacar a comunidade Open Source. Vendo essas coisas acontecerem deve ser um choque contra os ideais que ele tem. Depois dizem que os usuários de sistemas livres que são xiitas.
Será que a nova estratégia da Microsoft é se unir ao Open Source? Se o objetivo é a interoperabilidade, acho que é bom para os dois sistemas. Eles estão entrando no mesmo bonde, provavelmente pelo crescimento que os projetos livres têm tido nos últimos anos, bem como a popularidade de linguagens de desenvolvimento rápido que só vem aumentando. Será que a Microsoft realmente quer jogar junto, ou estão planejando alguma coisa? Vamos descobrir de um jeito ou de outro...
Mas agora, chegou a vez do Windows Server aproveitar os recursos dos sistemas Unix-like. Um post muito interessante, feito por Sam Ramji, Diretor de Tecnologia Estratégica Open Source, onde ele explica como o Windows Server 2008 foi influenciado pelo Open Source. O ISS 7 (servidor web) é mais modular, o ambiente permite a utilização de outras linguagens (não somente as da Microsoft), é possível fazer instalações mais simplificadas rodando somente serviços essenciais e também o PowerShell, que permitirá que um sysadmin possa fazer mais coisas (ao contrário do shell horroroso das outras versões).
Ou seja, a Microsoft está tentando aplicar agora, conceitos que os sistemas *nix usam a décadas. Será que isso não irá afetar como os administradores utilizam aos servidores? Será que eles vão se adaptar as mudanças? Esses é o problema do Windows, a cada versão você tem que reaprendê-lo. Em sistemas Unix-Like, geralmente são pequenas coisas que mudam, fazendo com que seja mais fácil uma possível migração.
Depois de algum alvoroço, a Microsoft está se aproximando muito do Open Source nos últimos dias. Depois de liberarem especificações de alguns de seus produtos para uso não-comercial, do site deles incentivar o desenvolvimento Open Source, agora eles querem fazer uma implementação do projeto GNU e suas ferramentas para o Windows, chamado UNG (apesar de não estar confirmado).
Quem deve estar se perguntando "o que está acontecendo?" é o Steve Ballmer, que é conhecido por sempre criticar e atacar a comunidade Open Source. Vendo essas coisas acontecerem deve ser um choque contra os ideais que ele tem. Depois dizem que os usuários de sistemas livres que são xiitas.
Será que a nova estratégia da Microsoft é se unir ao Open Source? Se o objetivo é a interoperabilidade, acho que é bom para os dois sistemas. Eles estão entrando no mesmo bonde, provavelmente pelo crescimento que os projetos livres têm tido nos últimos anos, bem como a popularidade de linguagens de desenvolvimento rápido que só vem aumentando. Será que a Microsoft realmente quer jogar junto, ou estão planejando alguma coisa? Vamos descobrir de um jeito ou de outro...
Usando o SSH como proxy
Postado em 20 de fevereiro de 2008 as 20:43:08, por Renan Rangel
O SSH é um serviço muito versátil, o que permite que ele seja utilizado de várias formas.
O Vicente explicou algumas das utilidades do SSH e vou complementar explicando como utilizá-lo como proxy.
Eu utilizo muito essa funcionalidade, porque as vezes preciso testar algum serviço de conexões diferentes (e de provedores diferentes). Ter mais de uma conexão para testar algo sempre é uma boa idéia :P
O funcionamento é simples. Basicamente você abre um "túnel" até o servidor remoto, e o seu browser tem que suportar o protocolo SOCKS para poder utilizá-lo como proxy, mas isso quase todos suportam hoje em dia.
No Linux, você só precisa do seguinte comando:
ssh usuario@servidor -D 8080
A opção -D (note que o "D" tem que ser maiúsculo) indica a porta que será aberta (lembre-se para portas até 1024 somente o root pode utilizar).
Veja mais abaixo como configurar no Firefox.
No Windows, você precisará de um cliente de SSH como o PuTTY para fazer isso.
Se você já usa o PuTTY, a única coisa que precisa fazer é ir até a categoria Tunnels, colocar em Source Port a porta desejada, selecionar Dynamic e clicar em Add.

Depois disso, conecte normalmente. Lembre-se que tanto no Linux como no Windows, o túnel (proxy) só funcionará depois que você logar no servidor remoto.
