Os seguintes posts possuem a tag "linux"
fisl 11
Postado em 27 de julho de 2010 as 23:02:06, por Renan Rangel
Esse ano tive a oportunidade de ir novamente ao fisl, que já está na sua "versão" 11.0. Gostei muito do evento, mesmo com aqueles problemas que tendem a ocorrer durante o mesmo.
Como sempre, é um ótimo lugar para você conhecer gente com ótimo conhecimento nas mais diversas áreas do software livre. Dá para trocar uma idéia, bater um papo, tirar um dúvida, etc. As palestras, na sua maioria, são de ótima qualidade e você aprende bastante lá. É um evento que se tira bastante proveito.
Não gosto de algumas coisas como a visão comercial que ele tem tomado. Quem foi, notou que algumas das empresas de que estavam com stands não adicionaram nada ao evento e ainda atrapalharam (quem não lembra da Caixa dando camisetas com caricaturas e tocando "barulhos" que atrapalhavam as palestras?).
Mas acho que o mais importante no evento, é a socialização e a oportunidade de trocar experiências, seja com outros participantes, com palestrantes, com grupos de usuários, e também de se divertir um pouco. É nisso que se baseia o fisl e isso tem se mantido durante esses anos que eu tive a oportunidade de participar.
Todos os eventos tem problemas, o importante é aprendermos com eles e melhorarmos da próxima vez. Tomara que o fisl 12 mantenha suas qualidades e melhore seus pontos fracos.
Como sempre, é um ótimo lugar para você conhecer gente com ótimo conhecimento nas mais diversas áreas do software livre. Dá para trocar uma idéia, bater um papo, tirar um dúvida, etc. As palestras, na sua maioria, são de ótima qualidade e você aprende bastante lá. É um evento que se tira bastante proveito.
Não gosto de algumas coisas como a visão comercial que ele tem tomado. Quem foi, notou que algumas das empresas de que estavam com stands não adicionaram nada ao evento e ainda atrapalharam (quem não lembra da Caixa dando camisetas com caricaturas e tocando "barulhos" que atrapalhavam as palestras?).
Mas acho que o mais importante no evento, é a socialização e a oportunidade de trocar experiências, seja com outros participantes, com palestrantes, com grupos de usuários, e também de se divertir um pouco. É nisso que se baseia o fisl e isso tem se mantido durante esses anos que eu tive a oportunidade de participar.
Todos os eventos tem problemas, o importante é aprendermos com eles e melhorarmos da próxima vez. Tomara que o fisl 12 mantenha suas qualidades e melhore seus pontos fracos.
Coisas que o Linux faz melhor que o Windows
Postado em 11 de abril de 2010 as 22:42:10, por Renan Rangel
Alguns dias atrás vi o artigo 10 Things Linux Does Better Than Windows que fala de algumas coisas interessantes. Vou tentar dar uma complementada nas dicas.
1 - Sistemas de Arquivos e Dispositivos especiais
A quantidade de sistemas de arquivos permite que o Linux possa acessar os dados de diferentes tipos de dispositivos e sistemas operacionais. Grande maioria é suportada nativamente, enquanto os outros são suportados via userpace com ferramentas como FUSE.
Fora isso, o interessante é a grande gama de dispositivos especiais como dispositivos de loop, discos criptografados, pontos de montagem que ficam somente na memória e outros que armazenam somente a diferença entre dois sistemas de arquivos (o que é usado pela maioria dos live CDs atualmente).
2 - Suporte à hardware
Falar desse assunto é uma faca de dois gumes. Tem gente que reclama que determinado modem ou placa wireless não funciona direito (o que hoje em dia melhorou bastante) ou que não foi fácil configurar um dispotivo. Isso é verdade, já que alguns fabricantes não liberam drivers ou especificações e temos que contar com a habilidade dos desenvolvedores para fazer a engenharia reversa dos mesmos.
No Windows, existem os problemas de drivers, mas a maioria vai dizer que depois colocar o CD de instalação, funciona. Isso porque o fabricante colocou um driver próprio, que não é do sistema operacional, para funcionar junto com a máquina. Mas o fato é, que o Linux é o sistema operacional que suporta o maior número de dispositivos out of the box.
3 - Customização e Flexibilidade
Quando falo de customização, estou me referindo ao sistema operacional e não especificamente ao desktop (isso foi falado no artigo). Uma das coisas mais interessantes é que você pode customizar o Linux para que ele seja usado como praticamente qualquer coisa. Seu desktop, uma ampla gama de serviços, transformá-lo em um storage, tê-lo rodando no seu telefone (ex: Android e Maemo), colocá-lo no seu roteador wireless (dd-wrt, open, etc) entre muitas outras opções.
4 - Suporte à arquitetura 64-bits
Quando começamos a mudar para a arquitetura 64-bits, o Linux foi um dos sistemas operacionais pioneiros e que mais evoluiu durante esse tempo. Hoje é possível usar uma distribuição com praticamente todos os programas rodando nativamente em 64-bits, com alguma exceções (principalmente quando involvem o alguns programas proprietários, que ainda não foram portados). Já no Windows, você pode ver que uma boa parte dos programas disponíveis para ele ainda são 32-bits somente. A coisa tem melhorado nos últimos anos, mas ainda não é a mesma coisa.
5 - Programas pré-instalados
Isso depende muita da distribuição, mas geralmente as mais utilizadas já possui um grande número de programas pré-instalados, permitindo que após a instalação você já possa usar uma suíte office, organizar suas fotos, ter um bom cliente de e-mail, conversar com seus amigos de praticamente qualquer IM, ler PDFs, usar uma interface simples para baixar novos softwares e o melhor: atualizações com novos recursos e correções de bugs para todos estes softwares, não somente para o core do sistema operacional.
Estou certo de que existem vários outros pontos que podem ser explorados, tanto a favor como contra. É um assunto que é facilmente explorado em pouco tempo e que todos podiam fazer. Discutir sobre as vantages (e também desvantagens) é muito interessante e também muito informativo.
1 - Sistemas de Arquivos e Dispositivos especiais
A quantidade de sistemas de arquivos permite que o Linux possa acessar os dados de diferentes tipos de dispositivos e sistemas operacionais. Grande maioria é suportada nativamente, enquanto os outros são suportados via userpace com ferramentas como FUSE.
Fora isso, o interessante é a grande gama de dispositivos especiais como dispositivos de loop, discos criptografados, pontos de montagem que ficam somente na memória e outros que armazenam somente a diferença entre dois sistemas de arquivos (o que é usado pela maioria dos live CDs atualmente).
2 - Suporte à hardware
Falar desse assunto é uma faca de dois gumes. Tem gente que reclama que determinado modem ou placa wireless não funciona direito (o que hoje em dia melhorou bastante) ou que não foi fácil configurar um dispotivo. Isso é verdade, já que alguns fabricantes não liberam drivers ou especificações e temos que contar com a habilidade dos desenvolvedores para fazer a engenharia reversa dos mesmos.
No Windows, existem os problemas de drivers, mas a maioria vai dizer que depois colocar o CD de instalação, funciona. Isso porque o fabricante colocou um driver próprio, que não é do sistema operacional, para funcionar junto com a máquina. Mas o fato é, que o Linux é o sistema operacional que suporta o maior número de dispositivos out of the box.
3 - Customização e Flexibilidade
Quando falo de customização, estou me referindo ao sistema operacional e não especificamente ao desktop (isso foi falado no artigo). Uma das coisas mais interessantes é que você pode customizar o Linux para que ele seja usado como praticamente qualquer coisa. Seu desktop, uma ampla gama de serviços, transformá-lo em um storage, tê-lo rodando no seu telefone (ex: Android e Maemo), colocá-lo no seu roteador wireless (dd-wrt, open, etc) entre muitas outras opções.
4 - Suporte à arquitetura 64-bits
Quando começamos a mudar para a arquitetura 64-bits, o Linux foi um dos sistemas operacionais pioneiros e que mais evoluiu durante esse tempo. Hoje é possível usar uma distribuição com praticamente todos os programas rodando nativamente em 64-bits, com alguma exceções (principalmente quando involvem o alguns programas proprietários, que ainda não foram portados). Já no Windows, você pode ver que uma boa parte dos programas disponíveis para ele ainda são 32-bits somente. A coisa tem melhorado nos últimos anos, mas ainda não é a mesma coisa.
5 - Programas pré-instalados
Isso depende muita da distribuição, mas geralmente as mais utilizadas já possui um grande número de programas pré-instalados, permitindo que após a instalação você já possa usar uma suíte office, organizar suas fotos, ter um bom cliente de e-mail, conversar com seus amigos de praticamente qualquer IM, ler PDFs, usar uma interface simples para baixar novos softwares e o melhor: atualizações com novos recursos e correções de bugs para todos estes softwares, não somente para o core do sistema operacional.
Estou certo de que existem vários outros pontos que podem ser explorados, tanto a favor como contra. É um assunto que é facilmente explorado em pouco tempo e que todos podiam fazer. Discutir sobre as vantages (e também desvantagens) é muito interessante e também muito informativo.
10 anos de Gentoo
Postado em 4 de outubro de 2009 as 18:16:46, por Renan Rangel
Feliz Aniversário para o Gentoo!
Chegamos aos 10 anos do Gentoo, com um projeto enorme e que compreende 10 arquiteturas diferentes, conta com mais de 26 mil ebuilds para compilar softwares facilmente, sendo uma das meta-distribuições Linux mais populares.
Além disso, está disponível o LiveDVD 10.0, nas arquiteturas x86 e amd64, se você quiser testar como está essa nova versão do Gentoo.
Parabéns à todos os desenvolvedores e usuários que ajudaram o Gentoo à chegar neste dia!
Chegamos aos 10 anos do Gentoo, com um projeto enorme e que compreende 10 arquiteturas diferentes, conta com mais de 26 mil ebuilds para compilar softwares facilmente, sendo uma das meta-distribuições Linux mais populares.
Além disso, está disponível o LiveDVD 10.0, nas arquiteturas x86 e amd64, se você quiser testar como está essa nova versão do Gentoo.
Parabéns à todos os desenvolvedores e usuários que ajudaram o Gentoo à chegar neste dia!
Microsoft oferecendo treinamento Anti-Linux para Best Buy
Postado em 7 de setembro de 2009 as 23:02:16, por Renan Rangel
Uma coisa é certa: eles tem uma reputação para manter. Mesmo que seja ruim duvidosa.
A Microsoft vem distribuindo material anti-linux para os vendedores do Best Buy e um deles acabou postando-os na internet.
Eu concordo que várias são discutíveis, mas diria que praticamente nenhuma é verdade absoluta. Mas ninguém acredita numa mentira se não vier acompanhada de outra verdade. :P A estratégia deles é pegar uma afirmação que tenha vagamente um fundo de verdade e apresentá-la como fato sem estar acompanhada das explicações (simplesmente é verdade e pronto).
Entre alguns dos maiores exageros, estão em dizer que o Linux tem compatibilidade com poucas câmeras, IPods e MP3s, falta de suporte autorizado, que updates são difíceis, que o Windows é mais seguro que Linux (sem maiores explicações, como sempre), entre outras coisas que você pode ver nos slides.
A Microsoft já é conhecida por esse tipo de atitude e não tem problemas em utilizá-la. Só fico pensando quanto dinheiro eles gastam nessas propagandas enquanto podiam estar gastando no desenvolvimento de melhores softwares.
A Microsoft vem distribuindo material anti-linux para os vendedores do Best Buy e um deles acabou postando-os na internet.
Eu concordo que várias são discutíveis, mas diria que praticamente nenhuma é verdade absoluta. Mas ninguém acredita numa mentira se não vier acompanhada de outra verdade. :P A estratégia deles é pegar uma afirmação que tenha vagamente um fundo de verdade e apresentá-la como fato sem estar acompanhada das explicações (simplesmente é verdade e pronto).
Entre alguns dos maiores exageros, estão em dizer que o Linux tem compatibilidade com poucas câmeras, IPods e MP3s, falta de suporte autorizado, que updates são difíceis, que o Windows é mais seguro que Linux (sem maiores explicações, como sempre), entre outras coisas que você pode ver nos slides.
A Microsoft já é conhecida por esse tipo de atitude e não tem problemas em utilizá-la. Só fico pensando quanto dinheiro eles gastam nessas propagandas enquanto podiam estar gastando no desenvolvimento de melhores softwares.
Google Chrome 64 bits
Postado em 25 de agosto de 2009 as 19:41:19, por Renan Rangel

Hoje, é possível rodar o Chrome em sistemas 64 bits, mas somente no modo 32 bits. Com a disponibilidade da versão 64 bits, quem tem ele instalado não vai ter problemas de utilizá-lo. Porém, usuários de Windows vão ter que esperar um pouco (os de Mac talvez vão ter que esperar também).
Ainda continuo usando o Firefox, por causa de seus recursos, add-ons e etc. Porém para quem busca rapidez, o Chrome tem se demostrado como uma ótima opção. Talvez a Mozilla consiga aprender alguns truques com o Google e implementá-los no Firefox, para melhorar suas deficiência atuais?
Banshee 1.5.0 (beta)
Postado em 26 de julho de 2009 as 10:19:49, por Renan Rangel
Testei nos últimos dias a versão 1.5.0 do Banshee, um ótimo media player para Linux. Para quem já conhece, abaixo são os novos recursos dessa versão (sem contar os 165 bugs corrigidos):
- Suporte à biblioteca do Rhythmbox (é possível migrá-la direto para o Banshee);
- Suporte à detecção de Beats Per Minute (BPM);
- Avaliação automática das músicas (quando você pula a música ou não);
- Nova coluna mostra o licenciamento das músicas;
- Bibliotecas separadas (Videos, Música e Podcasts).
Entre outros recursos e melhoramentos.
Quanto a interface, ela continua praticamente a mesma, somente os recursos e bugfixes foram incorporados. Para quem tem interesse em algum deles, vale a pena esperar que a nova versão esteja disponível no repositório da sua distribuição (ou compilar).
- Suporte à biblioteca do Rhythmbox (é possível migrá-la direto para o Banshee);
- Suporte à detecção de Beats Per Minute (BPM);
- Avaliação automática das músicas (quando você pula a música ou não);
- Nova coluna mostra o licenciamento das músicas;
- Bibliotecas separadas (Videos, Música e Podcasts).
Entre outros recursos e melhoramentos.
Quanto a interface, ela continua praticamente a mesma, somente os recursos e bugfixes foram incorporados. Para quem tem interesse em algum deles, vale a pena esperar que a nova versão esteja disponível no repositório da sua distribuição (ou compilar).
Microsoft e drivers GPLv2
Postado em 22 de julho de 2009 as 00:53:56, por Renan Rangel
Alguns dias atrás, um e-mail à lista de desenvolvimento do kernel do Linux confirmou a primeira contribuição da Microsoft ao kernel. Agora, aos detalhes...
Um artigo explica os motivos: o código já existia, mas estava violando a GPL. Depois de contatar um funcionário da Novell, decidiram que o melhor era licenciar esse código sobre a GPLv2 para evitar que a situação virasse um escândalo.
Isso é bom e ruim: bom, porque o pessoal na Microsoft foi flexível o suficiente para se adequar à situação, o ruim é que não foi por vontade própria e sim por quase "obrigação". Só falta uma posição oficial da Microsoft sobre o assunto - se é que haverá uma.
Um artigo explica os motivos: o código já existia, mas estava violando a GPL. Depois de contatar um funcionário da Novell, decidiram que o melhor era licenciar esse código sobre a GPLv2 para evitar que a situação virasse um escândalo.
Isso é bom e ruim: bom, porque o pessoal na Microsoft foi flexível o suficiente para se adequar à situação, o ruim é que não foi por vontade própria e sim por quase "obrigação". Só falta uma posição oficial da Microsoft sobre o assunto - se é que haverá uma.
Detalhes do fisl 10
Postado em 28 de junho de 2009 as 17:57:41, por Renan Rangel
Estes dias foram muito bons, com várias palestras para assistir, gente para conhecer e algumas atividades para participar.
No geral, gostei bastante do fisl desse ano. Uma das poucas coisas que tenho para reclamar é que poderia ter tido uma melhor organização no dia que o Lula veio, para evitar que o evento ficasse "parado" o dia todo.
Algumas das coisas que se é bom falar, foram as palestras do Richard Stallman. Este ano, ninguém pode dizer que ele foi agressivo de qualquer forma. Ele deu duas palestras: sobre copyright e patentes de software, dois assuntos importantes tanto para software livre quanto o proprietário. Outras interessantes foram as palestras do Peter Sunde do The Pirate Bay por falar sobre o #spectrial e um pouco da história do site.
Assisti uma palestras bem interessantes de Perl também, com destaque para a do Breno sobre o desenvolvimento de aplicações de linha de comando e a demonstração do App::Rad.
Também ganhei uma camiseta do Firefox 3.5, que deve ser lançado em poucos dias. Queria uma do OpenSolaris, mas infelizmente ele não queria instalar no meu notebook com 512 MB de RAM
.
O Debian (assim como nos anos anteriores) fez a sua comemoração no último dia, distribuindo bolo e refrigerante. Teve também sessão de fotos com o RMS (sem ter que pagar!), além de vários outros sorteios durante todo o evento.
Para quem não foi, espero que possa ir ano que vem: é um evento muito bom e que reúne gente de todo lugar, com os mais diferentes tipos e níveis de conhecimento. Para os que foram, espero que tenham aproveitado assim como eu o fiz
.
No geral, gostei bastante do fisl desse ano. Uma das poucas coisas que tenho para reclamar é que poderia ter tido uma melhor organização no dia que o Lula veio, para evitar que o evento ficasse "parado" o dia todo.
Algumas das coisas que se é bom falar, foram as palestras do Richard Stallman. Este ano, ninguém pode dizer que ele foi agressivo de qualquer forma. Ele deu duas palestras: sobre copyright e patentes de software, dois assuntos importantes tanto para software livre quanto o proprietário. Outras interessantes foram as palestras do Peter Sunde do The Pirate Bay por falar sobre o #spectrial e um pouco da história do site.
Assisti uma palestras bem interessantes de Perl também, com destaque para a do Breno sobre o desenvolvimento de aplicações de linha de comando e a demonstração do App::Rad.
Também ganhei uma camiseta do Firefox 3.5, que deve ser lançado em poucos dias. Queria uma do OpenSolaris, mas infelizmente ele não queria instalar no meu notebook com 512 MB de RAM
O Debian (assim como nos anos anteriores) fez a sua comemoração no último dia, distribuindo bolo e refrigerante. Teve também sessão de fotos com o RMS (sem ter que pagar!), além de vários outros sorteios durante todo o evento.
Para quem não foi, espero que possa ir ano que vem: é um evento muito bom e que reúne gente de todo lugar, com os mais diferentes tipos e níveis de conhecimento. Para os que foram, espero que tenham aproveitado assim como eu o fiz
fisl 10
Postado em 24 de junho de 2009 as 21:50:27, por Renan Rangel
Desta vez vou ter a oportunidade de ir aos 3 dias do fisl 10. O primeiro dia foi muito bom, aproveitando para passar nos estandes, comprar camisetas, participar de algumas brincadeiras, e assistir algumas palestras.
A Sun estava dando uma pequena bola com símbolo de seus produtos para quem conseguisse fazer algumas embaixadinhas (acreditem, nerds também conseguem :P). A Mozilla também estava fazendo gincana para dar camisetas.
Das palestras, algumas tiveram muitas pessoas assistindo, principalmente a de DDoS (quase um exemplo prático, pois as pessoas pararam nos corredores dos auditórios por uns 10 minutos, sem poder se mexer o.O).
Também era quase impossível usar as wireless lá. O pessoal levou muitos access point e em um momento era possível detectar 32 redes (sim, trinta e duas). Na palestra sobre redes mesh, onde o "custo" entre dois access points deveria ser perto de 1, ele chegou a 14, mostrando a influência de tantos sinais num só lugar.
Amanhã teremos palestras novas e atividades diferentes. Vejamos como vai ser :D
A Sun estava dando uma pequena bola com símbolo de seus produtos para quem conseguisse fazer algumas embaixadinhas (acreditem, nerds também conseguem :P). A Mozilla também estava fazendo gincana para dar camisetas.
Das palestras, algumas tiveram muitas pessoas assistindo, principalmente a de DDoS (quase um exemplo prático, pois as pessoas pararam nos corredores dos auditórios por uns 10 minutos, sem poder se mexer o.O).
Também era quase impossível usar as wireless lá. O pessoal levou muitos access point e em um momento era possível detectar 32 redes (sim, trinta e duas). Na palestra sobre redes mesh, onde o "custo" entre dois access points deveria ser perto de 1, ele chegou a 14, mostrando a influência de tantos sinais num só lugar.
Amanhã teremos palestras novas e atividades diferentes. Vejamos como vai ser :D
Multitouch no Linux
Postado em 14 de junho de 2009 as 19:07:43, por Renan Rangel
O próximo recurso que você vai querer no seu Linux é o multi touch:
O único problema é ter uma tela sensível ao toque para poder usar este recurso...
O único problema é ter uma tela sensível ao toque para poder usar este recurso...
Fedora 11 lançado
Postado em 9 de junho de 2009 as 23:52:11, por Renan Rangel
Saiu a última versão do Fedora, que você pode obter no site oficial.
O Fedora Leonidas (codinome dessa versão) vem com KDE 4.2, GNOME 2.26, ext4, além das novas versões da maioria dos outros softwares.
Você também pode ver mais detalhes na nota de lançamento.
O Fedora Leonidas (codinome dessa versão) vem com KDE 4.2, GNOME 2.26, ext4, além das novas versões da maioria dos outros softwares.
Você também pode ver mais detalhes na nota de lançamento.
Software Livre vai acabar com a Microsoft
Postado em 4 de junho de 2009 as 22:26:27, por Renan Rangel
Um ex-desenvolvedor da Microsoft, que trabalhou durante 11 anos na Microsoft, em produtos como Windows, Office e no departamento de pesquisas, disse que o open source vai prevalecer sobre o modelo proprietário da Microsoft.
Ele conheceu o Linux em 2004, quando deixou a Microsoft. Nesse tempo, se tornou um defensor e também diz que graças ao modelo proprietário, vivemos na "era obscura da computação".
De certa forma ele está certo. O modelo proprietário tem suas vantagens e desvantagens, mas cada vez mais o open source começa a prevalescer nas mais diversas áreas. Mesmo quem usa Windows, Mac, etc, costuma ter alguns softwares livres instalados, como Firefox, Open Office, VLC, FDM, etc. Com o tempo, é normal que mais softwares de qualidade comece a aparecer.
Eu não acredito muito no fim do modelo proprietário, mas sim no seu enfraquecimento, que já vem acontecendo com o passar dos anos. O que será do software livre nos próximos anos?
Ele conheceu o Linux em 2004, quando deixou a Microsoft. Nesse tempo, se tornou um defensor e também diz que graças ao modelo proprietário, vivemos na "era obscura da computação".
De certa forma ele está certo. O modelo proprietário tem suas vantagens e desvantagens, mas cada vez mais o open source começa a prevalescer nas mais diversas áreas. Mesmo quem usa Windows, Mac, etc, costuma ter alguns softwares livres instalados, como Firefox, Open Office, VLC, FDM, etc. Com o tempo, é normal que mais softwares de qualidade comece a aparecer.
Eu não acredito muito no fim do modelo proprietário, mas sim no seu enfraquecimento, que já vem acontecendo com o passar dos anos. O que será do software livre nos próximos anos?
Banshee - uma alternativa ao Amarok?
Postado em 30 de abril de 2009 as 23:14:40, por Renan Rangel
Procurando por um player com recursos semelhantes ao Amarok que pudesse substituí-lo, acabei encontrando o Banshee.
Para começar, ele tem vários recursos presentes no Amarok e até alguns que ele não tem: integração com o Last.fm, fila de músicas, smart playlists, suporte a podcasts, rádios, vídeos, compartilhamentos DAAP, iPod, entre outros recursos.
A interface dele é GTK, o que significa que quem usa o Gnome não vai mais precisar carregar as bibliotecas QT e algumas do KDE para tocar músicas.
Um problema é ele ser escrito em C# (necessita do Mono) e não ter uma interface para plugins que nem a do Amarok, que podem ser feitos com scripts simples.
Mas no geral é um ótimo player e tenho usado ele nos últimos dias. Como o Amarok 2 está tomando um caminho que não me agradou muito, talvez o Banshee acabe substituindo-o.
Para começar, ele tem vários recursos presentes no Amarok e até alguns que ele não tem: integração com o Last.fm, fila de músicas, smart playlists, suporte a podcasts, rádios, vídeos, compartilhamentos DAAP, iPod, entre outros recursos.
A interface dele é GTK, o que significa que quem usa o Gnome não vai mais precisar carregar as bibliotecas QT e algumas do KDE para tocar músicas.
Um problema é ele ser escrito em C# (necessita do Mono) e não ter uma interface para plugins que nem a do Amarok, que podem ser feitos com scripts simples.
Mas no geral é um ótimo player e tenho usado ele nos últimos dias. Como o Amarok 2 está tomando um caminho que não me agradou muito, talvez o Banshee acabe substituindo-o.
Amarok 2 é tudo isso?
Postado em 25 de abril de 2009 as 22:47:50, por Renan Rangel
Apesar de o Amarok ser meu player favorito, me preocupei um pouco com o rumo que estava tomando quando compilei o beta. Depois de testar a última versão estável, estou começando a considerar a troca de player.
Primeiro, a sua interface não está boa... pelo menos não tão intuitiva quanto era no Amarok 1.4 (principal razão de eu ter feito o downgrade). A nova interface também tende a favorecer os usuários de monitores widescreen, já que usa 3 colunas ao invés de 2 (dessa forma, sobrando menos espaço para mostrar mais informações).
Também existe o problema de rodá-lo fora do KDE 4. Ele usa o phonom e mais uma grande quantidade de bibliotecas do KDE (já era assim no 1.4, mas parece que aumentaram as dependências agora).
Também tem algumas features que estão faltando, por exemplo: não poder acessar dispositivos USB padrão (mp3 genéricos), tocar CDs, equalizador, entre outras (tem uma lista no wiki).
Ainda estou à procura de um player que tenha quase todas as funcionalidades do Amarok, mas é difícil encontrar. Alguém tem uma recomendação?
Primeiro, a sua interface não está boa... pelo menos não tão intuitiva quanto era no Amarok 1.4 (principal razão de eu ter feito o downgrade). A nova interface também tende a favorecer os usuários de monitores widescreen, já que usa 3 colunas ao invés de 2 (dessa forma, sobrando menos espaço para mostrar mais informações).
Também existe o problema de rodá-lo fora do KDE 4. Ele usa o phonom e mais uma grande quantidade de bibliotecas do KDE (já era assim no 1.4, mas parece que aumentaram as dependências agora).
Também tem algumas features que estão faltando, por exemplo: não poder acessar dispositivos USB padrão (mp3 genéricos), tocar CDs, equalizador, entre outras (tem uma lista no wiki).
Ainda estou à procura de um player que tenha quase todas as funcionalidades do Amarok, mas é difícil encontrar. Alguém tem uma recomendação?
World of Goo no Linux
Postado em 12 de abril de 2009 as 21:22:47, por Renan Rangel
Para quem ainda não sabia, World of Goo, um dos grandes sucesso do Wii ano passado, foi lançado para o PC a algum tempo atrás e a não muito chegou a versão para Linux: completa e sem DRM.

Apesar de tudo, o jogo ainda é comercial. Você pode baixar o demo desse ótimo jogo no site. Se você quiser suportar as empresas que criar jogos multiplataforma, compre no site por U$ 20, com acesso às versões Linux, Windows e Mac.
Para que não conhece o jogo, saiba que foi um dos melhores jogos do ano passado, sendo considerado o melhor jogo do ano no Wii pela IGN e também com prêmios em outras plataformas (ex: melhor puzzle para PC). Se você ficou interessado, assista este vídeo abaixo:

