Os seguintes posts possuem a tag "desenvolvimento"
fisl 11
Postado em 27 de julho de 2010 as 23:02:06, por Renan Rangel
Esse ano tive a oportunidade de ir novamente ao fisl, que já está na sua "versão" 11.0. Gostei muito do evento, mesmo com aqueles problemas que tendem a ocorrer durante o mesmo.
Como sempre, é um ótimo lugar para você conhecer gente com ótimo conhecimento nas mais diversas áreas do software livre. Dá para trocar uma idéia, bater um papo, tirar um dúvida, etc. As palestras, na sua maioria, são de ótima qualidade e você aprende bastante lá. É um evento que se tira bastante proveito.
Não gosto de algumas coisas como a visão comercial que ele tem tomado. Quem foi, notou que algumas das empresas de que estavam com stands não adicionaram nada ao evento e ainda atrapalharam (quem não lembra da Caixa dando camisetas com caricaturas e tocando "barulhos" que atrapalhavam as palestras?).
Mas acho que o mais importante no evento, é a socialização e a oportunidade de trocar experiências, seja com outros participantes, com palestrantes, com grupos de usuários, e também de se divertir um pouco. É nisso que se baseia o fisl e isso tem se mantido durante esses anos que eu tive a oportunidade de participar.
Todos os eventos tem problemas, o importante é aprendermos com eles e melhorarmos da próxima vez. Tomara que o fisl 12 mantenha suas qualidades e melhore seus pontos fracos.
Como sempre, é um ótimo lugar para você conhecer gente com ótimo conhecimento nas mais diversas áreas do software livre. Dá para trocar uma idéia, bater um papo, tirar um dúvida, etc. As palestras, na sua maioria, são de ótima qualidade e você aprende bastante lá. É um evento que se tira bastante proveito.
Não gosto de algumas coisas como a visão comercial que ele tem tomado. Quem foi, notou que algumas das empresas de que estavam com stands não adicionaram nada ao evento e ainda atrapalharam (quem não lembra da Caixa dando camisetas com caricaturas e tocando "barulhos" que atrapalhavam as palestras?).
Mas acho que o mais importante no evento, é a socialização e a oportunidade de trocar experiências, seja com outros participantes, com palestrantes, com grupos de usuários, e também de se divertir um pouco. É nisso que se baseia o fisl e isso tem se mantido durante esses anos que eu tive a oportunidade de participar.
Todos os eventos tem problemas, o importante é aprendermos com eles e melhorarmos da próxima vez. Tomara que o fisl 12 mantenha suas qualidades e melhore seus pontos fracos.
Perl 6 Advent Calendar
Postado em 14 de dezembro de 2009 as 20:12:43, por Renan Rangel
Para quem ainda não ficou sabendo, está rolando o Perl 6 Advent Calendar, que tem como objetivo explicar um pouco das diferenças da nova versão do Perl em artigos diários até o Natal.
Começa no básico, explicando como baixar o Rakudo e vai aumentando o grau de complexidade. Vale a pena para quem quer aprender as novas features que foram adicionadas à linguagem.
Antes eu não estava acompanhando muito o avanço do Perl 6, só o status do Rakudo (que está passando em vários do testes da especificação), mas essa é uma ótima oportunidade para começar. o Perl 5.x ainda vai ficar ai por muito tempo, mas é bom já conhecer a nova versão da linguagem.
Começa no básico, explicando como baixar o Rakudo e vai aumentando o grau de complexidade. Vale a pena para quem quer aprender as novas features que foram adicionadas à linguagem.
Antes eu não estava acompanhando muito o avanço do Perl 6, só o status do Rakudo (que está passando em vários do testes da especificação), mas essa é uma ótima oportunidade para começar. o Perl 5.x ainda vai ficar ai por muito tempo, mas é bom já conhecer a nova versão da linguagem.
Google Chrome 64 bits
Postado em 25 de agosto de 2009 as 19:41:19, por Renan Rangel

Hoje, é possível rodar o Chrome em sistemas 64 bits, mas somente no modo 32 bits. Com a disponibilidade da versão 64 bits, quem tem ele instalado não vai ter problemas de utilizá-lo. Porém, usuários de Windows vão ter que esperar um pouco (os de Mac talvez vão ter que esperar também).
Ainda continuo usando o Firefox, por causa de seus recursos, add-ons e etc. Porém para quem busca rapidez, o Chrome tem se demostrado como uma ótima opção. Talvez a Mozilla consiga aprender alguns truques com o Google e implementá-los no Firefox, para melhorar suas deficiência atuais?
Google Code Jam
Postado em 20 de agosto de 2009 as 21:13:02, por Renan Rangel
Esse ano vamos ter novamente o Google Code Jam, uma competição organizada pelo Google para encontrar bons programadores para trabalhar na gigante de Mountain View.