No Firefox (em outros browsers, é semelhante), para configurar o túnel como proxy, você deve abrir as Preferências/Opções, Avançado e na aba Rede, selecionar a opção Configurações. Na janela que preencher, marque a configuração manual e preencha somente o campo SOCKS, como a imagem abaixo:

Lembre-se que depois fechar o SSH, o browser ainda estará tentando conectar através do túnel e você deve retornar à configuração anterior para que possa voltar a acessar a internet.
Essa foi a minha dica, alguém conhece mais alguma utilidade para o SSH?
O Vicente explicou algumas das utilidades do SSH e vou complementar explicando como utilizá-lo como proxy.
Eu utilizo muito essa funcionalidade, porque as vezes preciso testar algum serviço de conexões diferentes (e de provedores diferentes). Ter mais de uma conexão para testar algo sempre é uma boa idéia :P
O funcionamento é simples. Basicamente você abre um "túnel" até o servidor remoto, e o seu browser tem que suportar o protocolo SOCKS para poder utilizá-lo como proxy, mas isso quase todos suportam hoje em dia.
No Linux, você só precisa do seguinte comando:
ssh usuario@servidor -D 8080
A opção -D (note que o "D" tem que ser maiúsculo) indica a porta que será aberta (lembre-se para portas até 1024 somente o root pode utilizar).
Veja mais abaixo como configurar no Firefox.
No Windows, você precisará de um cliente de SSH como o PuTTY para fazer isso.
Se você já usa o PuTTY, a única coisa que precisa fazer é ir até a categoria Tunnels, colocar em Source Port a porta desejada, selecionar Dynamic e clicar em Add.

Depois disso, conecte normalmente. Lembre-se que tanto no Linux como no Windows, o túnel (proxy) só funcionará depois que você logar no servidor remoto.
No Firefox (em outros browsers, é semelhante), para configurar o túnel como proxy, você deve abrir as Preferências/Opções, Avançado e na aba Rede, selecionar a opção Configurações. Na janela que preencher, marque a configuração manual e preencha somente o campo SOCKS, como a imagem abaixo:

Lembre-se que depois fechar o SSH, o browser ainda estará tentando conectar através do túnel e você deve retornar à configuração anterior para que possa voltar a acessar a internet.
Essa foi a minha dica, alguém conhece mais alguma utilidade para o SSH?
Utilizando o MySQL como sistema de arquivos
Postado em 18 de fevereiro de 2008 as 23:49:35, por Renan Rangel
Um artigo no Linux.com, explica a utilização do MySQLfs, um sistema de arquivos que utiliza uma base de dados MySQL para armazenar seus arquivos.
Algumas das vantagens de se usar um sistema de arquivos que utiliza o MySQL como backend, são para aproveitar a estrutura já existente como backup, clustering e replicação entre vários servidores. Mas não espere que ele seja rápido, pelo menos não para escrita.
Pelos testes feitos pelo autor do artigo, a diferença de performance é que a escrita pode ser mais de 10 vezes lenta que um sistema de arquivos normal. Porém, se você utiliza os dados mais para leitura, pode se beneficiar do cache feito pelo MySQL.
Não conheço muito como funcionam os sistemas de arquivos por "baixo dos panos", mas pelo menos o MySQLfs não é difícil de entender. A base de dados contém somente 3 tabelas, onde em uma são armazenados os nomes dos arquivos, na outra os inodes e na última os dados em si.
Apesar de achar interessante, acho que seja meio difícil encontrar um ambiente onde seriam aproveitados esses recursos. Um das coisas que consigo pensar, é o pessoal que tem aquelas contas nos hosting que dão centenas de Gigabytes de espaço. Desde que eles não limitem o tamanho do banco no MySQL, seria possível criar um disco virtual utilizando o MySQLfs (claro, também seria necessário conexão remota ao MySQL).
Portanto, acho que é legal, principalmente para quem está estudando o funcionamento de sistemas de arquivos. Ele parece ser simples e suportar a mesma funcionalidade dos sistemas de arquivos comuns, porém com a queda de performance ao utilizar o MySQL. Mas é uma opção atraente para quem quer guardar alguns arquivos remotos.
Algumas das vantagens de se usar um sistema de arquivos que utiliza o MySQL como backend, são para aproveitar a estrutura já existente como backup, clustering e replicação entre vários servidores. Mas não espere que ele seja rápido, pelo menos não para escrita.
Pelos testes feitos pelo autor do artigo, a diferença de performance é que a escrita pode ser mais de 10 vezes lenta que um sistema de arquivos normal. Porém, se você utiliza os dados mais para leitura, pode se beneficiar do cache feito pelo MySQL.