Apesar de tudo, o jogo ainda é comercial. Você pode baixar o demo desse ótimo jogo no site. Se você quiser suportar as empresas que criar jogos multiplataforma, compre no site por U$ 20, com acesso às versões Linux, Windows e Mac.
Para que não conhece o jogo, saiba que foi um dos melhores jogos do ano passado, sendo considerado o melhor jogo do ano no Wii pela IGN e também com prêmios em outras plataformas (ex: melhor puzzle para PC). Se você ficou interessado, assista este vídeo abaixo:
Troque o Windows pelo Ubuntu (Especial G1)
Postado em 18 de março de 2009 as 22:09:09, por Renan Rangel
A alguns dias atrás saiu um artigo no G1, explicando como trocar o Windows pelo Linux.
O G1 é um portal grande e que tem muitos leitores. As vezes algumas matérias desse tipo seriam uma boa. Apesar do conteúdo do artigo ser simples e um pouco superficial, explica de forma simples como instalar o Ubuntu.
Só uma coisa que gostaria de notar é o que o autor fala sobre os computadores que vem com linux, atualmente sendo vendidos no mercado brasileiro. Temos um problema onde cada empresa quer vender sua distribuição obscura-que-ninguém-conhece e isso acaba atrapalhando ao invés de ajudar. Se as empresas utilizassem distribuições bem estabelecidas em seu desktop (o Ubuntu é um exemplo) e contribuissem com esse projeto ao invés de gastar desenvolvendo o próprio, teríamos muito mais gente utilizando o Linux.
O G1 é um portal grande e que tem muitos leitores. As vezes algumas matérias desse tipo seriam uma boa. Apesar do conteúdo do artigo ser simples e um pouco superficial, explica de forma simples como instalar o Ubuntu.
Só uma coisa que gostaria de notar é o que o autor fala sobre os computadores que vem com linux, atualmente sendo vendidos no mercado brasileiro. Temos um problema onde cada empresa quer vender sua distribuição obscura-que-ninguém-conhece e isso acaba atrapalhando ao invés de ajudar. Se as empresas utilizassem distribuições bem estabelecidas em seu desktop (o Ubuntu é um exemplo) e contribuissem com esse projeto ao invés de gastar desenvolvendo o próprio, teríamos muito mais gente utilizando o Linux.
linux.com agora é da Linux Foundation
Postado em 3 de março de 2009 as 23:46:40, por Renan Rangel
Parece que a partir de agora, é a Linux Foundation que vai cuidar do domínio linux.com. Atualmente, se você acessar a página, vai ver que tem uma notícia informando que o domínio se tornará a fonte de informações sobre Linux, softwares, documentação, etc.
Também foi criado um IdeaForge para que possamos dar idéias e votar nas de outros usuários.
No slashdot, também diz que haverá um fórum para compartilhar as idéias entre os usuários. Por mim, desde que mantenham os artigos como fazia a antiga equipe do linux.com, ficarei feliz.
Espero que essa troca para a Linux Foundation seja boa, afinal eles tem um ótimo pessoal lá. Vou ficar na espera do lançamento do novo site, daqui há alguns meses.
Também foi criado um IdeaForge para que possamos dar idéias e votar nas de outros usuários.
No slashdot, também diz que haverá um fórum para compartilhar as idéias entre os usuários. Por mim, desde que mantenham os artigos como fazia a antiga equipe do linux.com, ficarei feliz.
Espero que essa troca para a Linux Foundation seja boa, afinal eles tem um ótimo pessoal lá. Vou ficar na espera do lançamento do novo site, daqui há alguns meses.
Usando o teclado como mouse no Linux
Postado em 26 de fevereiro de 2009 as 23:04:19, por Renan Rangel
Hoje uma coisa bizarra aconteceu. A ilha numérica do meu teclado começou a dar uns "tilts" e eu achando que o teclado estava com problema.
Achando que o problema poderia ser de software, fiz uma rápida pesquisa no google e descobri que tinha ativado o recurso de usar o teclado como mouse.
O atalho é CTRL+SHIFT+NUMLOCK. O problema é, se você se querer ativar (como aconteceu comigo), talvez nem perceba o mouse se mexendo quando pressiona rapidamente os botões. Somente quando aperta o 5 (clique), que você nota algumas coisas estranhas acontecendo (por isso que achei que era software e não problema no teclado em si).
Mas fica aí mais uma dica, para quem possa acabar ficando sem o mouse e precise usar o teclado como rota de escape.
Achando que o problema poderia ser de software, fiz uma rápida pesquisa no google e descobri que tinha ativado o recurso de usar o teclado como mouse.
O atalho é CTRL+SHIFT+NUMLOCK. O problema é, se você se querer ativar (como aconteceu comigo), talvez nem perceba o mouse se mexendo quando pressiona rapidamente os botões. Somente quando aperta o 5 (clique), que você nota algumas coisas estranhas acontecendo (por isso que achei que era software e não problema no teclado em si).
Mas fica aí mais uma dica, para quem possa acabar ficando sem o mouse e precise usar o teclado como rota de escape.
Debian 5 "Lenny" lançado
Postado em 16 de fevereiro de 2009 as 23:48:58, por Renan Rangel
Já está disponível para download a nova versão do Debian, também conhecida pelo codinome "Lenny".
Você pode obter os CDs via HTTP ou (de preferência) BitTorrent.
Você pode obter os CDs via HTTP ou (de preferência) BitTorrent.
1234567890 - Unix time daqui a alguns dias
Postado em 7 de fevereiro de 2009 as 23:39:47, por Renan Rangel
O Unix Time vai chegar ao número 1234567890 no próximo dia 13. Casualmente Sexta-feira 13 (pelo jeito teremos duas seguidas, já que 13 de Março também é).
O Unix Time é o número de segundos que se passaram desde 1º de Janeiro de 1970, ou seja mais de 1 bilhão atualmente.
Existe um problema, semelhante ao "bug do milênio", referente ao sistemas Unix. Como os sistemas costumavam armazenar o número de segundos como um inteiro de 32 bits, a última data que poderia ser representada seria 03:14:07 em 19 Janeiro de 2038 (ainda muito tempo para lá). Ainda bem que os sistemas Linux já estão trabalhando com data em inteiros de 64 bits, então provavelmente já teríamos sido apagados da história quando tivermos este problema novamente.
Você pode chegar a hora que vai acontecer no seu fuso-horário com o comando:
perl -e 'print scalar localtime(1234567890),"\n"';
Que no horário de Brasília é: Fri Feb 13 21:31:30 2009
Até fizeram um site para comemorar a data:
http://www.coolepochcountdown.com/
O Unix Time é o número de segundos que se passaram desde 1º de Janeiro de 1970, ou seja mais de 1 bilhão atualmente.
Existe um problema, semelhante ao "bug do milênio", referente ao sistemas Unix. Como os sistemas costumavam armazenar o número de segundos como um inteiro de 32 bits, a última data que poderia ser representada seria 03:14:07 em 19 Janeiro de 2038 (ainda muito tempo para lá). Ainda bem que os sistemas Linux já estão trabalhando com data em inteiros de 64 bits, então provavelmente já teríamos sido apagados da história quando tivermos este problema novamente.
Você pode chegar a hora que vai acontecer no seu fuso-horário com o comando:
perl -e 'print scalar localtime(1234567890),"\n"';
Que no horário de Brasília é: Fri Feb 13 21:31:30 2009
Até fizeram um site para comemorar a data:
http://www.coolepochcountdown.com/
Sun, Java, plugin 64 bits e IcedTea
Postado em 6 de janeiro de 2009 as 23:31:34, por Renan Rangel
A algum tempo atrás, a Sun finalmente disponibilizou o plugin 64 bits para o Java, o que permite utilizar applets no seu browser. Antes disso, era necessário rodar um sistema multi-lib e um navegador 32 bits para poder utilizá-lo.
Talvez seja pelo mesmo motivo que a Adobe lançou o plugin do Flash Player para sistemas Linux 64 bits. Outro motivo também pode ter sido o fato do IcedTea ser uma JVM totalmente em código aberto e 100% compatível e de quebra trazer o plugin 64 bits.
Como o IcedTea foi um projeto iniciado pela Red Hat (um fork do OpenJDK), eles usaram o Fedora como cobaia e essa foi a primeira distribuição a vir com o IcedTea (isso em novembro de 2007).
Passou algum tempo e em algumas distribuições já é possível instalar o IcedTea pelos seus repositórios, como por exemplo o Ubuntu (pacote icedtea6-plugin) e o Gentoo (na java-overlay).
Além disso, alguns benchmarks feitos com o IcedTea/OpenJDK mostram que ela está praticamente no mesmo nível da JVM oficial da Sun (que não é software livre).
Inclusive, os testes de performance feitos pelo site phoronix, indicam que o Java no Linux roda muito melhor do que no Windows (Vista). Somente em um teste isso não aconteceu, que renderiza gráficos 2D, porém como é indicado no artigo, isso é provavelmente culpa do driver de vídeo da Intel, do que da JVM.
Então, finalmente o Java está virando software livre, porém ainda não deixa de ser mais pesado do que as outras aplicações. O meu único interesse é no plugin 64 bits para usar no Firefox, pois a única coisa que utilizo é para acessar os bancos (que francamente, podiam ser com outra tecnologia; mas isso fica pra outro post).
Parabéns à Sun e ao projeto IcedTea, por aos poucos terem tornado o Java um software livre; com certeza é uma linguagem bastante utilizada e presente no mercado atual.
Talvez seja pelo mesmo motivo que a Adobe lançou o plugin do Flash Player para sistemas Linux 64 bits. Outro motivo também pode ter sido o fato do IcedTea ser uma JVM totalmente em código aberto e 100% compatível e de quebra trazer o plugin 64 bits.
Como o IcedTea foi um projeto iniciado pela Red Hat (um fork do OpenJDK), eles usaram o Fedora como cobaia e essa foi a primeira distribuição a vir com o IcedTea (isso em novembro de 2007).
Passou algum tempo e em algumas distribuições já é possível instalar o IcedTea pelos seus repositórios, como por exemplo o Ubuntu (pacote icedtea6-plugin) e o Gentoo (na java-overlay).
Além disso, alguns benchmarks feitos com o IcedTea/OpenJDK mostram que ela está praticamente no mesmo nível da JVM oficial da Sun (que não é software livre).
Inclusive, os testes de performance feitos pelo site phoronix, indicam que o Java no Linux roda muito melhor do que no Windows (Vista). Somente em um teste isso não aconteceu, que renderiza gráficos 2D, porém como é indicado no artigo, isso é provavelmente culpa do driver de vídeo da Intel, do que da JVM.
Então, finalmente o Java está virando software livre, porém ainda não deixa de ser mais pesado do que as outras aplicações. O meu único interesse é no plugin 64 bits para usar no Firefox, pois a única coisa que utilizo é para acessar os bancos (que francamente, podiam ser com outra tecnologia; mas isso fica pra outro post).
Parabéns à Sun e ao projeto IcedTea, por aos poucos terem tornado o Java um software livre; com certeza é uma linguagem bastante utilizada e presente no mercado atual.
Tráfego de rede no Linux
Postado em 6 de dezembro de 2008 as 23:04:36, por Renan Rangel
Para monitorar o tráfego de rede no Linux, existem diversas ferramentas interessantes, cada uma com recursos diferenciados. Algumas das que eu mais uso são:
E para captura/análise de tráfego:
Estes softwares são bem interessantes, uso bastante o iptraf e o nload. Eles conseguem mostrar bem a utilização da rede como um todo (o iptraf com os números e o nload em gráfico). O trafshow consegue ser útil, principalmente para achar algum problema ou verificar suspeitas na rede. Já o nethogs é capaz de mostrar o tráfego de cada aplicativo separadamente. Um artigo sobre ele e o iptraf saiu esse dias no Linux.com.
Já o tcpdump e o wireshark são bem úteis quando você precisa saber o que está se passando na sua máquina ou na rede. Ótimo para capturar mensagens que passam pela sua máquina, podem ser utilizados para analisar diversos protocolos e consegue mostrar as mensagens trocadas em uma conexão.
Pretendo escrever um post para explicar mais a fundo algumas dessas ferramentas, acho que algumas delas podem ser bem interessantes para se trabalhar, ou mesmo para quem é um pouco paranóico sobre seu tráfego de rede :)
E para captura/análise de tráfego:
Estes softwares são bem interessantes, uso bastante o iptraf e o nload. Eles conseguem mostrar bem a utilização da rede como um todo (o iptraf com os números e o nload em gráfico). O trafshow consegue ser útil, principalmente para achar algum problema ou verificar suspeitas na rede. Já o nethogs é capaz de mostrar o tráfego de cada aplicativo separadamente. Um artigo sobre ele e o iptraf saiu esse dias no Linux.com.
Já o tcpdump e o wireshark são bem úteis quando você precisa saber o que está se passando na sua máquina ou na rede. Ótimo para capturar mensagens que passam pela sua máquina, podem ser utilizados para analisar diversos protocolos e consegue mostrar as mensagens trocadas em uma conexão.
Pretendo escrever um post para explicar mais a fundo algumas dessas ferramentas, acho que algumas delas podem ser bem interessantes para se trabalhar, ou mesmo para quem é um pouco paranóico sobre seu tráfego de rede :)
Linux no iPhone
Postado em 1 de dezembro de 2008 as 19:38:29, por Renan Rangel
Se tem gadgets que o pessoal adora hackear são os iPod. Mas dessa vez foi o iPhone, que recebeu um port do Linux e já é capaz de rodar o busybox.
Vários dos recursos ainda não estão funcionando, mas é questão de tempo. Logo vai ter uma distribuição específica para o iPhone, do mesmo jeito que tem o iPodLinux para o iPod.
Veja abaixo o vídeo do iPhone bootando e rodando o Linux:
Vários dos recursos ainda não estão funcionando, mas é questão de tempo. Logo vai ter uma distribuição específica para o iPhone, do mesmo jeito que tem o iPodLinux para o iPod.
Veja abaixo o vídeo do iPhone bootando e rodando o Linux:
Cyber com Linux completa 1 ano
Postado em 27 de novembro de 2008 as 19:25:00, por Renan Rangel
Um post no BR-Linux me chamou atenção para o Cyber 100% com Linux.
O César Lemos informou que o cyber completou um ano e aproveitou para fazer uma retrospectiva desses 12 meses, contando os problemas que teve com os clientes e as máquinas.
Definitivamente vale a pena dar uma lida!
O César Lemos informou que o cyber completou um ano e aproveitou para fazer uma retrospectiva desses 12 meses, contando os problemas que teve com os clientes e as máquinas.
Definitivamente vale a pena dar uma lida!
Flash Player para sistemas 64 bits
Postado em 22 de novembro de 2008 as 23:49:49, por Renan Rangel
A Adobe anunciou à alguns dias o lançamento de uma versão alpha do Flash Player 10, mas com um diferencial: uma versão 64 bits para sistemas Linux.
Isso mesmo, a Adobe resolveu lançar uma versão 64 bits do seu player SOMENTE para Linux... Geralmente, os desenvolvedores de software proprietário fazem diferente: focam o Windows primeiro e o "resto" depois.
Só que dessa fez, que tem o privilégio de rodar nativamente o plugin Flash 64 bits são os sistemas Linux. Tenho a impressão que essa não vai ser a última vez que iremos ver isso.
Agora não vai precisar de gambiarra para pode ter o Flash funcionando no seu PC. Lembre-se porém que é uma versão alpha e o Flash possui um histórico de bugs (inclusive críticos) muito grande. Mas é bom para quem planeja apenas testar essa novidade!
Quem quiser baixar, basta dar uma passada na página de download do Flash Player 10.
Isso mesmo, a Adobe resolveu lançar uma versão 64 bits do seu player SOMENTE para Linux... Geralmente, os desenvolvedores de software proprietário fazem diferente: focam o Windows primeiro e o "resto" depois.
Só que dessa fez, que tem o privilégio de rodar nativamente o plugin Flash 64 bits são os sistemas Linux. Tenho a impressão que essa não vai ser a última vez que iremos ver isso.
Agora não vai precisar de gambiarra para pode ter o Flash funcionando no seu PC. Lembre-se porém que é uma versão alpha e o Flash possui um histórico de bugs (inclusive críticos) muito grande. Mas é bom para quem planeja apenas testar essa novidade!
Quem quiser baixar, basta dar uma passada na página de download do Flash Player 10.
Ajuste o volume das suas músicas
Postado em 17 de novembro de 2008 as 19:55:58, por Renan Rangel
Se você tem aquela música que fica com o volume diferente das outras, você pode ajustar o ReplayGain dela para que fique no mesmo volume das outras.
Alguns dos softwares que você pode utilizar são o mp3gain e o vorbisgain, para ajustar em arquivos MP3 e OGG, respectivamente.
Os dois podem ser encontrados na maioria dos repositórios das distribuições Linux, com estes mesmo nomes. Também há versões para Windows.
Para utilizar cada um, você pode usar o seguinte comando.
mp3gain -r -p *.mp3
vorbisgain -r *.ogg
Isso fará com que cada um calcule o tipo de arquivo correspondente, e você vai poder parar de ficar baixando e aumentando o volume o tempo todo :)
Alguns dos softwares que você pode utilizar são o mp3gain e o vorbisgain, para ajustar em arquivos MP3 e OGG, respectivamente.
Os dois podem ser encontrados na maioria dos repositórios das distribuições Linux, com estes mesmo nomes. Também há versões para Windows.
Para utilizar cada um, você pode usar o seguinte comando.
mp3gain -r -p *.mp3
vorbisgain -r *.ogg
Isso fará com que cada um calcule o tipo de arquivo correspondente, e você vai poder parar de ficar baixando e aumentando o volume o tempo todo :)
Music Player Daemon
Postado em 12 de novembro de 2008 as 20:03:16, por Renan Rangel
Tenho testado nos últimos dias o Music Player Daemon, também conhecido como MPD. Ele é um servidor que permite tocar as suas músicas, gerenciar playlists remotamente, mas também é um ótimo player para um desktop, com seus diversos clientes.
O cliente que testei e achei mais interessante para o GNOME foi o Sonata. Porém existem vários outros clientes que podem ser utilizados com o MPD.
Para instalar no Ubuntu:
apt-get install mpd sonata
No Gentoo:
emerge mpd sonata
O interessante é que ele independe do cliente para tocar, ou seja, você só precisa do cliente se quiser trocar de músicas manualmente ou alterar sua playlist.
Também existe a possibilidade de integrá-lo ao Icecast. Assim, você poderia utilizar um cliente web para controlá-lo remotamente e escutar suas músicas onde estiver.
Apesar de ser um ótimo player, e com requisitos bem baixos, não achei um cliente que tenha todos os recursos do Amarok. Ok, o Amarok pode ser mais pesado que MPD, mas acho que no fim vale a pena. Estou esperando agora sair o Amarok 2, que deve ser em um futuro próximo.
O cliente que testei e achei mais interessante para o GNOME foi o Sonata. Porém existem vários outros clientes que podem ser utilizados com o MPD.
Para instalar no Ubuntu:
apt-get install mpd sonata
No Gentoo:
emerge mpd sonata
O interessante é que ele independe do cliente para tocar, ou seja, você só precisa do cliente se quiser trocar de músicas manualmente ou alterar sua playlist.
Também existe a possibilidade de integrá-lo ao Icecast. Assim, você poderia utilizar um cliente web para controlá-lo remotamente e escutar suas músicas onde estiver.
Apesar de ser um ótimo player, e com requisitos bem baixos, não achei um cliente que tenha todos os recursos do Amarok. Ok, o Amarok pode ser mais pesado que MPD, mas acho que no fim vale a pena. Estou esperando agora sair o Amarok 2, que deve ser em um futuro próximo.
The Perfect Desktop - Ubuntu 8.10 (Intrepid Ibex)
Postado em 8 de novembro de 2008 as 23:57:04, por Renan Rangel
Como é de costume, sempre sai um artigo no HowtoForge sobre a configuração de um desktop ubuntu completo (de outras distros também).
Quem instalou o Ubuntu 8.10, pode acompanhar os passos do artigo The Perfect Desktop - Ubuntu 8.10 (Intrepid Ibex), para instalar editores de imagem, navegadores web, mensagem instantânea, programas P2P, players de áudio/vídeo, entre outros.
O howto (em inglês) explica a instalação desde o sistema operacional até os softwares em si. Caso não queira instalar tudo que é indicado, aproveite para instalar os softwares que tem mais interesse.
Quem instalou o Ubuntu 8.10, pode acompanhar os passos do artigo The Perfect Desktop - Ubuntu 8.10 (Intrepid Ibex), para instalar editores de imagem, navegadores web, mensagem instantânea, programas P2P, players de áudio/vídeo, entre outros.
O howto (em inglês) explica a instalação desde o sistema operacional até os softwares em si. Caso não queira instalar tudo que é indicado, aproveite para instalar os softwares que tem mais interesse.
Ubuntu 8.10 (Intrepid Ibex) lançado
Postado em 30 de outubro de 2008 as 19:46:28, por Renan Rangel
Hoje foi lançada a versão 8.10 do Ubuntu, também conhecida como Intrepid Ibex.
Quem não conhece ou ainda não tem, pode fazer o donwload da última versão. Quem já tem instalado o 8.04 (Hardy Heron) pode seguir as instruções de upgrade.
O Intrepid Ibex veio com coisas bem novas (até demais), só que acho que deixaram de lado algumas coisas cedo demais. Quem não pretende usar o KDE 4, não deve fazer o upgrade, pois parece que eles não mantiveram no novo repositório o KDE 3, forçando um upgrade para o novo. Algumas das coisas que podem causar problemas podem ser encontradas aqui.
Gosto do Ubuntu no sentido de que ele traz vários softwares novos, porém acho que ele teria que manter um pouco de compatibilidade com hardware e software mais antigos (algumas coisas foram removidas e podem causar problemas). Mas fora isso, é uma ótima distribuição para quem quer utilizar o que o Linux tem de mais novo.
Quem não conhece ou ainda não tem, pode fazer o donwload da última versão. Quem já tem instalado o 8.04 (Hardy Heron) pode seguir as instruções de upgrade.
O Intrepid Ibex veio com coisas bem novas (até demais), só que acho que deixaram de lado algumas coisas cedo demais. Quem não pretende usar o KDE 4, não deve fazer o upgrade, pois parece que eles não mantiveram no novo repositório o KDE 3, forçando um upgrade para o novo. Algumas das coisas que podem causar problemas podem ser encontradas aqui.
Gosto do Ubuntu no sentido de que ele traz vários softwares novos, porém acho que ele teria que manter um pouco de compatibilidade com hardware e software mais antigos (algumas coisas foram removidas e podem causar problemas). Mas fora isso, é uma ótima distribuição para quem quer utilizar o que o Linux tem de mais novo.
OpenOffice.org / BrOffice 3.0 lançado
Postado em 23 de outubro de 2008 as 14:34:06, por Renan Rangel
Alguns dias atrasado, mas a notícia é que foi lançado a versão 3.0, com vários recursos novos.
Para quem está no Windows, o melhor é baixar diretamente do site do BrOffice. Para quem utiliza Linux, verifique se já existe a nova versão no repositório (não recomendo compilar, o OpenOffice é muito grande e pode ser uma experiência não muito boa).
Entre os novos recursos que eu já havia comentado,está o suporte ao ODF 1.2 e a possibilidade de abrir arquivos do Office 2007.
Para quem está no Windows, o melhor é baixar diretamente do site do BrOffice. Para quem utiliza Linux, verifique se já existe a nova versão no repositório (não recomendo compilar, o OpenOffice é muito grande e pode ser uma experiência não muito boa).
Entre os novos recursos que eu já havia comentado,está o suporte ao ODF 1.2 e a possibilidade de abrir arquivos do Office 2007.
Tradução do Neverwinter Nights
Postado em 12 de outubro de 2008 as 23:16:27, por Renan Rangel
Depois de tanto tempo, o Gamevicio lançou a tradução do jogo Neverwinter Nights, do qual eu ajudei em uma parte na tradução.
A tradução demorou porque o jogo é grande, e mesmo dividido em partes era grande. Depois da revisão, foi lançada no dia 8 de Outubro.
Quem tiver interesse, pode baixar a tradução no site do Gamevicio (é necessário se registrar).
Quem for instalar no Windows não vai ter problemas, mas quem estiver no Linux não vai ser tão simples. O Gamevicio não disponibilizou um instalador para Linux, então será necessário baixar a versão para Windows.
Tive que executar o arquivo com o Wine e forçar ele a instalar em um lugar que não existe. Na pasta de destino será extraido um arquivo dialog.tlk. Você deve copiar esse arquivo para a pasta "en" que existe dentro da sua instalação do NWN. Por exemplo, se você instalou um /opt/nwn, o arquivo a ser substituído será /opt/nwn/en/dialog.tlk
No mais, espero que aproveitem esse ótimo jogo em português :D
A tradução demorou porque o jogo é grande, e mesmo dividido em partes era grande. Depois da revisão, foi lançada no dia 8 de Outubro.
Quem tiver interesse, pode baixar a tradução no site do Gamevicio (é necessário se registrar).
Quem for instalar no Windows não vai ter problemas, mas quem estiver no Linux não vai ser tão simples. O Gamevicio não disponibilizou um instalador para Linux, então será necessário baixar a versão para Windows.
Tive que executar o arquivo com o Wine e forçar ele a instalar em um lugar que não existe. Na pasta de destino será extraido um arquivo dialog.tlk. Você deve copiar esse arquivo para a pasta "en" que existe dentro da sua instalação do NWN. Por exemplo, se você instalou um /opt/nwn, o arquivo a ser substituído será /opt/nwn/en/dialog.tlk
No mais, espero que aproveitem esse ótimo jogo em português :D
Gentoo 2008.1 cancelado
Postado em 1 de outubro de 2008 as 21:59:49, por Renan Rangel
O projeto Gentoo anunciou que a versão 2008.1 foi cancelada. A mesma coisa ocorreu ano passado, com a 2007.1 também sendo cancelada.
O motivo parece ter sido devido ao demorado processo de lançamento da 2008.0. Atualmente, essa é uma tarefa que é feita utilizando o catalyst, porém talvez fosse interessante a troca desta ferramenta.
O Daniel Robbins (criador do Gentoo), propôs uma solução: utilizar a ferramenta "Metro", que ele mesmo está desenvolvendo. Segundo ele, esta é melhor do que o catalyst e pode beneficiar outras distribuições, não só o Gentoo.
Agora, resta saber se o time de Release Engineering irá utilizar a ferramenta. Se a ferramenta for realmente boa e bem documentada, é possível que o time possa usá-la para melhorar os aspectos das próxima releases.
O motivo parece ter sido devido ao demorado processo de lançamento da 2008.0. Atualmente, essa é uma tarefa que é feita utilizando o catalyst, porém talvez fosse interessante a troca desta ferramenta.
O Daniel Robbins (criador do Gentoo), propôs uma solução: utilizar a ferramenta "Metro", que ele mesmo está desenvolvendo. Segundo ele, esta é melhor do que o catalyst e pode beneficiar outras distribuições, não só o Gentoo.
Agora, resta saber se o time de Release Engineering irá utilizar a ferramenta. Se a ferramenta for realmente boa e bem documentada, é possível que o time possa usá-la para melhorar os aspectos das próxima releases.
Mozilla desiste da "EULA"
Postado em 21 de setembro de 2008 as 22:23:12, por Renan Rangel
Parece que a Mozilla resolveu desistir de forçar o Ubuntu a incluir a EULA do Firefox na primeira execução do programa após a instalação da distribuição.
Parece que a própria Mozilla acha que a "EULA" é desnecessária. Só a decisão deles de não querer incluir a EULA na próxima versão do Ubuntu, já é ótima, visto que a licença não é restritiva como a maioria das EULAs são. Resta saber como eles vão substituí-la no futuro, e se isso vai permitir que distribuições possam incluir um pacote do Firefox como software livre.
Parece que a própria Mozilla acha que a "EULA" é desnecessária. Só a decisão deles de não querer incluir a EULA na próxima versão do Ubuntu, já é ótima, visto que a licença não é restritiva como a maioria das EULAs são. Resta saber como eles vão substituí-la no futuro, e se isso vai permitir que distribuições possam incluir um pacote do Firefox como software livre.
Mozilla quer EULA no Ubuntu Intrepid Ibex
Postado em 16 de setembro de 2008 as 20:41:35, por Renan Rangel
Parece que a próxima versão do Ubuntu, o Intrepid Ibex mostrará aos usuários a EULA do Firefox, quando o executarem pela primeira vez.
Mark Shuttleworth disse que a Mozilla exigiu que a EULA fosse mostrada, senão não poderiam fazer uso do nome Firefox. Como o Firefox é open-source, é possível renomear o browser e utilizar outro logo, a mesma coisa que fez o pessoal do Debian, resultando no Iceweasel.
Eu acho que a Mozilla tem que proteger a marca Firefox, da mesma maneira que outros projetos já fazem. Só acho que exigir que seja mostrada a EULA, é meio desnecessário, só vai mais trabalho para o usuário. Felizmente não resolveram tirar o nome Firefox, senão os usuários novos ficariam bem perdidos, ao não achar um navegador que conhecem.
Mark Shuttleworth disse que a Mozilla exigiu que a EULA fosse mostrada, senão não poderiam fazer uso do nome Firefox. Como o Firefox é open-source, é possível renomear o browser e utilizar outro logo, a mesma coisa que fez o pessoal do Debian, resultando no Iceweasel.
Eu acho que a Mozilla tem que proteger a marca Firefox, da mesma maneira que outros projetos já fazem. Só acho que exigir que seja mostrada a EULA, é meio desnecessário, só vai mais trabalho para o usuário. Felizmente não resolveram tirar o nome Firefox, senão os usuários novos ficariam bem perdidos, ao não achar um navegador que conhecem.
Bolsa de Valores de Londres
Postado em 11 de setembro de 2008 as 20:05:52, por Renan Rangel
Uma notícia que saiu na Linux Magazine me chamou a atenção. Parece que a bolsa de valores de Londres ficou parada durante 7 horas, devido à problemas com os computadores.
Claro, não disseram o que foi, mas tem uma coisa: a Microsoft falava que eles haviam escolhido a plataforma Windows ao invés do Linux, por questões de "confiabilidade". Além desse episódio, também teve outro ano passado, quando os sistemas não aguentaram a demanda.
Já o pessoal da bolsa de New York, usa Linux e AIX e pelo que parece, não tem o que reclamar.
Eles adoram ficar dizendo que o produto deles é melhor simplesmente porque é melhor. O que mais odeio é aquelas campanhas que eles fazem, no estilo "Get The Facts", que falam demais e mostram pouco...
Claro, não disseram o que foi, mas tem uma coisa: a Microsoft falava que eles haviam escolhido a plataforma Windows ao invés do Linux, por questões de "confiabilidade". Além desse episódio, também teve outro ano passado, quando os sistemas não aguentaram a demanda.
Já o pessoal da bolsa de New York, usa Linux e AIX e pelo que parece, não tem o que reclamar.
Eles adoram ficar dizendo que o produto deles é melhor simplesmente porque é melhor. O que mais odeio é aquelas campanhas que eles fazem, no estilo "Get The Facts", que falam demais e mostram pouco...
Neverwinter Nights Platinum no Gentoo
Postado em 18 de agosto de 2008 as 23:06:01, por Renan Rangel
Mês passado, vi o artigo do Fernando Scherrer sobre como instalar o Neverwinter Nights Platinum com vídeos e mouse por hardware no Linux. Acontece que eu tenho a mesma versão (Platinum) e me lembro que apesar de simples, era meio chata a instalação.
Quando instalei ele, foi no Slackware 10 se não me engano, e não foi preciso recompilar libSDL, porém como o Fernando explicou no seu artigo, teve alguns problemas ao rodar no Slackware 12.1 e no OpenSUSE. Pensei então instalar no Gentoo, para ver se seria muito complicado (versão AMD64, mas os procedimentos são os mesmos para sistemas 32 bits
).
Só pra constar, fiz a instalação "normal", baixando o cliente do site da Bioware, e é da mesma forma que o Fernando fez. Não precisei usar o SDL do sistema, o que veio com o jogo funcionou direitinho no Gentoo AMD64. A única coisa é que não tinha o NWMovies e o NWMouse.
Mas a instalação normal é meio trabalhosa e tem uma maneira bem mais fácil de instalar no Gentoo. No portage existe algumas ebuilds que vão nos auxiliar nessa instalação. Porém, para usar as últimas versões, vamos precisar adicionar os pacotes que vamos instalar ao /etc/portage/package.keywords:
echo 'games-rpg/nwn' >> /etc/portage/package.keywords
echo 'games-rpg/nwn-data' >> /etc/portage/package.keywords
echo 'games-rpg/nwmovies' >> /etc/portage/package.keywords
echo 'games-rpg/nwmouse' >> /etc/portage/package.keywords
Agora já será possível instalar a última versão dos pacotes. Para termos tudo funcionando, vamos adicionar algumas USE flags para eles:
echo 'games-rpg/nwn-data cdinstall hou sou videos linguas_en' >> /etc/portage/package.use
echo 'games-rpg/nwn hou sou' >> /etc/portage/package.use
Pronto, agora estamos prontos para começar a instalação. Coloque o DVD do NWN Platinum no seu drive e deixe-o montado. Agora, a parte mais demorada:
emerge -v nwn-data nwn nwmovies nwmouse
O pacote nwn-data vai detectar o seu DVD e descompactar os arquivos automaticamente e o nwn vai instalar a última versão do cliente para Linux (atualmente a 1.69 e provavelmente a última mesmo). Os outros dois pacotes são para habilitar os vídeos e o mouse por hardware.
Por fim, o portage avisa para executarmos (ainda como root), o seguinte comando:
/opt/nwn/fixinstall
Que também faz parte do procedimento padrão de instalação. Pronto, o seu Neverwinter Nights Platinum está instalado e pronto para jogar!
Recomendo que da primeira vez, você abra um terminal e execute o comando nwn, ao invés de iniciar o jogo pelo menu. Isso, porque o NWMovies e o NWMouse precisam fazer algumas verificações para que funcionem corretamente. Você provavelmente deve ter que executar 2 vezes (um para cada um) e depois o jogo rodará sem mais problemas.
Quando você entrar no jogo, será pedido o seu serial do Neverwinter Nights original, mais os das 2 expansões (Shadows of Undrentide e Hordes of the Underdark) que devem estar junto com o seu DVD. Eu já tinha cadastrado minhas chaves no site, então peguei direto de lá. Ah, lembrando que o modo multiplayer também funciona normalmente no Linux
.
Espero que essas dicas ajudem você a instalar o Neverwinter Nights no Gentoo :)

