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Mozilla quer EULA no Ubuntu Intrepid Ibex
Postado em 16 de setembro de 2008 as 20:41:35, por Renan Rangel
Parece que a próxima versão do Ubuntu, o Intrepid Ibex mostrará aos usuários a EULA do Firefox, quando o executarem pela primeira vez.
Mark Shuttleworth disse que a Mozilla exigiu que a EULA fosse mostrada, senão não poderiam fazer uso do nome Firefox. Como o Firefox é open-source, é possível renomear o browser e utilizar outro logo, a mesma coisa que fez o pessoal do Debian, resultando no Iceweasel.
Eu acho que a Mozilla tem que proteger a marca Firefox, da mesma maneira que outros projetos já fazem. Só acho que exigir que seja mostrada a EULA, é meio desnecessário, só vai mais trabalho para o usuário. Felizmente não resolveram tirar o nome Firefox, senão os usuários novos ficariam bem perdidos, ao não achar um navegador que conhecem.
Mark Shuttleworth disse que a Mozilla exigiu que a EULA fosse mostrada, senão não poderiam fazer uso do nome Firefox. Como o Firefox é open-source, é possível renomear o browser e utilizar outro logo, a mesma coisa que fez o pessoal do Debian, resultando no Iceweasel.
Eu acho que a Mozilla tem que proteger a marca Firefox, da mesma maneira que outros projetos já fazem. Só acho que exigir que seja mostrada a EULA, é meio desnecessário, só vai mais trabalho para o usuário. Felizmente não resolveram tirar o nome Firefox, senão os usuários novos ficariam bem perdidos, ao não achar um navegador que conhecem.
O Google e o Chrome
Postado em 7 de setembro de 2008 as 23:22:04, por Renan Rangel
Testei esses dias o Chrome, novo browser do Google. Enquanto eles não lançam uma versão para Linux, tive que testar no Windows mesmo e, apesar de recursos interessantes, não me convenceu a usá-lo diariamente.
Gostei do conceito de sandbox, porém acho que isso soma um pouco no tamanho que cada processo ocupa na memória. Porém, tem a vantagem de não fechar o browser quando uma única aba causa problemas.
A simplicidade da interface é muito legal, porém ela vai chamar a atenção dos usuários comuns. Powerusers precisam de mais recursos, que o Firefox e suas extensões preenchem direitinho. Acho que esse é um dos fatores decisivos que me prendem ao Firefox.
Ele é realmente o browser para navegar: simples, sem recursos que a maioria das pessoas não usa, e com alguns recursos de segurança interessantes. Ótimo para quem quer só sentar e usar a internet.
Gostei do conceito de sandbox, porém acho que isso soma um pouco no tamanho que cada processo ocupa na memória. Porém, tem a vantagem de não fechar o browser quando uma única aba causa problemas.
A simplicidade da interface é muito legal, porém ela vai chamar a atenção dos usuários comuns. Powerusers precisam de mais recursos, que o Firefox e suas extensões preenchem direitinho. Acho que esse é um dos fatores decisivos que me prendem ao Firefox.
Ele é realmente o browser para navegar: simples, sem recursos que a maioria das pessoas não usa, e com alguns recursos de segurança interessantes. Ótimo para quem quer só sentar e usar a internet.
IE8, possível bloatware?
Postado em 2 de setembro de 2008 as 23:48:47, por Renan Rangel
A próxima versão do Internet Explorer ainda está sendo desenvolvida, mas o beta chamou bastante atenção de alguns.
Uma das coisas foi o melhor suporte aos padrões (passou até no Acid2 :P). Mas o que vai chamar atenção mesmo do usuário é a utilização de recursos do computador.
Claro, os teste foram feitos com a versão beta, mas mesmo assim os número são bem significativos, tendo o necessário para ser considerado o bloatware do ano.
Só para você ter uma idéia, ele consome mais memória RAM do que o Windows XP. Imagine, mais do que um sistema operacional completo. São cerca de 350~400 MB. Não satisfeito, nos testes chegou a utilizar cerca de 150~200 threads de execução
.
Não cheguei a testar o beta, mas só de ver estatísticas, já fiquei sem vontade. Melhor esperar que eles lançem a versão final e que melhorem o desempenho do seu navegador web.
Uma das coisas foi o melhor suporte aos padrões (passou até no Acid2 :P). Mas o que vai chamar atenção mesmo do usuário é a utilização de recursos do computador.
Claro, os teste foram feitos com a versão beta, mas mesmo assim os número são bem significativos, tendo o necessário para ser considerado o bloatware do ano.
Só para você ter uma idéia, ele consome mais memória RAM do que o Windows XP. Imagine, mais do que um sistema operacional completo. São cerca de 350~400 MB. Não satisfeito, nos testes chegou a utilizar cerca de 150~200 threads de execução
Não cheguei a testar o beta, mas só de ver estatísticas, já fiquei sem vontade. Melhor esperar que eles lançem a versão final e que melhorem o desempenho do seu navegador web.
Lançado o Pidgin 2.5.0
Postado em 22 de agosto de 2008 as 21:25:45, por Renan Rangel
Foi lançada dia 18/08, a versão 2.5.0 do Pidgin, que traz vários recursos novos e algumas correções.
Entre eles, está o suporte à última versão do protocolo do MSN (msnp15), que inclui mensagens pessoais (de status), mensagens off-line e a possibilidade de enviar emoticons customizados. Para ver as outras modificações, basta acessar o changelog do Pidgin.
Eu já havia testado o pidgin com o msnp14, que podia ser ativado durante a compilação, porém ele causava alguns problemas e as vezes caia a conexão e até chegava a fechar o cliente. Porém, pelo que testei nessa versão, parece estar bem estável.
Esse foi um dos recursos que demorou a ser implementado, mas pelo menos foi bem feito pela equipe do Pidgin. Se você não conhece o Pidgin, ele é um cliente de mensagens instantâneas multi-protocolo, ou seja, somente com ele você pode acessar Jabber, Talk, MSN, ICQ, Yahoo, AIM, IRC, entre outros. Caso tenha interesse em baixá-lo, acesse este endereço. Já existe um pacote para quem usa Ubuntu e no Gentoo, é só atualizar pelo próprio portage.
Entre eles, está o suporte à última versão do protocolo do MSN (msnp15), que inclui mensagens pessoais (de status), mensagens off-line e a possibilidade de enviar emoticons customizados. Para ver as outras modificações, basta acessar o changelog do Pidgin.
Eu já havia testado o pidgin com o msnp14, que podia ser ativado durante a compilação, porém ele causava alguns problemas e as vezes caia a conexão e até chegava a fechar o cliente. Porém, pelo que testei nessa versão, parece estar bem estável.
Esse foi um dos recursos que demorou a ser implementado, mas pelo menos foi bem feito pela equipe do Pidgin. Se você não conhece o Pidgin, ele é um cliente de mensagens instantâneas multi-protocolo, ou seja, somente com ele você pode acessar Jabber, Talk, MSN, ICQ, Yahoo, AIM, IRC, entre outros. Caso tenha interesse em baixá-lo, acesse este endereço. Já existe um pacote para quem usa Ubuntu e no Gentoo, é só atualizar pelo próprio portage.
Cliente Gráfico de SFTP
Postado em 10 de agosto de 2008 as 23:38:38, por Renan Rangel
Para que não conhece, o SFTP, também conhecido como SSH File Transfer Protocol, é um protocolo que utiliza uma conexão SSH para transmitir os seus arquivos.
Sempre que precisava, eu utilizava o comando scp para enviar ou baixar arquivos de uma máquina remota, e sempre me serviu bem.
Hoje, procurando um cliente gráfico de SFTP, descobri que o gFTP (o programa de FTP que eu já usava), dá suporte ao SFTP. Basta escolher "SSH2" e indicar a porta (geralmente 22) do seu servidor SSH.
Agora você estará conectado como se fosse um servidor FTP, mesmo que a máquina não forneça esse tipo de serviço, ou ele esteja bloqueado. Ótimo para trocar aqueles arquivos facilmente com o servidor :P
Para quem usa Windows, esses dias usei o WinSCP que é um cliente bem pequeno e funcional (suporta SFTP,SCP e FTP). Tem até uma versão para o pendrive, se você utiliza muito em outros lugares.