Não conheço muito como funcionam os sistemas de arquivos por "baixo dos panos", mas pelo menos o MySQLfs não é difícil de entender. A base de dados contém somente 3 tabelas, onde em uma são armazenados os nomes dos arquivos, na outra os inodes e na última os dados em si.
Apesar de achar interessante, acho que seja meio difícil encontrar um ambiente onde seriam aproveitados esses recursos. Um das coisas que consigo pensar, é o pessoal que tem aquelas contas nos hosting que dão centenas de Gigabytes de espaço. Desde que eles não limitem o tamanho do banco no MySQL, seria possível criar um disco virtual utilizando o MySQLfs (claro, também seria necessário conexão remota ao MySQL).
Portanto, acho que é legal, principalmente para quem está estudando o funcionamento de sistemas de arquivos. Ele parece ser simples e suportar a mesma funcionalidade dos sistemas de arquivos comuns, porém com a queda de performance ao utilizar o MySQL. Mas é uma opção atraente para quem quer guardar alguns arquivos remotos.
O Open-Source aos olhos da Microsoft
Postado em 10 de fevereiro de 2008 as 22:23:17, por Renan Rangel
Sabe aquela famosa frase de Ghandi que as vezes é usada para referenciar a Microsoft ao Open-Source?
"Primeiro eles o ignoram.
Então riem de você.
Depois eles o combatem.
Então você vence." - Mahatma_Gandhi
Pois acredito que estamos em algum lugar entre a 3ª e 4ª parte. A Microsoft está tentando achar uma forma de combater o movimento Open-Source como um todo, ou pelo menos lucrar com ele.
Como dizem, uma imagem vale mil palavras, um artigo que saiu uns dias atrás no ZDNet, mostra o que o pessoal da Microsoft está "planejando":
Então, o que significa a imagem? Que a Microsoft planeja, além te rodar software open-source no Windows, que ele esteja ligado com seus ambientes proprietários, como o Active Directory, Microsoft Office e SQL Server. Tudo isso para atrair atenção de seus clientes para a sua solução.
Isso, além de dar motivo para manter empresas com o Windows ao invés de Linux, fará com que estas fiquem presas ao seu modelo proprietário, o que justamente o movimento do software livre/open-source luta contra.
Não sou contra o uso de FOSS no Windows, pelo contrário, acho ótimo que os desenvolvedores portem seus projetos para o Windows. O que eu sou contra é atar um software livre a um modelo proprietário.
Essa é a estratégia que devemos ver daqui pra frente. Mesmo parecendo estranho, trabalhar junto ao open-source parece fazer muito sentido para a Microsoft atualmente.
"Primeiro eles o ignoram.
Então riem de você.
Depois eles o combatem.
Então você vence." - Mahatma_Gandhi
Pois acredito que estamos em algum lugar entre a 3ª e 4ª parte. A Microsoft está tentando achar uma forma de combater o movimento Open-Source como um todo, ou pelo menos lucrar com ele.
Como dizem, uma imagem vale mil palavras, um artigo que saiu uns dias atrás no ZDNet, mostra o que o pessoal da Microsoft está "planejando":
Então, o que significa a imagem? Que a Microsoft planeja, além te rodar software open-source no Windows, que ele esteja ligado com seus ambientes proprietários, como o Active Directory, Microsoft Office e SQL Server. Tudo isso para atrair atenção de seus clientes para a sua solução.
Isso, além de dar motivo para manter empresas com o Windows ao invés de Linux, fará com que estas fiquem presas ao seu modelo proprietário, o que justamente o movimento do software livre/open-source luta contra.
Não sou contra o uso de FOSS no Windows, pelo contrário, acho ótimo que os desenvolvedores portem seus projetos para o Windows. O que eu sou contra é atar um software livre a um modelo proprietário.
Essa é a estratégia que devemos ver daqui pra frente. Mesmo parecendo estranho, trabalhar junto ao open-source parece fazer muito sentido para a Microsoft atualmente.
Asus pretende continuar usando Linux
Postado em 4 de fevereiro de 2008 as 23:42:47, por Renan Rangel
Sem dúvida, o EeePC da Asus tem sido bem falado em todo o mundo. Além disso, o UMPC vem com Linux, mas uma grande empresa que está começando a vender hardware com o pingüim pré-instalado.