Só pra constar, fiz a instalação "normal", baixando o cliente do site da Bioware, e é da mesma forma que o Fernando fez. Não precisei usar o SDL do sistema, o que veio com o jogo funcionou direitinho no Gentoo AMD64. A única coisa é que não tinha o NWMovies e o NWMouse.
Mas a instalação normal é meio trabalhosa e tem uma maneira bem mais fácil de instalar no Gentoo. No portage existe algumas ebuilds que vão nos auxiliar nessa instalação. Porém, para usar as últimas versões, vamos precisar adicionar os pacotes que vamos instalar ao /etc/portage/package.keywords:
echo 'games-rpg/nwn' >> /etc/portage/package.keywords
echo 'games-rpg/nwn-data' >> /etc/portage/package.keywords
echo 'games-rpg/nwmovies' >> /etc/portage/package.keywords
echo 'games-rpg/nwmouse' >> /etc/portage/package.keywords
Agora já será possível instalar a última versão dos pacotes. Para termos tudo funcionando, vamos adicionar algumas USE flags para eles:
echo 'games-rpg/nwn-data cdinstall hou sou videos linguas_en' >> /etc/portage/package.use
echo 'games-rpg/nwn hou sou' >> /etc/portage/package.use
Pronto, agora estamos prontos para começar a instalação. Coloque o DVD do NWN Platinum no seu drive e deixe-o montado. Agora, a parte mais demorada:
emerge -v nwn-data nwn nwmovies nwmouse
O pacote nwn-data vai detectar o seu DVD e descompactar os arquivos automaticamente e o nwn vai instalar a última versão do cliente para Linux (atualmente a 1.69 e provavelmente a última mesmo). Os outros dois pacotes são para habilitar os vídeos e o mouse por hardware.
Por fim, o portage avisa para executarmos (ainda como root), o seguinte comando:
/opt/nwn/fixinstall
Que também faz parte do procedimento padrão de instalação. Pronto, o seu Neverwinter Nights Platinum está instalado e pronto para jogar!
Recomendo que da primeira vez, você abra um terminal e execute o comando nwn, ao invés de iniciar o jogo pelo menu. Isso, porque o NWMovies e o NWMouse precisam fazer algumas verificações para que funcionem corretamente. Você provavelmente deve ter que executar 2 vezes (um para cada um) e depois o jogo rodará sem mais problemas.
Quando você entrar no jogo, será pedido o seu serial do Neverwinter Nights original, mais os das 2 expansões (Shadows of Undrentide e Hordes of the Underdark) que devem estar junto com o seu DVD. Eu já tinha cadastrado minhas chaves no site, então peguei direto de lá. Ah, lembrando que o modo multiplayer também funciona normalmente no Linux
Espero que essas dicas ajudem você a instalar o Neverwinter Nights no Gentoo :)
Monitorar uso de banda
Postado em 14 de agosto de 2008 as 22:56:05, por Renan Rangel
Estava procurando uma ferramenta leve que monitorasse a utilização da banda de internet e mostrasse as estatísticas por hora/dia/mês. Depois de testar algumas, acabei encontrando o vnstat.
O vnstat não é uma sniffer de pacotes, ou seja, ele não vai usar muita CPU analisando os pacotes. Ele simplesmente verifica as estatísticas no /proc de tempos em tempos (geralmente 5 minutos), então não chega a pesar no sistema.
Você pode instalá-lo no Gentoo com o comando:
emerge vnstat
E no Debian/Ubuntu com:
apt-get install vnstat
No Debian, ele já cria uma entrada no cron para atualizar os dados do vnstat a cada 5 minutos. No Gentoo, você vai precisar descomentar no arquivo /etc/cron.hourly/vnstat, porém recomendo colocar ele para executar a cada 5 minutos também, como é o padrão no Debian.
Para começar a utilizá-lo, você precisa indicar qual a interface será utilizada para o monitoramento. Simplesmente execute:
vnstat -u -i eth0
Substituindo eth0 pela interface que deseja monitorar. Depois, quando você quiser verificar as estatísticas, pode usar somente o comando vnstat, como usuário comum mesmo.
Você pode ver vários exemplos de estatísticas no site do vnstat, mas basicamente você pode passar opções como --hours, --days ou --months para formatar a saída com os dados desejados.
Espero que seja uma dica útil para quem não conhecia essa ferramenta.
O vnstat não é uma sniffer de pacotes, ou seja, ele não vai usar muita CPU analisando os pacotes. Ele simplesmente verifica as estatísticas no /proc de tempos em tempos (geralmente 5 minutos), então não chega a pesar no sistema.
Você pode instalá-lo no Gentoo com o comando:
emerge vnstat
E no Debian/Ubuntu com:
apt-get install vnstat
No Debian, ele já cria uma entrada no cron para atualizar os dados do vnstat a cada 5 minutos. No Gentoo, você vai precisar descomentar no arquivo /etc/cron.hourly/vnstat, porém recomendo colocar ele para executar a cada 5 minutos também, como é o padrão no Debian.
Para começar a utilizá-lo, você precisa indicar qual a interface será utilizada para o monitoramento. Simplesmente execute:
vnstat -u -i eth0
Substituindo eth0 pela interface que deseja monitorar. Depois, quando você quiser verificar as estatísticas, pode usar somente o comando vnstat, como usuário comum mesmo.
Você pode ver vários exemplos de estatísticas no site do vnstat, mas basicamente você pode passar opções como --hours, --days ou --months para formatar a saída com os dados desejados.
Espero que seja uma dica útil para quem não conhecia essa ferramenta.
Cliente Gráfico de SFTP
Postado em 10 de agosto de 2008 as 23:38:38, por Renan Rangel
Para que não conhece, o SFTP, também conhecido como SSH File Transfer Protocol, é um protocolo que utiliza uma conexão SSH para transmitir os seus arquivos.
Sempre que precisava, eu utilizava o comando scp para enviar ou baixar arquivos de uma máquina remota, e sempre me serviu bem.
Hoje, procurando um cliente gráfico de SFTP, descobri que o gFTP (o programa de FTP que eu já usava), dá suporte ao SFTP. Basta escolher "SSH2" e indicar a porta (geralmente 22) do seu servidor SSH.
Agora você estará conectado como se fosse um servidor FTP, mesmo que a máquina não forneça esse tipo de serviço, ou ele esteja bloqueado. Ótimo para trocar aqueles arquivos facilmente com o servidor :P
Para quem usa Windows, esses dias usei o WinSCP que é um cliente bem pequeno e funcional (suporta SFTP,SCP e FTP). Tem até uma versão para o pendrive, se você utiliza muito em outros lugares.
Sempre que precisava, eu utilizava o comando scp para enviar ou baixar arquivos de uma máquina remota, e sempre me serviu bem.
Hoje, procurando um cliente gráfico de SFTP, descobri que o gFTP (o programa de FTP que eu já usava), dá suporte ao SFTP. Basta escolher "SSH2" e indicar a porta (geralmente 22) do seu servidor SSH.
Agora você estará conectado como se fosse um servidor FTP, mesmo que a máquina não forneça esse tipo de serviço, ou ele esteja bloqueado. Ótimo para trocar aqueles arquivos facilmente com o servidor :P
Para quem usa Windows, esses dias usei o WinSCP que é um cliente bem pequeno e funcional (suporta SFTP,SCP e FTP). Tem até uma versão para o pendrive, se você utiliza muito em outros lugares.
Resultado: SourceForge.net 2008 Community Choice Awards
Postado em 31 de julho de 2008 as 23:20:52, por Renan Rangel
Foi divulgada a lista dos projetos escolhidos pela comunidade do SourceForge.net, em diversas categorias.
Projetos como OpenOffice.org, phpMyAdmin, Linux, Wine e eMule ganharam o prêmio em categorias diferentes, para quem quiser dar uma olhada, acesse aqui.
O legal foi a participação de qualquer projeto, não só os que estavam hospedados no SourceForge.net, como foi nos anos passados. Mais chances para premiar projetos interessantes. Só acho que ano que vem, tem que ter mais categorias, pois foram muito poucas.
Projetos como OpenOffice.org, phpMyAdmin, Linux, Wine e eMule ganharam o prêmio em categorias diferentes, para quem quiser dar uma olhada, acesse aqui.
O legal foi a participação de qualquer projeto, não só os que estavam hospedados no SourceForge.net, como foi nos anos passados. Mais chances para premiar projetos interessantes. Só acho que ano que vem, tem que ter mais categorias, pois foram muito poucas.
Tchelinux 2008
Postado em 28 de julho de 2008 as 19:17:36, por Renan Rangel
O 2º Seminário de Software Livre Tchelinux Pelotas acontecerá dia 23 de agosto na UCPel, e quem quiser se inscrever para o evento, deve acessar esta página.
Cada participante doará dois quilos de alimentos não perecíveis ao invés da inscrição em dinheiro. A programação do evento também está disponível e tem palestras bem interessantes, desde o nível iniciante até avançado.
Quem puder participar, eu recomendo, fui no evento ano passado e estava muito bom.
Cada participante doará dois quilos de alimentos não perecíveis ao invés da inscrição em dinheiro. A programação do evento também está disponível e tem palestras bem interessantes, desde o nível iniciante até avançado.
Quem puder participar, eu recomendo, fui no evento ano passado e estava muito bom.
Encontre programas para Linux
Postado em 11 de julho de 2008 as 22:20:44, por Renan Rangel
Essa é a premissa do site Linux App Finder, que tem um bom índice de programas divididos em diversas categorias diferentes.
Para acessar todas as categorias de programas, clique aqui.
Além de dividir os programas, ele também mostra alternativas para programas proprietários. Bem útil quando você está tentando substituir aquele programa e não sabe onde procurar.
Também há uma coleção de links interessantes sobre tutoriais, artigos, releases de programas, que pode ser conferido aqui.
E pra finalizar, você pode assinar os feeds do site, para se manter sempre atualizado com as modificações e novas inclusões.
Para acessar todas as categorias de programas, clique aqui.
Além de dividir os programas, ele também mostra alternativas para programas proprietários. Bem útil quando você está tentando substituir aquele programa e não sabe onde procurar.
Também há uma coleção de links interessantes sobre tutoriais, artigos, releases de programas, que pode ser conferido aqui.
E pra finalizar, você pode assinar os feeds do site, para se manter sempre atualizado com as modificações e novas inclusões.
Detectando Badblocks no HD
Postado em 19 de junho de 2008 as 22:59:41, por Renan Rangel
Certamente, ninguém gosta quando aparece um badblock, mas as vezes não se é a primeira coisa que se pensa quando temos um erro em arquivos no disco. Porém, fazer uma checagem de vez em quando é uma boa para garantir que está tudo OK.
O utilitário badblocks está presente na maioria das distribuições Linux, inclusive nos live cds. Então vou explicar como utilizá-lo e os 3 modos de teste que ele suporta. Lembrando, que é melhorar fazer os testes com a partição ou o disco desmontado.
*** Não esqueça de trocar "/dev/hdX" pelo dispositivo que quer testar.
*** Todos os comandos são executados como root.
- Teste Somente Leitura
Nesse teste, o badblocks tentará ler todos os dados existentes na partição ou disco indicado, esperando encontrar erros de leitura a cada bloco do disco. Para utilizar esse teste, não é necessário passar nenhum parâmetro, além da partição ou dispositivo a testar:
badblocks /dev/hdX
- Teste de Escrita Não-Destrutivo
No teste de escrita, alguns dados serão escritos para o disco e depois o badblocks tentará ler novamente o mesmo bloco. Se os dados que retornarem forem diferentes, ele considera o bloco defeituoso. Porém, depois de testar o bloco, ele retorna o valor original, preservando assim os dados:
badblocks -n /dev/hdX
- Teste de Escrita Destrutivo
Este teste é semelhante ao anterior, tirando o fato de que ele não preserva os dados contidos no HD. Ele irá apgar tudo, fazendo o teste. A vantagem é que ele é mais rápido, porém só deve ser feito se você não tem interesse nos dados do HD:
badblocks -w /dev/hdX
A saída do badblocks é uma lista de todos os blocos defeituosos encontrados, que pode ser usado na hora de criar uma partição.
- Criando uma nova partição num disco com badblocks
Se você quer criar uma nova partição ext3, e evitar que o sistema de arquivos utilize os blocos defeituosos, você pode simplesmente utilizar:
mkfs.ext3 -c -c /dev/hdXX
A opção -c é especificada 2 vezes para que seja feito um teste de escrita, já que a partição será formatada mesmo. Se especificar somente uma vez, será feito um teste somente leitura.
Lembrando que, se você possui um disco com badblocks, não é uma boa continuar usando ele. A qualquer momento, novos blocos podem apresentar mais problemas e você perder seus dados. A recomendação é trocar um HD por um novo.
O utilitário badblocks está presente na maioria das distribuições Linux, inclusive nos live cds. Então vou explicar como utilizá-lo e os 3 modos de teste que ele suporta. Lembrando, que é melhorar fazer os testes com a partição ou o disco desmontado.
*** Não esqueça de trocar "/dev/hdX" pelo dispositivo que quer testar.
*** Todos os comandos são executados como root.
- Teste Somente Leitura
Nesse teste, o badblocks tentará ler todos os dados existentes na partição ou disco indicado, esperando encontrar erros de leitura a cada bloco do disco. Para utilizar esse teste, não é necessário passar nenhum parâmetro, além da partição ou dispositivo a testar:
badblocks /dev/hdX
- Teste de Escrita Não-Destrutivo
No teste de escrita, alguns dados serão escritos para o disco e depois o badblocks tentará ler novamente o mesmo bloco. Se os dados que retornarem forem diferentes, ele considera o bloco defeituoso. Porém, depois de testar o bloco, ele retorna o valor original, preservando assim os dados:
badblocks -n /dev/hdX
- Teste de Escrita Destrutivo
Este teste é semelhante ao anterior, tirando o fato de que ele não preserva os dados contidos no HD. Ele irá apgar tudo, fazendo o teste. A vantagem é que ele é mais rápido, porém só deve ser feito se você não tem interesse nos dados do HD:
badblocks -w /dev/hdX
A saída do badblocks é uma lista de todos os blocos defeituosos encontrados, que pode ser usado na hora de criar uma partição.
- Criando uma nova partição num disco com badblocks
Se você quer criar uma nova partição ext3, e evitar que o sistema de arquivos utilize os blocos defeituosos, você pode simplesmente utilizar:
mkfs.ext3 -c -c /dev/hdXX
A opção -c é especificada 2 vezes para que seja feito um teste de escrita, já que a partição será formatada mesmo. Se especificar somente uma vez, será feito um teste somente leitura.
Lembrando que, se você possui um disco com badblocks, não é uma boa continuar usando ele. A qualquer momento, novos blocos podem apresentar mais problemas e você perder seus dados. A recomendação é trocar um HD por um novo.
The Matrix is Down
Postado em 4 de junho de 2008 as 10:32:15, por Renan Rangel
Ontem cheguei em casa, para descobrir que havia algum problema com o servidor que hospeda o blog (matrix). Aparentemente alguns serviços não estavam rodando e depois de conectar um monitor e teclado, não conseguia logar na máquina.
Não teve jeito, tive que reiniciar a máquina. Enquanto isso, pensava no pior: a máquina tinha sido comprometida? Para minha felicidade (ou não), acabou que esse não foi o problema. O sistema de arquivos havia corrompido.
Depois da reinicialização, consegui logar e aproveitei para fazer uma cópia adicional de todos os arquivos consegui, para outro computador. Depois disso, forcei um fsck na reinicialização na esperança de corrigir o problema.
Após a reinicialização, lembrei que o sistema de arquivos desta máquina era reiserfs. Por isso, uma checagem não era feita e o reiserfsck declara a partição como clean. Entrando no sistema, posso ver que alguns arquivos tem pontos de interrogação (?) no lugar dos atributos mostrados pelo ls, o que não parece ser nada bom...
Para resolver o problema, tive que reiniciar a máquina e executar o reiserfsck manualmente. Usando o parâmetro --check, ele escaneou e encontrou várias inconsistências no sistema de arquivos, mas não as corrigiu (por enquanto). Depois de um reboot, descobri que o reiserfsck marcou a partição como não-montável. Ou seja minha sorte não estava tão boa.
Resolvi então rodar o reiserfsck --rebuild-tree. Agora sim, a árvore inteira do sistema de arquivos foi reconstruída e os problema corrigidos. No entanto, alguns arquivos não se salvaram.
A maioria dos arquivos que não puderam ser recuperados, eu tinha backup, inclusive bem recentes. O que perdi mais foram as estatísticas de acesso do blog, que só tinha um backup datado de cerca de 1 mês. Um estrago não tão grande, ainda bem.
O reiserfs é um bom sistema de arquivos, mas tem seus problemas. Quando a árvore é corrompida, a possibilidade de recuperação é bem menor do que em um sistema ext3, porém é bem mais difícil acontecer problemas com reiserfs. Existes algumas coisas que não devem ser feitas, como colocar uma imagem de um sistema de arquivos reiserfs dentro de outro (sem criptografia ou compressão), pois ele pode ser perder nas duas árvores e causar estragos nas duas, entre algumas coisas.
Gosto dos dois sistemas de arquivos, mas tenho preferido o ext3 em sistemas de produção, optando pelo reiserfs somente para partições separadas para aplicações específicas, devido sua rapidez para acessar arquivos pequenos.
Mas fica a dica, que muita gente esquece: sempre faça backups. Se eu não tivesse os backups para recuperar, certamente o dano seria maior e eu teria ficado sem bastante coisa. Felizmente, não foi dessa vez :)
Não teve jeito, tive que reiniciar a máquina. Enquanto isso, pensava no pior: a máquina tinha sido comprometida? Para minha felicidade (ou não), acabou que esse não foi o problema. O sistema de arquivos havia corrompido.
Depois da reinicialização, consegui logar e aproveitei para fazer uma cópia adicional de todos os arquivos consegui, para outro computador. Depois disso, forcei um fsck na reinicialização na esperança de corrigir o problema.
Após a reinicialização, lembrei que o sistema de arquivos desta máquina era reiserfs. Por isso, uma checagem não era feita e o reiserfsck declara a partição como clean. Entrando no sistema, posso ver que alguns arquivos tem pontos de interrogação (?) no lugar dos atributos mostrados pelo ls, o que não parece ser nada bom...
Para resolver o problema, tive que reiniciar a máquina e executar o reiserfsck manualmente. Usando o parâmetro --check, ele escaneou e encontrou várias inconsistências no sistema de arquivos, mas não as corrigiu (por enquanto). Depois de um reboot, descobri que o reiserfsck marcou a partição como não-montável. Ou seja minha sorte não estava tão boa.
Resolvi então rodar o reiserfsck --rebuild-tree. Agora sim, a árvore inteira do sistema de arquivos foi reconstruída e os problema corrigidos. No entanto, alguns arquivos não se salvaram.
A maioria dos arquivos que não puderam ser recuperados, eu tinha backup, inclusive bem recentes. O que perdi mais foram as estatísticas de acesso do blog, que só tinha um backup datado de cerca de 1 mês. Um estrago não tão grande, ainda bem.
O reiserfs é um bom sistema de arquivos, mas tem seus problemas. Quando a árvore é corrompida, a possibilidade de recuperação é bem menor do que em um sistema ext3, porém é bem mais difícil acontecer problemas com reiserfs. Existes algumas coisas que não devem ser feitas, como colocar uma imagem de um sistema de arquivos reiserfs dentro de outro (sem criptografia ou compressão), pois ele pode ser perder nas duas árvores e causar estragos nas duas, entre algumas coisas.
Gosto dos dois sistemas de arquivos, mas tenho preferido o ext3 em sistemas de produção, optando pelo reiserfs somente para partições separadas para aplicações específicas, devido sua rapidez para acessar arquivos pequenos.
Mas fica a dica, que muita gente esquece: sempre faça backups. Se eu não tivesse os backups para recuperar, certamente o dano seria maior e eu teria ficado sem bastante coisa. Felizmente, não foi dessa vez :)
Gosto do KDE, mas uso GNOME
Postado em 22 de maio de 2008 as 22:50:06, por Renan Rangel
Sou um usuário do GNOME (e acho muito bom), mas também gosto do KDE. Estes são praticamente os "desktops" mais usados nos sistemas Linux, devido a seus recursos, capacidade de personalização, facilidade de uso, etc.
Só que tem aquele grande problema: cada um deles usa bibliotecas diferentes para seus softwares. O GNOME usa o GTK e o KDE utiliza a Qt. Ou seja, se você quiser usar os programas de um ambiente no outro, terá que carregar as duas bibliotecas (o que, dependendo do computador, pode ficar pesado).
Mas o meu problema nem é esse. Gosto do GNOME por sua facilidade, tem uma interface limpa, etc... O KDE também tem, mas para mim o GNOME está melhor ai. Só que a diferença vem com os softwares deles.
O KDE consegue "unir" mais seus projetos, de maneira que exista um software ótimo. Só que no GNOME, temos vários projetos aparecendo para fazer a mesma coisa. Acaba que todos fazem de uma maneira diferente e não sai algo tão legal.
Claro, isso é bom: liberdade para escolher seu software. Mas veja por exemplo quantos softwares GTK tentam implementar os recursos do Amarok, e nenhum está na mesma qualidade?
De certa forma, não é culpa do projeto GNOME, mas se um desses softwares fosse adicionado ao projeto GNOME, acho que iria evoluir mais.
Outro exemplo: no KDE, usamos o Kopete. Já para GNOME, temos o Pidgin, aMSN, emesene, etc... Cada um implementa recursos que o outro não tem. Gosto de quase tudo no Pidgin, mas tem coisas que ele ainda não tem implementado. Já o Kopete, tem quase tudo.
Agora, nada impede que você use os programas do ambiente de um, no outro. É bom poder escolher não só o ambiente, mas também os programas, mesmo que sejam de outro. Se eu trocasse para o KDE, também usaria programas GTK (Firefox, Thunderbird, Pidgin, etc), então dá pra dizer que seria difícil (pra mim) usar um ambiente puro.
Free Software rules!
Só que tem aquele grande problema: cada um deles usa bibliotecas diferentes para seus softwares. O GNOME usa o GTK e o KDE utiliza a Qt. Ou seja, se você quiser usar os programas de um ambiente no outro, terá que carregar as duas bibliotecas (o que, dependendo do computador, pode ficar pesado).
Mas o meu problema nem é esse. Gosto do GNOME por sua facilidade, tem uma interface limpa, etc... O KDE também tem, mas para mim o GNOME está melhor ai. Só que a diferença vem com os softwares deles.
O KDE consegue "unir" mais seus projetos, de maneira que exista um software ótimo. Só que no GNOME, temos vários projetos aparecendo para fazer a mesma coisa. Acaba que todos fazem de uma maneira diferente e não sai algo tão legal.
Claro, isso é bom: liberdade para escolher seu software. Mas veja por exemplo quantos softwares GTK tentam implementar os recursos do Amarok, e nenhum está na mesma qualidade?
De certa forma, não é culpa do projeto GNOME, mas se um desses softwares fosse adicionado ao projeto GNOME, acho que iria evoluir mais.
Outro exemplo: no KDE, usamos o Kopete. Já para GNOME, temos o Pidgin, aMSN, emesene, etc... Cada um implementa recursos que o outro não tem. Gosto de quase tudo no Pidgin, mas tem coisas que ele ainda não tem implementado. Já o Kopete, tem quase tudo.
Agora, nada impede que você use os programas do ambiente de um, no outro. É bom poder escolher não só o ambiente, mas também os programas, mesmo que sejam de outro. Se eu trocasse para o KDE, também usaria programas GTK (Firefox, Thunderbird, Pidgin, etc), então dá pra dizer que seria difícil (pra mim) usar um ambiente puro.
Free Software rules!
Flash Player 10 para Linux
Postado em 15 de maio de 2008 as 23:29:19, por Renan Rangel
Parece que já foi liberada uma versão preliminar do Flash Player 10 para Linux.
Tem uns novos recursos, algum 3D e essas firulas novas, mas o mais importante eles não fizeram: corrigir o bug da transparência.
Será que os caras não corrigem de propósito? Porque não tem outra razão... Esse problema tem tantos anos, que não faz nem sentido existir, é pura sacanagem.
Já perdi as esperanças desse bug ser corrigido algum dia.
Tem uns novos recursos, algum 3D e essas firulas novas, mas o mais importante eles não fizeram: corrigir o bug da transparência.
Será que os caras não corrigem de propósito? Porque não tem outra razão... Esse problema tem tantos anos, que não faz nem sentido existir, é pura sacanagem.
Já perdi as esperanças desse bug ser corrigido algum dia.
Site da TIM no Linux
Postado em 12 de maio de 2008 as 23:32:56, por Renan Rangel
Esses dias tentei acessar o site da TIM e não consegui. Mas não é exatamente culpa deles.
No Linux, o Adobe ainda não corrigiu vários problemas que existem no Flash Player. É incrível como eles parecem ignorar a existência dos mesmos, tais como transparência, Flash em cima dos outros objetos (é o caso do site da TIM).
Quando abro o site da TIM, o Flash fica em cima das caixas de seleção do estado, assim não posso escolher. Então, como acessar?
Me lembrei então do Greasemonkey uma extensão que permite executar um javascript na página, após o seu carregamento.
Estava olhando um pouco de Javascript esses dias, para usar com o Greasemonkey. Até que não é difícil. Para corrigir o problema para acessar o site da TIM, criei o seguinte código:
window.setTimeout( function() {
e = document.getElementById('prehome');
if (e) {
e.style.display='none';
}
}, 1500);
Basicamente, ele cria uma função que irá pegar o elemento com o ID "prehome" (o que tem o flash) e irá esconder alterando a propriedade "display" para "none".
O window.setTimeout é necessário porque o site da TIM cria o elemento "prehome" utilizando um Javascript também. Se o código acima fosse executado assim que o site fosse carregado, o elemento ainda não teria sido criado e o script acabaria não funcionando. Por causa disso, deixei um timeout de 1,5 segundos.
Caso queira utilizar o script para entrar no site da TIM, você pode instalar o Greasemonkey e depois baixar o script pronto.
No Linux, o Adobe ainda não corrigiu vários problemas que existem no Flash Player. É incrível como eles parecem ignorar a existência dos mesmos, tais como transparência, Flash em cima dos outros objetos (é o caso do site da TIM).
Quando abro o site da TIM, o Flash fica em cima das caixas de seleção do estado, assim não posso escolher. Então, como acessar?
Me lembrei então do Greasemonkey uma extensão que permite executar um javascript na página, após o seu carregamento.
Estava olhando um pouco de Javascript esses dias, para usar com o Greasemonkey. Até que não é difícil. Para corrigir o problema para acessar o site da TIM, criei o seguinte código:
window.setTimeout( function() {
e = document.getElementById('prehome');
if (e) {
e.style.display='none';
}
}, 1500);
Basicamente, ele cria uma função que irá pegar o elemento com o ID "prehome" (o que tem o flash) e irá esconder alterando a propriedade "display" para "none".
O window.setTimeout é necessário porque o site da TIM cria o elemento "prehome" utilizando um Javascript também. Se o código acima fosse executado assim que o site fosse carregado, o elemento ainda não teria sido criado e o script acabaria não funcionando. Por causa disso, deixei um timeout de 1,5 segundos.
Caso queira utilizar o script para entrar no site da TIM, você pode instalar o Greasemonkey e depois baixar o script pronto.
Aplicativo: aria2
Postado em 6 de maio de 2008 as 23:16:49, por Renan Rangel
Um programa interessante para fazer downloads segmentados é o aria2.
Ele permite fazer aquele esquema: abrir várias conexões simultâneas e baixar várias partes de um arquivo grande em paralelo. Isso é interessante quando o servidor remoto limita a velocidade por conexão, ou quando você não esteja conseguindo atingir boas velocidades de download.
Provavelmente ele vai estar disponível para download no gerenciador de pacotes da sua distribuição Linux.
Para baixar um arquivo, usando 4 partes, utilize o seguinte comando:
aria2c -s4 http://example.com/arquivo
Por padrão, se você parar o download, ele vai continuar de onde parou, basta usar o mesmo comando para reiniciar.
Essa não é uma ferramenta com tantas opções como o wget, mas tem alguns recursos que o wget não suporta, como os downloads segmentados e outros protocolos como o BitTorrent e Metalink.
Fica a dica para quem quer fazer downloads de arquivos grandes de maneira segmentada.
Ele permite fazer aquele esquema: abrir várias conexões simultâneas e baixar várias partes de um arquivo grande em paralelo. Isso é interessante quando o servidor remoto limita a velocidade por conexão, ou quando você não esteja conseguindo atingir boas velocidades de download.
Provavelmente ele vai estar disponível para download no gerenciador de pacotes da sua distribuição Linux.
Para baixar um arquivo, usando 4 partes, utilize o seguinte comando:
aria2c -s4 http://example.com/arquivo
Por padrão, se você parar o download, ele vai continuar de onde parou, basta usar o mesmo comando para reiniciar.
Essa não é uma ferramenta com tantas opções como o wget, mas tem alguns recursos que o wget não suporta, como os downloads segmentados e outros protocolos como o BitTorrent e Metalink.
Fica a dica para quem quer fazer downloads de arquivos grandes de maneira segmentada.
Full Circle Magazine - 1 ano
Postado em 3 de maio de 2008 as 23:08:15, por Renan Rangel
A alguns dias atrás, saiu a 12ª edição da Full Circle Magazine, uma revista eletrônica livre, que fala sobre assuntos relacionados a Linux, e vários artigos relacionados ao Ubuntu.
Nessa edição, são analisados os últimos 12 meses de desenvolvimento do Ubuntu, tem também alguns tutoriais como:
- Empacotamento de arquivos .deb
- Criação de uma VPN usando PPTP
- Uso de disco no Ubuntu
- Usando o GIMP - parte 1
- Backup com o partimage
- Wiki on a Stick
E várias histórias interessantes de se ler. É uma boa leitura para quem entende um pouco de inglês :)
Para baixar o PDF dessa edição, é só acessar o site e clicar na imagem.
Nessa edição, são analisados os últimos 12 meses de desenvolvimento do Ubuntu, tem também alguns tutoriais como:
- Empacotamento de arquivos .deb
- Criação de uma VPN usando PPTP
- Uso de disco no Ubuntu
- Usando o GIMP - parte 1
- Backup com o partimage
- Wiki on a Stick
E várias histórias interessantes de se ler. É uma boa leitura para quem entende um pouco de inglês :)
Para baixar o PDF dessa edição, é só acessar o site e clicar na imagem.
Busca no Guia Foca GNU/Linux
Postado em 27 de abril de 2008 as 17:07:56, por Renan Rangel
Agora, se você quiser pesquisar alguma coisa no guia Foca Linux, pode usar o mecanismo de busca integrado do Firefox.
Basta acessar a página de downloads e clicar no link "Mecanismo de campo de pesquisa do Foca Linux". O desenvolvimento foi uma contribuição do Almir Mendes, da Spirit Linux.
Para quem não conhece, o Guia Foca Linux é uma das melhores e mais completas documentações sobre sistemas Linux disponível em português. Ela possui versões específicas: Iniciante, Intermediário e Avançado, ótimo para quem deseja aprender sobre os recursos do GNU/Linux.
Basta acessar a página de downloads e clicar no link "Mecanismo de campo de pesquisa do Foca Linux". O desenvolvimento foi uma contribuição do Almir Mendes, da Spirit Linux.
Para quem não conhece, o Guia Foca Linux é uma das melhores e mais completas documentações sobre sistemas Linux disponível em português. Ela possui versões específicas: Iniciante, Intermediário e Avançado, ótimo para quem deseja aprender sobre os recursos do GNU/Linux.
Linux nas Urnas Eletrônicas
Postado em 7 de abril de 2008 as 21:40:48, por Renan Rangel
A notícia saiu no BR-Linux.org no final de semana, dizendo que uma das novidades para as eleições de 2008 será a troca do sistema operacional das urnas eletrônicas.
A partir de agora, o Linux será usado nas urnas, mostrando mais apoio do governo no uso de software livre. Ainda há outras novidades, como a votação por leitura biométrica em 3 municípios: Fátima do Sul (MS), São João Batista (SC) e Colorado do Oeste (RO).
Será que a aparência do software irá alterar, ou seguirá a mesma de quando era no Windows?
A partir de agora, o Linux será usado nas urnas, mostrando mais apoio do governo no uso de software livre. Ainda há outras novidades, como a votação por leitura biométrica em 3 municípios: Fátima do Sul (MS), São João Batista (SC) e Colorado do Oeste (RO).
Será que a aparência do software irá alterar, ou seguirá a mesma de quando era no Windows?
Os Primórdios do Conectiva Linux
Postado em 25 de março de 2008 as 23:13:33, por Renan Rangel
O Rodrigo Stulzer, um dos fundadores do Conectiva Linux, postou em seu blog a história de como começou a empresa.
Para quem não conhece, vale a pena ler, já que provavelmente foi a distribuição brasileira de maior sucesso comercial.
Os Primórdios do Conectiva Linux [stulzer.net].
Para quem não conhece, vale a pena ler, já que provavelmente foi a distribuição brasileira de maior sucesso comercial.
Os Primórdios do Conectiva Linux [stulzer.net].
Grade Preliminar do fisl 9.0
Postado em 18 de março de 2008 as 17:18:17, por Renan Rangel
Hoje saiu a grade preliminar da programação do fisl. Quem quiser dar uma olhada pode acessar neste endereço.
Ela ainda não está completa, mas já tem muita coisa boa ai para assistir. Dando uma olhada por cima, essas são as que achei mais interessantes:
17 de Abril
- Can you survive a downtime? (Tirthankar Das)
- Uma Solução de Firewall Redundante com OpenBSD, CARP e PFSync (João Salvatti)
- Profissionalismo para nerds - Eu já sei o que eu vou ser quando crescer (Sulamita Garcia)
- The Postgres Application Server (David Fetter)
- Understanding the Kernel Network Layer (Breno Leitão)
- Network Forensic - Coleta e Análise de Evidências dos Ativos da Rede com Ferramentas Livres (Sandro Melo)
- Creative Commons and the Problem with Copyright Law (Maureen O'Sullivan)
- Multiterminais (Paulo Ricardo Zanoni, Luis Carlos Erpen de Bona)
- Fazendo Um Elefante Passar Debaixo da Porta (Fabio Telles)
18 de Abril
- Encontro Sul-americano de Perl - YAPC::SA::2008 (Flávio S. Glock)
- Engenharia de Software e Software Livre: tudo a ver! (Antonio Terceiro)
- Clonando Pinguins com System Imager (Cesar Augusto Domingos, Caio Candido)
- Backup prático, porquê precisamos evoluir ! (Solli Moreira Honório)
- Proposta de uma Metodologia de Migração de Software Proprietário para Software Livre com Foco no Usuário (Ramon Simões Abílio, José Monserrat Neto)
- Por trás das firulas do X (Tiago Vignatti)
- Segurança de Aplicações e Arquivos de Sistemas com AppArmor (Carlos Alberto Ribeiro, Vagner Farias)
- Liberdade educacional - o uso de softwares livres na educação (Frederico Gonçalves Guimarães)
19 de Abril
- Plenária Debian Brasil (Felipe Augusto van de Wiel)
- Software Livre na Educação Universitária : Os estudantes de computação e o software livre (José Honorato Ferreira Nunes, Adilson Barros Soares, Renata de Andrade Pereira)
- Keeping 200 firewalls on track (Ernesto Silva, Andres Tarallo, Enrique Verdes)
- Prevenindo XSS: Execute apenas o SEU código (Er Galvão Abbott)
- Jornalismo Livre: proposta de incorporação da liberdade na prática jornalística (Rafael Evangelista, Tiago Soares)
- Combining Linux High Availability Clusters with Data Replication (DRBD) (Mark Bilansky)
- Tradução de Software Livre (José Ernesto Mortara San Martin, Fabiano Sant'Ana)
- GGZ: Progresso na área dos jogos livres na internet (Josef Spillner)
- Port Knocking? Esqueça. Abrindo portas remotamente no iptables com Single Packet Authorization. (Jansen Carlo Sena)
- Uma solução de implementação do conceito de Rede Segura, utilizando o padrão IEEE 802.1x em ambiente híbrido (Luis Antônio Schneiders)
- O que é ODF e qual a sua importância (Jomar Silva)
- Fun and Software Livre! - Return of the Jedi! (Jon 'Maddog' Hall)
- VIM para desenvolver (Luiz Guilherme Ribeiro Sanches)
Tomara que eu consiga ir nos 3 dias dessa vez, já que ano passado em só pude ir no último. Senão, vou perder palestras bem legais, bem como o YAPC::SA::2008.
Ela ainda não está completa, mas já tem muita coisa boa ai para assistir. Dando uma olhada por cima, essas são as que achei mais interessantes:
17 de Abril
- Can you survive a downtime? (Tirthankar Das)
- Uma Solução de Firewall Redundante com OpenBSD, CARP e PFSync (João Salvatti)
- Profissionalismo para nerds - Eu já sei o que eu vou ser quando crescer (Sulamita Garcia)
- The Postgres Application Server (David Fetter)
- Understanding the Kernel Network Layer (Breno Leitão)
- Network Forensic - Coleta e Análise de Evidências dos Ativos da Rede com Ferramentas Livres (Sandro Melo)
- Creative Commons and the Problem with Copyright Law (Maureen O'Sullivan)
- Multiterminais (Paulo Ricardo Zanoni, Luis Carlos Erpen de Bona)
- Fazendo Um Elefante Passar Debaixo da Porta (Fabio Telles)
18 de Abril
- Encontro Sul-americano de Perl - YAPC::SA::2008 (Flávio S. Glock)
- Engenharia de Software e Software Livre: tudo a ver! (Antonio Terceiro)
- Clonando Pinguins com System Imager (Cesar Augusto Domingos, Caio Candido)
- Backup prático, porquê precisamos evoluir ! (Solli Moreira Honório)
- Proposta de uma Metodologia de Migração de Software Proprietário para Software Livre com Foco no Usuário (Ramon Simões Abílio, José Monserrat Neto)
- Por trás das firulas do X (Tiago Vignatti)
- Segurança de Aplicações e Arquivos de Sistemas com AppArmor (Carlos Alberto Ribeiro, Vagner Farias)
- Liberdade educacional - o uso de softwares livres na educação (Frederico Gonçalves Guimarães)
19 de Abril
- Plenária Debian Brasil (Felipe Augusto van de Wiel)
- Software Livre na Educação Universitária : Os estudantes de computação e o software livre (José Honorato Ferreira Nunes, Adilson Barros Soares, Renata de Andrade Pereira)
- Keeping 200 firewalls on track (Ernesto Silva, Andres Tarallo, Enrique Verdes)
- Prevenindo XSS: Execute apenas o SEU código (Er Galvão Abbott)
- Jornalismo Livre: proposta de incorporação da liberdade na prática jornalística (Rafael Evangelista, Tiago Soares)
- Combining Linux High Availability Clusters with Data Replication (DRBD) (Mark Bilansky)
- Tradução de Software Livre (José Ernesto Mortara San Martin, Fabiano Sant'Ana)
- GGZ: Progresso na área dos jogos livres na internet (Josef Spillner)
- Port Knocking? Esqueça. Abrindo portas remotamente no iptables com Single Packet Authorization. (Jansen Carlo Sena)
- Uma solução de implementação do conceito de Rede Segura, utilizando o padrão IEEE 802.1x em ambiente híbrido (Luis Antônio Schneiders)
- O que é ODF e qual a sua importância (Jomar Silva)
- Fun and Software Livre! - Return of the Jedi! (Jon 'Maddog' Hall)
- VIM para desenvolver (Luiz Guilherme Ribeiro Sanches)
Tomara que eu consiga ir nos 3 dias dessa vez, já que ano passado em só pude ir no último. Senão, vou perder palestras bem legais, bem como o YAPC::SA::2008.
Segunda Lista de Palestras do fisl 9.0
Postado em 15 de março de 2008 as 23:36:09, por Renan Rangel
Já saiu a segunda lista de palestras que estão programadas para a 9ª edição do fisl (Fórum Internacional de Software Livre).
Ainda não é a lista definitiva, mas vale dar uma olhada. Assim que sair a lista completa, comento as que achei mais interessantes e que pretendo assistir (se puder).
Ainda não é a lista definitiva, mas vale dar uma olhada. Assim que sair a lista completa, comento as que achei mais interessantes e que pretendo assistir (se puder).
Coleção de Listas de Comandos
Postado em 10 de março de 2008 as 22:20:34, por Renan Rangel
Uma coisa que demora para o pessoal que está mudando de sistema operacional e recém se acostumando com as novas ferramentas, é lembrar de comandos que facilitam nossa vida.
Scott Klarr gerou uma coleção de várias "listas" de comandos, que podem ajudar. Algumas estão em HTML, outras em PDF.
Abaixo, algumas que achei mais interessantes:
Linux:
http://www.oreillynet.com/linux/cmd/
http://columbia.edu/~thl2102/linuxrefcard.pdf
http://www.digilife.be/quickreferences/QRC/The%20One%20Page%20Linux%20Manual.pdf
http://www.digilife.be/quickreferences/QRC/LINUX%20Admin%20Quick%20Reference.pdf
http://peterlombardo.wikidot.com/linux-cheat-sheet
Atalhos Ubuntu (GNOME):
http://thesiblog.blogspot.com/2007/11/ubuntu-cheat-sheet-keyboard-shortcut.html
Unix/Linux:
http://files.fosswire.com/wpu/2007/08/fwunixref.pdf
http://www.rain.org/~mkummel/unix.html
http://www.fermbyg.dk/Prohest/nix/img/Unixfile_structures.gif
Bash:
http://cheat.errtheblog.com/s/bash/
http://www.patchshorts.com/cheatsheets/bash
http://www.linux-sxs.org/programming/bashcheat.html
Tem também umas listas de awk, sed, ed e do gdb. Porém não coloquei aqui pois elas são para alguém no mínimo conhece as linguagens (awk e sed), o editor (ed) e o gdb (debugger).
Scott Klarr gerou uma coleção de várias "listas" de comandos, que podem ajudar. Algumas estão em HTML, outras em PDF.
Abaixo, algumas que achei mais interessantes:
Linux:
http://www.oreillynet.com/linux/cmd/
http://columbia.edu/~thl2102/linuxrefcard.pdf
http://www.digilife.be/quickreferences/QRC/The%20One%20Page%20Linux%20Manual.pdf
http://www.digilife.be/quickreferences/QRC/LINUX%20Admin%20Quick%20Reference.pdf
http://peterlombardo.wikidot.com/linux-cheat-sheet
Atalhos Ubuntu (GNOME):
http://thesiblog.blogspot.com/2007/11/ubuntu-cheat-sheet-keyboard-shortcut.html
Unix/Linux:
http://files.fosswire.com/wpu/2007/08/fwunixref.pdf
http://www.rain.org/~mkummel/unix.html
http://www.fermbyg.dk/Prohest/nix/img/Unixfile_structures.gif
Bash:
http://cheat.errtheblog.com/s/bash/
http://www.patchshorts.com/cheatsheets/bash
http://www.linux-sxs.org/programming/bashcheat.html
Tem também umas listas de awk, sed, ed e do gdb. Porém não coloquei aqui pois elas são para alguém no mínimo conhece as linguagens (awk e sed), o editor (ed) e o gdb (debugger).
A Microsoft aprende com o Open Source
Postado em 29 de fevereiro de 2008 as 23:12:09, por Renan Rangel
Ultimamente, dá pra notar que aos poucos, a Microsoft vai se aproveitando de algumas das idéias da comunidade Open Source e de Software Livre, para de alguma forma incorporá-la nos seus produtos. Não esquece que as coisas sempre foram mais ou menos assim.
Mas agora, chegou a vez do Windows Server aproveitar os recursos dos sistemas Unix-like. Um post muito interessante, feito por Sam Ramji, Diretor de Tecnologia Estratégica Open Source, onde ele explica como o Windows Server 2008 foi influenciado pelo Open Source. O ISS 7 (servidor web) é mais modular, o ambiente permite a utilização de outras linguagens (não somente as da Microsoft), é possível fazer instalações mais simplificadas rodando somente serviços essenciais e também o PowerShell, que permitirá que um sysadmin possa fazer mais coisas (ao contrário do shell horroroso das outras versões).
Ou seja, a Microsoft está tentando aplicar agora, conceitos que os sistemas *nix usam a décadas. Será que isso não irá afetar como os administradores utilizam aos servidores? Será que eles vão se adaptar as mudanças? Esses é o problema do Windows, a cada versão você tem que reaprendê-lo. Em sistemas Unix-Like, geralmente são pequenas coisas que mudam, fazendo com que seja mais fácil uma possível migração.
Depois de algum alvoroço, a Microsoft está se aproximando muito do Open Source nos últimos dias. Depois de liberarem especificações de alguns de seus produtos para uso não-comercial, do site deles incentivar o desenvolvimento Open Source, agora eles querem fazer uma implementação do projeto GNU e suas ferramentas para o Windows, chamado UNG (apesar de não estar confirmado).
Quem deve estar se perguntando "o que está acontecendo?" é o Steve Ballmer, que é conhecido por sempre criticar e atacar a comunidade Open Source. Vendo essas coisas acontecerem deve ser um choque contra os ideais que ele tem. Depois dizem que os usuários de sistemas livres que são xiitas.
Será que a nova estratégia da Microsoft é se unir ao Open Source? Se o objetivo é a interoperabilidade, acho que é bom para os dois sistemas. Eles estão entrando no mesmo bonde, provavelmente pelo crescimento que os projetos livres têm tido nos últimos anos, bem como a popularidade de linguagens de desenvolvimento rápido que só vem aumentando. Será que a Microsoft realmente quer jogar junto, ou estão planejando alguma coisa? Vamos descobrir de um jeito ou de outro...
Mas agora, chegou a vez do Windows Server aproveitar os recursos dos sistemas Unix-like. Um post muito interessante, feito por Sam Ramji, Diretor de Tecnologia Estratégica Open Source, onde ele explica como o Windows Server 2008 foi influenciado pelo Open Source. O ISS 7 (servidor web) é mais modular, o ambiente permite a utilização de outras linguagens (não somente as da Microsoft), é possível fazer instalações mais simplificadas rodando somente serviços essenciais e também o PowerShell, que permitirá que um sysadmin possa fazer mais coisas (ao contrário do shell horroroso das outras versões).
Ou seja, a Microsoft está tentando aplicar agora, conceitos que os sistemas *nix usam a décadas. Será que isso não irá afetar como os administradores utilizam aos servidores? Será que eles vão se adaptar as mudanças? Esses é o problema do Windows, a cada versão você tem que reaprendê-lo. Em sistemas Unix-Like, geralmente são pequenas coisas que mudam, fazendo com que seja mais fácil uma possível migração.
Depois de algum alvoroço, a Microsoft está se aproximando muito do Open Source nos últimos dias. Depois de liberarem especificações de alguns de seus produtos para uso não-comercial, do site deles incentivar o desenvolvimento Open Source, agora eles querem fazer uma implementação do projeto GNU e suas ferramentas para o Windows, chamado UNG (apesar de não estar confirmado).
Quem deve estar se perguntando "o que está acontecendo?" é o Steve Ballmer, que é conhecido por sempre criticar e atacar a comunidade Open Source. Vendo essas coisas acontecerem deve ser um choque contra os ideais que ele tem. Depois dizem que os usuários de sistemas livres que são xiitas.
Será que a nova estratégia da Microsoft é se unir ao Open Source? Se o objetivo é a interoperabilidade, acho que é bom para os dois sistemas. Eles estão entrando no mesmo bonde, provavelmente pelo crescimento que os projetos livres têm tido nos últimos anos, bem como a popularidade de linguagens de desenvolvimento rápido que só vem aumentando. Será que a Microsoft realmente quer jogar junto, ou estão planejando alguma coisa? Vamos descobrir de um jeito ou de outro...
Usando o SSH como proxy
Postado em 20 de fevereiro de 2008 as 20:43:08, por Renan Rangel
O SSH é um serviço muito versátil, o que permite que ele seja utilizado de várias formas.
O Vicente explicou algumas das utilidades do SSH e vou complementar explicando como utilizá-lo como proxy.
Eu utilizo muito essa funcionalidade, porque as vezes preciso testar algum serviço de conexões diferentes (e de provedores diferentes). Ter mais de uma conexão para testar algo sempre é uma boa idéia :P
O funcionamento é simples. Basicamente você abre um "túnel" até o servidor remoto, e o seu browser tem que suportar o protocolo SOCKS para poder utilizá-lo como proxy, mas isso quase todos suportam hoje em dia.
No Linux, você só precisa do seguinte comando:
ssh usuario@servidor -D 8080
A opção -D (note que o "D" tem que ser maiúsculo) indica a porta que será aberta (lembre-se para portas até 1024 somente o root pode utilizar).
Veja mais abaixo como configurar no Firefox.
No Windows, você precisará de um cliente de SSH como o PuTTY para fazer isso.
Se você já usa o PuTTY, a única coisa que precisa fazer é ir até a categoria Tunnels, colocar em Source Port a porta desejada, selecionar Dynamic e clicar em Add.