Sempre que precisava, eu utilizava o comando scp para enviar ou baixar arquivos de uma máquina remota, e sempre me serviu bem.
Hoje, procurando um cliente gráfico de SFTP, descobri que o gFTP (o programa de FTP que eu já usava), dá suporte ao SFTP. Basta escolher "SSH2" e indicar a porta (geralmente 22) do seu servidor SSH.
Agora você estará conectado como se fosse um servidor FTP, mesmo que a máquina não forneça esse tipo de serviço, ou ele esteja bloqueado. Ótimo para trocar aqueles arquivos facilmente com o servidor :P
Para quem usa Windows, esses dias usei o WinSCP que é um cliente bem pequeno e funcional (suporta SFTP,SCP e FTP). Tem até uma versão para o pendrive, se você utiliza muito em outros lugares.
del.icio.us agora é Delicious
Postado em 6 de agosto de 2008 as 23:27:36, por Renan Rangel
Hoje o Firefox pediu para atualizar a extensão do del.icio.us. Quando reinicie ele, vi que o agora o Yahoo trocou o site para Delicious.com.
O novo layout parece bem mais legal, o site ficou um pouco mais pesado que antes por causa das imagens, mas nada que fique lento.
Eu gostava do layout antigo, inclusive preferia o nome antigo, del.icio.us. Porém a mudança deve facilitar a memorização para os que ainda não estavam acostumados com o nome.
No mais, as funcionalidades também continuam as mesmas. Eu gostava da extensão antiga, aquela bem simples, que funcionava no Firefox 2. No Firefox 3, fui obrigado a instalar a nova, que tem um "menu" em que é possível fazer buscas como se fosse no histórico do próprio browser. Por um lado até que gostei, não precisa entrar no site para buscar as coisas :P
Bom, espero que a mudança seja para melhor e que o pessoal goste do novo design e continue usando esse serviço indispensável.
O novo layout parece bem mais legal, o site ficou um pouco mais pesado que antes por causa das imagens, mas nada que fique lento.
Eu gostava do layout antigo, inclusive preferia o nome antigo, del.icio.us. Porém a mudança deve facilitar a memorização para os que ainda não estavam acostumados com o nome.
No mais, as funcionalidades também continuam as mesmas. Eu gostava da extensão antiga, aquela bem simples, que funcionava no Firefox 2. No Firefox 3, fui obrigado a instalar a nova, que tem um "menu" em que é possível fazer buscas como se fosse no histórico do próprio browser. Por um lado até que gostei, não precisa entrar no site para buscar as coisas :P
Bom, espero que a mudança seja para melhor e que o pessoal goste do novo design e continue usando esse serviço indispensável.
Mudanças no last.fm
Postado em 21 de julho de 2008 as 23:32:09, por Renan Rangel
Hoje acessei o last.fm e notei que um novo layout e alguns recursos novos foram incorporados ao serviço.
Agora você pode ver as últimas atividades de um usuário, recurso semelhante àquele do orkut. Além disso, o novo layout ficou bem legal e limpo. Apesar de eu gostar do vermelho antigo, o novo parece mais legal.
Também tem o recurso da biblioteca (acho que antes não tinha, pelo menos nunca tinha visto), onde é as músicas que você ouviu estão organizadas por número de vezes tocadas, bandas, ou por terem sido tocadas recentemente.
Além disso, os "efeitos" no site estão legais, algumas transições na mudanças de páginas, um pouco de AJAX aqui e ali...
Se você não tem uma conta no last.fm, recomendo criar. O serviço é muito bom para quem gosta de música e você realmente pode descobrir muitas bandas/artistas novos lá. Vale a pena
.
Agora você pode ver as últimas atividades de um usuário, recurso semelhante àquele do orkut. Além disso, o novo layout ficou bem legal e limpo. Apesar de eu gostar do vermelho antigo, o novo parece mais legal.
Também tem o recurso da biblioteca (acho que antes não tinha, pelo menos nunca tinha visto), onde é as músicas que você ouviu estão organizadas por número de vezes tocadas, bandas, ou por terem sido tocadas recentemente.
Além disso, os "efeitos" no site estão legais, algumas transições na mudanças de páginas, um pouco de AJAX aqui e ali...
Se você não tem uma conta no last.fm, recomendo criar. O serviço é muito bom para quem gosta de música e você realmente pode descobrir muitas bandas/artistas novos lá. Vale a pena
Firefox no Livro dos Recordes
Postado em 2 de julho de 2008 as 23:54:34, por Renan Rangel
Acabei de receber um e-mail do Spread Firefox dizendo que o novo recorde foi estabelecido.
Como diz no e-mail (que você deve ter recebido também, se estava cadastrado), foram 8.002.530 downloads do Firefox 3 durante o período de 24 horas, garantindo um espaço no Guinness Book, nessa nova categoria.
E claro, para quem não imprimiu seu certificado de download do Firefox, não esqueça de visitar essa página e colocar seu nome no formulário, pois o PDF gerado é bem legal!
Como diz no e-mail (que você deve ter recebido também, se estava cadastrado), foram 8.002.530 downloads do Firefox 3 durante o período de 24 horas, garantindo um espaço no Guinness Book, nessa nova categoria.
E claro, para quem não imprimiu seu certificado de download do Firefox, não esqueça de visitar essa página e colocar seu nome no formulário, pois o PDF gerado é bem legal!
Bots com buscas estranhas
Postado em 24 de junho de 2008 as 23:12:00, por Renan Rangel
Estava dando uma olhada nos logs de acesso do blog, quando começei a achar umas URLs estranhas, de coisas que não existem.
As requisições eram feitas por alguns bots, identificados como googlebot, msnbot, etc:
/item/74/?replyto=934
/archives.php?year=2006&month=10&day=30
/item/102/?replyto=186
/archives.php?year=2006&month=08
Hã? Eu nem tenho php configurado nesse servidor. Achei que não poderia mais de 1 bot estar fazendo as coisas trocadas...
Daí, me lembrei do blog antigo (blog.br-net.org), que acho que usava um esquema de URLs assim, só que não tenho certeza. Mesmo assim, porque os bots ainda estão tentando indexar essas URLs? Aquele blog está desabilitado desde o ano passado, tinha ficado só um redirecionamento para o domínio atual, que agora nem existe mais.
Talvez o motivo pelo qual isso esteja acontecendo, seja que essas requisições retornam um código HTTP 302 (redirecionamento temporário). Talvez se eu alterar para o código 301 (movido permanentemente), ou finalmente começar a utilizar o erro 404 e a infame "Página não encontrada", esse problema se resolva.
Ta aí mais uma coisa pra fazer quando tiver um tempo, já que a escrita e pesquisa do TCC me toma um bom tempo.
As requisições eram feitas por alguns bots, identificados como googlebot, msnbot, etc:
/item/74/?replyto=934
/archives.php?year=2006&month=10&day=30
/item/102/?replyto=186
/archives.php?year=2006&month=08
Hã? Eu nem tenho php configurado nesse servidor. Achei que não poderia mais de 1 bot estar fazendo as coisas trocadas...
Daí, me lembrei do blog antigo (blog.br-net.org), que acho que usava um esquema de URLs assim, só que não tenho certeza. Mesmo assim, porque os bots ainda estão tentando indexar essas URLs? Aquele blog está desabilitado desde o ano passado, tinha ficado só um redirecionamento para o domínio atual, que agora nem existe mais.
Talvez o motivo pelo qual isso esteja acontecendo, seja que essas requisições retornam um código HTTP 302 (redirecionamento temporário). Talvez se eu alterar para o código 301 (movido permanentemente), ou finalmente começar a utilizar o erro 404 e a infame "Página não encontrada", esse problema se resolva.
Ta aí mais uma coisa pra fazer quando tiver um tempo, já que a escrita e pesquisa do TCC me toma um bom tempo.
8,2 milhões de downloads do Firefox
Postado em 22 de junho de 2008 as 14:00:10, por Renan Rangel
No dia do lançamento, o Firefox alcançou a marca de 8,2 milhões de downloads, superando a marca do Firefox 2 que era de 1,6 milhões.