Só que até uns dias atrás não era claro os futuros planos da Asus para o Linux. Porém, parece que eles já tem planos de utilizá-lo em mais 3 projetos (1)(2).
Pode-se dizer que o sucesso do EeePC ajudou muito nessa "decisão". A Asus é conhecida por fazer hardware de qualidade, e fabricando PC e outros dispositivos que já vem com Linux (incluindo o suporte), pode ser um bom atrativo para a empresa, podendo se expandir nesse novo campo.
Pois é, mais uma grande empresa que está se movendo para dar suporte ao Linux. Será que esse ano, teremos mais acordos desse tipo? Seria ótimo para o Linux e o software livre em si.
Só que até uns dias atrás não era claro os futuros planos da Asus para o Linux. Porém, parece que eles já tem planos de utilizá-lo em mais 3 projetos (1)(2).
Pode-se dizer que o sucesso do EeePC ajudou muito nessa "decisão". A Asus é conhecida por fazer hardware de qualidade, e fabricando PC e outros dispositivos que já vem com Linux (incluindo o suporte), pode ser um bom atrativo para a empresa, podendo se expandir nesse novo campo.
Pois é, mais uma grande empresa que está se movendo para dar suporte ao Linux. Será que esse ano, teremos mais acordos desse tipo? Seria ótimo para o Linux e o software livre em si.
Compartilhe o Firefox no seu sistema dual-boot
Postado em 28 de janeiro de 2008 as 12:50:08, por Renan Rangel
Se você usa o Firefox em um máquina com dual-boot, já parou pra pensar o trabalho que dá para instalar todas as extensões num e depois ter que instalar no outro? E pior, se salvou alguma página nos favoritos e está no outro sistema, terá que reiniciar a máquina. Uma boa solução para esses problemas é utilizar somente um profile do Firefox para todos os sistemas que estão instalados na máquina.
A princípio, não é difícil. O maior problema é fazer o profile ficar acessível nos dois sistemas. A maior dificuldade será se você estiver rodando um dual-boot Linux/Windows, que é o foco desse tutorial. Para outros sistemas, basta simplesmente editar um arquivo, como será explicado logo.
1. Onde guardar o profile
Antes de mais nada, você precisa definir: em qual partição será armazenado o Firefox. Num ambiente com Windows XP e Linux, isso é meio complicado, já que o Windows não reconhece sistemas de arquivos do Linux e o Linux por padrão somente lê NTFS. Porém, se você usa outro setup (Linux/Linux, FreeBSD/Linux, etc), é bem mais fácil.
2. Windows XP e Linux
Se você utiliza não utiliza o Windows XP, ou outro Windows que utilize uma partição NTFS, você pode passar para o próximo passo, visto que não será necessário nenhuma configuração adicional.
Aqui, existem duas possibilidades: deixar o profile no Windows e instalar o ntfs-3g (que tem suporte a escrita em NTFS), ou deixar no Linux e instalar um "driver" como o Ext2 IFS for Windows. Como eu não gosto da idéia de um vírus no Windows apagando os arquivos na partição do Linux, prefiro instalar o ntfs-3g. Caso você não tenha essa preocupação, pode fazer o contrário...
Para instalar o ntfs-3g:
Ubuntu: apt-get install ntfs-3g
Gentoo: emerge ntfs3g
Caso utilize outra distribuição, procure algum tutorial de como instalar o ntfs-3g.
Depois de instalado, você precisa alterar no /etc/fstab a linha referente a partição do Windows. Por exemplo:
/dev/hda1 /media/hda1 ntfs-3g defaults,umask=000 0 0
Não se importe se a linha estiver um pouco diferente, depende da distribuição que você está usando. O importante é trocar o "ntfs" (ou auto) por "ntfs-3g". Depois disso, você precisa remontar a unidade, ou reiniciar o computador.
3. Configurando o Profile do Firefox
No caso deste tutorial, como o profile ficará armazenado na partição no Windows, não haverá necessidade de configuração nele. Vamos pular direto para configurar o profile no Linux.
Na home do seu usuário, o Firefox utiliza um arquivo onde fica guardada a localização do seu profile. Abra seu editor de texto favorito e vamos editar o arquivo ~/.mozilla/firefox/profiles.ini
Você precisará editar duas linhas, dentro da seção [Profile0]:
[Profile0]
Name=default
IsRelative=1
Path=5qpte4jv.default
Mas antes, você precisa descobrir o caminho e o nome da pasta onde está o profile do Windows. Geralmente é a única pasta no caminho /Documents and Settings/<usuário>/Dados de aplicativos/Mozilla/Firefox/Profiles/, então basta você pegar o nome e adicionar no final.