Depois disso, conecte normalmente. Lembre-se que tanto no Linux como no Windows, o túnel (proxy) só funcionará depois que você logar no servidor remoto.
No Firefox (em outros browsers, é semelhante), para configurar o túnel como proxy, você deve abrir as Preferências/Opções, Avançado e na aba Rede, selecionar a opção Configurações. Na janela que preencher, marque a configuração manual e preencha somente o campo SOCKS, como a imagem abaixo:

Lembre-se que depois fechar o SSH, o browser ainda estará tentando conectar através do túnel e você deve retornar à configuração anterior para que possa voltar a acessar a internet.
Essa foi a minha dica, alguém conhece mais alguma utilidade para o SSH?
O Vicente explicou algumas das utilidades do SSH e vou complementar explicando como utilizá-lo como proxy.
Eu utilizo muito essa funcionalidade, porque as vezes preciso testar algum serviço de conexões diferentes (e de provedores diferentes). Ter mais de uma conexão para testar algo sempre é uma boa idéia :P
O funcionamento é simples. Basicamente você abre um "túnel" até o servidor remoto, e o seu browser tem que suportar o protocolo SOCKS para poder utilizá-lo como proxy, mas isso quase todos suportam hoje em dia.
No Linux, você só precisa do seguinte comando:
ssh usuario@servidor -D 8080
A opção -D (note que o "D" tem que ser maiúsculo) indica a porta que será aberta (lembre-se para portas até 1024 somente o root pode utilizar).
Veja mais abaixo como configurar no Firefox.
No Windows, você precisará de um cliente de SSH como o PuTTY para fazer isso.
Se você já usa o PuTTY, a única coisa que precisa fazer é ir até a categoria Tunnels, colocar em Source Port a porta desejada, selecionar Dynamic e clicar em Add.

Depois disso, conecte normalmente. Lembre-se que tanto no Linux como no Windows, o túnel (proxy) só funcionará depois que você logar no servidor remoto.
No Firefox (em outros browsers, é semelhante), para configurar o túnel como proxy, você deve abrir as Preferências/Opções, Avançado e na aba Rede, selecionar a opção Configurações. Na janela que preencher, marque a configuração manual e preencha somente o campo SOCKS, como a imagem abaixo:

Lembre-se que depois fechar o SSH, o browser ainda estará tentando conectar através do túnel e você deve retornar à configuração anterior para que possa voltar a acessar a internet.
Essa foi a minha dica, alguém conhece mais alguma utilidade para o SSH?
Utilizando o MySQL como sistema de arquivos
Postado em 18 de fevereiro de 2008 as 23:49:35, por Renan Rangel
Um artigo no Linux.com, explica a utilização do MySQLfs, um sistema de arquivos que utiliza uma base de dados MySQL para armazenar seus arquivos.
Algumas das vantagens de se usar um sistema de arquivos que utiliza o MySQL como backend, são para aproveitar a estrutura já existente como backup, clustering e replicação entre vários servidores. Mas não espere que ele seja rápido, pelo menos não para escrita.
Pelos testes feitos pelo autor do artigo, a diferença de performance é que a escrita pode ser mais de 10 vezes lenta que um sistema de arquivos normal. Porém, se você utiliza os dados mais para leitura, pode se beneficiar do cache feito pelo MySQL.
Não conheço muito como funcionam os sistemas de arquivos por "baixo dos panos", mas pelo menos o MySQLfs não é difícil de entender. A base de dados contém somente 3 tabelas, onde em uma são armazenados os nomes dos arquivos, na outra os inodes e na última os dados em si.
Apesar de achar interessante, acho que seja meio difícil encontrar um ambiente onde seriam aproveitados esses recursos. Um das coisas que consigo pensar, é o pessoal que tem aquelas contas nos hosting que dão centenas de Gigabytes de espaço. Desde que eles não limitem o tamanho do banco no MySQL, seria possível criar um disco virtual utilizando o MySQLfs (claro, também seria necessário conexão remota ao MySQL).
Portanto, acho que é legal, principalmente para quem está estudando o funcionamento de sistemas de arquivos. Ele parece ser simples e suportar a mesma funcionalidade dos sistemas de arquivos comuns, porém com a queda de performance ao utilizar o MySQL. Mas é uma opção atraente para quem quer guardar alguns arquivos remotos.
Algumas das vantagens de se usar um sistema de arquivos que utiliza o MySQL como backend, são para aproveitar a estrutura já existente como backup, clustering e replicação entre vários servidores. Mas não espere que ele seja rápido, pelo menos não para escrita.
Pelos testes feitos pelo autor do artigo, a diferença de performance é que a escrita pode ser mais de 10 vezes lenta que um sistema de arquivos normal. Porém, se você utiliza os dados mais para leitura, pode se beneficiar do cache feito pelo MySQL.
Não conheço muito como funcionam os sistemas de arquivos por "baixo dos panos", mas pelo menos o MySQLfs não é difícil de entender. A base de dados contém somente 3 tabelas, onde em uma são armazenados os nomes dos arquivos, na outra os inodes e na última os dados em si.
Apesar de achar interessante, acho que seja meio difícil encontrar um ambiente onde seriam aproveitados esses recursos. Um das coisas que consigo pensar, é o pessoal que tem aquelas contas nos hosting que dão centenas de Gigabytes de espaço. Desde que eles não limitem o tamanho do banco no MySQL, seria possível criar um disco virtual utilizando o MySQLfs (claro, também seria necessário conexão remota ao MySQL).
Portanto, acho que é legal, principalmente para quem está estudando o funcionamento de sistemas de arquivos. Ele parece ser simples e suportar a mesma funcionalidade dos sistemas de arquivos comuns, porém com a queda de performance ao utilizar o MySQL. Mas é uma opção atraente para quem quer guardar alguns arquivos remotos.
O Open-Source aos olhos da Microsoft
Postado em 10 de fevereiro de 2008 as 22:23:17, por Renan Rangel
Sabe aquela famosa frase de Ghandi que as vezes é usada para referenciar a Microsoft ao Open-Source?
"Primeiro eles o ignoram.
Então riem de você.
Depois eles o combatem.
Então você vence." - Mahatma_Gandhi
Pois acredito que estamos em algum lugar entre a 3ª e 4ª parte. A Microsoft está tentando achar uma forma de combater o movimento Open-Source como um todo, ou pelo menos lucrar com ele.
Como dizem, uma imagem vale mil palavras, um artigo que saiu uns dias atrás no ZDNet, mostra o que o pessoal da Microsoft está "planejando":
Então, o que significa a imagem? Que a Microsoft planeja, além te rodar software open-source no Windows, que ele esteja ligado com seus ambientes proprietários, como o Active Directory, Microsoft Office e SQL Server. Tudo isso para atrair atenção de seus clientes para a sua solução.
Isso, além de dar motivo para manter empresas com o Windows ao invés de Linux, fará com que estas fiquem presas ao seu modelo proprietário, o que justamente o movimento do software livre/open-source luta contra.
Não sou contra o uso de FOSS no Windows, pelo contrário, acho ótimo que os desenvolvedores portem seus projetos para o Windows. O que eu sou contra é atar um software livre a um modelo proprietário.
Essa é a estratégia que devemos ver daqui pra frente. Mesmo parecendo estranho, trabalhar junto ao open-source parece fazer muito sentido para a Microsoft atualmente.
"Primeiro eles o ignoram.
Então riem de você.
Depois eles o combatem.
Então você vence." - Mahatma_Gandhi
Pois acredito que estamos em algum lugar entre a 3ª e 4ª parte. A Microsoft está tentando achar uma forma de combater o movimento Open-Source como um todo, ou pelo menos lucrar com ele.
Como dizem, uma imagem vale mil palavras, um artigo que saiu uns dias atrás no ZDNet, mostra o que o pessoal da Microsoft está "planejando":
Então, o que significa a imagem? Que a Microsoft planeja, além te rodar software open-source no Windows, que ele esteja ligado com seus ambientes proprietários, como o Active Directory, Microsoft Office e SQL Server. Tudo isso para atrair atenção de seus clientes para a sua solução.
Isso, além de dar motivo para manter empresas com o Windows ao invés de Linux, fará com que estas fiquem presas ao seu modelo proprietário, o que justamente o movimento do software livre/open-source luta contra.
Não sou contra o uso de FOSS no Windows, pelo contrário, acho ótimo que os desenvolvedores portem seus projetos para o Windows. O que eu sou contra é atar um software livre a um modelo proprietário.
Essa é a estratégia que devemos ver daqui pra frente. Mesmo parecendo estranho, trabalhar junto ao open-source parece fazer muito sentido para a Microsoft atualmente.
Asus pretende continuar usando Linux
Postado em 4 de fevereiro de 2008 as 23:42:47, por Renan Rangel
Sem dúvida, o EeePC da Asus tem sido bem falado em todo o mundo. Além disso, o UMPC vem com Linux, mas uma grande empresa que está começando a vender hardware com o pingüim pré-instalado.
Só que até uns dias atrás não era claro os futuros planos da Asus para o Linux. Porém, parece que eles já tem planos de utilizá-lo em mais 3 projetos (1)(2).
Pode-se dizer que o sucesso do EeePC ajudou muito nessa "decisão". A Asus é conhecida por fazer hardware de qualidade, e fabricando PC e outros dispositivos que já vem com Linux (incluindo o suporte), pode ser um bom atrativo para a empresa, podendo se expandir nesse novo campo.
Pois é, mais uma grande empresa que está se movendo para dar suporte ao Linux. Será que esse ano, teremos mais acordos desse tipo? Seria ótimo para o Linux e o software livre em si.
Só que até uns dias atrás não era claro os futuros planos da Asus para o Linux. Porém, parece que eles já tem planos de utilizá-lo em mais 3 projetos (1)(2).
Pode-se dizer que o sucesso do EeePC ajudou muito nessa "decisão". A Asus é conhecida por fazer hardware de qualidade, e fabricando PC e outros dispositivos que já vem com Linux (incluindo o suporte), pode ser um bom atrativo para a empresa, podendo se expandir nesse novo campo.
Pois é, mais uma grande empresa que está se movendo para dar suporte ao Linux. Será que esse ano, teremos mais acordos desse tipo? Seria ótimo para o Linux e o software livre em si.
Compartilhe o Firefox no seu sistema dual-boot
Postado em 28 de janeiro de 2008 as 12:50:08, por Renan Rangel
Se você usa o Firefox em um máquina com dual-boot, já parou pra pensar o trabalho que dá para instalar todas as extensões num e depois ter que instalar no outro? E pior, se salvou alguma página nos favoritos e está no outro sistema, terá que reiniciar a máquina. Uma boa solução para esses problemas é utilizar somente um profile do Firefox para todos os sistemas que estão instalados na máquina.
A princípio, não é difícil. O maior problema é fazer o profile ficar acessível nos dois sistemas. A maior dificuldade será se você estiver rodando um dual-boot Linux/Windows, que é o foco desse tutorial. Para outros sistemas, basta simplesmente editar um arquivo, como será explicado logo.
1. Onde guardar o profile
Antes de mais nada, você precisa definir: em qual partição será armazenado o Firefox. Num ambiente com Windows XP e Linux, isso é meio complicado, já que o Windows não reconhece sistemas de arquivos do Linux e o Linux por padrão somente lê NTFS. Porém, se você usa outro setup (Linux/Linux, FreeBSD/Linux, etc), é bem mais fácil.
2. Windows XP e Linux
Se você utiliza não utiliza o Windows XP, ou outro Windows que utilize uma partição NTFS, você pode passar para o próximo passo, visto que não será necessário nenhuma configuração adicional.
Aqui, existem duas possibilidades: deixar o profile no Windows e instalar o ntfs-3g (que tem suporte a escrita em NTFS), ou deixar no Linux e instalar um "driver" como o Ext2 IFS for Windows. Como eu não gosto da idéia de um vírus no Windows apagando os arquivos na partição do Linux, prefiro instalar o ntfs-3g. Caso você não tenha essa preocupação, pode fazer o contrário...
Para instalar o ntfs-3g:
Ubuntu: apt-get install ntfs-3g
Gentoo: emerge ntfs3g
Caso utilize outra distribuição, procure algum tutorial de como instalar o ntfs-3g.
Depois de instalado, você precisa alterar no /etc/fstab a linha referente a partição do Windows. Por exemplo:
/dev/hda1 /media/hda1 ntfs-3g defaults,umask=000 0 0
Não se importe se a linha estiver um pouco diferente, depende da distribuição que você está usando. O importante é trocar o "ntfs" (ou auto) por "ntfs-3g". Depois disso, você precisa remontar a unidade, ou reiniciar o computador.
3. Configurando o Profile do Firefox
No caso deste tutorial, como o profile ficará armazenado na partição no Windows, não haverá necessidade de configuração nele. Vamos pular direto para configurar o profile no Linux.
Na home do seu usuário, o Firefox utiliza um arquivo onde fica guardada a localização do seu profile. Abra seu editor de texto favorito e vamos editar o arquivo ~/.mozilla/firefox/profiles.ini
Você precisará editar duas linhas, dentro da seção [Profile0]:
[Profile0]
Name=default
IsRelative=1
Path=5qpte4jv.default
Mas antes, você precisa descobrir o caminho e o nome da pasta onde está o profile do Windows. Geralmente é a única pasta no caminho /Documents and Settings/<usuário>/Dados de aplicativos/Mozilla/Firefox/Profiles/, então basta você pegar o nome e adicionar no final.
Então, o arquivo ficará mais ou menos assim:
[Profile0]
Name=default
IsRelative=0
Path=/media/hda1/Documents and Settings/<usuário>/Dados de aplicativos/Mozilla/Firefox/Profiles/4vtqp5yu.default
As linhas em negrito foram modificadas. Note que é preciso colocar no início do Path, o local em que foi montada a partição do Windows e no fim, a pasta do seu profile, caso contrário o Firefox não poderá encontrar o encontrá-lo.
Agora você já pode testar, deve funcionar automaticamente. Se ele disser que o profile está em uso, é provável que alguma coisa não funcionou como esperado, tente verificar se não ocorreu nenhum erro pelo caminho e que a partição foi montada pelo ntfs-3g.
Só existem duas desvantagens:
1. Se você desligar incorretamente o Windows, não poderá abrir o profile no Linux, já que o ntfs-3g se recusa a montar a partição. Caso ocorra, basta entrar no Windows para que ele faça a checagem do sistema de arquivos.
2. Se você tiver versões diferentes do Firefox (no caso, uma atualizada e a outra não), ele fará a verificação de compatibilidade das extensões toda vez que iniciar, em pelo menos um dos sistemas. Para evitar isso, mantenha sempre o Firefox atualizado, em todos os sistemas operacionais que você tiver instalado.
Espero que essa dica tenha ajudado, já que ficar utilizando dois profiles é trabalho em dobro. Uma coisa legal de se fazer também, se você tiver um servidor de arquivos, é deixar o seu profile nele e utilizar através do Samba ou NFS. Assim, em qualquer máquina da sua rede você estará usando o mesmo Firefox, com todas as suas extensões, favoritos, histórico, etc...
PS: o Daniel deu a dica para usar o Profile Manager do Firefox ao invés de editar diretamente o arquivo profiles.ini. Você pode executá-lo no Linux com o comando: firefox -ProfileManager
A princípio, não é difícil. O maior problema é fazer o profile ficar acessível nos dois sistemas. A maior dificuldade será se você estiver rodando um dual-boot Linux/Windows, que é o foco desse tutorial. Para outros sistemas, basta simplesmente editar um arquivo, como será explicado logo.
1. Onde guardar o profile
Antes de mais nada, você precisa definir: em qual partição será armazenado o Firefox. Num ambiente com Windows XP e Linux, isso é meio complicado, já que o Windows não reconhece sistemas de arquivos do Linux e o Linux por padrão somente lê NTFS. Porém, se você usa outro setup (Linux/Linux, FreeBSD/Linux, etc), é bem mais fácil.
2. Windows XP e Linux
Se você utiliza não utiliza o Windows XP, ou outro Windows que utilize uma partição NTFS, você pode passar para o próximo passo, visto que não será necessário nenhuma configuração adicional.
Aqui, existem duas possibilidades: deixar o profile no Windows e instalar o ntfs-3g (que tem suporte a escrita em NTFS), ou deixar no Linux e instalar um "driver" como o Ext2 IFS for Windows. Como eu não gosto da idéia de um vírus no Windows apagando os arquivos na partição do Linux, prefiro instalar o ntfs-3g. Caso você não tenha essa preocupação, pode fazer o contrário...
Para instalar o ntfs-3g:
Ubuntu: apt-get install ntfs-3g
Gentoo: emerge ntfs3g
Caso utilize outra distribuição, procure algum tutorial de como instalar o ntfs-3g.
Depois de instalado, você precisa alterar no /etc/fstab a linha referente a partição do Windows. Por exemplo:
/dev/hda1 /media/hda1 ntfs-3g defaults,umask=000 0 0
Não se importe se a linha estiver um pouco diferente, depende da distribuição que você está usando. O importante é trocar o "ntfs" (ou auto) por "ntfs-3g". Depois disso, você precisa remontar a unidade, ou reiniciar o computador.
3. Configurando o Profile do Firefox
No caso deste tutorial, como o profile ficará armazenado na partição no Windows, não haverá necessidade de configuração nele. Vamos pular direto para configurar o profile no Linux.
Na home do seu usuário, o Firefox utiliza um arquivo onde fica guardada a localização do seu profile. Abra seu editor de texto favorito e vamos editar o arquivo ~/.mozilla/firefox/profiles.ini
Você precisará editar duas linhas, dentro da seção [Profile0]:
[Profile0]
Name=default
IsRelative=1
Path=5qpte4jv.default
Mas antes, você precisa descobrir o caminho e o nome da pasta onde está o profile do Windows. Geralmente é a única pasta no caminho /Documents and Settings/<usuário>/Dados de aplicativos/Mozilla/Firefox/Profiles/, então basta você pegar o nome e adicionar no final.
Então, o arquivo ficará mais ou menos assim:
[Profile0]
Name=default
IsRelative=0
Path=/media/hda1/Documents and Settings/<usuário>/Dados de aplicativos/Mozilla/Firefox/Profiles/4vtqp5yu.default
As linhas em negrito foram modificadas. Note que é preciso colocar no início do Path, o local em que foi montada a partição do Windows e no fim, a pasta do seu profile, caso contrário o Firefox não poderá encontrar o encontrá-lo.
Agora você já pode testar, deve funcionar automaticamente. Se ele disser que o profile está em uso, é provável que alguma coisa não funcionou como esperado, tente verificar se não ocorreu nenhum erro pelo caminho e que a partição foi montada pelo ntfs-3g.
Só existem duas desvantagens:
1. Se você desligar incorretamente o Windows, não poderá abrir o profile no Linux, já que o ntfs-3g se recusa a montar a partição. Caso ocorra, basta entrar no Windows para que ele faça a checagem do sistema de arquivos.
2. Se você tiver versões diferentes do Firefox (no caso, uma atualizada e a outra não), ele fará a verificação de compatibilidade das extensões toda vez que iniciar, em pelo menos um dos sistemas. Para evitar isso, mantenha sempre o Firefox atualizado, em todos os sistemas operacionais que você tiver instalado.
Espero que essa dica tenha ajudado, já que ficar utilizando dois profiles é trabalho em dobro. Uma coisa legal de se fazer também, se você tiver um servidor de arquivos, é deixar o seu profile nele e utilizar através do Samba ou NFS. Assim, em qualquer máquina da sua rede você estará usando o mesmo Firefox, com todas as suas extensões, favoritos, histórico, etc...
PS: o Daniel deu a dica para usar o Profile Manager do Firefox ao invés de editar diretamente o arquivo profiles.ini. Você pode executá-lo no Linux com o comando: firefox -ProfileManager
Scorched 3D - jogo livre
Postado em 23 de janeiro de 2008 as 23:53:23, por Renan Rangel
Hoje instalei o Scorched 3D, um jogo livre que se inspira no Scorched Earth, um clássico feito para DOS.
O jogo é simples, porém bem legal, principalmente pra jogar em rede. Os gráficos 3D são bem feitos e o jogo tem vários tipos de armas, escudo, paraquedas, etc...
O jogo está disponível em vária plataformas. No Ubuntu, instale com o comando:
apt-get install scorched3d
No Gentoo:
emerge scorched3d
Para instalar no Windows ou outros SOs, acesse a página de download do jogo.
O jogo é simples, porém bem legal, principalmente pra jogar em rede. Os gráficos 3D são bem feitos e o jogo tem vários tipos de armas, escudo, paraquedas, etc...
O jogo está disponível em vária plataformas. No Ubuntu, instale com o comando:
apt-get install scorched3d
No Gentoo:
emerge scorched3d
Para instalar no Windows ou outros SOs, acesse a página de download do jogo.
KDE 4.0 saiu do forno
Postado em 14 de janeiro de 2008 as 13:57:04, por Renan Rangel
Pois bem, depois da espera, finalmente foi lançado o KDE 4.
Se você quiser utilizá-lo, pode baixar o CD do Kubuntu Gutsy com KDE4 já instalado (não recomendado para utilização no dia-a-dia, já que essa release não é suportada oficialmente).

Algumas coisas mudaram, por isso usuários do KDE podem notar algumas diferenças. O Konqueror continua como browser, mas não é mais o gerenciador de arquivos. Quem faz esse trabalho agora é o Dolphin. O System Settings faz o papel do KDE Control Center. Várias outras mudanças foram feitas, muitas nas bibliotecas e a forma como as coisas funcionam "por baixo dos panos".
No Kubuntu (e acredito que no Ubuntu também) é possível manter instalado as duas versões do KDE. Para instruções de como instalar o KDE 4, veja aqui.
No Gentoo, pode-se usar a overlay do KDE, que contém as últimas ebuilds para quem gosta de testar as coisas antes que elas cheguem na árvore oficial do portage. Mais informações aqui.
Estou pensando em testar, logo devo escrever algo sobre o que achei :)
Se você quiser utilizá-lo, pode baixar o CD do Kubuntu Gutsy com KDE4 já instalado (não recomendado para utilização no dia-a-dia, já que essa release não é suportada oficialmente).
Algumas coisas mudaram, por isso usuários do KDE podem notar algumas diferenças. O Konqueror continua como browser, mas não é mais o gerenciador de arquivos. Quem faz esse trabalho agora é o Dolphin. O System Settings faz o papel do KDE Control Center. Várias outras mudanças foram feitas, muitas nas bibliotecas e a forma como as coisas funcionam "por baixo dos panos".
No Kubuntu (e acredito que no Ubuntu também) é possível manter instalado as duas versões do KDE. Para instruções de como instalar o KDE 4, veja aqui.
No Gentoo, pode-se usar a overlay do KDE, que contém as últimas ebuilds para quem gosta de testar as coisas antes que elas cheguem na árvore oficial do portage. Mais informações aqui.
Estou pensando em testar, logo devo escrever algo sobre o que achei :)
Aproveitando os recursos do Syslog
Postado em 5 de janeiro de 2008 as 22:27:37, por Renan Rangel
O Syslog é um protocolo para troca e armazenamento de logs, que tem como implementações mais populares, o sysklogd e o syslog-ng, que são padrão na maioria das distribuições Linux e sistemas Unix-like.
Se você nunca ouviu falar, provavelmente já usou e não sabe. Ele é responsável por alguns dos arquivos de logs que vão para no diretório /var/log (geralmente o padrão). Arquivos como syslog, messages, kern.log, auth.log e muito outros.
Muitos aplicativos possuem suporte a ele, tanto que grande a partir do momento que você instala o sistema, esses arquivos de log já tem várias informações. Mas como aproveitar esse recursos, quando você mesmo faz um programa ou script?
Geralmente vem no sistema também, o comando logger, que permite enviar para o syslog uma mensagem. Isso é extremamente útil, principalmente para scripts de manutenção do sistema. Por exemplo, você pode logar o início de um backup, o fim e erros que possam ter acontecido durante a execução.
Digamos que temos um script que faça backup todos os dias e acontece um erro. É possível logar direto para o sistema:
logger -p daemon.alert -t backup Erro ao fazer backup
vai gerar a seguinte linha no arquivo /var/log/daemon.log:
Jan 5 21:51:25 darkstar backup: Erro ao fazer backup
Note que a mensagem foi enviada para o "recurso" daemon, no "nível" alert, e a "tag" backup. Cada recurso e nível é utilizado para coisas diferentes e vai parar em diferentes arquivos de log. A tag é utilizada somente para identificar o que está sendo logado.
Você pode verificar no arquivo /etc/syslog.conf, quais os arquivos onde são logados cada recurso. Um exemplo está logo abaixo:
#####
auth,authpriv.* /var/log/auth.log
daemon.* -/var/log/daemon.log
kern.* -/var/log/kern.log
mail.* -/var/log/mail.log
user.* -/var/log/user.log
mail.info -/var/log/mail.info
#####
Para maiores informações sobre para o que deve ser usado cada recurso, veja a manpage syslog(3) (no debian, é preciso instalar o pacote manpages-dev).
Também é possível declarar os recursos de local0 até local7, que não são definidos por default:
local0.* /var/log/local0.log
Assim, você pode utilizar arquivos "limpos", sem informações de outros aplicativos "poluindo" seus logs.
Também é possível utilizar o syslog para enviar logs para outras máquinas e fazer um "servidor de logs". Isso pode ser útil para centralizar os logs e também tem a vantagem de que se a máquina sofrer um ataque ou for "hackeada", os logs estarão disponíveis mesmo que o atacante tenha apagado-os da "vítima".
Utilizar de forma mais eficiente um servidor de logs é uma estratégia interessante, pois não adianta fazer um arquivo para cada coisa. Assim ficaria impossível achar algo no futuro. Lembre-se, os logs são as melhores fontes de informação que você tem, a respeito do seu sistema.
PS: Se você utiliza Perl, de uma olhada no módulo Sys::Syslog.
Se você nunca ouviu falar, provavelmente já usou e não sabe. Ele é responsável por alguns dos arquivos de logs que vão para no diretório /var/log (geralmente o padrão). Arquivos como syslog, messages, kern.log, auth.log e muito outros.
Muitos aplicativos possuem suporte a ele, tanto que grande a partir do momento que você instala o sistema, esses arquivos de log já tem várias informações. Mas como aproveitar esse recursos, quando você mesmo faz um programa ou script?
Geralmente vem no sistema também, o comando logger, que permite enviar para o syslog uma mensagem. Isso é extremamente útil, principalmente para scripts de manutenção do sistema. Por exemplo, você pode logar o início de um backup, o fim e erros que possam ter acontecido durante a execução.
Digamos que temos um script que faça backup todos os dias e acontece um erro. É possível logar direto para o sistema:
logger -p daemon.alert -t backup Erro ao fazer backup
vai gerar a seguinte linha no arquivo /var/log/daemon.log:
Jan 5 21:51:25 darkstar backup: Erro ao fazer backup
Note que a mensagem foi enviada para o "recurso" daemon, no "nível" alert, e a "tag" backup. Cada recurso e nível é utilizado para coisas diferentes e vai parar em diferentes arquivos de log. A tag é utilizada somente para identificar o que está sendo logado.
Você pode verificar no arquivo /etc/syslog.conf, quais os arquivos onde são logados cada recurso. Um exemplo está logo abaixo:
#####
auth,authpriv.* /var/log/auth.log
daemon.* -/var/log/daemon.log
kern.* -/var/log/kern.log
mail.* -/var/log/mail.log
user.* -/var/log/user.log
mail.info -/var/log/mail.info
#####
Para maiores informações sobre para o que deve ser usado cada recurso, veja a manpage syslog(3) (no debian, é preciso instalar o pacote manpages-dev).
Também é possível declarar os recursos de local0 até local7, que não são definidos por default:
local0.* /var/log/local0.log
Assim, você pode utilizar arquivos "limpos", sem informações de outros aplicativos "poluindo" seus logs.
Também é possível utilizar o syslog para enviar logs para outras máquinas e fazer um "servidor de logs". Isso pode ser útil para centralizar os logs e também tem a vantagem de que se a máquina sofrer um ataque ou for "hackeada", os logs estarão disponíveis mesmo que o atacante tenha apagado-os da "vítima".
Utilizar de forma mais eficiente um servidor de logs é uma estratégia interessante, pois não adianta fazer um arquivo para cada coisa. Assim ficaria impossível achar algo no futuro. Lembre-se, os logs são as melhores fontes de informação que você tem, a respeito do seu sistema.
PS: Se você utiliza Perl, de uma olhada no módulo Sys::Syslog.
Hibernar é coisa do passado
Postado em 30 de dezembro de 2007 as 22:20:07, por Renan Rangel
Me lembro que algumas vezes utilizei o recurso hibernar, tanto no Windows como no Linux. Só que nunca me tornei um fã. Apesar de deixar a inicialização mais rápida, escrever grandes porções de dados para o disco não deve ser algo muito bom.
Quando se tem pouca memória RAM, nem é problema. Agora, imagine escrever 1GB para o disco cada vez que você for sair do PC. É só pra desgastar o HD e fragmentar sua partição.
Pois bem, mexendo nas configurações da BIOS da minha máquina, descobri que ela tem suporte a Suspend-To-RAM (S3), coisa que não tinha na outra, quando usava o hibernar.
O objetivo do Suspend-To-RAM é desligar todos os componentes do PC, com exceção da memória RAM, que continua recebendo energia. Dessa forma, você pode ligar o computador e os outros componentes serão reativados.
Disposto a testar, fui primeiro no Windows, acreditando que ele deveria simplesmente "funcionar". A verdade é que eu estava errado. O recurso "em espera" (stand by) até funciona, mas depois de um tempo, o computador se liga sozinho o.O
Fui tentar no Linux então. Primeiro, testei no Ubuntu. E o pior é que funcionou perfeitamente. Pensando que poderia acontecer o mesmo de o computador ligar sozinho, suspendi o PC e deixei a noite toda, para ligar no outro dia.
De manhã, apertei o botão e 5 segundos depois estava tocando a mesma música de quando desliguei o PC. Loguei no Ubuntu e o sistema estava como deixei. :D
Próximo passo foi testar no Gentoo (que eu sabia que seria mais difícil). Baixei o hibernate (emerge hibernate-script). Fui verificar as configurações do gnome-power-manager, que estava para suspender caso o botão fosse pressionado. Pressionei o botão sleep e ele suspendeu normalmente também!
Caso você utilize outra distribuição, o comando para suspender é o hibernate-ram (como root).
Bom, só existe duas possibilidades para reiniciar o computador agora: mudar de SO ou quando faltar energia (os dados que estão na RAM se perdem). Espero que isso ajude a evitar aquele tempo chato do boot do sistema.
Quando se tem pouca memória RAM, nem é problema. Agora, imagine escrever 1GB para o disco cada vez que você for sair do PC. É só pra desgastar o HD e fragmentar sua partição.
Pois bem, mexendo nas configurações da BIOS da minha máquina, descobri que ela tem suporte a Suspend-To-RAM (S3), coisa que não tinha na outra, quando usava o hibernar.
O objetivo do Suspend-To-RAM é desligar todos os componentes do PC, com exceção da memória RAM, que continua recebendo energia. Dessa forma, você pode ligar o computador e os outros componentes serão reativados.
Disposto a testar, fui primeiro no Windows, acreditando que ele deveria simplesmente "funcionar". A verdade é que eu estava errado. O recurso "em espera" (stand by) até funciona, mas depois de um tempo, o computador se liga sozinho o.O
Fui tentar no Linux então. Primeiro, testei no Ubuntu. E o pior é que funcionou perfeitamente. Pensando que poderia acontecer o mesmo de o computador ligar sozinho, suspendi o PC e deixei a noite toda, para ligar no outro dia.
De manhã, apertei o botão e 5 segundos depois estava tocando a mesma música de quando desliguei o PC. Loguei no Ubuntu e o sistema estava como deixei. :D
Próximo passo foi testar no Gentoo (que eu sabia que seria mais difícil). Baixei o hibernate (emerge hibernate-script). Fui verificar as configurações do gnome-power-manager, que estava para suspender caso o botão fosse pressionado. Pressionei o botão sleep e ele suspendeu normalmente também!
Caso você utilize outra distribuição, o comando para suspender é o hibernate-ram (como root).
Bom, só existe duas possibilidades para reiniciar o computador agora: mudar de SO ou quando faltar energia (os dados que estão na RAM se perdem). Espero que isso ajude a evitar aquele tempo chato do boot do sistema.
Transforme sua casa com o Linux MCE
Postado em 23 de dezembro de 2007 as 23:17:58, por Renan Rangel
Realmente fiquei impressionado quando assisti o vídeo abaixo, com o nível que estão chegando os projetos livres. O Linux MCE (Linux Media Center Edition) é algo que nunca tinha visto e me deixou louco para ter um sistema semelhante.
Uma versão em alta resolução pode ser encontrada aqui.
O vídeo é em inglês, mas se você não entender, só assistir já vale a pena. Dá pra ver que com o Linux MCE, você pode fazer muito mais do que simplesmente criar um Media Center.
É possível criar um ótimo sistema de automação, para controlar luzes, clima, segurança, comunicação, mídia (TV, música, filmes), além de ter todo o conteúdo unificado.
Imagine ter disponível em um lugar um vídeo e poder assisti-lo em qualquer cômodo da casa. Andar pela casa segurando o controle remoto e o vídeo que você está assistindo ir "seguindo" você pelo outros televisores.
Conectar sistemas de armazenamento externos, jukeboxs, controlar tudo isso, na casa inteira com um controle remoto e usando somente 3 botões?
Pois é, eu não acreditei até assistir o vídeo. Nem sabia que existia um daqueles controles remotos, que se utilizam do movimento para mover o cursor na tela. Você inclina ele para o lado e o cursor segue
.
O Linux MCE é um projeto daqueles que você pega o DVD e instala. Ele utiliza outros softwares, como Kubuntu, MythTV, Asterisk, Xine, Firefox, VideoLAN, SlimServer, Pluto e Motion.
Claro, eu queria ter um desses. Mas obviamente, o problema todo é o hardware (e o dinheiro para comprá-lo). Apesar de tudo, é um projeto que pode (e vai) evoluir muito e que com o barateamento de custos, pode ser viável por aqui.
Quem se interessou e quiser saber mais, acesse o site do Linux MCE, que contém documentação, fórums e o wiki, além de muita informação.
Uma versão em alta resolução pode ser encontrada aqui.
O vídeo é em inglês, mas se você não entender, só assistir já vale a pena. Dá pra ver que com o Linux MCE, você pode fazer muito mais do que simplesmente criar um Media Center.
É possível criar um ótimo sistema de automação, para controlar luzes, clima, segurança, comunicação, mídia (TV, música, filmes), além de ter todo o conteúdo unificado.
Imagine ter disponível em um lugar um vídeo e poder assisti-lo em qualquer cômodo da casa. Andar pela casa segurando o controle remoto e o vídeo que você está assistindo ir "seguindo" você pelo outros televisores.
Conectar sistemas de armazenamento externos, jukeboxs, controlar tudo isso, na casa inteira com um controle remoto e usando somente 3 botões?
Pois é, eu não acreditei até assistir o vídeo. Nem sabia que existia um daqueles controles remotos, que se utilizam do movimento para mover o cursor na tela. Você inclina ele para o lado e o cursor segue
O Linux MCE é um projeto daqueles que você pega o DVD e instala. Ele utiliza outros softwares, como Kubuntu, MythTV, Asterisk, Xine, Firefox, VideoLAN, SlimServer, Pluto e Motion.
Claro, eu queria ter um desses. Mas obviamente, o problema todo é o hardware (e o dinheiro para comprá-lo). Apesar de tudo, é um projeto que pode (e vai) evoluir muito e que com o barateamento de custos, pode ser viável por aqui.
Quem se interessou e quiser saber mais, acesse o site do Linux MCE, que contém documentação, fórums e o wiki, além de muita informação.
Dell, Ubuntu 7.10 e softwares adicionais
Postado em 21 de dezembro de 2007 as 11:39:21, por Renan Rangel