A média de downloads foi de cerca de 9 mil por minuto. Não é a toa que as vezes os servidores davam algum problema, ou ficavam indisponíveis.
Para completar, o time de desenvolvimento do IE mandou um presente pro pessoal da Mozilla Foundation para comemorar o lançamento, da mesma forma que fizeram no lançamento do Firefox 2:

Se você ainda não baixou o Firefox 3, use o link abaixo:

A média de downloads foi de cerca de 9 mil por minuto. Não é a toa que as vezes os servidores davam algum problema, ou ficavam indisponíveis.
Para completar, o time de desenvolvimento do IE mandou um presente pro pessoal da Mozilla Foundation para comemorar o lançamento, da mesma forma que fizeram no lançamento do Firefox 2:

Se você ainda não baixou o Firefox 3, use o link abaixo:
Firefox Download Day
Postado em 31 de maio de 2008 as 22:55:17, por Renan Rangel
Que tal colocar o Firefox no Guinness? Tudo o que você precisa fazer é baixar a nova versão do browser no dia de seu lançamento!
Para que você seja avisado do lançamento, cadastre-se no site. No momento em que estou escrevendo esse post, mais de 35 mil pessoas no Brasil já confirmaram a participação, sendo mais de 480 mil em todo o mundo.
Participe você também!
Conta no Twitter
Postado em 19 de maio de 2008 as 23:46:30, por Renan Rangel
Pois é, depois de algum tempo acabei criando uma conta no Twitter.
Ainda não comecei a usar o serviço pra valer, mas parece ser interessante. Quem quiser, pode me "adicionar":
follow rvr777 at http://twitter.com
Ainda não comecei a usar o serviço pra valer, mas parece ser interessante. Quem quiser, pode me "adicionar":
follow rvr777 at http://twitter.com
Flash Player 10 para Linux
Postado em 15 de maio de 2008 as 23:29:19, por Renan Rangel
Parece que já foi liberada uma versão preliminar do Flash Player 10 para Linux.
Tem uns novos recursos, algum 3D e essas firulas novas, mas o mais importante eles não fizeram: corrigir o bug da transparência.
Será que os caras não corrigem de propósito? Porque não tem outra razão... Esse problema tem tantos anos, que não faz nem sentido existir, é pura sacanagem.
Já perdi as esperanças desse bug ser corrigido algum dia.
Tem uns novos recursos, algum 3D e essas firulas novas, mas o mais importante eles não fizeram: corrigir o bug da transparência.
Será que os caras não corrigem de propósito? Porque não tem outra razão... Esse problema tem tantos anos, que não faz nem sentido existir, é pura sacanagem.
Já perdi as esperanças desse bug ser corrigido algum dia.
Site da TIM no Linux
Postado em 12 de maio de 2008 as 23:32:56, por Renan Rangel
Esses dias tentei acessar o site da TIM e não consegui. Mas não é exatamente culpa deles.
No Linux, o Adobe ainda não corrigiu vários problemas que existem no Flash Player. É incrível como eles parecem ignorar a existência dos mesmos, tais como transparência, Flash em cima dos outros objetos (é o caso do site da TIM).
Quando abro o site da TIM, o Flash fica em cima das caixas de seleção do estado, assim não posso escolher. Então, como acessar?
Me lembrei então do Greasemonkey uma extensão que permite executar um javascript na página, após o seu carregamento.
Estava olhando um pouco de Javascript esses dias, para usar com o Greasemonkey. Até que não é difícil. Para corrigir o problema para acessar o site da TIM, criei o seguinte código:
window.setTimeout( function() {
e = document.getElementById('prehome');
if (e) {
e.style.display='none';
}
}, 1500);
Basicamente, ele cria uma função que irá pegar o elemento com o ID "prehome" (o que tem o flash) e irá esconder alterando a propriedade "display" para "none".
O window.setTimeout é necessário porque o site da TIM cria o elemento "prehome" utilizando um Javascript também. Se o código acima fosse executado assim que o site fosse carregado, o elemento ainda não teria sido criado e o script acabaria não funcionando. Por causa disso, deixei um timeout de 1,5 segundos.
Caso queira utilizar o script para entrar no site da TIM, você pode instalar o Greasemonkey e depois baixar o script pronto.
No Linux, o Adobe ainda não corrigiu vários problemas que existem no Flash Player. É incrível como eles parecem ignorar a existência dos mesmos, tais como transparência, Flash em cima dos outros objetos (é o caso do site da TIM).
Quando abro o site da TIM, o Flash fica em cima das caixas de seleção do estado, assim não posso escolher. Então, como acessar?
Me lembrei então do Greasemonkey uma extensão que permite executar um javascript na página, após o seu carregamento.
Estava olhando um pouco de Javascript esses dias, para usar com o Greasemonkey. Até que não é difícil. Para corrigir o problema para acessar o site da TIM, criei o seguinte código:
window.setTimeout( function() {
e = document.getElementById('prehome');
if (e) {
e.style.display='none';
}
}, 1500);
Basicamente, ele cria uma função que irá pegar o elemento com o ID "prehome" (o que tem o flash) e irá esconder alterando a propriedade "display" para "none".
O window.setTimeout é necessário porque o site da TIM cria o elemento "prehome" utilizando um Javascript também. Se o código acima fosse executado assim que o site fosse carregado, o elemento ainda não teria sido criado e o script acabaria não funcionando. Por causa disso, deixei um timeout de 1,5 segundos.
Caso queira utilizar o script para entrar no site da TIM, você pode instalar o Greasemonkey e depois baixar o script pronto.
TCC: Webhosting
Postado em 9 de maio de 2008 as 21:09:51, por Renan Rangel
Ontem apresentei minha proposta para o Trabalho de Conclusão de Curso da faculdade. A princípio, o objetivo é criar um painel de controle para servidores de webhosting.
O diferencial seria uma interface flexível para trabalhar com vários serviços e não utilizar somente um, como são os painéis atualmente. Se a configuração de cada serviço for feita por um módulo, é mais fácil criar um módulo para usar um serviço diferente.
Por exemplo, o Plesk usa o qmail, um software que eu não gosto. Outros sysadmins também podem não gostar. Só que se quiser usar ele, tem que viver com o qmail.
Como não tinha muitas idéias, dá pra dizer que essa foi praticamente a única coisa que eu podia fazer. Esse trabalho vai ser grande, espero ter tempo suficiente para terminar até o final do ano.
Pelo menos a proposta acho que os professores gostaram, espero que o trabalho final fique bom :)
O diferencial seria uma interface flexível para trabalhar com vários serviços e não utilizar somente um, como são os painéis atualmente. Se a configuração de cada serviço for feita por um módulo, é mais fácil criar um módulo para usar um serviço diferente.
Por exemplo, o Plesk usa o qmail, um software que eu não gosto. Outros sysadmins também podem não gostar. Só que se quiser usar ele, tem que viver com o qmail.
Como não tinha muitas idéias, dá pra dizer que essa foi praticamente a única coisa que eu podia fazer. Esse trabalho vai ser grande, espero ter tempo suficiente para terminar até o final do ano.
Pelo menos a proposta acho que os professores gostaram, espero que o trabalho final fique bom :)
Aplicativo: aria2
Postado em 6 de maio de 2008 as 23:16:49, por Renan Rangel
Um programa interessante para fazer downloads segmentados é o aria2.
Ele permite fazer aquele esquema: abrir várias conexões simultâneas e baixar várias partes de um arquivo grande em paralelo. Isso é interessante quando o servidor remoto limita a velocidade por conexão, ou quando você não esteja conseguindo atingir boas velocidades de download.
Provavelmente ele vai estar disponível para download no gerenciador de pacotes da sua distribuição Linux.
Para baixar um arquivo, usando 4 partes, utilize o seguinte comando:
aria2c -s4 http://example.com/arquivo
Por padrão, se você parar o download, ele vai continuar de onde parou, basta usar o mesmo comando para reiniciar.
Essa não é uma ferramenta com tantas opções como o wget, mas tem alguns recursos que o wget não suporta, como os downloads segmentados e outros protocolos como o BitTorrent e Metalink.
Fica a dica para quem quer fazer downloads de arquivos grandes de maneira segmentada.
Ele permite fazer aquele esquema: abrir várias conexões simultâneas e baixar várias partes de um arquivo grande em paralelo. Isso é interessante quando o servidor remoto limita a velocidade por conexão, ou quando você não esteja conseguindo atingir boas velocidades de download.
Provavelmente ele vai estar disponível para download no gerenciador de pacotes da sua distribuição Linux.
Para baixar um arquivo, usando 4 partes, utilize o seguinte comando:
aria2c -s4 http://example.com/arquivo
Por padrão, se você parar o download, ele vai continuar de onde parou, basta usar o mesmo comando para reiniciar.
Essa não é uma ferramenta com tantas opções como o wget, mas tem alguns recursos que o wget não suporta, como os downloads segmentados e outros protocolos como o BitTorrent e Metalink.
Fica a dica para quem quer fazer downloads de arquivos grandes de maneira segmentada.
Busca no Guia Foca GNU/Linux
Postado em 27 de abril de 2008 as 17:07:56, por Renan Rangel
Agora, se você quiser pesquisar alguma coisa no guia Foca Linux, pode usar o mecanismo de busca integrado do Firefox.
Basta acessar a página de downloads e clicar no link "Mecanismo de campo de pesquisa do Foca Linux". O desenvolvimento foi uma contribuição do Almir Mendes, da Spirit Linux.
Para quem não conhece, o Guia Foca Linux é uma das melhores e mais completas documentações sobre sistemas Linux disponível em português. Ela possui versões específicas: Iniciante, Intermediário e Avançado, ótimo para quem deseja aprender sobre os recursos do GNU/Linux.
Basta acessar a página de downloads e clicar no link "Mecanismo de campo de pesquisa do Foca Linux". O desenvolvimento foi uma contribuição do Almir Mendes, da Spirit Linux.
Para quem não conhece, o Guia Foca Linux é uma das melhores e mais completas documentações sobre sistemas Linux disponível em português. Ela possui versões específicas: Iniciante, Intermediário e Avançado, ótimo para quem deseja aprender sobre os recursos do GNU/Linux.
WordPress pode ser bloqueado no Brasil
Postado em 9 de abril de 2008 as 22:56:28, por Renan Rangel
Seguindo o mesmo caminho do caso da Daniela Cicarelli, o WordPress pode ser bloqueado no Brasil, por ordem judicial.
Tudo porque uma ordem judicial 31ª Vara Civel do Tribunal de Justiça de São Paulo, pede que seja bloqueado um dos blogs hospedados pelo WordPress.com.
É preciso de mais ajuda técnica para serem tomadas decisões como bloquear acesso a um IP, pois isso interrompe todo os serviços, ou seja, todos os blogs que estejam no WordPress.com seriam afetados.
Felizmente, a Abranet (Associação Brasileira dos Provedores de Acesso, Serviços e Informações da Rede Internet) disse que esse tipo de bloqueio não pode ser feito, devido às conseqüências. Dessa forma, indicaram que o juiz solicite que o WordPress tire o blog do ar, o que eu acho mais sensato.
Se começarem a bloquear tudo, vai ser aquele alvoroço como o caso da Cicarelli. Bloqueios às pressas não devem ser feitos, precisam ser pensados e principalmente, consultar pessoas da área técnica (como nesse caso, a Abranet). Caso contrário, teremos um controle tipo o que a China faz com seus usuários de Internet.
Tudo porque uma ordem judicial 31ª Vara Civel do Tribunal de Justiça de São Paulo, pede que seja bloqueado um dos blogs hospedados pelo WordPress.com.
É preciso de mais ajuda técnica para serem tomadas decisões como bloquear acesso a um IP, pois isso interrompe todo os serviços, ou seja, todos os blogs que estejam no WordPress.com seriam afetados.
Felizmente, a Abranet (Associação Brasileira dos Provedores de Acesso, Serviços e Informações da Rede Internet) disse que esse tipo de bloqueio não pode ser feito, devido às conseqüências. Dessa forma, indicaram que o juiz solicite que o WordPress tire o blog do ar, o que eu acho mais sensato.
Se começarem a bloquear tudo, vai ser aquele alvoroço como o caso da Cicarelli. Bloqueios às pressas não devem ser feitos, precisam ser pensados e principalmente, consultar pessoas da área técnica (como nesse caso, a Abranet). Caso contrário, teremos um controle tipo o que a China faz com seus usuários de Internet.
Firefox 3.0 Beta 4 com ótima performance
Postado em 20 de março de 2008 as 22:48:24, por Renan Rangel
O lançamento do Firefox 3 está previsto para junho, mas o Beta 4 já está disponível.
Um dos grandes diferencias é que a performance do browser foi melhorada muito em relação ao Firefox 2, chegando a rivalizar o Safari 3.1, que a Apple diz ser o mais rápido de todos.
O ZDNet fez alguns testes para concluir que os dois browsers tem performance semelhante, que são 2 vezes mais rápido que o Internet Explorer 8 Beta 1 e cerca de 7 vezes mais rápido que o Internet Explorer 7.
Veja o ranking dos browsers rodando no Windows:

Porém, no Mac OS X o Safari pontuou um pouco melhor e como não existe Safari para Linux, os testes não puderam ser feitos.
Ou seja, o Firefox 3 Beta 4 se tornou um competidor na briga por performance. Será que a performance será melhorada com o lançamento da versão final?
Um dos grandes diferencias é que a performance do browser foi melhorada muito em relação ao Firefox 2, chegando a rivalizar o Safari 3.1, que a Apple diz ser o mais rápido de todos.
O ZDNet fez alguns testes para concluir que os dois browsers tem performance semelhante, que são 2 vezes mais rápido que o Internet Explorer 8 Beta 1 e cerca de 7 vezes mais rápido que o Internet Explorer 7.
Veja o ranking dos browsers rodando no Windows:

Porém, no Mac OS X o Safari pontuou um pouco melhor e como não existe Safari para Linux, os testes não puderam ser feitos.
Ou seja, o Firefox 3 Beta 4 se tornou um competidor na briga por performance. Será que a performance será melhorada com o lançamento da versão final?
Grade Preliminar do fisl 9.0
Postado em 18 de março de 2008 as 17:18:17, por Renan Rangel
Hoje saiu a grade preliminar da programação do fisl. Quem quiser dar uma olhada pode acessar neste endereço.
Ela ainda não está completa, mas já tem muita coisa boa ai para assistir. Dando uma olhada por cima, essas são as que achei mais interessantes:
17 de Abril
- Can you survive a downtime? (Tirthankar Das)
- Uma Solução de Firewall Redundante com OpenBSD, CARP e PFSync (João Salvatti)
- Profissionalismo para nerds - Eu já sei o que eu vou ser quando crescer (Sulamita Garcia)
- The Postgres Application Server (David Fetter)
- Understanding the Kernel Network Layer (Breno Leitão)
- Network Forensic - Coleta e Análise de Evidências dos Ativos da Rede com Ferramentas Livres (Sandro Melo)
- Creative Commons and the Problem with Copyright Law (Maureen O'Sullivan)
- Multiterminais (Paulo Ricardo Zanoni, Luis Carlos Erpen de Bona)
- Fazendo Um Elefante Passar Debaixo da Porta (Fabio Telles)
18 de Abril
- Encontro Sul-americano de Perl - YAPC::SA::2008 (Flávio S. Glock)
- Engenharia de Software e Software Livre: tudo a ver! (Antonio Terceiro)
- Clonando Pinguins com System Imager (Cesar Augusto Domingos, Caio Candido)
- Backup prático, porquê precisamos evoluir ! (Solli Moreira Honório)
- Proposta de uma Metodologia de Migração de Software Proprietário para Software Livre com Foco no Usuário (Ramon Simões Abílio, José Monserrat Neto)
- Por trás das firulas do X (Tiago Vignatti)
- Segurança de Aplicações e Arquivos de Sistemas com AppArmor (Carlos Alberto Ribeiro, Vagner Farias)
- Liberdade educacional - o uso de softwares livres na educação (Frederico Gonçalves Guimarães)
19 de Abril
- Plenária Debian Brasil (Felipe Augusto van de Wiel)
- Software Livre na Educação Universitária : Os estudantes de computação e o software livre (José Honorato Ferreira Nunes, Adilson Barros Soares, Renata de Andrade Pereira)
- Keeping 200 firewalls on track (Ernesto Silva, Andres Tarallo, Enrique Verdes)
- Prevenindo XSS: Execute apenas o SEU código (Er Galvão Abbott)
- Jornalismo Livre: proposta de incorporação da liberdade na prática jornalística (Rafael Evangelista, Tiago Soares)
- Combining Linux High Availability Clusters with Data Replication (DRBD) (Mark Bilansky)
- Tradução de Software Livre (José Ernesto Mortara San Martin, Fabiano Sant'Ana)
- GGZ: Progresso na área dos jogos livres na internet (Josef Spillner)
- Port Knocking? Esqueça. Abrindo portas remotamente no iptables com Single Packet Authorization. (Jansen Carlo Sena)
- Uma solução de implementação do conceito de Rede Segura, utilizando o padrão IEEE 802.1x em ambiente híbrido (Luis Antônio Schneiders)
- O que é ODF e qual a sua importância (Jomar Silva)
- Fun and Software Livre! - Return of the Jedi! (Jon 'Maddog' Hall)
- VIM para desenvolver (Luiz Guilherme Ribeiro Sanches)
Tomara que eu consiga ir nos 3 dias dessa vez, já que ano passado em só pude ir no último. Senão, vou perder palestras bem legais, bem como o YAPC::SA::2008.
Ela ainda não está completa, mas já tem muita coisa boa ai para assistir. Dando uma olhada por cima, essas são as que achei mais interessantes:
17 de Abril
- Can you survive a downtime? (Tirthankar Das)
- Uma Solução de Firewall Redundante com OpenBSD, CARP e PFSync (João Salvatti)
- Profissionalismo para nerds - Eu já sei o que eu vou ser quando crescer (Sulamita Garcia)
- The Postgres Application Server (David Fetter)
- Understanding the Kernel Network Layer (Breno Leitão)
- Network Forensic - Coleta e Análise de Evidências dos Ativos da Rede com Ferramentas Livres (Sandro Melo)
- Creative Commons and the Problem with Copyright Law (Maureen O'Sullivan)
- Multiterminais (Paulo Ricardo Zanoni, Luis Carlos Erpen de Bona)
- Fazendo Um Elefante Passar Debaixo da Porta (Fabio Telles)
18 de Abril
- Encontro Sul-americano de Perl - YAPC::SA::2008 (Flávio S. Glock)
- Engenharia de Software e Software Livre: tudo a ver! (Antonio Terceiro)
- Clonando Pinguins com System Imager (Cesar Augusto Domingos, Caio Candido)
- Backup prático, porquê precisamos evoluir ! (Solli Moreira Honório)
- Proposta de uma Metodologia de Migração de Software Proprietário para Software Livre com Foco no Usuário (Ramon Simões Abílio, José Monserrat Neto)
- Por trás das firulas do X (Tiago Vignatti)
- Segurança de Aplicações e Arquivos de Sistemas com AppArmor (Carlos Alberto Ribeiro, Vagner Farias)
- Liberdade educacional - o uso de softwares livres na educação (Frederico Gonçalves Guimarães)
19 de Abril
- Plenária Debian Brasil (Felipe Augusto van de Wiel)
- Software Livre na Educação Universitária : Os estudantes de computação e o software livre (José Honorato Ferreira Nunes, Adilson Barros Soares, Renata de Andrade Pereira)
- Keeping 200 firewalls on track (Ernesto Silva, Andres Tarallo, Enrique Verdes)
- Prevenindo XSS: Execute apenas o SEU código (Er Galvão Abbott)
- Jornalismo Livre: proposta de incorporação da liberdade na prática jornalística (Rafael Evangelista, Tiago Soares)
- Combining Linux High Availability Clusters with Data Replication (DRBD) (Mark Bilansky)
- Tradução de Software Livre (José Ernesto Mortara San Martin, Fabiano Sant'Ana)
- GGZ: Progresso na área dos jogos livres na internet (Josef Spillner)
- Port Knocking? Esqueça. Abrindo portas remotamente no iptables com Single Packet Authorization. (Jansen Carlo Sena)
- Uma solução de implementação do conceito de Rede Segura, utilizando o padrão IEEE 802.1x em ambiente híbrido (Luis Antônio Schneiders)
- O que é ODF e qual a sua importância (Jomar Silva)
- Fun and Software Livre! - Return of the Jedi! (Jon 'Maddog' Hall)
- VIM para desenvolver (Luiz Guilherme Ribeiro Sanches)
Tomara que eu consiga ir nos 3 dias dessa vez, já que ano passado em só pude ir no último. Senão, vou perder palestras bem legais, bem como o YAPC::SA::2008.
Caiu a ficha do time do IE8
Postado em 5 de março de 2008 as 23:57:35, por Renan Rangel
Depois da Microsoft decidir que o Internet Explorer 8 não iria utilizar os padrões atuais para renderizar as páginas, eles resolveram voltar atrás.
Como eu tinha dito anteriormente em um post, o certo seria por padrão, o IE 8 renderizar as páginas de forma mais compatível possível com os padrões atuais. Porém, eles queriam que os desenvolvedores especificassem fosse para usar a nova engine.
Isso não faz sentido, e eles resolveram mudar. Agora, por padrão o IE 8 irá renderizar da forma mais correta possível os padrões e os desenvolvedores que quiserem seguir utilizando as engines antigas, devem especificar explicitamente, como eu tinha sugerido no post anterior.
Claro, essa mudança pode ter acontecido juntamente com as decisões da Microsoft para melhorar a interoperabilidade, que foram anunciadas recentemente. Pelo menos já é mais um passo na direção certa.
Como eu tinha dito anteriormente em um post, o certo seria por padrão, o IE 8 renderizar as páginas de forma mais compatível possível com os padrões atuais. Porém, eles queriam que os desenvolvedores especificassem fosse para usar a nova engine.
Isso não faz sentido, e eles resolveram mudar. Agora, por padrão o IE 8 irá renderizar da forma mais correta possível os padrões e os desenvolvedores que quiserem seguir utilizando as engines antigas, devem especificar explicitamente, como eu tinha sugerido no post anterior.
Claro, essa mudança pode ter acontecido juntamente com as decisões da Microsoft para melhorar a interoperabilidade, que foram anunciadas recentemente. Pelo menos já é mais um passo na direção certa.
Adobe quer DRM no Flash
Postado em 25 de fevereiro de 2008 as 21:42:47, por Renan Rangel
Como todos sabem, a popularidade do YouTube vem crescendo e não tem previsão de parar. E assim como outros sites, utiliza o formato Flash para reproduzir seus vídeos.
A Adobe, empresa que criou e controla a tecnologia Flash, está planejando incluir DRM no Flash 9.
Eu não entendo a fascinação que as empresas tem pelo DRM. As pessoas já disseram que não querem DRM. As empresas estão deixando de utilizar DRM. Porque é que agora a Adobe quer implementar isso? O que será que vai mudar?
E o pior de tudo, será que isso será suportado em todas as plataformas? Até hoje, a Adobe ainda não lançou para Linux um plugin Flash que funcione com transparência. Será que as pessoas poderão assistir vídeos protegidos fora da plataforma principal (Windows)?
Agora que (aos poucos) as empresas estão vendo que o DRM só piora as coisas, algumas estão pensando em implementar. Vai entender...
A Adobe, empresa que criou e controla a tecnologia Flash, está planejando incluir DRM no Flash 9.
Eu não entendo a fascinação que as empresas tem pelo DRM. As pessoas já disseram que não querem DRM. As empresas estão deixando de utilizar DRM. Porque é que agora a Adobe quer implementar isso? O que será que vai mudar?
E o pior de tudo, será que isso será suportado em todas as plataformas? Até hoje, a Adobe ainda não lançou para Linux um plugin Flash que funcione com transparência. Será que as pessoas poderão assistir vídeos protegidos fora da plataforma principal (Windows)?
Agora que (aos poucos) as empresas estão vendo que o DRM só piora as coisas, algumas estão pensando em implementar. Vai entender...
Usando o SSH como proxy
Postado em 20 de fevereiro de 2008 as 20:43:08, por Renan Rangel
O SSH é um serviço muito versátil, o que permite que ele seja utilizado de várias formas.
O Vicente explicou algumas das utilidades do SSH e vou complementar explicando como utilizá-lo como proxy.
Eu utilizo muito essa funcionalidade, porque as vezes preciso testar algum serviço de conexões diferentes (e de provedores diferentes). Ter mais de uma conexão para testar algo sempre é uma boa idéia :P
O funcionamento é simples. Basicamente você abre um "túnel" até o servidor remoto, e o seu browser tem que suportar o protocolo SOCKS para poder utilizá-lo como proxy, mas isso quase todos suportam hoje em dia.
No Linux, você só precisa do seguinte comando:
ssh usuario@servidor -D 8080
A opção -D (note que o "D" tem que ser maiúsculo) indica a porta que será aberta (lembre-se para portas até 1024 somente o root pode utilizar).
Veja mais abaixo como configurar no Firefox.
No Windows, você precisará de um cliente de SSH como o PuTTY para fazer isso.
Se você já usa o PuTTY, a única coisa que precisa fazer é ir até a categoria Tunnels, colocar em Source Port a porta desejada, selecionar Dynamic e clicar em Add.