Então, o arquivo ficará mais ou menos assim:
[Profile0]
Name=default
IsRelative=0
Path=/media/hda1/Documents and Settings/<usuário>/Dados de aplicativos/Mozilla/Firefox/Profiles/4vtqp5yu.default
As linhas em negrito foram modificadas. Note que é preciso colocar no início do Path, o local em que foi montada a partição do Windows e no fim, a pasta do seu profile, caso contrário o Firefox não poderá encontrar o encontrá-lo.
Agora você já pode testar, deve funcionar automaticamente. Se ele disser que o profile está em uso, é provável que alguma coisa não funcionou como esperado, tente verificar se não ocorreu nenhum erro pelo caminho e que a partição foi mon
A princípio, não é difícil. O maior problema é fazer o profile ficar acessível nos dois sistemas. A maior dificuldade será se você estiver rodando um dual-boot Linux/Windows, que é o foco desse tutorial. Para outros sistemas, basta simplesmente editar um arquivo, como será explicado logo.
1. Onde guardar o profile
Antes de mais nada, você precisa definir: em qual partição será armazenado o Firefox. Num ambiente com Windows XP e Linux, isso é meio complicado, já que o Windows não reconhece sistemas de arquivos do Linux e o Linux por padrão somente lê NTFS. Porém, se você usa outro setup (Linux/Linux, FreeBSD/Linux, etc), é bem mais fácil.
2. Windows XP e Linux
Se você utiliza não utiliza o Windows XP, ou outro Windows que utilize uma partição NTFS, você pode passar para o próximo passo, visto que não será necessário nenhuma configuração adicional.
Aqui, existem duas possibilidades: deixar o profile no Windows e instalar o ntfs-3g (que tem suporte a escrita em NTFS), ou deixar no Linux e instalar um "driver" como o Ext2 IFS for Windows. Como eu não gosto da idéia de um vírus no Windows apagando os arquivos na partição do Linux, prefiro instalar o ntfs-3g. Caso você não tenha essa preocupação, pode fazer o contrário...
Para instalar o ntfs-3g:
Ubuntu: apt-get install ntfs-3g
Gentoo: emerge ntfs3g
Caso utilize outra distribuição, procure algum tutorial de como instalar o ntfs-3g.
Depois de instalado, você precisa alterar no /etc/fstab a linha referente a partição do Windows. Por exemplo:
/dev/hda1 /media/hda1 ntfs-3g defaults,umask=000 0 0
Não se importe se a linha estiver um pouco diferente, depende da distribuição que você está usando. O importante é trocar o "ntfs" (ou auto) por "ntfs-3g". Depois disso, você precisa remontar a unidade, ou reiniciar o computador.
3. Configurando o Profile do Firefox
No caso deste tutorial, como o profile ficará armazenado na partição no Windows, não haverá necessidade de configuração nele. Vamos pular direto para configurar o profile no Linux.
Na home do seu usuário, o Firefox utiliza um arquivo onde fica guardada a localização do seu profile. Abra seu editor de texto favorito e vamos editar o arquivo ~/.mozilla/firefox/profiles.ini
Você precisará editar duas linhas, dentro da seção [Profile0]:
[Profile0]
Name=default
IsRelative=1
Path=5qpte4jv.default
Mas antes, você precisa descobrir o caminho e o nome da pasta onde está o profile do Windows. Geralmente é a única pasta no caminho /Documents and Settings/<usuário>/Dados de aplicativos/Mozilla/Firefox/Profiles/, então basta você pegar o nome e adicionar no final.
Então, o arquivo ficará mais ou menos assim:
[Profile0]
Name=default
IsRelative=0
Path=/media/hda1/Documents and Settings/<usuário>/Dados de aplicativos/Mozilla/Firefox/Profiles/4vtqp5yu.default
As linhas em negrito foram modificadas. Note que é preciso colocar no início do Path, o local em que foi montada a partição do Windows e no fim, a pasta do seu profile, caso contrário o Firefox não poderá encontrar o encontrá-lo.
Agora você já pode testar, deve funcionar automaticamente. Se ele disser que o profile está em uso, é provável que alguma coisa não funcionou como esperado, tente verificar se não ocorreu nenhum erro pelo caminho e que a partição foi mon









Enviar para um amigo(a)


Stumble It!