Porém, dessa vez, algumas coisas serão adicionadas e o resto continuará como antes:
- Cada sistema com Ubuntu 7.10, também virá com o LinDVD da Corel, que vai permitir tocar DVDs "legalmente". A aplicação é código fechado;
- O Compiz Fusion será padrão na instalação, já com os drivers da NVIDIA (no caso de PCs que utilizam as VGAs deles);
- Haverá uma ISO para a recuperação do sistema (que não está gravada, o próprio usuário precisa gravar). Achei desnecessário, já que existe uma restauração do sistema em uma outra partição.
- O Adobe Flash Player será instalado por padrão.
Outras mudanças podem ser vistas aqui.
É bom que a Dell esteja melhorando os seus serviços e incluindo novos atrativos para os clientes (mesmo que sejam softwares proprietários). Isso irá atrair novos usuários, que esperam já estar com um sistema já funcional quando ligarem o computador pela primeira vez.
Urnas eletrônicas vão rodar Linux
Postado em 19 de dezembro de 2007 as 13:22:42, por Renan Rangel
Vi hoje o artigo no BR-Linux, onde é dito que o TSE escolheu por trocar o Windows (CE, acredito) por Linux, para dar mais transparência e confiabilidade às eleições.

Com um sistema de código aberto, não se tem aquele problema de não poder saber o que um sistema proprietário (onde não se tem acesso ao código-fonte) está fazendo. Agora, será possível verificar todo o código, se necessário.
E o melhor, já em 2008. Significa que minha primeira votação será num sistema Linux :P

Com um sistema de código aberto, não se tem aquele problema de não poder saber o que um sistema proprietário (onde não se tem acesso ao código-fonte) está fazendo. Agora, será possível verificar todo o código, se necessário.
E o melhor, já em 2008. Significa que minha primeira votação será num sistema Linux :P
lsof: o canivete suíço
Postado em 16 de dezembro de 2007 as 23:31:58, por Renan Rangel
O lsof é uma ferramenta bem útil em sistemas *nix. O seu nome significa "list open files" e a tradução é literal mesmo: listar arquivos abertos.
De fato, sistemas como o Linux tem aquela regra: tudo é um arquivo. Isso facilita algumas coisas já que os "file descriptors" são usados para dispositivos de caracteres, sockets, FIFOs, pipes, etc.
O lsof tem várias utilidades. Uma delas é quando você quer desmontar um dispositivo e não é possível, devido a um arquivo que está sendo usado. Meu pendrive, por exemplo, é o dispositivo /dev/sda1:
lsof /dev/sda1
COMMAND PID USER FD TYPE DEVICE SIZE NODE NAME
tail 7208 renan 3r REG 8,1 0 494 /media/usbdisk/teste.log
Isso indica que a um processo (tail), de pid 7208, utilizando o arquivo teste.log no pendrive.
Como também pode ser usado para sockets, você pode verificar os que estão sendo utilizados com os seguintes comando:
lsof -i
lsof -i :80
O primeira lista todos os sockets e o segundo, mostra os que tem alguma relação com a porta 80.
Se eu quiser ver todos os arquivos abertos por um usuário?
lsof -u renan
A ferramenta lsof tem vários parâmetros (até demais :P), que podem ser lidos na manpage (man lsof).
Pode acontecer de você não o ter instalado. Se estiver numa distro debian-like, tente:
apt-get install lsof
Ou no Gentoo:
emerge lsof
É uma ferramenta que vale a pena usar, seja para análise no dia-a-dia, ou até para verificar possíveis anormalidades no sistema.
De fato, sistemas como o Linux tem aquela regra: tudo é um arquivo. Isso facilita algumas coisas já que os "file descriptors" são usados para dispositivos de caracteres, sockets, FIFOs, pipes, etc.
O lsof tem várias utilidades. Uma delas é quando você quer desmontar um dispositivo e não é possível, devido a um arquivo que está sendo usado. Meu pendrive, por exemplo, é o dispositivo /dev/sda1:
lsof /dev/sda1
COMMAND PID USER FD TYPE DEVICE SIZE NODE NAME
tail 7208 renan 3r REG 8,1 0 494 /media/usbdisk/teste.log
Isso indica que a um processo (tail), de pid 7208, utilizando o arquivo teste.log no pendrive.
Como também pode ser usado para sockets, você pode verificar os que estão sendo utilizados com os seguintes comando:
lsof -i
lsof -i :80
O primeira lista todos os sockets e o segundo, mostra os que tem alguma relação com a porta 80.
Se eu quiser ver todos os arquivos abertos por um usuário?
lsof -u renan
A ferramenta lsof tem vários parâmetros (até demais :P), que podem ser lidos na manpage (man lsof).
Pode acontecer de você não o ter instalado. Se estiver numa distro debian-like, tente:
apt-get install lsof
Ou no Gentoo:
emerge lsof
É uma ferramenta que vale a pena usar, seja para análise no dia-a-dia, ou até para verificar possíveis anormalidades no sistema.
Guia Foca Linux
Postado em 11 de dezembro de 2007 as 13:53:43, por Renan Rangel
Para quem não conhece, o Guia Foca Linux, ele é uma ótima documentação para quem está entrando no mundo do Linux.
Ele contém diversos níveis, do Iniciante ao Avançado. No caso do avançado, é possível baixar os módulos separadamente, que incluem: Apache, Rede, Criptografia, CVS, iptables, Segurança, Samba, SSH, entre outros.
Além disso, o Foca Linux é bicampeão dos Favoritos da Comunidade. Parabéns ao Gleydson Mazioli da Silva pelo trabalho!
Ele contém diversos níveis, do Iniciante ao Avançado. No caso do avançado, é possível baixar os módulos separadamente, que incluem: Apache, Rede, Criptografia, CVS, iptables, Segurança, Samba, SSH, entre outros.
Além disso, o Foca Linux é bicampeão dos Favoritos da Comunidade. Parabéns ao Gleydson Mazioli da Silva pelo trabalho!
Doom 3 no Linux
Postado em 9 de dezembro de 2007 as 23:47:46, por Renan Rangel
Recentemente, tive a oportunidade de jogar Doom 3 no Linux. Uma ótima opção, para quem gosta de jogos.
Seguindo a tradição da id Software de lançar seu jogos para Linux, Doom 3 não é excessão. Foi desenvolvido e portado depois para Linux com sua primeira versão 2 meses depois da versão para Windows.
Apesar de não ter sido desenvolvido especificamente para Linux, na versão nativa não é necessário nenhum tipo de "gambiarra" ou diminuir a utilização de recursos do jogo para poder aproveitá-lo. Todos os recursos estão disponíveis nesse port, com a única excessão sendo o suporte a EAX.
Em questões de performance, o jogo roda muito bem, mas não tão bem como no Windows. Algumas otimizações ainda não foram portadas, como o suporte a instruções SSE2, o que resultam em um grande ganho de performance. Isso faz com que o jogo exija muito mais do processador que da placa de vídeo.
Eu aproveitei bastante o jogo, é bem meu estilo (survival horror), ótimo para jogar à noite, no escuro. Para que se interessou e tem o jogo, é possível baixar o instalador do FTP da id Software.
Seguindo a tradição da id Software de lançar seu jogos para Linux, Doom 3 não é excessão. Foi desenvolvido e portado depois para Linux com sua primeira versão 2 meses depois da versão para Windows.
Apesar de não ter sido desenvolvido especificamente para Linux, na versão nativa não é necessário nenhum tipo de "gambiarra" ou diminuir a utilização de recursos do jogo para poder aproveitá-lo. Todos os recursos estão disponíveis nesse port, com a única excessão sendo o suporte a EAX.
Em questões de performance, o jogo roda muito bem, mas não tão bem como no Windows. Algumas otimizações ainda não foram portadas, como o suporte a instruções SSE2, o que resultam em um grande ganho de performance. Isso faz com que o jogo exija muito mais do processador que da placa de vídeo.
Eu aproveitei bastante o jogo, é bem meu estilo (survival horror), ótimo para jogar à noite, no escuro. Para que se interessou e tem o jogo, é possível baixar o instalador do FTP da id Software.
Será 2008 o ano do pingüim?
Postado em 30 de novembro de 2007 as 23:27:36, por Renan Rangel
Já que é época de final de ano, comenta-se que o próximo será o ano do Linux no Desktop (novamente). Como essa já não é a primeira vez que essa história aparece, muita gente já pensa que não vai acontecer nada.
O problema é que outros sistemas operacionais estão recebendo muita críticas, especialmente o Windows Vista.
Um dos maiores sites de tecnologia, o CNET, publicou um Top 10 dos piores produtos tecnológicos. E o Vista estava lá.
O Vista, agora com mais ou menos 1 ano de vida, não tem sido uma opção que tem atraído empresas, muitas dizendo que não pretendem fazer o upgrade. Muitos por causas dos problemas que ele tem (como incompatibilidade de hardware), outros simplesmente porque ele é intrusivo demais e utiliza excessivamente DRM.
O mais estranho é que tem gente reclamando do novo Mac OS (Leopard), dizendo até que ele é o novo Vista. Nunca fui usuário do Mac OS, mas esse tipo reclamações, erros e problemas não são coisas que se costuma ver do sistema da Apple.
A popularidade do Linux vem aumentando ao longo dos anos, mesmo que lentamente. A alguns anos atrás, era comum você falar sobre o assunto e as pessoas perguntarem: "Linux? O que é isso?".
Hoje em dia, a coisa já é diferente. Pelo menos uma boa parte das pessoas já, ao menos ouviu falar no nome. E com esses espaços que os sistemas operacionais mais difundidos estão deixando, é provável que o Tux "roube" um pouco do espaço no ano que vem.
Ainda tem o Compiz Fusion, que desperta o interesse de alguns em conhecer o sistema. Conheço gente que começou a usar Linux, por causa dele.
Hoje, apesar de alguns problemas, as distribuições mainstream estão fáceis de usar, necessitando somente que o usuário se acostume com as diferenças do sistema operacional.
Será que esse ano, inclusive com a ajuda de empresas como a Dell, o Linux irá crescer mais no Desktop?
O problema é que outros sistemas operacionais estão recebendo muita críticas, especialmente o Windows Vista.
Um dos maiores sites de tecnologia, o CNET, publicou um Top 10 dos piores produtos tecnológicos. E o Vista estava lá.
O Vista, agora com mais ou menos 1 ano de vida, não tem sido uma opção que tem atraído empresas, muitas dizendo que não pretendem fazer o upgrade. Muitos por causas dos problemas que ele tem (como incompatibilidade de hardware), outros simplesmente porque ele é intrusivo demais e utiliza excessivamente DRM.
O mais estranho é que tem gente reclamando do novo Mac OS (Leopard), dizendo até que ele é o novo Vista. Nunca fui usuário do Mac OS, mas esse tipo reclamações, erros e problemas não são coisas que se costuma ver do sistema da Apple.

Hoje em dia, a coisa já é diferente. Pelo menos uma boa parte das pessoas já, ao menos ouviu falar no nome. E com esses espaços que os sistemas operacionais mais difundidos estão deixando, é provável que o Tux "roube" um pouco do espaço no ano que vem.
Ainda tem o Compiz Fusion, que desperta o interesse de alguns em conhecer o sistema. Conheço gente que começou a usar Linux, por causa dele.
Hoje, apesar de alguns problemas, as distribuições mainstream estão fáceis de usar, necessitando somente que o usuário se acostume com as diferenças do sistema operacional.
Será que esse ano, inclusive com a ajuda de empresas como a Dell, o Linux irá crescer mais no Desktop?
Jogos comerciais com tecnologia livre
Postado em 28 de novembro de 2007 as 13:56:37, por Renan Rangel
A cada dia, aparecem mais jogos que se utilizam de linguagens de programação ou bibliotecas livres, alguns exemplos que me lembro:
- O Ogre3D é uma das engines gráficas utilizada em jogos como Ankh, Ankh: Heart of Osiris e Pacific Storm.
- A linguagem Lua foi usada no desenvolvimento de vários jogos (seja em parte ou completo), como em Fuga da A Ilha dos Macacos, Grim Fandango, World of Warcraft, Far Cry, Crysis, entre outros.
- A engine física ODE, foi usada em jogos como BloodRayne 2 e Call of Juarez.
- Vários jogos que usam o Xvid como codec de vídeo, ao invés de utilizar outros codecs proprietários.
Sem contar os inúmeros jogos que utilizam OpenGL.
Mesmo que a gente não use diretamente, o software livre faz parte do uso diário, inclusive de quem joga!
Acredito que aos poucos, essa tendência aumente, já que as tecnologias livres parecem estar bem maduras para este tipo de adoção. Isso também beneficia quem utiliza sistemas operacionais livres, já que geralmente essas ferramentas são portáveis.
Quem sabe com a disseminação desse uso, vejamos mais jogos vindo para o Linux, por exemplo?
- O Ogre3D é uma das engines gráficas utilizada em jogos como Ankh, Ankh: Heart of Osiris e Pacific Storm.
- A linguagem Lua foi usada no desenvolvimento de vários jogos (seja em parte ou completo), como em Fuga da A Ilha dos Macacos, Grim Fandango, World of Warcraft, Far Cry, Crysis, entre outros.
- A engine física ODE, foi usada em jogos como BloodRayne 2 e Call of Juarez.
- Vários jogos que usam o Xvid como codec de vídeo, ao invés de utilizar outros codecs proprietários.
Sem contar os inúmeros jogos que utilizam OpenGL.
Mesmo que a gente não use diretamente, o software livre faz parte do uso diário, inclusive de quem joga!
Acredito que aos poucos, essa tendência aumente, já que as tecnologias livres parecem estar bem maduras para este tipo de adoção. Isso também beneficia quem utiliza sistemas operacionais livres, já que geralmente essas ferramentas são portáveis.
Quem sabe com a disseminação desse uso, vejamos mais jogos vindo para o Linux, por exemplo?
Designed for Linux (stickers)
Postado em 16 de novembro de 2007 as 23:32:42, por Renan Rangel
Hoje, navegando no Gnome Look, achei uns stickers interessantes, no estilo daqueles que vem com os notebooks com Windows Vista.
Veja abaixo alguns exemplos:



E claro, pra não perder a chance, colocaram "Windows Vista Incapable"
Ainda vou comprar uma daquelas etiquetas metálicas da Linux Mall, assim que eles tiverem uma do Gentoo, para colocar no notebook. O legal é que essas combinam com as que já vem nele, assim não fica uma diferente no meio das outras :P
Se quiser baixar as outras etiquetas (tem de várias distribuições), de tamanho maior, clique aqui.
Veja abaixo alguns exemplos:



E claro, pra não perder a chance, colocaram "Windows Vista Incapable"
Ainda vou comprar uma daquelas etiquetas metálicas da Linux Mall, assim que eles tiverem uma do Gentoo, para colocar no notebook. O legal é que essas combinam com as que já vem nele, assim não fica uma diferente no meio das outras :P
Se quiser baixar as outras etiquetas (tem de várias distribuições), de tamanho maior, clique aqui.
Linux nos computadores mais rápidos do mundo
Postado em 14 de novembro de 2007 as 13:45:11, por Renan Rangel
A nova lista dos 500 computadores mais rápidos do mundo foi atualizada este mês e traz resultados interessantes:
O Brasil conta com somente 1 sistema nessa lista, que pertence à Petrobras. Ele caiu da posição 215 para 451, que ocupava no meio deste ano. O sistema é um Cluster Platform 3000 BL460c, com 1024 processadores Xeon 53xx 2.33GHz.
A IBM e a HP lideram esse mercado, tendo juntas quase 80% de todos os sistemas. No quesito processadores, os mais usados não os 64 bits da Intel (64,40%) e AMD (15,80%).
O sistema com mais processadores é o BlueGene/L da IBM, com somente 212.992 processadores. Eu fico imaginando o que eles fazem com tudo isso :P. Mas a média de processadores da lista está entre 1025-2048.
Finalmente, nos sistemas operacionais utilizados, o Linux domina com 85,20%. O resto é composto por 30 Unix, 6 Windows, 2 Mac OS e somente 2 BSDs. O legal é ver o banner bem grande no site, da Microsoft, sobre High "Productive" Computing :P
Se formos analisar as listas passadas, dá pra notar o crescimento do Linux no mercado de HPC (High Performance Computing). Em 1993, 93% dessa lista era de sistemas Unix, o resto de sistemas BSD. Em 1998 o primeiro computador com Linux entrou nessa lista e ao longo dos anos, ele foi substituindo os sistemas Unix.
O crescimento do Linux nessa área está indo bem. Agora falta o crescimento no Desktop, que apesar de devagar, está acontecendo aos poucos.
O Brasil conta com somente 1 sistema nessa lista, que pertence à Petrobras. Ele caiu da posição 215 para 451, que ocupava no meio deste ano. O sistema é um Cluster Platform 3000 BL460c, com 1024 processadores Xeon 53xx 2.33GHz.
A IBM e a HP lideram esse mercado, tendo juntas quase 80% de todos os sistemas. No quesito processadores, os mais usados não os 64 bits da Intel (64,40%) e AMD (15,80%).
O sistema com mais processadores é o BlueGene/L da IBM, com somente 212.992 processadores. Eu fico imaginando o que eles fazem com tudo isso :P. Mas a média de processadores da lista está entre 1025-2048.
Finalmente, nos sistemas operacionais utilizados, o Linux domina com 85,20%. O resto é composto por 30 Unix, 6 Windows, 2 Mac OS e somente 2 BSDs. O legal é ver o banner bem grande no site, da Microsoft, sobre High "Productive" Computing :P
Se formos analisar as listas passadas, dá pra notar o crescimento do Linux no mercado de HPC (High Performance Computing). Em 1993, 93% dessa lista era de sistemas Unix, o resto de sistemas BSD. Em 1998 o primeiro computador com Linux entrou nessa lista e ao longo dos anos, ele foi substituindo os sistemas Unix.
O crescimento do Linux nessa área está indo bem. Agora falta o crescimento no Desktop, que apesar de devagar, está acontecendo aos poucos.
Webcam no Linux
Postado em 13 de novembro de 2007 as 23:33:18, por Renan Rangel
Esses dias achei uma webcam antiga, que ganhei faz um bom tempo. Me lembro que na época não consegui configurar no Linux, e até no Windows ela dava problemas as vezes.
Resolvi testar ela hoje e funcionou sem problemas! Testei em duas máquinas, uma com Gentoo e outra com o Ubuntu.
Na com o Ubuntu foi fácil; só espetar ela e o módulo gspca foi carregado. Ai foi só usar a sua aplicação favorita para testar a webcam. Se você quiser testar rapidamente, o mplayer (o canivete-suíço de aplicações de vídeo) pode ajudar:
mplayer tv:// -tv driver=v4l:device=/dev/video0
E deve aparecer a imagem sendo capturada da webcam.
No Gentoo, até que não foi muito difícil. O pacote com o módulo está mascarado, então utilize os seguintes comandos:
echo 'media-video/gspcav1' >> /etc/portage/package.keywords
emerge gspcav1
É preciso adicionar seu usuário ao grupo video, caso ele não esteja:
gpasswd -a usuario video
Talvez seja preciso reiniciar logar novamente, por causa que na sessão atual, o seu usuário ainda não faz parte do grupo video.
E pronto, a webcam funciona no Linux! Esse procedimento deve funcionar para a maioria das webcams, já que esse é praticamente um driver "universal".
Coisas legais para fazer com a webcam incluem utilizar o motion, que detecta quando algo se movimenta na tela e começa a salvar alguns snapshots das imagens. Bem interessante para monitoração.
A imagem dessa webcam não é lá essas coisas, mas dá pra enxergar a imagem. E não é problema do driver, no Windows ela ficava a mesma coisa :P
Resolvi testar ela hoje e funcionou sem problemas! Testei em duas máquinas, uma com Gentoo e outra com o Ubuntu.
Na com o Ubuntu foi fácil; só espetar ela e o módulo gspca foi carregado. Ai foi só usar a sua aplicação favorita para testar a webcam. Se você quiser testar rapidamente, o mplayer (o canivete-suíço de aplicações de vídeo) pode ajudar:
mplayer tv:// -tv driver=v4l:device=/dev/video0
E deve aparecer a imagem sendo capturada da webcam.
No Gentoo, até que não foi muito difícil. O pacote com o módulo está mascarado, então utilize os seguintes comandos:
echo 'media-video/gspcav1' >> /etc/portage/package.keywords
emerge gspcav1
É preciso adicionar seu usuário ao grupo video, caso ele não esteja:
gpasswd -a usuario video
Talvez seja preciso reiniciar logar novamente, por causa que na sessão atual, o seu usuário ainda não faz parte do grupo video.
E pronto, a webcam funciona no Linux! Esse procedimento deve funcionar para a maioria das webcams, já que esse é praticamente um driver "universal".
Coisas legais para fazer com a webcam incluem utilizar o motion, que detecta quando algo se movimenta na tela e começa a salvar alguns snapshots das imagens. Bem interessante para monitoração.
A imagem dessa webcam não é lá essas coisas, mas dá pra enxergar a imagem. E não é problema do driver, no Windows ela ficava a mesma coisa :P
SimCity Classic será OpenSource
Postado em 12 de novembro de 2007 as 23:36:15, por Renan Rangel
A Eletronic Arts resolveu doar o jogo SimCity (versão Classic) para o projeto OLPC, que será software livre. O jogo será licenciado sobre a GPL e utilizando o nome "Micropolis" (nome na fase de desenvolvimento do jogo).

Tá certo que é uma versão antiga, mas vale a intenção. Seria legal se as empresas produtoras/publicadoras de jogos liberassem jogos antigos, que não estão mais nas prateleiras e já não geram mais lucro.
Muitas empresas nem dão bola para seus jogos antigos, outras ainda dão suporte. Por exemplo, a Revolution Software, quando viu que o jogo Broken Sword não rodava os vídeos originais no ScummVM (devido ao codec), disponibilizou um pacote com os vídeos em outro formato, que funcionasse sem maiores problemas (e que pode ser encontrado na seção de downloads do ScummVM).

Eu comecei a usar o PC por causa dos jogos, a um bom tempo atrás. Por causa disso que comecei a me interessar pela informática e naquela época tinha muitos clássicos que não se comparam com os de hoje. Poucos desenvolvedores de jogos atuais tem cabeça para criar jogos que marcam, como os antigos (não será por que são antigos?).
Um dia quero fazer um jogo, ou melhor, participar do desenvolvimento de um. Não que seja impossível, mas demanda bastante tempo e aprendizado, coisa que leva algum tempo. Quem sabe no futuro me dedique a aprender sobre o assunto?

Tá certo que é uma versão antiga, mas vale a intenção. Seria legal se as empresas produtoras/publicadoras de jogos liberassem jogos antigos, que não estão mais nas prateleiras e já não geram mais lucro.
Muitas empresas nem dão bola para seus jogos antigos, outras ainda dão suporte. Por exemplo, a Revolution Software, quando viu que o jogo Broken Sword não rodava os vídeos originais no ScummVM (devido ao codec), disponibilizou um pacote com os vídeos em outro formato, que funcionasse sem maiores problemas (e que pode ser encontrado na seção de downloads do ScummVM).