Depois disso, conecte normalmente. Lembre-se que tanto no Linux como no Windows, o túnel (proxy) só funcionará depois que você logar no servidor remoto.
No Firefox (em outros browsers, é semelhante), para configurar o túnel como proxy, você deve abrir as Preferências/Opções, Avançado e na aba Rede, selecionar a opção Configurações. Na janela que preencher, marque a configuração manual e preencha somente o campo SOCKS, como a imagem abaixo:

Lembre-se que depois fechar o SSH, o browser ainda estará tentando conectar através do túnel e você deve retornar à configuração anterior para que possa voltar a acessar a internet.
Essa foi a minha dica, alguém conhece mais alguma utilidade para o SSH?
O Vicente explicou algumas das utilidades do SSH e vou complementar explicando como utilizá-lo como proxy.
Eu utilizo muito essa funcionalidade, porque as vezes preciso testar algum serviço de conexões diferentes (e de provedores diferentes). Ter mais de uma conexão para testar algo sempre é uma boa idéia :P
O funcionamento é simples. Basicamente você abre um "túnel" até o servidor remoto, e o seu browser tem que suportar o protocolo SOCKS para poder utilizá-lo como proxy, mas isso quase todos suportam hoje em dia.
No Linux, você só precisa do seguinte comando:
ssh usuario@servidor -D 8080
A opção -D (note que o "D" tem que ser maiúsculo) indica a porta que será aberta (lembre-se para portas até 1024 somente o root pode utilizar).
Veja mais abaixo como configurar no Firefox.
No Windows, você precisará de um cliente de SSH como o PuTTY para fazer isso.
Se você já usa o PuTTY, a única coisa que precisa fazer é ir até a categoria Tunnels, colocar em Source Port a porta desejada, selecionar Dynamic e clicar em Add.

Depois disso, conecte normalmente. Lembre-se que tanto no Linux como no Windows, o túnel (proxy) só funcionará depois que você logar no servidor remoto.
No Firefox (em outros browsers, é semelhante), para configurar o túnel como proxy, você deve abrir as Preferências/Opções, Avançado e na aba Rede, selecionar a opção Configurações. Na janela que preencher, marque a configuração manual e preencha somente o campo SOCKS, como a imagem abaixo:

Lembre-se que depois fechar o SSH, o browser ainda estará tentando conectar através do túnel e você deve retornar à configuração anterior para que possa voltar a acessar a internet.
Essa foi a minha dica, alguém conhece mais alguma utilidade para o SSH?
Falha "grave" no Firefox, será?
Postado em 13 de fevereiro de 2008 as 13:24:17, por Renan Rangel
Muita gente tem falado da tal falha "grave" que tem sido noticiada em vários sites.
O problema é que o pessoal todo pegou da primeira fonte que achou e começou a divulgar, ai que está o problema.
Na verdade, não é uma falha, pois ela não expõe os arquivos do usuário.
Na verdade, os arquivos que podem ser lidos são o padrão para todas as instalações do firefox e não contém dados do usuário, preferências, senhas, etc...
O problema é que o post no Slashdot chamou muita atenção e o pessoal começou a postar desesperadamente. Ainda, a maioria não lê os comentários (que são bem extensivos), onde já haviam reportado que a notícia era FUD.
Uma discussão interessante está sendo feita nos comentários desse site, quem estiver interessado, vale a pena dar uma olhada.
O problema é que o pessoal todo pegou da primeira fonte que achou e começou a divulgar, ai que está o problema.
Na verdade, não é uma falha, pois ela não expõe os arquivos do usuário.
Na verdade, os arquivos que podem ser lidos são o padrão para todas as instalações do firefox e não contém dados do usuário, preferências, senhas, etc...
O problema é que o post no Slashdot chamou muita atenção e o pessoal começou a postar desesperadamente. Ainda, a maioria não lê os comentários (que são bem extensivos), onde já haviam reportado que a notícia era FUD.
Uma discussão interessante está sendo feita nos comentários desse site, quem estiver interessado, vale a pena dar uma olhada.
Adeus, PHP4
Postado em 6 de fevereiro de 2008 as 17:15:29, por Renan Rangel
Ontem, foi o dia que o projeto GoPHP5 concluiu o seu objetivo. Fazer o máximo de projetos e grandes empresas de hosting a passar a suportar somente o PHP5.
Para projetos, isso faz muito sentido. Cortar o suporte do PHP4, força os usuários a utilizarem o PHP5, o que contribui para deixar de lado a versão antiga e que não é muito compatível com a nova. Uma data foi estipulada para que isso acontecesse (5 de Fevereiro de 2008), assim as empresas de hosting poderiam atualizar seu servidores.
Na época que foi lançado o PHP 5.2, poucas empresas de hosting o tinham disponível. O motivo era ser muito novo, e histórico ruim do PHP 5.0 e 5.1. Com o lançamento do 5.2, os problemas foram resolvidos e essa versão que deve ser usada, para permitir que a tecnologia avance.
Se os usuários e programadores ficarem presos a uma tecnologia antiga, mesmo que estável, impede que ela avance, fazendo com que ela fique "parada". O projeto foi uma ótima idéia para impedir que isso acontecesse.
Muitos projetos aderiram ao movimento, como DeluxeBB, Drupal, RoundCube, Moodle, PEAR, phpmyadmin, phppgadmin e diversos outros que podem ser vistos aqui.
Vamos ver até quando o PHP5 irá ficar na cena e se vai durar tanto quanto o PHP4.
Para projetos, isso faz muito sentido. Cortar o suporte do PHP4, força os usuários a utilizarem o PHP5, o que contribui para deixar de lado a versão antiga e que não é muito compatível com a nova. Uma data foi estipulada para que isso acontecesse (5 de Fevereiro de 2008), assim as empresas de hosting poderiam atualizar seu servidores.
Na época que foi lançado o PHP 5.2, poucas empresas de hosting o tinham disponível. O motivo era ser muito novo, e histórico ruim do PHP 5.0 e 5.1. Com o lançamento do 5.2, os problemas foram resolvidos e essa versão que deve ser usada, para permitir que a tecnologia avance.
Se os usuários e programadores ficarem presos a uma tecnologia antiga, mesmo que estável, impede que ela avance, fazendo com que ela fique "parada". O projeto foi uma ótima idéia para impedir que isso acontecesse.
Muitos projetos aderiram ao movimento, como DeluxeBB, Drupal, RoundCube, Moodle, PEAR, phpmyadmin, phppgadmin e diversos outros que podem ser vistos aqui.
Vamos ver até quando o PHP5 irá ficar na cena e se vai durar tanto quanto o PHP4.
Firefox alcança 28% na Europa
Postado em 30 de janeiro de 2008 as 23:45:42, por Renan Rangel
O market share do Firefox atingiu 28% na Europa. Os países de lá tem sido mais receptivos ao browser, e ele continua a ser usado por cada vez mais pessoas.
Com o Firefox 3 em desenvolvimento, chances são de esse crescimento acelerar ainda mais, já que a nova versão do browser virá com algumas novidades e melhoramentos de performance.
Aqui no Brasil, o Firefox ainda não está tão difundido, mas vai crescendo aos poucos. Muita gente que nunca tinha ouvido falar, já sabe o que é e alguns já estão trocando.
Algum browser tem que forçar a Microsoft a fazer o Internet Explorer renderizar as páginas direito, senão as páginas nunca ficarão iguais em browsers diferentes. Por enquanto o Firefox parece estar conseguindo isso.
Com o Firefox 3 em desenvolvimento, chances são de esse crescimento acelerar ainda mais, já que a nova versão do browser virá com algumas novidades e melhoramentos de performance.
Aqui no Brasil, o Firefox ainda não está tão difundido, mas vai crescendo aos poucos. Muita gente que nunca tinha ouvido falar, já sabe o que é e alguns já estão trocando.
Algum browser tem que forçar a Microsoft a fazer o Internet Explorer renderizar as páginas direito, senão as páginas nunca ficarão iguais em browsers diferentes. Por enquanto o Firefox parece estar conseguindo isso.
Compartilhe o Firefox no seu sistema dual-boot
Postado em 28 de janeiro de 2008 as 12:50:08, por Renan Rangel
Se você usa o Firefox em um máquina com dual-boot, já parou pra pensar o trabalho que dá para instalar todas as extensões num e depois ter que instalar no outro? E pior, se salvou alguma página nos favoritos e está no outro sistema, terá que reiniciar a máquina. Uma boa solução para esses problemas é utilizar somente um profile do Firefox para todos os sistemas que estão instalados na máquina.
A princípio, não é difícil. O maior problema é fazer o profile ficar acessível nos dois sistemas. A maior dificuldade será se você estiver rodando um dual-boot Linux/Windows, que é o foco desse tutorial. Para outros sistemas, basta simplesmente editar um arquivo, como será explicado logo.
1. Onde guardar o profile
Antes de mais nada, você precisa definir: em qual partição será armazenado o Firefox. Num ambiente com Windows XP e Linux, isso é meio complicado, já que o Windows não reconhece sistemas de arquivos do Linux e o Linux por padrão somente lê NTFS. Porém, se você usa outro setup (Linux/Linux, FreeBSD/Linux, etc), é bem mais fácil.
2. Windows XP e Linux
Se você utiliza não utiliza o Windows XP, ou outro Windows que utilize uma partição NTFS, você pode passar para o próximo passo, visto que não será necessário nenhuma configuração adicional.
Aqui, existem duas possibilidades: deixar o profile no Windows e instalar o ntfs-3g (que tem suporte a escrita em NTFS), ou deixar no Linux e instalar um "driver" como o Ext2 IFS for Windows. Como eu não gosto da idéia de um vírus no Windows apagando os arquivos na partição do Linux, prefiro instalar o ntfs-3g. Caso você não tenha essa preocupação, pode fazer o contrário...
Para instalar o ntfs-3g:
Ubuntu: apt-get install ntfs-3g
Gentoo: emerge ntfs3g
Caso utilize outra distribuição, procure algum tutorial de como instalar o ntfs-3g.
Depois de instalado, você precisa alterar no /etc/fstab a linha referente a partição do Windows. Por exemplo:
/dev/hda1 /media/hda1 ntfs-3g defaults,umask=000 0 0
Não se importe se a linha estiver um pouco diferente, depende da distribuição que você está usando. O importante é trocar o "ntfs" (ou auto) por "ntfs-3g". Depois disso, você precisa remontar a unidade, ou reiniciar o computador.
3. Configurando o Profile do Firefox
No caso deste tutorial, como o profile ficará armazenado na partição no Windows, não haverá necessidade de configuração nele. Vamos pular direto para configurar o profile no Linux.
Na home do seu usuário, o Firefox utiliza um arquivo onde fica guardada a localização do seu profile. Abra seu editor de texto favorito e vamos editar o arquivo ~/.mozilla/firefox/profiles.ini
Você precisará editar duas linhas, dentro da seção [Profile0]:
[Profile0]
Name=default
IsRelative=1
Path=5qpte4jv.default
Mas antes, você precisa descobrir o caminho e o nome da pasta onde está o profile do Windows. Geralmente é a única pasta no caminho /Documents and Settings/<usuário>/Dados de aplicativos/Mozilla/Firefox/Profiles/, então basta você pegar o nome e adicionar no final.
Então, o arquivo ficará mais ou menos assim:
[Profile0]
Name=default
IsRelative=0
Path=/media/hda1/Documents and Settings/<usuário>/Dados de aplicativos/Mozilla/Firefox/Profiles/4vtqp5yu.default
As linhas em negrito foram modificadas. Note que é preciso colocar no início do Path, o local em que foi montada a partição do Windows e no fim, a pasta do seu profile, caso contrário o Firefox não poderá encontrar o encontrá-lo.
Agora você já pode testar, deve funcionar automaticamente. Se ele disser que o profile está em uso, é provável que alguma coisa não funcionou como esperado, tente verificar se não ocorreu nenhum erro pelo caminho e que a partição foi montada pelo ntfs-3g.
Só existem duas desvantagens:
1. Se você desligar incorretamente o Windows, não poderá abrir o profile no Linux, já que o ntfs-3g se recusa a montar a partição. Caso ocorra, basta entrar no Windows para que ele faça a checagem do sistema de arquivos.
2. Se você tiver versões diferentes do Firefox (no caso, uma atualizada e a outra não), ele fará a verificação de compatibilidade das extensões toda vez que iniciar, em pelo menos um dos sistemas. Para evitar isso, mantenha sempre o Firefox atualizado, em todos os sistemas operacionais que você tiver instalado.
Espero que essa dica tenha ajudado, já que ficar utilizando dois profiles é trabalho em dobro. Uma coisa legal de se fazer também, se você tiver um servidor de arquivos, é deixar o seu profile nele e utilizar através do Samba ou NFS. Assim, em qualquer máquina da sua rede você estará usando o mesmo Firefox, com todas as suas extensões, favoritos, histórico, etc...
PS: o Daniel deu a dica para usar o Profile Manager do Firefox ao invés de editar diretamente o arquivo profiles.ini. Você pode executá-lo no Linux com o comando: firefox -ProfileManager
A princípio, não é difícil. O maior problema é fazer o profile ficar acessível nos dois sistemas. A maior dificuldade será se você estiver rodando um dual-boot Linux/Windows, que é o foco desse tutorial. Para outros sistemas, basta simplesmente editar um arquivo, como será explicado logo.
1. Onde guardar o profile
Antes de mais nada, você precisa definir: em qual partição será armazenado o Firefox. Num ambiente com Windows XP e Linux, isso é meio complicado, já que o Windows não reconhece sistemas de arquivos do Linux e o Linux por padrão somente lê NTFS. Porém, se você usa outro setup (Linux/Linux, FreeBSD/Linux, etc), é bem mais fácil.
2. Windows XP e Linux
Se você utiliza não utiliza o Windows XP, ou outro Windows que utilize uma partição NTFS, você pode passar para o próximo passo, visto que não será necessário nenhuma configuração adicional.
Aqui, existem duas possibilidades: deixar o profile no Windows e instalar o ntfs-3g (que tem suporte a escrita em NTFS), ou deixar no Linux e instalar um "driver" como o Ext2 IFS for Windows. Como eu não gosto da idéia de um vírus no Windows apagando os arquivos na partição do Linux, prefiro instalar o ntfs-3g. Caso você não tenha essa preocupação, pode fazer o contrário...
Para instalar o ntfs-3g:
Ubuntu: apt-get install ntfs-3g
Gentoo: emerge ntfs3g
Caso utilize outra distribuição, procure algum tutorial de como instalar o ntfs-3g.