Eu comecei a usar o PC por causa dos jogos, a um bom tempo atrás. Por causa disso que comecei a me interessar pela informática e naquela época tinha muitos clássicos que não se comparam com os de hoje. Poucos desenvolvedores de jogos atuais tem cabeça para criar jogos que marcam, como os antigos (não será por que são antigos?).
Um dia quero fazer um jogo, ou melhor, participar do desenvolvimento de um. Não que seja impossível, mas demanda bastante tempo e aprendizado, coisa que leva algum tempo. Quem sabe no futuro me dedique a aprender sobre o assunto?
Placa de Captura de TV no Linux
Postado em 11 de novembro de 2007 as 23:46:37, por Renan Rangel
Nos últimos dias estive tentando configurar uma placa de captura PixelView 8000gt, que comprei para montar meu MediaCenter.
Parece que essa placa é mais nova e tem pouca documentação a respeito. Pelo que pouco que consegui encontrar, parece que o suporte ao chipset do Tuner que ela usa ainda não existe no kernel, pois ainda está na árvore experimental do V4L. Ou seja, terei que fazer funcionar manualmente :)
Por enquanto, não consegui fazê-la funcionar nem com o MythTV mythnem com o tvtime, fica sempre "sem sinal".
Vou tentar com os drivers experimentais e remover o suporte dos que estão no kernel, para ver se tenho sorte, espero que isso resolva :D
Parece que essa placa é mais nova e tem pouca documentação a respeito. Pelo que pouco que consegui encontrar, parece que o suporte ao chipset do Tuner que ela usa ainda não existe no kernel, pois ainda está na árvore experimental do V4L. Ou seja, terei que fazer funcionar manualmente :)
Por enquanto, não consegui fazê-la funcionar nem com o MythTV mythnem com o tvtime, fica sempre "sem sinal".
Vou tentar com os drivers experimentais e remover o suporte dos que estão no kernel, para ver se tenho sorte, espero que isso resolva :D
Ubuntu mudará seu estilo visual
Postado em 7 de novembro de 2007 as 12:53:37, por Renan Rangel
Li hoje no NoticiasLinux, que o foi decido uma mudança no tema usado no Ubuntu. A partir do Hardy Heron, ele será laranja e preto.
Nas últimas versões, o Ubuntu vem ficando bem melhor, em diversos sentidos, mas também vem introduzindo novas coisas, que talvez fosse melhor não terem sido feitas.
Umas delas, é a troca da pasta ~/Desktop pela pasta ~/Área\ de\ Trabalho, que certamente irá confundir o pessoal que é novo (principalmente que estão lendo tutoriais antigos). É uma coisa simples, só que foge do padrão e acaba gerando mais problemas...
Quanto aos pacotes, ele estão bem atualizados, apesar de alguns bugs herdados do testing do Debian e alguns introduzidos pelo próprio Ubuntu.
A nova versão já está em desenvolvimento, o próximo lançamento é em Abril do ano que vem. Espero boas mudanças e que sejam bem avaliadas antes. Não podemos esquecer que o Ubuntu é a distro que está sendo usada em alguns computadores OEM (como os da Dell).
Nas últimas versões, o Ubuntu vem ficando bem melhor, em diversos sentidos, mas também vem introduzindo novas coisas, que talvez fosse melhor não terem sido feitas.
Umas delas, é a troca da pasta ~/Desktop pela pasta ~/Área\ de\ Trabalho, que certamente irá confundir o pessoal que é novo (principalmente que estão lendo tutoriais antigos). É uma coisa simples, só que foge do padrão e acaba gerando mais problemas...
Quanto aos pacotes, ele estão bem atualizados, apesar de alguns bugs herdados do testing do Debian e alguns introduzidos pelo próprio Ubuntu.
A nova versão já está em desenvolvimento, o próximo lançamento é em Abril do ano que vem. Espero boas mudanças e que sejam bem avaliadas antes. Não podemos esquecer que o Ubuntu é a distro que está sendo usada em alguns computadores OEM (como os da Dell).
Ubuntu 7.10 "Gutsy Gibbon" - O Desktop Perfeito
Postado em 31 de outubro de 2007 as 13:25:30, por Renan Rangel
Pra quem pretende instalar o Ubuntu Gutsy Gibbon, um ótimo tutorial é o The Perfect Desktop - Ubuntu 7.10 "Gutsy Gibbon".
Apesar de ser em inglês, ele é repleto de screenshots e bem detalhado. Ele ensina várias tarefas do dia-a-dia e ainda sugere alguns softwares para instalação.
Fica a dica para quem pretende instalar a nova versão do Ubuntu ;)
Apesar de ser em inglês, ele é repleto de screenshots e bem detalhado. Ele ensina várias tarefas do dia-a-dia e ainda sugere alguns softwares para instalação.
Fica a dica para quem pretende instalar a nova versão do Ubuntu ;)
Novo driver para ATIs com suporte a AIGLX
Postado em 24 de outubro de 2007 as 11:40:48, por Renan Rangel
Ontem, a AMD lançou a nova versão do driver para as placas de vídeo ATI, no Linux.
As novidades são o suporte à AIGLX (mais de um ano atrasada em relação à NVIDIA), melhoras de performance e na apresentação de vídeos.
Quando a AMD liberou as especificações das placas ATI, já dá pra sentir um pouco mais de atenção, do que a própria ATI tinha. Talvez com a ajuda da AMD, os drivers disponíveis sejam tão bons quanto os da NVIDIA e que com as especificações, bons drivers opensource possam ser criados para oferecer uma alternativa.
Como foi lançado a pouco, a maioria das distros não têm disponíveis nos repositórios (ou seja, só compilando). Pode demorar um tempo até entrar nos repositórios do Gutsy (não conheço a política deles quando a novos pacotes), mas acredito que logo já deve estar disponíveis pacotes pré-compilados em alguns sites. No Gentoo deve, ter uma ebuild nova em pouco tempo. Acredito que algumas distros vão apressar a sua inclusão, outras não.
As novidades são o suporte à AIGLX (mais de um ano atrasada em relação à NVIDIA), melhoras de performance e na apresentação de vídeos.
Quando a AMD liberou as especificações das placas ATI, já dá pra sentir um pouco mais de atenção, do que a própria ATI tinha. Talvez com a ajuda da AMD, os drivers disponíveis sejam tão bons quanto os da NVIDIA e que com as especificações, bons drivers opensource possam ser criados para oferecer uma alternativa.
Como foi lançado a pouco, a maioria das distros não têm disponíveis nos repositórios (ou seja, só compilando). Pode demorar um tempo até entrar nos repositórios do Gutsy (não conheço a política deles quando a novos pacotes), mas acredito que logo já deve estar disponíveis pacotes pré-compilados em alguns sites. No Gentoo deve, ter uma ebuild nova em pouco tempo. Acredito que algumas distros vão apressar a sua inclusão, outras não.
Visualizando processos com o htop
Postado em 20 de outubro de 2007 as 18:28:25, por Renan Rangel
Acredito que a maioria das pessoas que utilizam algum *nix, em algum momento, já usaram o comando top para visualizar os processos do sistema, bem como outras informações (uso de processador, memória, swap, load average, uptime, etc).
O htop é uma ferramenta semelhante ao top, mas tem algumas diferenças que o tornam mais fácil de usar. A interface permite que atalhos simples possam ser usados como F3 para buscar, F7 e F8 para alterar a prioridade do processo, F9 para terminar um processo. Também é possível rolar a tela horizontalmente e verticalmente, podendo ver todos os processos e sua linha de comando completa.
Uma das vantagens é que você não precisa memorizar os atalhos. Os mais usados estão na parte inferior da janela e são ativados pelas teclas de função (F*) e os outros são explicados de forma simples na manpage. Por exemplo, você pode apertar F9 com um processo selecionado e escolher o tipo de sinal que será enviado (SIGTERM, SIGKILL, etc...). Pressionando a tecla "u" (a mesma no top), é possível filtrar os processos por usuário (não é necessário digitar o nome, somente escolher na lista). Pressionando a tecla F5, você ativa a visualização em modo árvore.
Outra vantagem sobre o top, é que o htop possui suporte ao mouse. Na interface gráfica, rodando no gnome-terminal funcionou sem problemas. A customização da interface dele é bem fácil, podendo alterar várias colunas, barras, e contadores que são usados (tudo isso através de um menu, pressionando a tecla F2).
Fica então a dica para quem utiliza bastante o top, talvez o htop seja uma alternativa melhor à ele (ou não, se você estiver acostumado com o top).
O htop é uma ferramenta semelhante ao top, mas tem algumas diferenças que o tornam mais fácil de usar. A interface permite que atalhos simples possam ser usados como F3 para buscar, F7 e F8 para alterar a prioridade do processo, F9 para terminar um processo. Também é possível rolar a tela horizontalmente e verticalmente, podendo ver todos os processos e sua linha de comando completa.
Uma das vantagens é que você não precisa memorizar os atalhos. Os mais usados estão na parte inferior da janela e são ativados pelas teclas de função (F*) e os outros são explicados de forma simples na manpage. Por exemplo, você pode apertar F9 com um processo selecionado e escolher o tipo de sinal que será enviado (SIGTERM, SIGKILL, etc...). Pressionando a tecla "u" (a mesma no top), é possível filtrar os processos por usuário (não é necessário digitar o nome, somente escolher na lista). Pressionando a tecla F5, você ativa a visualização em modo árvore.
Outra vantagem sobre o top, é que o htop possui suporte ao mouse. Na interface gráfica, rodando no gnome-terminal funcionou sem problemas. A customização da interface dele é bem fácil, podendo alterar várias colunas, barras, e contadores que são usados (tudo isso através de um menu, pressionando a tecla F2).
Fica então a dica para quem utiliza bastante o top, talvez o htop seja uma alternativa melhor à ele (ou não, se você estiver acostumado com o top).
Novo Beta do KDE 4
Postado em 19 de outubro de 2007 as 22:59:48, por Renan Rangel
Foi anunciado o KDE 4 Beta 3, e novas screenshots estão disponíveis.
Estou ansioso para testá-lo, mas vou esperar a versão final. Compilar o KDE 3 já demorava um BOM tempo, a biblioteca Qt 4 também. Compilar os dois não deve ser rapidinho.
Gostei da interface, está limpa e bem polida. Espero que a melhora de desempenho com as novas bibliotecas sejam um fator interessante para uso.
Depois, faltará o GNOME lançar uma versão nova, com grandes novidades como o "GNOME 3". Mas aparentemente isso ainda nem está sendo planejado...
De qualquer forma, espero um ambiente bem melhor para usar no desktop.
Estou ansioso para testá-lo, mas vou esperar a versão final. Compilar o KDE 3 já demorava um BOM tempo, a biblioteca Qt 4 também. Compilar os dois não deve ser rapidinho.
Gostei da interface, está limpa e bem polida. Espero que a melhora de desempenho com as novas bibliotecas sejam um fator interessante para uso.
Depois, faltará o GNOME lançar uma versão nova, com grandes novidades como o "GNOME 3". Mas aparentemente isso ainda nem está sendo planejado...
De qualquer forma, espero um ambiente bem melhor para usar no desktop.
Patentes, Linux e Microsoft
Postado em 15 de outubro de 2007 as 13:05:57, por Renan Rangel
Nos últimos dias, foi falado bastante sobre as novas acusações do Steve Ballmer.
Acabou que uma outra empresa, a
IP Innovation LLC acabou iniciando um processo contra a Red Hat e a Novell.
No último discurso de Steve Ballmer, ele disse que outras empresas tinham interesse de processar a Red Hat. Dias depois, aparece uma processando tanto a Red Hat quanto a Novell. E o pior, um cara da Microsoft entrou para a empresa a pouco tempo atrás.
Não sei pra você, mas isso me parece estranho. Parece mais o caso SCO, versão 2.0.
Apesar de achar que a Red Hat e a Novell não terem nada com essa patente (User Interface with Multiple Workspaces for Sharing Display System Objects), sempre é um trabalho a mais.
Se a Microsoft estiver se fazendo de santa para depois atacar os "aliados" por trás (no caso, a Novell), não seria a primeira vez. Coisas como essa já foram feitas indiretamente.
Espero que essa confusão se resolva logo, mas os problemas de propriedade intelectual só tendem a aparecer, cada vez mais.
Acabou que uma outra empresa, a
IP Innovation LLC acabou iniciando um processo contra a Red Hat e a Novell.
No último discurso de Steve Ballmer, ele disse que outras empresas tinham interesse de processar a Red Hat. Dias depois, aparece uma processando tanto a Red Hat quanto a Novell. E o pior, um cara da Microsoft entrou para a empresa a pouco tempo atrás.
Não sei pra você, mas isso me parece estranho. Parece mais o caso SCO, versão 2.0.
Apesar de achar que a Red Hat e a Novell não terem nada com essa patente (User Interface with Multiple Workspaces for Sharing Display System Objects), sempre é um trabalho a mais.
Se a Microsoft estiver se fazendo de santa para depois atacar os "aliados" por trás (no caso, a Novell), não seria a primeira vez. Coisas como essa já foram feitas indiretamente.
Espero que essa confusão se resolva logo, mas os problemas de propriedade intelectual só tendem a aparecer, cada vez mais.
Ubuntu 7.10 (Gutsy Gibbon) disponível no ShipIt
Postado em 8 de outubro de 2007 as 13:43:15, por Renan Rangel
A nova versão do Ubuntu, a 7.10 codinome "Gutsy Gibbon" já está disponível através do ShipIt, sistema de distribuição de CDs da Canonical.
Se você ainda não conhece o Linux, o Ubuntu é uma das distribuições mais amigáveis atualmente. Você pode solicitar que um (ou mais) CDs sejam enviados para você, sem nenhum custo.
Eles geralmente levam algumas semanas (esse pode demorar um pouco mais, já que é pre-order) para chegar. Você pode testá-lo em seu computador sem nem mesmo precisar instalar.
Para acessar o ShipIt e solicitar um CD, clique aqui.
Ou você pode fazer o download da última versão (ainda beta), aqui.
Se você ainda não conhece o Linux, o Ubuntu é uma das distribuições mais amigáveis atualmente. Você pode solicitar que um (ou mais) CDs sejam enviados para você, sem nenhum custo.
Eles geralmente levam algumas semanas (esse pode demorar um pouco mais, já que é pre-order) para chegar. Você pode testá-lo em seu computador sem nem mesmo precisar instalar.
Para acessar o ShipIt e solicitar um CD, clique aqui.
Ou você pode fazer o download da última versão (ainda beta), aqui.
Linux com cara de Vista
Postado em 5 de outubro de 2007 as 00:06:23, por Renan Rangel
Embora não esteja nem um pouco afim de testar o Windows Vista (graças a alto consumos de recursos, entupido de DRM e esquemas pífios de segurança e problemas de compatibilidade com hadware relatados em vários sites), vi várias screenshots dele e a interface é legal.
Apesar de ainda não ter usado ele (qualquer dia vou testá-lo, para ver se devo mesmo ficar longe dele) achei a distro Vixta que tenta recriar a aparência do Windows Vista do Linux. Mesmo que eu não pretenda baixar, fica a dica para quem prefere um sistema com uma cara mais conhecida (se bem que o Vista é novo, então a maioria das pessoas não está acostumada).

Quem quiser baixar, é só acessar a página do projeto no SourceForge.net.
Apesar de ainda não ter usado ele (qualquer dia vou testá-lo, para ver se devo mesmo ficar longe dele) achei a distro Vixta que tenta recriar a aparência do Windows Vista do Linux. Mesmo que eu não pretenda baixar, fica a dica para quem prefere um sistema com uma cara mais conhecida (se bem que o Vista é novo, então a maioria das pessoas não está acostumada).

Quem quiser baixar, é só acessar a página do projeto no SourceForge.net.
Imagens Linux para VMWare
Postado em 4 de outubro de 2007 as 12:36:47, por Renan Rangel
O site toughtpolice disponibiliza algumas imagens do VMWare prontas para uso, de várias distribuições Linux. É possível encontrar no site, imagens do CentOS, Debian, Fedora, FreeBSD, Ubuntu, de diversas versões.
Para ver alguns das imagens disponíveis, visite a página de download do site.
Para usá-las você vai precisar pelo menos do VMWare Player (que é gratuito, mas não é livre). Será um ambiente emulado, mas é ótimo para quem quer aprender a usar algumas dessas distribuições.
Para obter o VMWare Player, basta ir no site do VMWare. Se você estiver instalando num Linux, pode verificar antes se sua distribuição não tem um pacote nos repositórios oficiais. O Ubuntu tem, já o Debian não tem (por motivos de licença).
Acho que vou baixar depois a imagem do CentOS, já faz tempo que quero testá-lo.
Para ver alguns das imagens disponíveis, visite a página de download do site.
Para usá-las você vai precisar pelo menos do VMWare Player (que é gratuito, mas não é livre). Será um ambiente emulado, mas é ótimo para quem quer aprender a usar algumas dessas distribuições.
Para obter o VMWare Player, basta ir no site do VMWare. Se você estiver instalando num Linux, pode verificar antes se sua distribuição não tem um pacote nos repositórios oficiais. O Ubuntu tem, já o Debian não tem (por motivos de licença).
Acho que vou baixar depois a imagem do CentOS, já faz tempo que quero testá-lo.
Nova versão do Flash Player 9
Postado em 1 de outubro de 2007 as 13:44:16, por Renan Rangel
Hoje saiu uma nova versão do Flash Player 9 para Linux, que visa corrigir alguns bugs e adicionar novos recursos. Os principais são:
- Suporte à vídeo H.264 e ao codec de áudio HE-AAC.
- Suporte multi-core para processamento de vetores (melhor desempenho para que tem um processador dual core)
- Melhor desempenho em tela cheia.
Como meu processador é 64 bits, uso Gnash com o Firefox, que consegue mostrar flash simples. Quando realmente preciso do Flash Player, uso uma versão do Iceweasel com as bibliotecas 32 bits.
Definitivamente, não sinto falta do Flash. Somente quando preciso ver algum vídeo, ai tenho que recorrer ao esquema citado acima. Fora isso, fico feliz de não ver a maioria daquelas propagandas piscantes e luminosas por toda a tela (ufa!).
O que mais me impressiona é que parece que o problema com a transparência ainda não foi resolvido... Será que não irão arrumar isso nunca? Não resolveram na época da Macromedia, agora que está na mão da Adobe também não fizeram nada...
Verificando na página do Gnash, parece que a versão atual já consegue tocar vídeos do YouTube. Vou ter que compilá-la assim posso me livrar dessa gambiarra de usar dois browsers
.
- Suporte à vídeo H.264 e ao codec de áudio HE-AAC.
- Suporte multi-core para processamento de vetores (melhor desempenho para que tem um processador dual core)
- Melhor desempenho em tela cheia.
Como meu processador é 64 bits, uso Gnash com o Firefox, que consegue mostrar flash simples. Quando realmente preciso do Flash Player, uso uma versão do Iceweasel com as bibliotecas 32 bits.
Definitivamente, não sinto falta do Flash. Somente quando preciso ver algum vídeo, ai tenho que recorrer ao esquema citado acima. Fora isso, fico feliz de não ver a maioria daquelas propagandas piscantes e luminosas por toda a tela (ufa!).
O que mais me impressiona é que parece que o problema com a transparência ainda não foi resolvido... Será que não irão arrumar isso nunca? Não resolveram na época da Macromedia, agora que está na mão da Adobe também não fizeram nada...
Verificando na página do Gnash, parece que a versão atual já consegue tocar vídeos do YouTube. Vou ter que compilá-la assim posso me livrar dessa gambiarra de usar dois browsers
Alternativas open source para softwares proprietários
Postado em 23 de setembro de 2007 as 14:21:33, por Renan Rangel
Quando o assunto é a troca de sistema operacional, uma das maiores dificuldades é encontrar softwares equivalentes que não estão disponíveis no novo sistema.
O site Open Source Alternative tem uma lista de vários softwares proprietários e alternativas open source para cada um, facilitando a tarefa de procurar algum software específico. A organização é feita em categorias e mostra softwares para várias plataformas.
Você ainda pode ajudar, sugerindo a inclusão de novos softwares nessa lista, caso ainda não estejam cadastrados.
Alguns exemplos:
Dreamweaver: Quanta Plus, Aptana, Nvu;
Photoshop: Gimp, Krita, Gimpshop;
AutoCAD: Qcad, BRL-CAD;
Mais exemplos dos mais variados tipos podem ser encontrados no site Open Source Alternative.
O site Open Source Alternative tem uma lista de vários softwares proprietários e alternativas open source para cada um, facilitando a tarefa de procurar algum software específico. A organização é feita em categorias e mostra softwares para várias plataformas.
Você ainda pode ajudar, sugerindo a inclusão de novos softwares nessa lista, caso ainda não estejam cadastrados.
Alguns exemplos:
Dreamweaver: Quanta Plus, Aptana, Nvu;
Photoshop: Gimp, Krita, Gimpshop;
AutoCAD: Qcad, BRL-CAD;
Mais exemplos dos mais variados tipos podem ser encontrados no site Open Source Alternative.
Lista de Compatibilidade de Hardware no Linux
Postado em 22 de setembro de 2007 as 23:23:32, por Renan Rangel
Ajude a divulgar a lista brasileira de equipamentos e serviços compatíveis com Linux
...e concorra a MP4 e MP3 players, mochilas Targus, períodos de VoIP grátis e até a ventiladores USB - além de contribuir automaticamente para doações para a Wikipedia e o Wordpress! O BR-Linux coletou mais de 12.000 registros de compatibilidade de equipamentos e serviços (webcams, scanners, notebooks, ...) na sua Pesquisa Nacional de Compatibilidade 2007, e agora convida a comunidade a ajudar a divulgar o resultado. Veja as regras da promoção no BR-Linux e ajude a divulgar - quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux à Wikipedia e ao Wordpress.
O que eu gosto nas promoções do BR-Linux é que todos ganham: a comunidade (pela divulgação), os leitores (com os sorteios), o próprio BR-Linux (com os links) e até projetos opensource (neste caso, Wikipedia e Wordpress). É uma coisa que vale a pena divulgar
.
...e concorra a MP4 e MP3 players, mochilas Targus, períodos de VoIP grátis e até a ventiladores USB - além de contribuir automaticamente para doações para a Wikipedia e o Wordpress! O BR-Linux coletou mais de 12.000 registros de compatibilidade de equipamentos e serviços (webcams, scanners, notebooks, ...) na sua Pesquisa Nacional de Compatibilidade 2007, e agora convida a comunidade a ajudar a divulgar o resultado. Veja as regras da promoção no BR-Linux e ajude a divulgar - quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux à Wikipedia e ao Wordpress.
O que eu gosto nas promoções do BR-Linux é que todos ganham: a comunidade (pela divulgação), os leitores (com os sorteios), o próprio BR-Linux (com os links) e até projetos opensource (neste caso, Wikipedia e Wordpress). É uma coisa que vale a pena divulgar
Intel quer diminuir o consumo de energia no Linux
Postado em 21 de setembro de 2007 as 19:58:51, por Renan Rangel
A Intel lançou ontem o site LessWatts.org, com o intuito de fornecer ferramentas para melhorar a eficiência no consumo de energia no Linux.
Como foi anunciado, o projeto LessWatts é composto por vários componentes, incluindo melhoras no código do kernel, as ferramentas PowerTOP, Battery Life Toolkit, além de outras disponíveis na página de downloads do projeto. A Intel também dará suporte aos recursos de economia de energia que está usando nos seus produtos.
Muita gente não aproveita esses recursos, quando o processador suporta. Nos processadores da Intel com suporte a SpeedStep e os da AMD com suporte a Cool'n'Quiet ou PowerNow!, é possível diminuir e aumentar o clock do processador de forma dinâmica, de acordo com o uso do sistema.
Um recurso extremamente útil para quem utiliza dispositivos que dependem de bateria, ou quem somente quer diminuir o consumo de energia.
Como foi anunciado, o projeto LessWatts é composto por vários componentes, incluindo melhoras no código do kernel, as ferramentas PowerTOP, Battery Life Toolkit, além de outras disponíveis na página de downloads do projeto. A Intel também dará suporte aos recursos de economia de energia que está usando nos seus produtos.
Muita gente não aproveita esses recursos, quando o processador suporta. Nos processadores da Intel com suporte a SpeedStep e os da AMD com suporte a Cool'n'Quiet ou PowerNow!, é possível diminuir e aumentar o clock do processador de forma dinâmica, de acordo com o uso do sistema.
Um recurso extremamente útil para quem utiliza dispositivos que dependem de bateria, ou quem somente quer diminuir o consumo de energia.
BB quer cada vez mais usar Linux
Postado em 17 de setembro de 2007 as 20:51:27, por Renan Rangel
Essa notícia saiu a alguns dias atrás e quase passei batido. O Banco do Brasil, depois de migrar parte de sua estrutura para software livre (migrar as máquinas para OpenOfficee e os servidores para Linux), agora querem ir além.
Dessa vez, o plano é colocar Linux nos terminais de auto-atendimento, do mesmo jeito que o Banrisul fez. Serão "apenas" 15 mil terminais de auto-atendimento espalhados pelo país que irão utilizar o sistema do pingüim.
A migração começaria no fim do ano, e não se sabe o tempo que irá durar. É bom ver uma grande instituição apostando em software livre, principalmente quando se trata de um banco. Aos poucos o Banco do Brasil vai trocando seus software e economizando com isso.
Que bom que as empresas estão percebendo as vantagens do software livre, pelo menos no campo em que mais se destaca
.
Dessa vez, o plano é colocar Linux nos terminais de auto-atendimento, do mesmo jeito que o Banrisul fez. Serão "apenas" 15 mil terminais de auto-atendimento espalhados pelo país que irão utilizar o sistema do pingüim.
A migração começaria no fim do ano, e não se sabe o tempo que irá durar. É bom ver uma grande instituição apostando em software livre, principalmente quando se trata de um banco. Aos poucos o Banco do Brasil vai trocando seus software e economizando com isso.
Que bom que as empresas estão percebendo as vantagens do software livre, pelo menos no campo em que mais se destaca
VMWare abre código do VMware Tools
Postado em 13 de setembro de 2007 as 13:50:48, por Renan Rangel
A empresa VMWare, anunciou que liberou o código de uma boa parte do VMWare Tools usando a licença GPLv2.
O objetivo é para ser usado no projeto Open Virtual Machine Tools, que é uma implementação livre o VMWare Tools para Linux, Solaris e FreeBSD.
Mais informações no site do projeto.
O VMWare é uma das melhores ferramentas para virtualização que existem no mercado. É bom que eles estejam liberando partes de seu software sobre licença livre. Talvez isso possa ser uma porta para que lançarem outras partes do seu código em uma licença livre (o VMWare Player seria interessante).
Uma opção livre ao VMWare é o QEMU que uso as vezes. Uma das vantagens dele é poder emular outras arquiteturas (arm, alpha, amd64, mips, sparc). Usando o KQEMU é possível acelerar a emulação, passando algumas instruções, ao invés de emulá-las.
Uma coisa é certa: o mercado de virtualização está crescendo rapidamente e as tecnologias disponíveis também.
O objetivo é para ser usado no projeto Open Virtual Machine Tools, que é uma implementação livre o VMWare Tools para Linux, Solaris e FreeBSD.
Mais informações no site do projeto.
O VMWare é uma das melhores ferramentas para virtualização que existem no mercado. É bom que eles estejam liberando partes de seu software sobre licença livre. Talvez isso possa ser uma porta para que lançarem outras partes do seu código em uma licença livre (o VMWare Player seria interessante).
Uma opção livre ao VMWare é o QEMU que uso as vezes. Uma das vantagens dele é poder emular outras arquiteturas (arm, alpha, amd64, mips, sparc). Usando o KQEMU é possível acelerar a emulação, passando algumas instruções, ao invés de emulá-las.
Uma coisa é certa: o mercado de virtualização está crescendo rapidamente e as tecnologias disponíveis também.
Migrando para o lighttpd
Postado em 11 de setembro de 2007 as 23:56:16, por Renan Rangel
Hoje resolvi testar o lighttpd (pronuncia-se lighty), por falarem do seu baixo consumo de memória e velocidade para entregar arquivos estáticos. Acabou que já migrei do Apache pra ele no servidor desse blog :P
O principal motivo foi velocidade. Embora ele tenha uns recursos legais (dá pra usar regex em grande parte das configurações), ele não é tão flexível quanto o Apache e não tem todos os recursos também.
A sintaxe do arquivo de configuração dele também é mais complicada. Acho que o pessoal do Apache pensou um pouco mais nesse design, pois os nomes das diretivas são facilmente assimiladas e elas são declaradas praticamente todas da mesma forma.
Bom, ao servir conteúdo estático, ele realmente é mais rápido. Porém, notei que ele não diferencia do Apache quando está servindo conteúdo do FastCGI.
Acho que ele é ideal quando seu propósito é servir uma só aplicação. Embora seja possível usar ele para prover uma hospedagem compartilhada, acho que ele não é a melhor opção, o Apache é mais adequado.
Como eu estou usando só essa aplicação por enquanto, vou usar o lighttpd (e espero que o blog continue funcionando normalmente, hehehe) :P
O principal motivo foi velocidade. Embora ele tenha uns recursos legais (dá pra usar regex em grande parte das configurações), ele não é tão flexível quanto o Apache e não tem todos os recursos também.
A sintaxe do arquivo de configuração dele também é mais complicada. Acho que o pessoal do Apache pensou um pouco mais nesse design, pois os nomes das diretivas são facilmente assimiladas e elas são declaradas praticamente todas da mesma forma.
Bom, ao servir conteúdo estático, ele realmente é mais rápido. Porém, notei que ele não diferencia do Apache quando está servindo conteúdo do FastCGI.
Acho que ele é ideal quando seu propósito é servir uma só aplicação. Embora seja possível usar ele para prover uma hospedagem compartilhada, acho que ele não é a melhor opção, o Apache é mais adequado.
Como eu estou usando só essa aplicação por enquanto, vou usar o lighttpd (e espero que o blog continue funcionando normalmente, hehehe) :P
Usando alias (apelidos) no Linux
Postado em 3 de setembro de 2007 as 21:20:13, por Renan Rangel
Resolvi fazer esse post depois de descobrir por que em algumas distribuições o ls era colorido e em outras não...
Nas que ele é, existe um alias que adiciona o parâmetro --color=auto ao comando. Sendo assim se você estiver usando uma distribuição que não venha com o alias configurado, você pode colocar no arquivo .bashrc (ou no .bash_profile) a seguinte linha:
alias ls='ls --color=auto'
Porém ele tem utilidades interessantes. Pode ser usado para criar um "apelido" para qualquer comando. É interessante fazer atalhos para os utilitários que mais se usa e que sempre se passa um determinado parâmetro. Por exemplo, eu uso:
alias grep='grep --color=auto'
alias df='df -h'
alias du='du -h'
alias free='free -m'
Esses são praticamente comandos que eu sempre uso com esses mesmos parâmetros, então é interessante abreviá-los. Garanto que todo mundo usa comandos que poderiam ser abreviados :D
Nas que ele é, existe um alias que adiciona o parâmetro --color=auto ao comando. Sendo assim se você estiver usando uma distribuição que não venha com o alias configurado, você pode colocar no arquivo .bashrc (ou no .bash_profile) a seguinte linha:
alias ls='ls --color=auto'
Porém ele tem utilidades interessantes. Pode ser usado para criar um "apelido" para qualquer comando. É interessante fazer atalhos para os utilitários que mais se usa e que sempre se passa um determinado parâmetro. Por exemplo, eu uso:
alias grep='grep --color=auto'
alias df='df -h'
alias du='du -h'
alias free='free -m'
Esses são praticamente comandos que eu sempre uso com esses mesmos parâmetros, então é interessante abreviá-los. Garanto que todo mundo usa comandos que poderiam ser abreviados :D
Novo Ubuntu: Hardy Heron
Postado em 29 de agosto de 2007 as 23:57:03, por Renan Rangel
A próxima versão do Ubuntu irá se chamar Hardy Heron.
Essa será a versão a 8.04 e será LTS (com suporte a longo prazo). Não entendo porque o ubuntu não lança versões finais com um número inteiro. Isso é um mistério pra mim.
Se fosse versão de correção, tudo bem. Mas se eles estão planejando lançar a 7.10, porque então já não lançar a versão 8? Não entendo...
Fora isso, o mantenedor do Xorg no Ubuntu, Bryce Harrington, apresentou o BulletProof-X, que deve ser parte do Ubuntu 7.10. Com ele, os usuários nunca mais precisarão configurar manualmente as configurações do X, caso algum problema aconteça.
O Ubuntu anda, mas precisa tapar alguns furos que deixa pelo caminho. Principalmente diminuir o número de bugs por release, que ainda é alto...
Essa será a versão a 8.04 e será LTS (com suporte a longo prazo). Não entendo porque o ubuntu não lança versões finais com um número inteiro. Isso é um mistério pra mim.
Se fosse versão de correção, tudo bem. Mas se eles estão planejando lançar a 7.10, porque então já não lançar a versão 8? Não entendo...
Fora isso, o mantenedor do Xorg no Ubuntu, Bryce Harrington, apresentou o BulletProof-X, que deve ser parte do Ubuntu 7.10. Com ele, os usuários nunca mais precisarão configurar manualmente as configurações do X, caso algum problema aconteça.
O Ubuntu anda, mas precisa tapar alguns furos que deixa pelo caminho. Principalmente diminuir o número de bugs por release, que ainda é alto...
Get The Facts é passado
Postado em 25 de agosto de 2007 as 23:53:33, por Renan Rangel
A Microsoft resolveu tirar do ar o site da campanha "Get the Facts", basicamente um site que visava denegrir a imagem dos sistemas Linux.
A campanha fazia de todo o possível (e talvez o impossível) para indicar que o Windows era mais vantajoso em praticamente todos os campos. Pesquisas e mais pesquisas (muitas vezes duvidosas) tentavam provar suas qualidades "superiores".
O Windows tem suas vantagens em determinados campos, mas não adianta fazer um site e dizer que ele é o melhor e mais barato em todos os aspectos. Não adianta... Pra alguns Windows é vantagens, para outros não (meu caso), depende da aplicação.
Então a Microsoft tirou do ar o site e colocou um redirecionamento para outra página, que compara o Windows com o Linux, UNIX e Mainframes. Claro, você pode encontrar aquelas mesmas insinuações de antes, mas agora de uma maneira diferente...
A campanha fazia de todo o possível (e talvez o impossível) para indicar que o Windows era mais vantajoso em praticamente todos os campos. Pesquisas e mais pesquisas (muitas vezes duvidosas) tentavam provar suas qualidades "superiores".
O Windows tem suas vantagens em determinados campos, mas não adianta fazer um site e dizer que ele é o melhor e mais barato em todos os aspectos. Não adianta... Pra alguns Windows é vantagens, para outros não (meu caso), depende da aplicação.
Então a Microsoft tirou do ar o site e colocou um redirecionamento para outra página, que compara o Windows com o Linux, UNIX e Mainframes. Claro, você pode encontrar aquelas mesmas insinuações de antes, mas agora de uma maneira diferente...
Já falei que odeio o qmail?
Postado em 15 de agosto de 2007 as 23:01:16, por Renan Rangel
O qmail é um MTA (ou servidor de e-mail) bem conhecido e inclusive bastante usado, mas isso é uma das coisas que não consigo entender...
A última versão oficial do qmail é de 1998 (isso mesmo, ano que vem completa 10!). Uma das principais coisa que falam sobre o qmail é sobre a sua segurança (por causa que o autor ofereceu 500 dólares para o primeiro que achasse um furo de segurança).
Porém o software tem vários problemas (além de ser antigoooo...). O primeiro é que, devido a sua "idade", ele não tem vários recursos que são vitais atualmente. Basicamente, a maioria dos recursos necessitam que você baixe um patch, aplique no código fonte e recompile o qmail.
O qmail não suporta SSL, não suporta banco de dados, não tem suporte a RBLs, entre outras coisas. Ah, e se você instalar o patch para dar suporte a RBL checks, não esqueça de adicionar o que tem suporte a whitelist, senão vai ter problemas também...
Sinceramente, não gosto do qmail. Pode ser que ele tenha sido uma boa solução, mas isso a um tempo atrás. Ter que confiar na solução de patchs não-oficiais é complicado (as vezes, perigoso), sem contar o trabalho que dá.
Ah, e o melhor de tudo é que a licença dele é meio restritiva, ou seja, você terá que pegar o código-fonte e compilar (pacote qmail-src no debian).
Meu favorito por enquanto é o postfix.
A última versão oficial do qmail é de 1998 (isso mesmo, ano que vem completa 10!). Uma das principais coisa que falam sobre o qmail é sobre a sua segurança (por causa que o autor ofereceu 500 dólares para o primeiro que achasse um furo de segurança).
Porém o software tem vários problemas (além de ser antigoooo...). O primeiro é que, devido a sua "idade", ele não tem vários recursos que são vitais atualmente. Basicamente, a maioria dos recursos necessitam que você baixe um patch, aplique no código fonte e recompile o qmail.
O qmail não suporta SSL, não suporta banco de dados, não tem suporte a RBLs, entre outras coisas. Ah, e se você instalar o patch para dar suporte a RBL checks, não esqueça de adicionar o que tem suporte a whitelist, senão vai ter problemas também...
Sinceramente, não gosto do qmail. Pode ser que ele tenha sido uma boa solução, mas isso a um tempo atrás. Ter que confiar na solução de patchs não-oficiais é complicado (as vezes, perigoso), sem contar o trabalho que dá.
Ah, e o melhor de tudo é que a licença dele é meio restritiva, ou seja, você terá que pegar o código-fonte e compilar (pacote qmail-src no debian).
Meu favorito por enquanto é o postfix.
Gostava de Lemmings?
Postado em 12 de agosto de 2007 as 23:52:34, por Renan Rangel
Eu era um dos fãs de Lemmings, desde que o conheci no SNES (a primeira versão do jogo foi para Commodore Amiga). Descobri na Wikipedia, que esse é um dos jogos com mais ports na história dos video-games, junto com o Pac-Man (que nunca gostei) e o Tetris (muito massa).
Pois então, fiquei sabendo do jogo Pingus, que é software livre e no estilo de Lemmings. Adorei na hora. Acho muito legal esses jogos no estilo puzzle. Meu estilo preferido, que é Adventure, é baseado em puzzles diferenciados, junto com histórias impecáveis, o que produz (na minha opinião), um ótimo game.
O Pingus, está disponível para Linux somente. Antes existia binários para Windows, mas para a versão 0.5 não há. Se você quiser pegar da versão anterior, baixe na página de download, só que eu não testei (não diga depois que é ruim ou bugado, os próprios desenvolvedores dizem pra não usar).
Mas se você roda Linux, instale no seu PC:
gentoo: emerge pingus
ubuntu/debian: apt-get install pingus
Pois então, fiquei sabendo do jogo Pingus, que é software livre e no estilo de Lemmings. Adorei na hora. Acho muito legal esses jogos no estilo puzzle. Meu estilo preferido, que é Adventure, é baseado em puzzles diferenciados, junto com histórias impecáveis, o que produz (na minha opinião), um ótimo game.
O Pingus, está disponível para Linux somente. Antes existia binários para Windows, mas para a versão 0.5 não há. Se você quiser pegar da versão anterior, baixe na página de download, só que eu não testei (não diga depois que é ruim ou bugado, os próprios desenvolvedores dizem pra não usar).
Mas se você roda Linux, instale no seu PC:
gentoo: emerge pingus
ubuntu/debian: apt-get install pingus
Uma distribuição personalizada
Postado em 8 de agosto de 2007 as 23:54:40, por Renan Rangel
A algum tempo eu venho pensando em compilar uma distribuição para uso próprio, para não precisa gastar um bom tempo a cada vez que eu quiser reinstalar algo no micro.
O PC que uso para testes freqüentemente recebe instalações de diferentes distribuições e isso acaba gerando problemas quando quero voltar a usar outra (especialmente porque ele roda gentoo, na maior parte do tempo).
Estou pensando em compilar uma e deixar pronta, para que eu possa usá-la no meu e talvez outros PCs. Também é interessante para mostrar para os amigos, já que pretendo deixar tudo configurado (pra que fazer várias configurações novamente?).
Nisso, fiquei pensando: Gnome ou KDE. Realmente gosto dos dois, fica complicado escolher entre um ou outro. Parei para pensar um pouco sobre cada um e acabei escolhendo o Gnome (os motivos pode virar um post). Mas talvez minha opinião mude com o lançamento do KDE4 (que estou esperando para testar).
Bom, sei que vou ter bastante trabalho, mas trabalho bem feito uma vez vale por várias. Quem usa gentoo sabe disso :P
O PC que uso para testes freqüentemente recebe instalações de diferentes distribuições e isso acaba gerando problemas quando quero voltar a usar outra (especialmente porque ele roda gentoo, na maior parte do tempo).
Estou pensando em compilar uma e deixar pronta, para que eu possa usá-la no meu e talvez outros PCs. Também é interessante para mostrar para os amigos, já que pretendo deixar tudo configurado (pra que fazer várias configurações novamente?).
Nisso, fiquei pensando: Gnome ou KDE. Realmente gosto dos dois, fica complicado escolher entre um ou outro. Parei para pensar um pouco sobre cada um e acabei escolhendo o Gnome (os motivos pode virar um post). Mas talvez minha opinião mude com o lançamento do KDE4 (que estou esperando para testar).
Bom, sei que vou ter bastante trabalho, mas trabalho bem feito uma vez vale por várias. Quem usa gentoo sabe disso :P
Achei outro brinquedo
Postado em 6 de agosto de 2007 as 23:47:03, por Renan Rangel
Procurando na internet, achei um jogo bem interessante para instalar no Linux: Frets on Fire.
Você já ouviu falar em Guitar Hero? É no mesmo estilo, só que para PC. Você usa o teclado para tocar.

O objetivo é tentar chegar o mais próximo possível de uma guitarra de verdade, utilizando o teclado da forma acima. Mas se você a jogar demais, vai começar a doer os dedos e o pulso, então é bom maneirar.
O jogo em si, vem com somente 3 músicas, mas você pode baixar outras no site Keyboards on Fire, onde vários artistas criam suas músicas e adaptam ao jogo.

Quem se interessar, o jogo tem para baixar no site do projeto, para Linux, Windows e OS X.
Você já ouviu falar em Guitar Hero? É no mesmo estilo, só que para PC. Você usa o teclado para tocar.

O objetivo é tentar chegar o mais próximo possível de uma guitarra de verdade, utilizando o teclado da forma acima. Mas se você a jogar demais, vai começar a doer os dedos e o pulso, então é bom maneirar.
O jogo em si, vem com somente 3 músicas, mas você pode baixar outras no site Keyboards on Fire, onde vários artistas criam suas músicas e adaptam ao jogo.

Quem se interessar, o jogo tem para baixar no site do projeto, para Linux, Windows e OS X.
MEPIS volta a usar Debian
Postado em 30 de julho de 2007 as 23:45:50, por Renan Rangel
O SimplyMEPIS é uma distribuição bem conhecida (mais no exterior), que fez uma transição de distribuição base do Debian para o Ubuntu. Porém, parece que irão voltar a usar o Debian.
O principal motivo, segundo Warren Woodford (fundador do MEPIS) é que o Ubuntu Dapper Drake não está sendo atualizado da maneira que seus usuários esperavam. Ele foi atualizado com correções de segurança, mas não com novas versões de softwares.
Outro motivo, segundo ele, é que o Ubuntu é praticamente compilado do zero, já que ele usa os pacotes dos repositórios experimentais do Debian. Por isso, não é possível utilizar a atual versão (7.04 - Feisty Fawn), já que ela provavelmente herda menos código estável do que o Debian.
Então eles decidiram que vão usar o Debian 4.0 (Etch) para a nova versão do MEPIS, além de um kernel personalizado.
Uma das coisas interessantes que ele comentou foi que apesar de o código do Ubuntu ser compatível com o do Debian, os pacotes binários não são mais tão compatíveis como eram antigamente.
Mais informações no DesktopLinux.com
O principal motivo, segundo Warren Woodford (fundador do MEPIS) é que o Ubuntu Dapper Drake não está sendo atualizado da maneira que seus usuários esperavam. Ele foi atualizado com correções de segurança, mas não com novas versões de softwares.
Outro motivo, segundo ele, é que o Ubuntu é praticamente compilado do zero, já que ele usa os pacotes dos repositórios experimentais do Debian. Por isso, não é possível utilizar a atual versão (7.04 - Feisty Fawn), já que ela provavelmente herda menos código estável do que o Debian.
Então eles decidiram que vão usar o Debian 4.0 (Etch) para a nova versão do MEPIS, além de um kernel personalizado.
Uma das coisas interessantes que ele comentou foi que apesar de o código do Ubuntu ser compatível com o do Debian, os pacotes binários não são mais tão compatíveis como eram antigamente.
Mais informações no DesktopLinux.com
NASA quer criar maior supercomputador do mundo
Postado em 26 de julho de 2007 as 15:27:00, por Renan Rangel
A alguns dias, a NASA anunciou ter escolhido a SGI para cuidar das instalações do seu novo supercomputador.
Serão só 1.024 processaores dual-core (então são 2.048 núcleos de processamento no total o.O) e 4 TB de memória (uns 4000 GB). Isso vai torná-lo a o maior sistem rodando Linux no mundo (sim, vai ser Linux). Os processadores dual-core escolhidos foram os Dual-Core Intel Itanium 2.
Só imagino o que eles devem fazer com isso. Imagine a capacidade de uma belezinha dessas. Eu não teria nem o que fazer com isso. Nem *idéia*. Mas a NASA é a NASA. Isso pra eles deve ser o básico...
Serão só 1.024 processaores dual-core (então são 2.048 núcleos de processamento no total o.O) e 4 TB de memória (uns 4000 GB). Isso vai torná-lo a o maior sistem rodando Linux no mundo (sim, vai ser Linux). Os processadores dual-core escolhidos foram os Dual-Core Intel Itanium 2.
Só imagino o que eles devem fazer com isso. Imagine a capacidade de uma belezinha dessas. Eu não teria nem o que fazer com isso. Nem *idéia*. Mas a NASA é a NASA. Isso pra eles deve ser o básico...
Porque ler a documentação?
Postado em 23 de julho de 2007 as 20:13:34, por Renan Rangel

Tradução:
* Alô, 911? Eu estava tentando fazer uma torrada e um braço saiu da torradeira e me apunhalou na cara!
* Você leu a página de manual da torradeira antes?
* Bem, não, mas tudo o que eu queria era uma...
* Click
A situação acima é muito comum (não a da torradeira ter apunhalado o cara!), onde as pessoas só costumam pedir ajuda quando as coisas dão errado. Porque a gente não lê o manual, antes? Na maioria das vezes, só lemos quando acontece algum problema.
Assim é no mundo da informática. Muitos softwares vem com manual, mas raramente o usuário pensa em ler. Imagina, que trabalheira. Mais fácil perguntar para os outros.
Uma das vantagens do Linux e os aplicativos do mundo open-source, é a documentação. Praticamente todos os softwares tem uma man page (página de manual), que explica seu funcionamento.
Uma coisa que aparentemente menos pessoas sabem, é que na pasta /usr/share/doc/, podemos achar mais documentação, exemplos, READMEs e todo outro tipo de informação que as vezes não está na man page.
Vejo muita gente perguntando coisa em fóruns e listas de discussão que podiam ser respondidas procurando ali. Claro, um conhecimento de inglês geralmente é preciso, mas tem gente que não procura de preguiça, outros porque não sabem.
Fica a dica pra quem não sabia ;)
Compiz Fusion
Postado em 15 de julho de 2007 as 11:51:09, por Renan Rangel
Para quem não sabia, o projeto Compiz e o Beryl, se juntaram no Compiz Fusion e suportam o site opencompositing.org (já faz um tempinho).
Mas vi esse vídeo que o Vinícius postou, e tive que postar também. É incrível ver o que os desenvolvedores estão fazendo, coisa realmente de primeira.
No vídeo acima, são mostrados os últimos recursos do Compiz Fusion. Vai dizer que o desenvolvimento contínuo não é melhor do que outros softwares, que lançam "novidades" (isso é questionável, porque geralmente são coisas já bem conhecidas, as vezes, ultrapassadas) uma vez em anos e o troço fica estagnado depois disso.
Coisas que são novas para mim, é a possibilidade de selecionar várias janelas ao mesmo tempo, o efeito de reflexo do cubo, o efeito de fogo, e o que achei mais legal, a possibilidade de agrupar várias janelas em uma só. Isso deve ser bem legal, quando se trabalha com várias janelas semelhantes. Eu provavelmente vou usar isso para agrupar vários Scribes!
Nada como a evolução :D
Mas vi esse vídeo que o Vinícius postou, e tive que postar também. É incrível ver o que os desenvolvedores estão fazendo, coisa realmente de primeira.
No vídeo acima, são mostrados os últimos recursos do Compiz Fusion. Vai dizer que o desenvolvimento contínuo não é melhor do que outros softwares, que lançam "novidades" (isso é questionável, porque geralmente são coisas já bem conhecidas, as vezes, ultrapassadas) uma vez em anos e o troço fica estagnado depois disso.
Coisas que são novas para mim, é a possibilidade de selecionar várias janelas ao mesmo tempo, o efeito de reflexo do cubo, o efeito de fogo, e o que achei mais legal, a possibilidade de agrupar várias janelas em uma só. Isso deve ser bem legal, quando se trabalha com várias janelas semelhantes. Eu provavelmente vou usar isso para agrupar vários Scribes!
Nada como a evolução :D
KDE 4 alpha 2
Postado em 12 de julho de 2007 as 12:36:37, por Renan Rangel
Parece que o desenvolvimento do KDE 4 está indo bem, a versão Alpha 2 já está por ai para quem quiser testar.
Vendo um artigo encontrado no OSNews, parece que o pessoal do KDE está fazendo um bom trabalho.
O que está recebendo mais ênfase agora é o Plasma, e os "Plasmoids", que são applets para o KDE, que podemmostram mostrar desde a hora, até informações sobre o hardware.
O kcontrol foi substituído pelo "System Settings" (ou Configurações do Sistema), que é semelhante ao que se tem nas últimas versões do Kubuntu.
Eu estou baixando o live CD para poder testá-lo, e quem sabe, fazer um review mais completo sobre ele. Pra quem quiser fazer o download, pode visitar essa página.
A versão final deve sair em Outubro (o queé não é muito longe), por isso o pessoal deve estar acelerando o desenvolvimento. Boa sorte ao time de desenvolvimento do KDE 4!
Vendo um artigo encontrado no OSNews, parece que o pessoal do KDE está fazendo um bom trabalho.
O que está recebendo mais ênfase agora é o Plasma, e os "Plasmoids", que são applets para o KDE, que podem
O kcontrol foi substituído pelo "System Settings" (ou Configurações do Sistema), que é semelhante ao que se tem nas últimas versões do Kubuntu.
Eu estou baixando o live CD para poder testá-lo, e quem sabe, fazer um review mais completo sobre ele. Pra quem quiser fazer o download, pode visitar essa página.
A versão final deve sair em Outubro (o que
Slackware 12 lançado!
Postado em 4 de julho de 2007 as 12:10:00, por Renan Rangel
A versão final do Slackware 12 já está disponível para download. Ela é a primeira a vir com um kernel da 2.6(.21.5) e conta com alguns pacotes como Apache 2.2.4, gcc 4.1.2, Pidgin 2.0.1, a versão 2 do Firefox e Thunderbird, entre outros.
Get Slack!
Get Slack!
TIM Web Móvel
Postado em 29 de junho de 2007 as 23:25:26, por Renan Rangel
A Bia Kunze escreveu sobre o TIM Web Móvel, um modem USB que permite mobilidade na conexão.

Pelo que ela disse, o produto parece ter sido muito bem desenvolvido, além de ter drivers para Windows, Mac e Linux.
Como ela disse, é raro ver alguém tendo esse cuidado com o consumidor, geralmente as empresas não se importam com quem usa "outro SO".
Acho que esse é mais um dos motivos pelo qual vou continuar com a TIM. Não que eu ache que é a melhor, mas é a que tem mais vantagens em relação às outras operadoras (pelo menos onde moro).
Fica ai um exemplo para outras empresas aderirem.

Pelo que ela disse, o produto parece ter sido muito bem desenvolvido, além de ter drivers para Windows, Mac e Linux.
Como ela disse, é raro ver alguém tendo esse cuidado com o consumidor, geralmente as empresas não se importam com quem usa "outro SO".
Acho que esse é mais um dos motivos pelo qual vou continuar com a TIM. Não que eu ache que é a melhor, mas é a que tem mais vantagens em relação às outras operadoras (pelo menos onde moro).
Fica ai um exemplo para outras empresas aderirem.
Slackware 12 RC1
Postado em 17 de junho de 2007 as 16:58:32, por Renan Rangel
Foi anunciado o Release Candidate (RC1) do Slackware 12.0, se quiser pode dar uma olhada no changelog.
Essa será a primeira versão a vir com um kernel 2.6.x (2.6.21.5 no RC1), também terá Apache 2.2.4 (antes vinha o 1.3), Pidgin 2.0.1, a versão 2 do Firefox e Thunderbird, entre outros.
No mais, foram algumas atualizações de software e correções de bugs, o que muda mesmo, é a transição de um kernel 2.4 para um 2.6.
Se quiser baixar, pode procurar em um dos mirrors, porém por enquanto não há ISOs oficiais (pelo que vi), ou seja, você vai ter que baixar e criar.
Essa será a primeira versão a vir com um kernel 2.6.x (2.6.21.5 no RC1), também terá Apache 2.2.4 (antes vinha o 1.3), Pidgin 2.0.1, a versão 2 do Firefox e Thunderbird, entre outros.
No mais, foram algumas atualizações de software e correções de bugs, o que muda mesmo, é a transição de um kernel 2.4 para um 2.6.
Se quiser baixar, pode procurar em um dos mirrors, porém por enquanto não há ISOs oficiais (pelo que vi), ou seja, você vai ter que baixar e criar.
Wormux - jogo livre estilo Worms
Postado em 14 de junho de 2007 as 22:02:01, por Renan Rangel
O Wormux é um jogo multi-plataforma (sobre a licença GPL), que foi criado para ser uma implementação semelhante ao jogo Worms (aquele jogo antigo e legal, mas só para Windows).
Use bazucas, granadas, metralhadoras, rifles, doninhas, supertux, gnu's, entre várias outras. São cenários 2D, bem ao estilo do clássico Worms e a jogabilidade é bem parecida.

Uma das coisas que muda, é que as personagens não são minhocas. São os mascotes de vários software livre e open-source, por isso você irá encontrar o Tux (Linux), GNU, Beastie (FreeBSD), Firefox, Thunderbird, entre outros!
Se você quiser instalar o Wormux, ele está disponível para Linux, Windows, Mac e FreeBSD.
Você pode achar ele para instalar nos repositórios do Debian e Ubuntu:
apt-get install wormux
E no do Gentoo:
emerge wormux
Para outras distribuições também deve ter nos repositórios, mas essas foram as que testei.
Para instalar no Windows, acesse a página do projeto.
As versões estáveis atuais ainda não dão suporte para jogar em rede, mas a partir da 0.8, já funciona (está em beta). Por enquanto, a única opção é compilar do código-fonte (provavelmente devem lançar uma versão estável logo).
Aos poucos o Linux vai avançando no desktop e jogos livres bons vão aparecendo. Não vou dizer que ele é que nem o Worms (nem deveria), mas vale lembrar que ele ainda está em desenvolvimento. Porém, já não é tão difícil ver jogos comerciais sendo lançados com versão nativa para Linux.
Use bazucas, granadas, metralhadoras, rifles, doninhas, supertux, gnu's, entre várias outras. São cenários 2D, bem ao estilo do clássico Worms e a jogabilidade é bem parecida.

Uma das coisas que muda, é que as personagens não são minhocas. São os mascotes de vários software livre e open-source, por isso você irá encontrar o Tux (Linux), GNU, Beastie (FreeBSD), Firefox, Thunderbird, entre outros!
Se você quiser instalar o Wormux, ele está disponível para Linux, Windows, Mac e FreeBSD.
Você pode achar ele para instalar nos repositórios do Debian e Ubuntu:
apt-get install wormux
E no do Gentoo:
emerge wormux
Para outras distribuições também deve ter nos repositórios, mas essas foram as que testei.
Para instalar no Windows, acesse a página do projeto.
As versões estáveis atuais ainda não dão suporte para jogar em rede, mas a partir da 0.8, já funciona (está em beta). Por enquanto, a única opção é compilar do código-fonte (provavelmente devem lançar uma versão estável logo).
Aos poucos o Linux vai avançando no desktop e jogos livres bons vão aparecendo. Não vou dizer que ele é que nem o Worms (nem deveria), mas vale lembrar que ele ainda está em desenvolvimento. Porém, já não é tão difícil ver jogos comerciais sendo lançados com versão nativa para Linux.
Vírus de Windows no Linux
Postado em 9 de junho de 2007 as 19:34:29, por Renan Rangel
A algum tempo que já vejo muita gente falando que os vírus de Windows "funciona" no Linux, se você "emular" eles pelo Wine.
Ai fico pensando, será que o pessoal não entende o que faz o Wine?
Só existem duas maneiras de um vírus sendo "emulado" no Wine afetar o seu sistema:
- Apagar (ou de alguma forma danificar) os arquivos que você mapeou como unidade. Isso se limita a home do usuário (você não roda o Wine como root, não é?).
- Afetar outros programas "emulados" pelo Wine.
Por exemplo: Se eu executei um vírus com o Wine (e ele está devidamente configurado), ele não vai afetar o Firefox do seu sistema, mas pode afetar o Internet Explorer que você também usa.
Ou seja, isso de que vírus de Windows pega no Linux é besteira. Se você não usa Wine, não tem problema nenhum e não vai se incomodar.
Ai fico pensando, será que o pessoal não entende o que faz o Wine?
Só existem duas maneiras de um vírus sendo "emulado" no Wine afetar o seu sistema:
- Apagar (ou de alguma forma danificar) os arquivos que você mapeou como unidade. Isso se limita a home do usuário (você não roda o Wine como root, não é?).
- Afetar outros programas "emulados" pelo Wine.
Por exemplo: Se eu executei um vírus com o Wine (e ele está devidamente configurado), ele não vai afetar o Firefox do seu sistema, mas pode afetar o Internet Explorer que você também usa.
Ou seja, isso de que vírus de Windows pega no Linux é besteira. Se você não usa Wine, não tem problema nenhum e não vai se incomodar.
NVIDIA vai continuar com drivers proprietários
Postado em 6 de junho de 2007 as 13:02:58, por Renan Rangel
Pelo menos nos próximos meses. foi o que disse o diretor de software Unix da NVIDIA.
Infelizmente, ainda não vai ser agora que eles vão liberar o código-fonte do driver proprietário. Claro, ele funciona bem (apesar de alguns bugs), mas seria melhor se fosse código aberto.
O driver "nv", é open-source, só que ele funciona só para gráficos 2d (acelerados), mas para quem quer utilizar gráficos 3d, tem que usar o driver proprietário.
Espero que com o aumento da demanda de usuários Linux pelos drivers (como ele mesmo disse que está aumentando), eles considerem abrir o código-fonte. O maior problema, é que os drivers do Windows sempre recebem atualizações antes, e os bugs do driver para Linux são corrigidos num ritmo mais lento. O mesmo vale para novos recursos.
A previsão do driver continuar proprietário, foi para os próximos meses. Talvez eles mudem de idéia ainda...
Infelizmente, ainda não vai ser agora que eles vão liberar o código-fonte do driver proprietário. Claro, ele funciona bem (apesar de alguns bugs), mas seria melhor se fosse código aberto.
O driver "nv", é open-source, só que ele funciona só para gráficos 2d (acelerados), mas para quem quer utilizar gráficos 3d, tem que usar o driver proprietário.
Espero que com o aumento da demanda de usuários Linux pelos drivers (como ele mesmo disse que está aumentando), eles considerem abrir o código-fonte. O maior problema, é que os drivers do Windows sempre recebem atualizações antes, e os bugs do driver para Linux são corrigidos num ritmo mais lento. O mesmo vale para novos recursos.
A previsão do driver continuar proprietário, foi para os próximos meses. Talvez eles mudem de idéia ainda...
Ironia do Destino?
Postado em 1 de junho de 2007 as 23:54:36, por Renan Rangel
Essa foi boa! O chefe da Microsoft na Ucrânia, foi fazer uma apresentação sobre Shared Source Initiative (Iniciativa de Código Compartilhado) e infelizmente, a máquina que tinha Windows apresentou problemas.
E ai? O que fazer? Talvez adiar a apresentação? Que nada... O cara resolveu utilizar uma distribuição Linux (ALT Linux Compact 2.3), com OpenOffice.org 1.1.2 e que já estava instalado no laptop do apresentador.

Ou seja, aquilo que tanto eles lutam contra, acabou salvando o dia :D
O que mais achei interessante, era o fato do cara ter Linux instalado na máquina dele. Será que eles não estão usando os próprios produtos?
E ai? O que fazer? Talvez adiar a apresentação? Que nada... O cara resolveu utilizar uma distribuição Linux (ALT Linux Compact 2.3), com OpenOffice.org 1.1.2 e que já estava instalado no laptop do apresentador.

Ou seja, aquilo que tanto eles lutam contra, acabou salvando o dia :D
O que mais achei interessante, era o fato do cara ter Linux instalado na máquina dele. Será que eles não estão usando os próprios produtos?
Está disponível o Fedora 7
Postado em 31 de maio de 2007 as 23:58:44, por Renan Rangel
Hoje, lançaram a nova versão do Fedora. Não sei o que aconteceu com o "Core" que era utilizado antes (ex: Fedora Core 6), mas acho que de agora em diante será só Fedora (eu gostava do core :)
Essa versão vem com GNOME 2.18 e KDE 3.5.6, suporta hotplug de dispositivos gráficos (graças ao X.org 1.3, pacotes com firwares para redes wireless, Python 2.5, um novo tema ("Flying High"), entre outras novidades.
A tela de login, eu achei muito massa:

Essa é uma das distribuições que quero testar logo. Usei muito pouco o Fedora, mas tive uma boa experiência e achei fácil de usar (acho que foi o FC 6).
Ah, essa é a primeira versão a incluir suporte para o Playstation 3, embora pouca gente aqui no Brasil já deva ter um :P
Para baixar o Fedora Core 7, acesse o site do projeto.
Essa versão vem com GNOME 2.18 e KDE 3.5.6, suporta hotplug de dispositivos gráficos (graças ao X.org 1.3, pacotes com firwares para redes wireless, Python 2.5, um novo tema ("Flying High"), entre outras novidades.
A tela de login, eu achei muito massa:

Essa é uma das distribuições que quero testar logo. Usei muito pouco o Fedora, mas tive uma boa experiência e achei fácil de usar (acho que foi o FC 6).
Ah, essa é a primeira versão a incluir suporte para o Playstation 3, embora pouca gente aqui no Brasil já deva ter um :P
Para baixar o Fedora Core 7, acesse o site do projeto.
Instalação do Ubuntu no Windows
Postado em 28 de maio de 2007 as 18:57:46, por Renan Rangel
Sei que já não é novidade para alguns, mas eu achei interessante o a idéia do projeto Wubi. Tinha lido sobre ele, mas não tinha me preocupado sobre ver como ele funcionava, até me perguntarem recentemente.
Eu achava que ele instala uma máquina virtual para rodar o Ubuntu. Mas lendo o FAQ no site, parece que a única diferença de uma instalação comum, é que em vez do Ubuntu ficar numa partição separada, ele fica numa arquivo. Pensando bem, acho não é algo muito complicado, basta carregar o kernel (não sei como é feito, mas deve ser algo tipo o loadlin para DOS). Depois, acho que deve ser personalizado o initrd, para que ele possa montar o sistema de arquivos do Windows e depois montar um dispositivo de loop com a imagem do Ubuntu.
Ainda assim, o desempenho não vai ser o mesmo. Imagine ter que escrever num sistema de arquivos que está em outro. Para cada gravação, são dois flushs. Agora em questão de velocidade, (acredito que) não deve mudar muito.
Ainda assim, é interessante para os usuários que querem testar ele e não querem passar pelo risco do particionamento.
Para baixar, entre no site do Wubi e clique em download.
Eu achava que ele instala uma máquina virtual para rodar o Ubuntu. Mas lendo o FAQ no site, parece que a única diferença de uma instalação comum, é que em vez do Ubuntu ficar numa partição separada, ele fica numa arquivo. Pensando bem, acho não é algo muito complicado, basta carregar o kernel (não sei como é feito, mas deve ser algo tipo o loadlin para DOS). Depois, acho que deve ser personalizado o initrd, para que ele possa montar o sistema de arquivos do Windows e depois montar um dispositivo de loop com a imagem do Ubuntu.
Ainda assim, o desempenho não vai ser o mesmo. Imagine ter que escrever num sistema de arquivos que está em outro. Para cada gravação, são dois flushs. Agora em questão de velocidade, (acredito que) não deve mudar muito.
Ainda assim, é interessante para os usuários que querem testar ele e não querem passar pelo risco do particionamento.
Para baixar, entre no site do Wubi e clique em download.
Esse Beryl eu não conhecia
Postado em 25 de maio de 2007 as 23:52:48, por Renan Rangel
Eu acho que ainda não usei essa versão do Beryl, hehehe:
Achei muito massa esse Beryl e olha que esse vídeo é de outubro do ano passado. A música também é muito massa.
Agora já os vídeos do "Aero", não chegam perto isso...
Achei muito massa esse Beryl e olha que esse vídeo é de outubro do ano passado. A música também é muito massa.
Agora já os vídeos do "Aero", não chegam perto isso...
Starcraft II anunciado
Postado em 19 de maio de 2007 as 23:52:38, por Renan Rangel
Sim, depois de quase uma década, a Blizzard Entertainment resolveu anunciar uma continuação para o grande sucesso Starcraft.
O primeiro Starcraft foi lançado em 1998, foi considerado o melhor jogo do ano e vendeu mais de 9 milhões de cópias, contando com sua expansão (StarCraft: Brood War).
Inicialmente, o jogo estará disponível para Windows e Mac somente. Porém, acredito que, se eles quiserem, um port para Linux ou outro Unix não deve ser difícil de fazer. Isso seria muito interessante, pois seria mais um jogo de peso para o sistema.

O jogo está sendo desenvolvido desde o lançamento da expansão para o Warcraft III, The Frozen Trone, que é de 2003. Ou seja, tem sido um segredo bem mantido desde então.
Dois vídeos para você assistir. O primeiro é o trailer oficial do game e o segundo é um demo de como será a jogabilidade do mesmo.
E já existe um site para o novo jogo: www.starcraft2.com.
O primeiro Starcraft foi lançado em 1998, foi considerado o melhor jogo do ano e vendeu mais de 9 milhões de cópias, contando com sua expansão (StarCraft: Brood War).
Inicialmente, o jogo estará disponível para Windows e Mac somente. Porém, acredito que, se eles quiserem, um port para Linux ou outro Unix não deve ser difícil de fazer. Isso seria muito interessante, pois seria mais um jogo de peso para o sistema.

O jogo está sendo desenvolvido desde o lançamento da expansão para o Warcraft III, The Frozen Trone, que é de 2003. Ou seja, tem sido um segredo bem mantido desde então.
Dois vídeos para você assistir. O primeiro é o trailer oficial do game e o segundo é um demo de como será a jogabilidade do mesmo.
E já existe um site para o novo jogo: www.starcraft2.com.
De novo sobre as patentes?
Postado em 17 de maio de 2007 as 23:46:23, por Renan Rangel
Ai está um assunto que já está começando a incomodar. Aquela história que o Linux e outros projetos open-source violam patentes da Microsoft e tal.
Foi dito que o Linux em si, viola 42 patentes, e outros projetos violam mais ainda. Hoje li no Br-Linux o que o Linus Torvalds disse sobre o assunto.
Tradução livre feita pelo Br-Linux:
"Você consegue obter uma lista de quais são estas 42 patentes? Até lá, isso é só FUD , e não há muito que eu possa comentar ou fazer. Existem implementações anteriores? Elas são triviais e óbvias para outros técnicos capacitados? Teríamos que trabalhar ao redor delas em uma reimplementação? Não sabemos, porque tudo que ouvi até o momento foi apenas FUD."
O que eu achei mais interessante na posição dele, é que ele não menciona que as patentes não são violadas. Se fosse outra pessoa, poderia simplesmente dizer que isso é um absurdo, ou mentira.
Então, o Linux viola mesmo as patentes? Não sei, a Microsoft não quer dizer quais são. Ou seja, eles dizem que viola, mas não dizem quais.
Provavelmente esse foi o motivo do acordo com a Novell. Algo do tipo, "vocês violam minhas patentes, quero que paguem royalties por elas, mas não vou dizer quais são". Ou seja, a Novell (e conseqüentemente seus usuários), estão pagando por algo que nem sabe se é verdade. Agora eles ficam fazendo essas acusações, para dizer que a Novell tem "imunidade", mas não podemos esquecer que agora eles são parceiros de negócios (ou seja, aumenta as vendas da Novell, os dois se beneficiam).
E mesmo que a Microsoft venha a público com essa lista de patentes, ainda terão que provar e defender que elas realmente estão sendo violadas.
"Software Patents are EVIL"
Foi dito que o Linux em si, viola 42 patentes, e outros projetos violam mais ainda. Hoje li no Br-Linux o que o Linus Torvalds disse sobre o assunto.
Tradução livre feita pelo Br-Linux:
"Você consegue obter uma lista de quais são estas 42 patentes? Até lá, isso é só FUD , e não há muito que eu possa comentar ou fazer. Existem implementações anteriores? Elas são triviais e óbvias para outros técnicos capacitados? Teríamos que trabalhar ao redor delas em uma reimplementação? Não sabemos, porque tudo que ouvi até o momento foi apenas FUD."
O que eu achei mais interessante na posição dele, é que ele não menciona que as patentes não são violadas. Se fosse outra pessoa, poderia simplesmente dizer que isso é um absurdo, ou mentira.
Então, o Linux viola mesmo as patentes? Não sei, a Microsoft não quer dizer quais são. Ou seja, eles dizem que viola, mas não dizem quais.
Provavelmente esse foi o motivo do acordo com a Novell. Algo do tipo, "vocês violam minhas patentes, quero que paguem royalties por elas, mas não vou dizer quais são". Ou seja, a Novell (e conseqüentemente seus usuários), estão pagando por algo que nem sabe se é verdade. Agora eles ficam fazendo essas acusações, para dizer que a Novell tem "imunidade", mas não podemos esquecer que agora eles são parceiros de negócios (ou seja, aumenta as vendas da Novell, os dois se beneficiam).
E mesmo que a Microsoft venha a público com essa lista de patentes, ainda terão que provar e defender que elas realmente estão sendo violadas.
"Software Patents are EVIL"
Novo Motorola com Linux
Postado em 15 de maio de 2007 as 22:04:48, por Renan Rangel
A Motorola está lançando seu novo celular, o Razr2, usando Linux e Java como plataforma. Ele utiliza um processador ARM11 de 500Mhz, ou seja, ele tem um bom poder de processamento para aplicações móveis.

Ele também vem com uma camêra de 2 MegaPixels, Web browser e uma tecnologia chamada "Crystal-talk", que ajusta o volume do aparelho conforme o ambiente.

É impressão minha ou ele lembra o V3?

Ele também vem com uma camêra de 2 MegaPixels, Web browser e uma tecnologia chamada "Crystal-talk", que ajusta o volume do aparelho conforme o ambiente.

É impressão minha ou ele lembra o V3?
Chegou o Ubuntu Feisty Fawn
Postado em 14 de maio de 2007 as 13:37:49, por Renan Rangel
Hoje chegaram os CDs da nova versão do Ubuntu (7.04). Só testei a para AMD64 e não notei muitas diferenças de usabilidade da versão anterior.
Não estou postando dele, pois não consegui configurar meu teclado para ABNT2. Simplesmente a janela de diálogo para alteração do layout do teclado, fecha do nada quando tento trocar. Não sei se o mesmo acontece na versão 32-bits ou quando o sistema está instalado.
A opção de habilitar os efeitos do desktop, que o pessoal mais acha interessante, está de forma bem acessível, no menu. Porém, é necessário instalar o driver proprietário da nvidia e reiniciar o computador (ou seja, para ter funcionando, terá que instalar).

Mesmo assim, o projeto está fazendo um bom trabalho para trazer o Linux para os desktops. Mas ainda tem muito a ser feito, até o primeiro bug ser resolvido.
Embora não seja a minha distro favorita, acho que eles tem que continuar o ótimo trabalho que tem feito até agora. Parabéns a todos os desenvolvedores e pessoas que ajudam de alguma forma no projeto.
Não estou postando dele, pois não consegui configurar meu teclado para ABNT2. Simplesmente a janela de diálogo para alteração do layout do teclado, fecha do nada quando tento trocar. Não sei se o mesmo acontece na versão 32-bits ou quando o sistema está instalado.
A opção de habilitar os efeitos do desktop, que o pessoal mais acha interessante, está de forma bem acessível, no menu. Porém, é necessário instalar o driver proprietário da nvidia e reiniciar o computador (ou seja, para ter funcionando, terá que instalar).