Depois de instalado, você precisa alterar no /etc/fstab a linha referente a partição do Windows. Por exemplo:
/dev/hda1 /media/hda1 ntfs-3g defaults,umask=000 0 0
Não se importe se a linha estiver um pouco diferente, depende da distribuição que você está usando. O importante é trocar o "ntfs" (ou auto) por "ntfs-3g". Depois disso, você precisa remontar a unidade, ou reiniciar o computador.
3. Configurando o Profile do Firefox
No caso deste tutorial, como o profile ficará armazenado na partição no Windows, não haverá necessidade de configuração nele. Vamos pular direto para configurar o profile no Linux.
Na home do seu usuário, o Firefox utiliza um arquivo onde fica guardada a localização do seu profile. Abra seu editor de texto favorito e vamos editar o arquivo ~/.mozilla/firefox/profiles.ini
Você precisará editar duas linhas, dentro da seção [Profile0]:
[Profile0]
Name=default
IsRelative=1
Path=5qpte4jv.default
Mas antes, você precisa descobrir o caminho e o nome da pasta onde está o profile do Windows. Geralmente é a única pasta no caminho /Documents and Settings/<usuário>/Dados de aplicativos/Mozilla/Firefox/Profiles/, então basta você pegar o nome e adicionar no final.
Então, o arquivo ficará mais ou menos assim:
[Profile0]
Name=default
IsRelative=0
Path=/media/hda1/Documents and Settings/<usuário>/Dados de aplicativos/Mozilla/Firefox/Profiles/4vtqp5yu.default
As linhas em negrito foram modificadas. Note que é preciso colocar no início do Path, o local em que foi montada a partição do Windows e no fim, a pasta do seu profile, caso contrário o Firefox não poderá encontrar o encontrá-lo.
Agora você já pode testar, deve funcionar automaticamente. Se ele disser que o profile está em uso, é provável que alguma coisa não funcionou como esperado, tente verificar se não ocorreu nenhum erro pelo caminho e que a partição foi montada pelo ntfs-3g.
Só existem duas desvantagens:
1. Se você desligar incorretamente o Windows, não poderá abrir o profile no Linux, já que o ntfs-3g se recusa a montar a partição. Caso ocorra, basta entrar no Windows para que ele faça a checagem do sistema de arquivos.
2. Se você tiver versões diferentes do Firefox (no caso, uma atualizada e a outra não), ele fará a verificação de compatibilidade das extensões toda vez que iniciar, em pelo menos um dos sistemas. Para evitar isso, mantenha sempre o Firefox atualizado, em todos os sistemas operacionais que você tiver instalado.
Espero que essa dica tenha ajudado, já que ficar utilizando dois profiles é trabalho em dobro. Uma coisa legal de se fazer também, se você tiver um servidor de arquivos, é deixar o seu profile nele e utilizar através do Samba ou NFS. Assim, em qualquer máquina da sua rede você estará usando o mesmo Firefox, com todas as suas extensões, favoritos, histórico, etc...
PS: o Daniel deu a dica para usar o Profile Manager do Firefox ao invés de editar diretamente o arquivo profiles.ini. Você pode executá-lo no Linux com o comando: firefox -ProfileManager
IE 8 irá renderizar páginas mais compatíveis - só para alguns...
Postado em 25 de janeiro de 2008 as 23:37:15, por Renan Rangel
O Internet Explorer sempre é muito criticado (e com razão), por ser o browser que mais dá dor de cabeça para os desenvolvedores web. A razão é não seguir os padrões web, para renderizar páginas que deveriam ficar iguais em todos os browsers.
Pois bem, o IE 8, que será mais compatível com os padrões (já até passa no teste Acid 2) terá três modos de renderização:
- "Quirks mode" - aquele que vem lá dá época do IE 5.5, que não utiliza uma tag DOCTYPE.
- "Standards mode" - o que está sendo utilizado no IE 7.
- Novo "Standards mode" - que irá usar a nova engine do IE 8.
Adivinhe qual será o padrão? Se achou que era a nova engine se deu mal, pois a Microsoft irá manter os modos de renderização do IE 7 como default. E como utilizar o novo IE 8? O desenvolvedor terá que utilizar uma tag <meta> para poder indicar o novo modo renderização:
<meta http-equiv="X-UA-Compatible" content="IE=8" />
E dessa forma, eles vão conseguir estender ainda mais esses sofrimento que é desenvolver sites que renderizam da mesma maneira em todos os navegadores. A idéia é migrar o software, continuando com a engine antiga, e habilitando pra quem quiser a engine nova. Deveriam ter feito o contrário: utilizar por padrão a nova engine e permitir a utilização da engine antiga para os sites que ainda estão para serem migrados.
O fato é que quando ele for lançado, não haverá mudanças no modo de renderização das páginas. Isso fará com que boa parte das novas páginas que sejam desenvolvidas tomando por ponto de referência a nova versão, estarão utilizando a engine antiga, fazendo com que os sites continuem fora dos padrões. Se fosse ao contrário, os novos sites já seriam mais compatíveis com os padrões atuais, diminuindo problemas no futuro, tanto para o Internet Explorer, quanto para outros browsers.
Num artigo sobre "Compatibilidade e o IE 8", Chris Wilson (IE Platform Architect) fala sobre a regra "Não Quebre a Web" que o time de desenvolvimento aplicou em 6 diferentes versões do IE. É possível dizer que mesmo essa regra existindo, dá a impressão que ela nunca foi aplicada, pois cada versão do IE acabou quebrando várias páginas, inclusive de grandes sites.
Talvez esse problema esteja diminuindo (lentamente), mas pelo menos é um passo na direção certa. Claro, na minha opinião poderia ser diferente, mas vamos ver até quando esse problema se estende.
Pois bem, o IE 8, que será mais compatível com os padrões (já até passa no teste Acid 2) terá três modos de renderização:
- "Quirks mode" - aquele que vem lá dá época do IE 5.5, que não utiliza uma tag DOCTYPE.
- "Standards mode" - o que está sendo utilizado no IE 7.
- Novo "Standards mode" - que irá usar a nova engine do IE 8.
Adivinhe qual será o padrão? Se achou que era a nova engine se deu mal, pois a Microsoft irá manter os modos de renderização do IE 7 como default. E como utilizar o novo IE 8? O desenvolvedor terá que utilizar uma tag <meta> para poder indicar o novo modo renderização:
<meta http-equiv="X-UA-Compatible" content="IE=8" />
E dessa forma, eles vão conseguir estender ainda mais esses sofrimento que é desenvolver sites que renderizam da mesma maneira em todos os navegadores. A idéia é migrar o software, continuando com a engine antiga, e habilitando pra quem quiser a engine nova. Deveriam ter feito o contrário: utilizar por padrão a nova engine e permitir a utilização da engine antiga para os sites que ainda estão para serem migrados.
O fato é que quando ele for lançado, não haverá mudanças no modo de renderização das páginas. Isso fará com que boa parte das novas páginas que sejam desenvolvidas tomando por ponto de referência a nova versão, estarão utilizando a engine antiga, fazendo com que os sites continuem fora dos padrões. Se fosse ao contrário, os novos sites já seriam mais compatíveis com os padrões atuais, diminuindo problemas no futuro, tanto para o Internet Explorer, quanto para outros browsers.
Num artigo sobre "Compatibilidade e o IE 8", Chris Wilson (IE Platform Architect) fala sobre a regra "Não Quebre a Web" que o time de desenvolvimento aplicou em 6 diferentes versões do IE. É possível dizer que mesmo essa regra existindo, dá a impressão que ela nunca foi aplicada, pois cada versão do IE acabou quebrando várias páginas, inclusive de grandes sites.
Talvez esse problema esteja diminuindo (lentamente), mas pelo menos é um passo na direção certa. Claro, na minha opinião poderia ser diferente, mas vamos ver até quando esse problema se estende.
Linux: solução viável ou recomendável?
Postado em 21 de janeiro de 2008 as 23:52:46, por Renan Rangel
Muita gente fala que uma das vantagens do GNU/Linux é "ser de graça". Enquanto isso é verdade, não acredito que seja a principal característica do sistema.
Analisar vantagens e desvantagens é complicado, principalmente porque depende de qual será a utilização do sistema.
Pegando o exemplo (tem alguns meses) da ISC (empresa que gerencia o DNS root server "F" - f.root-servers.net), resolveu testar o desempenho da nova versão do BIND (servidor DNS que eles desenvolvem).
DNS é um serviço leve, mas um servidor raiz trabalha com muitas (muitas mesmo) requisições por segundo. Nos testes, foram testadas quantas requisições cada um dos sistemas operacionais suportariam. Algumas das estatísticas de requisições:
- Linux Gentoo 2.6.20.7 - 93 mil/s
- Linux Fedora Core 2.6.20.7 - 87 mil/s
- FreeBSD-7-CURRENT 200708 - 84 mil/s
- Solaris-10 DevelExpr 5/07 - 50 mil/s
- NetBSD-4.0-Beta 200708 - 42 mil/s
- OpenBSD 4.1-snap-20070427 - 25 mil/s
- Windows 2003 Server - 22 mil/s
- Windows XP Pro64 5.2.3790 SP2 - 20 mil/s
Nesse caso, usar Linux, além de ser uma solução viável, é também recomendável. Como está na página da ISC, o Windows só foi incluído para servir de ponto de referência.
Eu esperava que o Linux e FreeBSD ficassem na ponta, só achei grande a diferença (por exemplo) do Solaris. Ele é nível enterprise, mas também conheço pouco pra falar dele.
Sobre o Windows, o mais estranho não foi estar no fim da lista, mas da diferença do Windows XP para o Windows 2003 Server ser SÓ de 10%. Será que a otimização da versão Desktop para a versão Servidor é tão pequena? (não levando em conta que uma versão é 64 bits, a outra não sei, mas acredito que seja).
Bom, o Linux ainda vem demonstrando que é uma força no mercado de servidores, assim como outros sistemas open-source, como o FreeBSD (apesar de não ser tão usado). Agora falta expandir para as outras áreas :P
Analisar vantagens e desvantagens é complicado, principalmente porque depende de qual será a utilização do sistema.
Pegando o exemplo (tem alguns meses) da ISC (empresa que gerencia o DNS root server "F" - f.root-servers.net), resolveu testar o desempenho da nova versão do BIND (servidor DNS que eles desenvolvem).
DNS é um serviço leve, mas um servidor raiz trabalha com muitas (muitas mesmo) requisições por segundo. Nos testes, foram testadas quantas requisições cada um dos sistemas operacionais suportariam. Algumas das estatísticas de requisições:
- Linux Gentoo 2.6.20.7 - 93 mil/s
- Linux Fedora Core 2.6.20.7 - 87 mil/s
- FreeBSD-7-CURRENT 200708 - 84 mil/s
- Solaris-10 DevelExpr 5/07 - 50 mil/s
- NetBSD-4.0-Beta 200708 - 42 mil/s
- OpenBSD 4.1-snap-20070427 - 25 mil/s
- Windows 2003 Server - 22 mil/s
- Windows XP Pro64 5.2.3790 SP2 - 20 mil/s
Nesse caso, usar Linux, além de ser uma solução viável, é também recomendável. Como está na página da ISC, o Windows só foi incluído para servir de ponto de referência.
Eu esperava que o Linux e FreeBSD ficassem na ponta, só achei grande a diferença (por exemplo) do Solaris. Ele é nível enterprise, mas também conheço pouco pra falar dele.
Sobre o Windows, o mais estranho não foi estar no fim da lista, mas da diferença do Windows XP para o Windows 2003 Server ser SÓ de 10%. Será que a otimização da versão Desktop para a versão Servidor é tão pequena? (não levando em conta que uma versão é 64 bits, a outra não sei, mas acredito que seja).
Bom, o Linux ainda vem demonstrando que é uma força no mercado de servidores, assim como outros sistemas open-source, como o FreeBSD (apesar de não ser tão usado). Agora falta expandir para as outras áreas :P
Aprenda a usar os filtros e marcadores do Gmail
Postado em 27 de dezembro de 2007 as 23:57:17, por Renan Rangel
Se você, assim como eu, costuma receber muitos e-mails na sua conta do Gmail, pode utilizar alguns recursos para melhorar a organização da sua caixa.
A utilização dos filtros em conjunto com os marcadores, permite que você separe suas mensagens por remetente, destinatário, assunto, conteúdo, etc. Veja abaixo como utilizá-los:
No meu exemplo, irei utilizar um filtro para separar as mensagens que recebo do Google Groups. A primeira coisa que devemos fazer é criar um novo marcador:

Depois iremos inserir o nome "Google Groups" para nosso novo marcador:

Na aba "Filtros", iremos "Criar novo filtro".
No campo "De:", iremos inserir o endereço que o Google utiliza para enviar os e-mails relacionados ao Google Groups: noreply@googlegroups.com.

Após clicar em "Próxima etapa", você deverá selecionar as ações a serem feitas quando uma mensagem cair nesse filtro. Nesse exemplo, estarei utilizando o arquivar (menos mensagens na caixa de entrada) e aplicando o marcador que acabamos de criar:

Assim, quando você receber novas mensagens, elas serão indicadas no painel de marcadores:

Você também pode filtrar por grupo, bastaria adicionar no filtro por assunto: "Grupo [nome_do_grupo] ", se você recebe mensagens de muitos grupos.
Você pode organizar praticamente qualquer tipo de e-mail utilizando os filtros, basta somente as configurações corretas. Espero que essa dica ajude você a organizar melhor seus e-mails
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A utilização dos filtros em conjunto com os marcadores, permite que você separe suas mensagens por remetente, destinatário, assunto, conteúdo, etc. Veja abaixo como utilizá-los:
No meu exemplo, irei utilizar um filtro para separar as mensagens que recebo do Google Groups. A primeira coisa que devemos fazer é criar um novo marcador:

Depois iremos inserir o nome "Google Groups" para nosso novo marcador:

Na aba "Filtros", iremos "Criar novo filtro".
No campo "De:", iremos inserir o endereço que o Google utiliza para enviar os e-mails relacionados ao Google Groups: noreply@googlegroups.com.

Após clicar em "Próxima etapa", você deverá selecionar as ações a serem feitas quando uma mensagem cair nesse filtro. Nesse exemplo, estarei utilizando o arquivar (menos mensagens na caixa de entrada) e aplicando o marcador que acabamos de criar:

Assim, quando você receber novas mensagens, elas serão indicadas no painel de marcadores:

Você também pode filtrar por grupo, bastaria adicionar no filtro por assunto: "Grupo [nome_do_grupo] ", se você recebe mensagens de muitos grupos.
Você pode organizar praticamente qualquer tipo de e-mail utilizando os filtros, basta somente as configurações corretas. Espero que essa dica ajude você a organizar melhor seus e-mails
Microsoft mira no Firefox e acerta o próprio pé
Postado em 4 de dezembro de 2007 as 13:31:46, por Renan Rangel
Um diretor de Segurança da Microsoft resolveu comparar as vulnerabilidades de seguranças do Internet Explorer com as do Firefox.
Depois de fazer seus estudos, o resultado (como era de se esperar) indica que o Internet Explorer é mais seguro que o Mozilla Firefox, tem menos bugs, essas coisas. Devia ter ficado quieto.

O fato, é que ele deve ter esquecido que o Chefe de Segurança da Mozilla, trabalhou na Microsoft. Em resposta ao "estudo", ele disse que os bugs reconhecidos pela Microsoft são somente uma parte dos que são corrigidos internamente. As vulnerabilidades encontradas pela própria Microsoft, são na maioria corrigidas sem o conhecimento do público e acabam sendo corrigidas somente em service packs ou updates importantes.
Claro, a Microsoft tem tempo para fazer os testes, ver se está tudo ok, mas entre a correção ser desenvolvida e ela chegar no computador do cliente, pode levar até um ano. Isso significa que eles dão bastante tempo para possíveis crackers descobrirem e começarem a se aproveitar da vulnerabilidade.
É aquela história, segurança por obscuridade acaba não dando certo. Por isso que os software da Microsof
Depois de fazer seus estudos, o resultado (como era de se esperar) indica que o Internet Explorer é mais seguro que o Mozilla Firefox, tem menos bugs, essas coisas. Devia ter ficado quieto.

O fato, é que ele deve ter esquecido que o Chefe de Segurança da Mozilla, trabalhou na Microsoft. Em resposta ao "estudo", ele disse que os bugs reconhecidos pela Microsoft são somente uma parte dos que são corrigidos internamente. As vulnerabilidades encontradas pela própria Microsoft, são na maioria corrigidas sem o conhecimento do público e acabam sendo corrigidas somente em service packs ou updates importantes.
Claro, a Microsoft tem tempo para fazer os testes, ver se está tudo ok, mas entre a correção ser desenvolvida e ela chegar no computador do cliente, pode levar até um ano. Isso significa que eles dão bastante tempo para possíveis crackers descobrirem e começarem a se aproveitar da vulnerabilidade.
É aquela história, segurança por obscuridade acaba não dando certo. Por isso que os software da Microsof









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