Mesmo assim, o projeto está fazendo um bom trabalho para trazer o Linux para os desktops. Mas ainda tem muito a ser feito, até o primeiro bug ser resolvido.
Embora não seja a minha distro favorita, acho que eles tem que continuar o ótimo trabalho que tem feito até agora. Parabéns a todos os desenvolvedores e pessoas que ajudam de alguma forma no projeto.
Red Hat para fazer acordo com a Microsoft?
Postado em 11 de maio de 2007 as 23:41:17, por Renan Rangel
Sim, a Red Hat está pensando em fazer um acordo com a Microsoft, mas felizmente, não é como o da Novell.
O acordo seria para melhorar a interoperabilidade entre a distribuição Red Hat e o Windows. Porém, a Red Hat só irá aceitar se ele for baseado inteiramente em padrões abertos.
"Interoperabilidade feita com API's fechadas, não é interoperabilidade", como disse o vice presidente de engenharia da Red Hat, Paul Cormier.
Acho muito bom o posicionamento da Red Hat sobre isso. Muita gente falou mal, quando ela resolveu partir exclusivamente para o mercado corporativo, por ter "abandonado" os usuários.
Eu acho que foi bom, porque o Linux precisa de um identidade corporativa. Não uma como a Novell, que faz acordos duvidosos sobre infração de IP que tanto falam, mas ninguém prova. Tem que ser alguém que começou trabalhando com Linux e Software Livre e que se beneficiou, do mesmo jeito que contribuiu para a desenvolvimento dos mesmos. Não empresas que querem "entrar na onda", como a Novell e a Oracle.
Como disse, a Red Hat contribuiu bastante para o software livre e continua contribuindo. Não estou surpreso pela atitude deles de quererem impor padrões abertos para um acordo de interoperabilidade. Acho que isso já era esperado.
O acordo seria para melhorar a interoperabilidade entre a distribuição Red Hat e o Windows. Porém, a Red Hat só irá aceitar se ele for baseado inteiramente em padrões abertos.
"Interoperabilidade feita com API's fechadas, não é interoperabilidade", como disse o vice presidente de engenharia da Red Hat, Paul Cormier.
Acho muito bom o posicionamento da Red Hat sobre isso. Muita gente falou mal, quando ela resolveu partir exclusivamente para o mercado corporativo, por ter "abandonado" os usuários.
Eu acho que foi bom, porque o Linux precisa de um identidade corporativa. Não uma como a Novell, que faz acordos duvidosos sobre infração de IP que tanto falam, mas ninguém prova. Tem que ser alguém que começou trabalhando com Linux e Software Livre e que se beneficiou, do mesmo jeito que contribuiu para a desenvolvimento dos mesmos. Não empresas que querem "entrar na onda", como a Novell e a Oracle.
Como disse, a Red Hat contribuiu bastante para o software livre e continua contribuindo. Não estou surpreso pela atitude deles de quererem impor padrões abertos para um acordo de interoperabilidade. Acho que isso já era esperado.
Formatando (e Consertando) o Pendrive no Linux
Postado em 8 de maio de 2007 as 19:35:14, por Renan Rangel
Esses dias, precisei formatar meu pendrive de 1GB, pois ele estava com um problema na tabela de partições.
Utilizando a ferramenta mkfs.vfat, foi possível formatar o pendrive em FAT32, de forma que ele funcionasse tanto no Linux quanto no Windows.
Obs: Todos os comandos devem ser executados como root.
Ex: Se seu pendrive é detectado como /dev/sda (se não for, troque no exemplo abaixo), basta rodar o seguinte:
mkfs.vfat -c -v /dev/sda1
A opção "-c" faz com que seja verificado se existem blocos defeituosos.
Obs: se no seu sistema não existir a ferramenta mkfs.vfat, talvez precise instalar o pacote dosfstools .
Se você só queria formatar o pendrive, está feito. Porém, não era o meu caso...
Meu problema era um pouco mais complicado. A tabela de partições estava incorreta, como se a partição fosse maior que o pendrive. Descobri isso, depois de rodar o comando:
cfdisk /dev/sda
Que reportou o erro. Para consertar isso, fiz o seguinte:
cfdisk -z /dev/sda
A opção "-z", faz com que seja criado uma tabela de partições vazia, assim podemos criar ela manualmente.
Depois disso, vamos em "New", escolhemos "Primary" e apenas pressionamos Enter, para indicar que vamos utilizar o espaço todo.
Com a partição criada, é necessário ir em "Type" e digitar "b" (sem as aspas), para que a partição seja do tipo FAT32.
Depois disso, basta ir na opção "Write" e digitar "yes" para gravar. Vá em "Quit" para sair.
Pronto, o pendrive agora está com a tabela de partições correta. Não esqueça de formatá-lo, com o comando mostrado antes:
mkfs.vfat -c -v /dev/sda1
Lembre de trocar sda pelo dispositivo correto.
Agora seu pendrive está pronto para usar, sem perigo de corromper os dados, que nem ocorria no meu :P
Utilizando a ferramenta mkfs.vfat, foi possível formatar o pendrive em FAT32, de forma que ele funcionasse tanto no Linux quanto no Windows.
Obs: Todos os comandos devem ser executados como root.
Ex: Se seu pendrive é detectado como /dev/sda (se não for, troque no exemplo abaixo), basta rodar o seguinte:
mkfs.vfat -c -v /dev/sda1
A opção "-c" faz com que seja verificado se existem blocos defeituosos.
Obs: se no seu sistema não existir a ferramenta mkfs.vfat, talvez precise instalar o pacote dosfstools .
Se você só queria formatar o pendrive, está feito. Porém, não era o meu caso...
Meu problema era um pouco mais complicado. A tabela de partições estava incorreta, como se a partição fosse maior que o pendrive. Descobri isso, depois de rodar o comando:
cfdisk /dev/sda
Que reportou o erro. Para consertar isso, fiz o seguinte:
cfdisk -z /dev/sda
A opção "-z", faz com que seja criado uma tabela de partições vazia, assim podemos criar ela manualmente.
Depois disso, vamos em "New", escolhemos "Primary" e apenas pressionamos Enter, para indicar que vamos utilizar o espaço todo.
Com a partição criada, é necessário ir em "Type" e digitar "b" (sem as aspas), para que a partição seja do tipo FAT32.
Depois disso, basta ir na opção "Write" e digitar "yes" para gravar. Vá em "Quit" para sair.
Pronto, o pendrive agora está com a tabela de partições correta. Não esqueça de formatá-lo, com o comando mostrado antes:
mkfs.vfat -c -v /dev/sda1
Lembre de trocar sda pelo dispositivo correto.
Agora seu pendrive está pronto para usar, sem perigo de corromper os dados, que nem ocorria no meu :P
Atualizado para o Debian Etch
Postado em 1 de maio de 2007 as 23:21:21, por Renan Rangel
A atualização demorou um pouco, mas valeu a pena. agora estou o servidor está rodando a última versão estável do Debian (4.0 - Etch).
O upgrade não foi difícil. Basta ler com calma e responder à todas as perguntas feitas. Aos poucos, os serviços vão parando para dar lugar aos mais novos. Porém, tenho que ressaltar alguns problemas, simples, que ocorreram comigo:
Apache:
Foi atualizado para a versão 2.2. E não iniciou por um erro de sintaxe no arquivo de configuração. Descobri que essa versão não suporta o se este estiver vazio (o que era o meu caso). Como dentro dele só tinha um require valid-user, foi só comentar o limit e deixar que tudo precisasse de autenticação.
FastCGI:
Por algum motivo, não foi atualizado automaticamente. Tive que reinstalar o pacote manualmente indicando o mesmo para o apt-get.
MySQL:
Por algum motivo, uma tabela foi corrompida no processo e acho que foi porque o MySQL não foi parado corretamente pelo sistema. Então, recomendo que você pare o MySQL antes de dar o upgrade, para evitar problemas como esse.
Fora isso, o sistema avisa que alguns softwares foram alterados e divididos em outros pacotes e que podem não iniciar, caso utilize recursos que foram separados. Um exemplo é o proFTPd (e acho que os pacotes courier-* que tinha instalado também reportaram isso, mas não me lembro com certeza).
Fora algumas alterações básicas que fiz depois, tudo correu bem. Dessa vez dei sorte, não tive muito trabalho.
O upgrade não foi difícil. Basta ler com calma e responder à todas as perguntas feitas. Aos poucos, os serviços vão parando para dar lugar aos mais novos. Porém, tenho que ressaltar alguns problemas, simples, que ocorreram comigo:
Apache:
Foi atualizado para a versão 2.2. E não iniciou por um erro de sintaxe no arquivo de configuração. Descobri que essa versão não suporta o
FastCGI:
Por algum motivo, não foi atualizado automaticamente. Tive que reinstalar o pacote manualmente indicando o mesmo para o apt-get.
MySQL:
Por algum motivo, uma tabela foi corrompida no processo e acho que foi porque o MySQL não foi parado corretamente pelo sistema. Então, recomendo que você pare o MySQL antes de dar o upgrade, para evitar problemas como esse.
Fora isso, o sistema avisa que alguns softwares foram alterados e divididos em outros pacotes e que podem não iniciar, caso utilize recursos que foram separados. Um exemplo é o proFTPd (e acho que os pacotes courier-* que tinha instalado também reportaram isso, mas não me lembro com certeza).
Fora algumas alterações básicas que fiz depois, tudo correu bem. Dessa vez dei sorte, não tive muito trabalho.
Atualizando o Debian
Postado em 30 de abril de 2007 as 19:50:45, por Renan Rangel
Hoje irei fazer o dist-upgrade, para ver se atualizo o servidor para o debian etch. Espero que não dê muito trabalho, mas estarei pronto para eventuais problemas.
Se tudo der certo, pela manhã já deve estar o servidor atualizado. Também solicitei um aumento no link, assim o blog carrega mais rápido :D
Veremos qual o resultado do apt-get dist-upgrade (tomara que sejam bons, senão mais trabalho pra mim, hehehe)...
Se tudo der certo, pela manhã já deve estar o servidor atualizado. Também solicitei um aumento no link, assim o blog carrega mais rápido :D
Veremos qual o resultado do apt-get dist-upgrade (tomara que sejam bons, senão mais trabalho pra mim, hehehe)...
Ubuntu quer proteger sua marca registrada
Postado em 28 de abril de 2007 as 10:57:13, por Renan Rangel
Mark Shuttleworth, CEO da Canonical Ltd., anunciou as políticas da marca registrada do Ubuntu no seu blog.
Assim como a Red Hat, eles não se preocupam com ninguém usando seu código-fonte, mas se preocupam com alguém usando sua marca registrada.
O Ubuntu está seguindo a mesma linha de raciocínio. De agora em diante, quem quiser utilizar o nome para indicar algum produto, precisará de permissão. Mas existem exceções:
Grupos sem fins lucrativos, utilizando o Ubuntu na comunidade open-source, podem utilizar o nome, se forem distribuir versões do ubuntu levemente modificadas. Isso se limita a alterações de configurações, mudanças na arte e nos temas gráficos, algumas mudanças na seleção de pacotes, como adicionar programas dos repositórios e até remover programas que vem por padrão. Porém, remover ou alterar a infra-estrutura, não poderá ser usado junto à marca registrada.
Ou seja, distribuições como o Fluxbuntu e o Elbuntu, precisaram de permissão para continuar utilizando esses nomes. O mesmo não se aplica ao SimplyMEPIS, que não utiliza a marca registrada do Ubuntu, apesar de ser baseado nele.
Para desenvolvedores de programas, a idéia é a mesma, mas eles não podem chamar um programa de "UbuntuManagement", porém podem usar "System Management for Ubuntu" ou "Ubuntu Based Systems Management".
O artigo pode ser lido na íntegra no Linux-Watch.
Assim como a Red Hat, eles não se preocupam com ninguém usando seu código-fonte, mas se preocupam com alguém usando sua marca registrada.
O Ubuntu está seguindo a mesma linha de raciocínio. De agora em diante, quem quiser utilizar o nome para indicar algum produto, precisará de permissão. Mas existem exceções:
Grupos sem fins lucrativos, utilizando o Ubuntu na comunidade open-source, podem utilizar o nome, se forem distribuir versões do ubuntu levemente modificadas. Isso se limita a alterações de configurações, mudanças na arte e nos temas gráficos, algumas mudanças na seleção de pacotes, como adicionar programas dos repositórios e até remover programas que vem por padrão. Porém, remover ou alterar a infra-estrutura, não poderá ser usado junto à marca registrada.
Ou seja, distribuições como o Fluxbuntu e o Elbuntu, precisaram de permissão para continuar utilizando esses nomes. O mesmo não se aplica ao SimplyMEPIS, que não utiliza a marca registrada do Ubuntu, apesar de ser baseado nele.
Para desenvolvedores de programas, a idéia é a mesma, mas eles não podem chamar um programa de "UbuntuManagement", porém podem usar "System Management for Ubuntu" ou "Ubuntu Based Systems Management".
O artigo pode ser lido na íntegra no Linux-Watch.
Scribes, editor simples e poderoso
Postado em 23 de abril de 2007 as 22:05:53, por Renan Rangel
O Scribes é um editor de texto para o GNOME, que é leve, simples e poderoso, que permite escrever várias linhas de código de maneira eficiente. Ele tem suporte a vários recursos, entre eles:
- Auto-completar
- Indentação automática
- Highlighting de sintaxe para mais de 30 linguagens
- Templates
A lista completa de recursos pode ser vista no site do projeto.

Um dos recursos que me chamou a atenção, foi o suporte a "templates", no estilo TextMate, que facilita e muito a programação, já que acelera as tarefas mais triviais. Basicamente, você define um template para alguma função ou algo semelhante e usa uma palavra-chave para inserir no documento, podendo editar rapidamente, as partes definidas nele.
Acho que é mais fácil de entender, se ver como ele funciona mesmo. Veja ele em ação aqui.
Infelizmente ele ainda não tem pacotes prontos disponíveis para download, entretanto, não tive grandes problemas para compilar no Gentoo, nem no Ubuntu (nesse, depois de instalar os pacotes python-dbus e python-gtk2), utilizando a tarball que está na página de download.
Atualização: O Jorge Renato deu a dica para baixar um pacote para o Ubuntu no site GetDeb.
- Auto-completar
- Indentação automática
- Highlighting de sintaxe para mais de 30 linguagens
- Templates
A lista completa de recursos pode ser vista no site do projeto.

Um dos recursos que me chamou a atenção, foi o suporte a "templates", no estilo TextMate, que facilita e muito a programação, já que acelera as tarefas mais triviais. Basicamente, você define um template para alguma função ou algo semelhante e usa uma palavra-chave para inserir no documento, podendo editar rapidamente, as partes definidas nele.
Acho que é mais fácil de entender, se ver como ele funciona mesmo. Veja ele em ação aqui.
Infelizmente ele ainda não tem pacotes prontos disponíveis para download, entretanto, não tive grandes problemas para compilar no Gentoo, nem no Ubuntu (nesse, depois de instalar os pacotes python-dbus e python-gtk2), utilizando a tarball que está na página de download.
Atualização: O Jorge Renato deu a dica para baixar um pacote para o Ubuntu no site GetDeb.
ShipIt com cds do Feisty Fawn
Postado em 15 de abril de 2007 as 20:34:34, por Renan Rangel
O ShipIt já está enviando os CDs do Ubuntu 7.04 (Feisty Fawn).
Eu já pedi os meus, quero ver como está indo o Ubuntu nessa nova versão. Disseram que tem várias coisas que vão facilitar a vida do usuário, eliminando aquela coisa de "não funciona isso, não funciona aquilo..."
Uma coisa que notei, é que a cada versão, diminui o número de CDs que dá para pedir na forma "standard". Se você quiser mais alguns, vai precisar escrever porque. Será que é muito pessoal se interessando, ou alguns estão abusando?
Lembrando que dessa vez não tem versão PowerPC, ou seja, no ShipIt só dá para solicitar CDs para as arquiteturas x86 e x86-64.
Eu já pedi os meus, quero ver como está indo o Ubuntu nessa nova versão. Disseram que tem várias coisas que vão facilitar a vida do usuário, eliminando aquela coisa de "não funciona isso, não funciona aquilo..."
Uma coisa que notei, é que a cada versão, diminui o número de CDs que dá para pedir na forma "standard". Se você quiser mais alguns, vai precisar escrever porque. Será que é muito pessoal se interessando, ou alguns estão abusando?
Lembrando que dessa vez não tem versão PowerPC, ou seja, no ShipIt só dá para solicitar CDs para as arquiteturas x86 e x86-64.
Lançaram o Debian Etch
Postado em 9 de abril de 2007 as 20:19:11, por Renan Rangel
Lançaram o Debian Etch e nem fiquei sabendo de nada. Descobri de forma curiosa: fui ao Google e digitei: debian etch release.
Apareceu a página com os resultados do Google, a primeira entrada tinha o seguinte título: "Debian etch Release Information" e a URL para a página era www.debian.org/releases/testing/.
Então pensei, ainda não lançaram, pois o etch ainda está como testing na página do Debian. Que nada! É que o Google ainda não indexou a página.
Como queria saber qual era a data prevista, acessei a página assim mesmo. Para a minha surpresa, apareceu uma página falando sobre a versão testing, codinome "lenny". Depois de alguns segundos, caiu a ficha que o etch já era a versão estável.
Depois foi só visitar a página da versão stable e descobrir que o etch foi lançado ontem!!!
Agora tenho que migrar as máquinas com debian, inclusive a que está com este blog. (Fácil ou difícil? Vou descobrir do pior jeito...)
Apareceu a página com os resultados do Google, a primeira entrada tinha o seguinte título: "Debian etch Release Information" e a URL para a página era www.debian.org/releases/testing/.
Então pensei, ainda não lançaram, pois o etch ainda está como testing na página do Debian. Que nada! É que o Google ainda não indexou a página.
Como queria saber qual era a data prevista, acessei a página assim mesmo. Para a minha surpresa, apareceu uma página falando sobre a versão testing, codinome "lenny". Depois de alguns segundos, caiu a ficha que o etch já era a versão estável.
Depois foi só visitar a página da versão stable e descobrir que o etch foi lançado ontem!!!
Agora tenho que migrar as máquinas com debian, inclusive a que está com este blog. (Fácil ou difícil? Vou descobrir do pior jeito...)
Evento Tchelinux
Postado em 24 de março de 2007 as 23:45:12, por Renan Rangel
Hoje foi dia do Tchelinux na UCPEL (Universidade Católica de Pelotas) e tenho que dizer que adorei o evento. Gostei ainda mais do trabalho do grupo e das palestras que assisti.
Assisti as palestras “Das cavernas à Internet” e “Virtualização de Máquinas”, ministrada por Carlos A. M. dos Santos, onde os assuntos foram abordados de forma interessante e de fácil entendimento. Também assisti a palestra “OpenVPN”, ministrada por Mauro Zirbes, que mostrou o assunto de uma forma prática e de fácil aplicação.
É verdade que queria assistir outras palestras, mas tive que escolher entre elas, já que não poderia estar em todas. Mas gostei das palestras que assisti, assim como meus amigos que estavam juntos :D
Assisti as palestras “Das cavernas à Internet” e “Virtualização de Máquinas”, ministrada por Carlos A. M. dos Santos, onde os assuntos foram abordados de forma interessante e de fácil entendimento. Também assisti a palestra “OpenVPN”, ministrada por Mauro Zirbes, que mostrou o assunto de uma forma prática e de fácil aplicação.
É verdade que queria assistir outras palestras, mas tive que escolher entre elas, já que não poderia estar em todas. Mas gostei das palestras que assisti, assim como meus amigos que estavam juntos :D
kxdocker - parecido com Mac OS
Postado em 22 de março de 2007 as 23:46:14, por Renan Rangel
Estou postando do Debian instalado no pendrive agora. Estou, aos poucos, personalizando ele para deixar da forma que eu quero (e ao mesmo tempo, esperando um milagre para dar mais espaço).
Instalei nele o kxdocker, já tinha visto a um tempo atrás, mas nunca tinha usado. Ele é parecido com o docker do Mac OS (não sei se é docker no Mac OS, mas você entendeu o que eu quis dizer). Se você usa o KDE, é um pacote interessante de se ter instalado. No debian etch e no ubuntu edgy e talvez outras distros baseadas em debian, um "apt-get install kxdocker" deve instalá-lo.
Aqui está um screenshot de como está o desktop (por enquanto).
Instalei nele o kxdocker, já tinha visto a um tempo atrás, mas nunca tinha usado. Ele é parecido com o docker do Mac OS (não sei se é docker no Mac OS, mas você entendeu o que eu quis dizer). Se você usa o KDE, é um pacote interessante de se ter instalado. No debian etch e no ubuntu edgy e talvez outras distros baseadas em debian, um "apt-get install kxdocker" deve instalá-lo.
Aqui está um screenshot de como está o desktop (por enquanto).
Linux no Pendrive
Postado em 20 de março de 2007 as 21:42:00, por Renan Rangel
Ontem, passei a noite inteira tentando instalar e configurar o Linux no meu pendrive, para que pudesse bootar ele em qualquer máquina (pelo menos, qualquer que tenha suporte...).
O maior problema foi fazer o grub carregar e inicializar o sistema corretamente. Eu estava fazendo toda a configuração num PC e testando no outro, para ver se funcionava. Depois de muito tempo rateando, descobri que a placa PCChips (aff) desse PC não consegui bootar o pendrive (parece ser uma limitação no LBA para dispositivos USB, mas não sei com certeza).
Depois que descobri que esse era o problema, inverti os PCs. Configurava num e testava dessa vez, numa Abit (:D), e deu alguns erros, mas melhor do que a outra, que não mostrava erro nenhum (só aparecia "GRUB" escrito no canto da tela).
Instalei o Debian dessa vez. O tamanho do pendrive é de 1GB. Nesse momento, já está 60% ocupado, com direito a KDE e tudo. Pretendo postar um tutorial logo, para quem quiser se aventurar também.
O maior problema foi fazer o grub carregar e inicializar o sistema corretamente. Eu estava fazendo toda a configuração num PC e testando no outro, para ver se funcionava. Depois de muito tempo rateando, descobri que a placa PCChips (aff) desse PC não consegui bootar o pendrive (parece ser uma limitação no LBA para dispositivos USB, mas não sei com certeza).
Depois que descobri que esse era o problema, inverti os PCs. Configurava num e testava dessa vez, numa Abit (:D), e deu alguns erros, mas melhor do que a outra, que não mostrava erro nenhum (só aparecia "GRUB" escrito no canto da tela).
Instalei o Debian dessa vez. O tamanho do pendrive é de 1GB. Nesse momento, já está 60% ocupado, com direito a KDE e tudo. Pretendo postar um tutorial logo, para quem quiser se aventurar também.
Evento Tchelinux
Postado em 15 de março de 2007 as 21:04:09, por Renan Rangel
Dia 24 de março, vai ter o Evento Tchelinux no Campus I da UCPEL, aqui em Pelotas.
Para ver a grade das palestras, siga este link.
Cada palestra terá pouco mais de 1 hora e será necessário escolher entre quais assistir. Para se inscrever, basta levar dois quilos de Arroz, Feijão, Macarrão ou Leite em Pó. Não se esqueça que o evento é somente para os 500 primeiros inscritos!
Acesse a página do evento aqui.
Para ver a grade das palestras, siga este link.
Cada palestra terá pouco mais de 1 hora e será necessário escolher entre quais assistir. Para se inscrever, basta levar dois quilos de Arroz, Feijão, Macarrão ou Leite em Pó. Não se esqueça que o evento é somente para os 500 primeiros inscritos!
Acesse a página do evento aqui.
Saiu a grade do fisl!
Postado em 14 de março de 2007 as 21:03:14, por Renan Rangel
Parece que já está disponível a grade (temporária) com as palestras do fisl 8.0.
Quem quiser, pode vê-la aqui.
Infelizmente, o YAPC será na sexta e acho que o pessoal da faculdade vai ir só no sábado (grrrr!).
De longe, a sexta-feira é melhor (pelo menos para mim). Acho que as melhores palestras são nesse dia, porém tem palestras muito boas nos outros também. Sei que acho que vou poder ir somente no sábado :(
Algumas das paletras que queria assistir (tem algumas no mesmo horário, mas tudo bem...), destacado em negrito as que eu dou prioridade:
Quinta:
- Tutorial LVM2
- Reduzindo Custos (In)Visíveis Usando Software Livre
- LinuxBIOS, liberte a sua placa mãe
- Os padrões Web e a acessibilidade na Internet
- Como economizamos tempo e dinheiro usando software livre em uma empresa privada
- Consolidação de Serviços: Alta Disponibilidade e Balanceamento de Carga em Máquinas Virtuais
- IV Plenária Debian-BR
- Linux High Availabilty Clusters using Shared Storage
- As Novas Aplicações Livres para Gerenciamento de Redes
- Vulnerabilidades em aplicações web
- Construindo Supercomputadores com Linux, da teoria a prática
Sexta:
- Free Software and The Matrix :D
- Suporte Multimídia no Kernel do Linux
- Myth and reality. Why I should be interested in Free Software?
- YAPC::SA::2007 - Encontro Sulamericano de Desenvolvedores Perl
- HLBR - um IPS invisível para a segurança em redes de computadores
- Pandora: Free Service and Network Monitoring
- Construindo Arquitetura Cluster Transparente de Banco de Dados
- A Arte da Guerra para Administradores de Sistemas
- X.org: Projects and People
- Freedom and Choice: Meet the OSI and Understand the Open Source Community
- Automação e personalização de instalações Debian em massa.
- Patents and Free/Open Source Software: Introduction and Analysis
- Xen e Além: O que há de novo no mundo da virtualização
- VoIP: Telephony and a lot more
Sábado:
- Os verdadeiros desafios da comunidade Software Livre no Brasil (e não aquilo que você ouve por aí)
- Thin Client local device support
- LTSP: The road ahead
- Técnicas e Ferramentas de Código Aberto Para Combate ao SPAM
- Difusão Social do Software Livre e Hardware Livre
- DRM como ameaça para o software livre: música, filmes, e TV digital
- Understanding the Spirit of the FOSS Movement
- Uma Experiência de Criação e Desenvolvimento da Disciplina de Software Livre na Educação
- Análise de Performance em Servidores Linux
- LDAP: já era hora de por a casa em ordem
- Implementando um Servidor VoIP Seguro (OpenSer/Asterisk)
- XEN: Virtualização se tornando popular
- Adequação do Servidor Proxy/Cache Squid a redes de extrema carga.
- Acredite se quiser: o mundo não gira em torno de um desenvolvedor.
Mas nem tudo está perdido. Quem sabe eles troquem algumas das que quero participar (como as que marquei de negrito na sexta, hehehe) para sábado. Tomara.
Quem quiser, pode vê-la aqui.
Infelizmente, o YAPC será na sexta e acho que o pessoal da faculdade vai ir só no sábado (grrrr!).
De longe, a sexta-feira é melhor (pelo menos para mim). Acho que as melhores palestras são nesse dia, porém tem palestras muito boas nos outros também. Sei que acho que vou poder ir somente no sábado :(
Algumas das paletras que queria assistir (tem algumas no mesmo horário, mas tudo bem...), destacado em negrito as que eu dou prioridade:
Quinta:
- Tutorial LVM2
- Reduzindo Custos (In)Visíveis Usando Software Livre
- LinuxBIOS, liberte a sua placa mãe
- Os padrões Web e a acessibilidade na Internet
- Como economizamos tempo e dinheiro usando software livre em uma empresa privada
- Consolidação de Serviços: Alta Disponibilidade e Balanceamento de Carga em Máquinas Virtuais
- IV Plenária Debian-BR
- Linux High Availabilty Clusters using Shared Storage
- As Novas Aplicações Livres para Gerenciamento de Redes
- Vulnerabilidades em aplicações web
- Construindo Supercomputadores com Linux, da teoria a prática
Sexta:
- Free Software and The Matrix :D
- Suporte Multimídia no Kernel do Linux
- Myth and reality. Why I should be interested in Free Software?
- YAPC::SA::2007 - Encontro Sulamericano de Desenvolvedores Perl
- HLBR - um IPS invisível para a segurança em redes de computadores
- Pandora: Free Service and Network Monitoring
- Construindo Arquitetura Cluster Transparente de Banco de Dados
- A Arte da Guerra para Administradores de Sistemas
- X.org: Projects and People
- Freedom and Choice: Meet the OSI and Understand the Open Source Community
- Automação e personalização de instalações Debian em massa.
- Patents and Free/Open Source Software: Introduction and Analysis
- Xen e Além: O que há de novo no mundo da virtualização
- VoIP: Telephony and a lot more
Sábado:
- Os verdadeiros desafios da comunidade Software Livre no Brasil (e não aquilo que você ouve por aí)
- Thin Client local device support
- LTSP: The road ahead
- Técnicas e Ferramentas de Código Aberto Para Combate ao SPAM
- Difusão Social do Software Livre e Hardware Livre
- DRM como ameaça para o software livre: música, filmes, e TV digital
- Understanding the Spirit of the FOSS Movement
- Uma Experiência de Criação e Desenvolvimento da Disciplina de Software Livre na Educação
- Análise de Performance em Servidores Linux
- LDAP: já era hora de por a casa em ordem
- Implementando um Servidor VoIP Seguro (OpenSer/Asterisk)
- XEN: Virtualização se tornando popular
- Adequação do Servidor Proxy/Cache Squid a redes de extrema carga.
- Acredite se quiser: o mundo não gira em torno de um desenvolvedor.
Mas nem tudo está perdido. Quem sabe eles troquem algumas das que quero participar (como as que marquei de negrito na sexta, hehehe) para sábado. Tomara.
HP quer aproveitar o embalo?
Postado em 8 de março de 2007 as 22:44:24, por Renan Rangel
Mal a Dell anunciou que pretende oferecer Linux instalado em suas máquinas e a HP já está até pensando no assunto.
Apesar de não ter nada definido, acredito que a Dell vai fazer testes de mercado, lançando pelo menos alguns de seus produtos com o Linux pré-instalado.
Já a HP, vendeu PCs com Linux no passado, mas relatou que o retorno não foi muito bom. Mas agora que a coisa mudou, está envolvida em alguns acordos para distribuir várias estações com o SO livre.
Se a Dell e a HP, juntas, vendessem desktops com Linux, acredito que seria uma ótima porta de entrada. Principalmente, porque o software viria funcionando e bem configurado, diferente de outras opções que encontramos no mercado...
Apesar de não ter nada definido, acredito que a Dell vai fazer testes de mercado, lançando pelo menos alguns de seus produtos com o Linux pré-instalado.
Já a HP, vendeu PCs com Linux no passado, mas relatou que o retorno não foi muito bom. Mas agora que a coisa mudou, está envolvida em alguns acordos para distribuir várias estações com o SO livre.
Se a Dell e a HP, juntas, vendessem desktops com Linux, acredito que seria uma ótima porta de entrada. Principalmente, porque o software viria funcionando e bem configurado, diferente de outras opções que encontramos no mercado...
Outro gadget Linux
Postado em 5 de março de 2007 as 20:11:45, por Renan Rangel
Esse eu queria pra mim. Trata-se do Qtopia Greenphone, um smartphone que roda Linux, que vi enquanto estava lendo o Tecnomodo.

Ele vem com kernel 2.4.19, processador de 312Mhz, 64MB de memória RAM e 128 de memória flash (para armazenar dados). Também conta com um slot para cartão Mini-SD, podendo aumentar ainda mais sua capacidade.
Trabalha com as tecnologias GSM (Tri-band 900/1800/1900) e GPRS, além de Bluetooth e uma porta Mini-USB. E ainda por cima, tem uma câmera de 1.3 megapixels.
O que gostei é que eles disponibilizam um SDK para desenvolvimento de aplicações para o smartphone, usando GPLv2. Ou seja, você pode desenvolver seus software para seu próprio telefone :)
Você pode ver mais sobre o smartphone aqui.

Ele vem com kernel 2.4.19, processador de 312Mhz, 64MB de memória RAM e 128 de memória flash (para armazenar dados). Também conta com um slot para cartão Mini-SD, podendo aumentar ainda mais sua capacidade.
Trabalha com as tecnologias GSM (Tri-band 900/1800/1900) e GPRS, além de Bluetooth e uma porta Mini-USB. E ainda por cima, tem uma câmera de 1.3 megapixels.
O que gostei é que eles disponibilizam um SDK para desenvolvimento de aplicações para o smartphone, usando GPLv2. Ou seja, você pode desenvolver seus software para seu próprio telefone :)
Você pode ver mais sobre o smartphone aqui.
LPI no fisl 8.0
Postado em 4 de março de 2007 as 20:19:32, por Renan Rangel
Fiquei sabendo que vão ter provas do LPI (101 e 102) durante o fisl 8.0.
E o melhor, quem for fazer as duas numa tacada só, ganha um desconto de R$ 130, pagando R$ 390 pelas duas.
Eu acho muito interessante possuir a certificação, principalmente para um sysadmin, assim é mais uma forma de comprovar meus conhecimentos.
Estou pensando ainda se vou fazer, vou ter que dar um estudada em algumas coisas, embora eu tenha feito alguns simulados e consegui passar na primeira e segunda prova.
Mas com certeza vale a pena, se você trabalha (ou quer trabalhar) com Linux :D
E o melhor, quem for fazer as duas numa tacada só, ganha um desconto de R$ 130, pagando R$ 390 pelas duas.
Eu acho muito interessante possuir a certificação, principalmente para um sysadmin, assim é mais uma forma de comprovar meus conhecimentos.
Estou pensando ainda se vou fazer, vou ter que dar um estudada em algumas coisas, embora eu tenha feito alguns simulados e consegui passar na primeira e segunda prova.
Mas com certeza vale a pena, se você trabalha (ou quer trabalhar) com Linux :D
Criptografando arquivos com o TrueCrypt
Postado em 1 de março de 2007 as 23:30:44, por Renan Rangel
O TrueCrypt é uma solução para criptografia de arquivos open source e está disponível para Linux e Windows. Ou seja, você pode ter uma partição toda criptografada ou apenas um arquivo e montá-lo como se fosse uma imagem e ainda assim, acessar dos dois sistemas (se você tiver os dois). Vou explicar como usá-lo de maneira simples no Linux (você também pode usar a versão para Windows, que tem até uma interface gráfica).
O TrueCrypt usa uma grande variedade de algoritmos para criptografia, como AES, Blowfish, CAST5, Serpent, Triple DES, Twofish. Ainda é possível escolher entre 3 algoritmos de hash, para que a integridade seja verificada: RIPEMD-160, SHA-1 e Whirlpool.
Dependendo da sua distribuição, pode não existir pacotes prontos para o TrueCrypt. Nesse caso, será necessário baixar e compilar o código fonte ao modo antigo (./configure; make && make install). Porém, se não existir no repositório oficial, veja na página de downloads do TrueCrypt se não existe um lá. Caso sua distribuição já tenha ele empacotado, basta usar seu gerenciador de pacotes.
Estou usando o gentoo neste momento, então bastou o seguinte comando:
emerge truecrypt
Embora a sua distribuição já possa ter essa opção compilada no kernel, o TrueCrypt só irá funcionar se o kernel atual tiver suporte ao Device Mapper e ao dispositivo de Loopback. Se seu kernel já tem suporte aos dois, pode pular para a parte onde explico a criação do arquivo que irá conter os dados criptografados. Caso você queira recompilar seu kernel a localização destas opções estão abaixo (assumindo que você está usando um kernel 2.6):
Device Drivers -->
Multi-device support (RAID and LVM) --->
[*] Multiple devices driver support (RAID and LVM)
<*> Device mapper support
<*> Crypt target support
Device Drivers -->
Block Devices -->
<
O TrueCrypt usa uma grande variedade de algoritmos para criptografia, como AES, Blowfish, CAST5, Serpent, Triple DES, Twofish. Ainda é possível escolher entre 3 algoritmos de hash, para que a integridade seja verificada: RIPEMD-160, SHA-1 e Whirlpool.
Dependendo da sua distribuição, pode não existir pacotes prontos para o TrueCrypt. Nesse caso, será necessário baixar e compilar o código fonte ao modo antigo (./configure; make && make install). Porém, se não existir no repositório oficial, veja na página de downloads do TrueCrypt se não existe um lá. Caso sua distribuição já tenha ele empacotado, basta usar seu gerenciador de pacotes.
Estou usando o gentoo neste momento, então bastou o seguinte comando:
emerge truecrypt
Embora a sua distribuição já possa ter essa opção compilada no kernel, o TrueCrypt só irá funcionar se o kernel atual tiver suporte ao Device Mapper e ao dispositivo de Loopback. Se seu kernel já tem suporte aos dois, pode pular para a parte onde explico a criação do arquivo que irá conter os dados criptografados. Caso você queira recompilar seu kernel a localização destas opções estão abaixo (assumindo que você está usando um kernel 2.6):
Device Drivers -->
Multi-device support (RAID and LVM) --->
[*] Multiple devices driver support (RAID and LVM)
<*> Device mapper support
<*> Crypt target support
Device Drivers -->
Block Devices -->
<








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