O round de qualificação este ano começa dia 2 de setembro, 24h para resolver os problemas apresentados. O melhor de tudo é que você pode usar qualquer linguagem de programação, já que o programa é rodado na sua máquina: você recebe um input e devolve o output correto, mais o código fonte do seu programa.
É uma ótima oportunidade para exercitar a cabeça com aqueles algoritmos que te fazem pensar. A vantagem de poder usar qualquer linguagem ajuda principalmente quem tem domínio de várias, já que podem usar a melhor linguagem para determinado problema.
Boa sorte a todos ;)
O round de qualificação este ano começa dia 2 de setembro, 24h para resolver os problemas apresentados. O melhor de tudo é que você pode usar qualquer linguagem de programação, já que o programa é rodado na sua máquina: você recebe um input e devolve o output correto, mais o código fonte do seu programa.
É uma ótima oportunidade para exercitar a cabeça com aqueles algoritmos que te fazem pensar. A vantagem de poder usar qualquer linguagem ajuda principalmente quem tem domínio de várias, já que podem usar a melhor linguagem para determinado problema.
Boa sorte a todos ;)
SourceForge.net Community Choice Awards 2009
Postado em 12 de julho de 2009 as 23:45:43, por Renan Rangel
Estamos na época de votação de mais um Community Choice Awards. As categorias deste ano são:
- Melhor Projeto
- Melhor Projeto Novo
- Melhor Projeto Open Source Comercial
- Melhor Design Visual
- Melhor Projeto Acadêmico
- Melhor Ferramenta ou Utilitário para Sysadmins
- Melhor Ferramenta ou Utilitário para Desenvolvedores
- Melhor Projeto Enterprise
- Melhor Projeto para Gamers
- Melhor Projeto para Multimídia
- Melhor Projeto para Governos
- Maior Probabilidade de Mudar o jeito de você fazer tudo
Aproveite para votar nos seus projetos favoritos e para conhecer alguns novos que podem facilitar suas tarefas.

- Melhor Projeto Novo
- Melhor Projeto Open Source Comercial
- Melhor Design Visual
- Melhor Projeto Acadêmico
- Melhor Ferramenta ou Utilitário para Sysadmins
- Melhor Ferramenta ou Utilitário para Desenvolvedores
- Melhor Projeto Enterprise
- Melhor Projeto para Gamers
- Melhor Projeto para Multimídia
- Melhor Projeto para Governos
- Maior Probabilidade de Mudar o jeito de você fazer tudo
Aproveite para votar nos seus projetos favoritos e para conhecer alguns novos que podem facilitar suas tarefas.
Highlighter - destacando os logs
Postado em 21 de fevereiro de 2009 as 17:33:56, por Renan Rangel
Outra hora estava precisando de uma ferramenta que permitisse que eu visse os logs atuais e destacasse algumas partes que estavam sendo impressas na tela. Fiz uma rápida procura no Google, mas não encontrei, pelo menos não uma maneira simples.
Então fiz um script simples para essa função, que você pode baixar mais abaixo.
Tudo o que ele faz é comparar os argumentos que você passa para ele, com os dados que estão vindo pelo STDIN. Ele irá destacar até 5 cores diferentes, para ajudar você encontrar rapidamente o que está procurando no meio de todo o texto.
Por exemplo:
tail -f /var/log/apache2/access.log | highlighter Firefox MSIE Opera Safari
Isso fará com que o nome dos browser sejam destacados enquanto o tail imprime normalmente as novas linhas do log. Todas as linhas são impressas, mesmo as que não casam nenhum dos argumentos.
Mas estou certo que você deve ter melhores usos para ele. Eu estou usando quando estou esperando alguma coisa aparecer no meio dos logs (de autenticação por exemplo), mas mesmo assim quero ver as outras linhas também.
highlighter-0.1.tar.gz (1,3K).
Uma dica é colocá-lo em um diretório dentro do seu $PATH, pode ser em /usr/local/bin, pois assim você pode chamar o comando diretamente. E se você tem alguma dica ou quer melhorar o script de algum jeito, por favor, deixe um comentário ou use o formulário de contato.
Então fiz um script simples para essa função, que você pode baixar mais abaixo.
Tudo o que ele faz é comparar os argumentos que você passa para ele, com os dados que estão vindo pelo STDIN. Ele irá destacar até 5 cores diferentes, para ajudar você encontrar rapidamente o que está procurando no meio de todo o texto.
Por exemplo:
tail -f /var/log/apache2/access.log | highlighter Firefox MSIE Opera Safari
Isso fará com que o nome dos browser sejam destacados enquanto o tail imprime normalmente as novas linhas do log. Todas as linhas são impressas, mesmo as que não casam nenhum dos argumentos.
Mas estou certo que você deve ter melhores usos para ele. Eu estou usando quando estou esperando alguma coisa aparecer no meio dos logs (de autenticação por exemplo), mas mesmo assim quero ver as outras linhas também.
highlighter-0.1.tar.gz (1,3K).
Uma dica é colocá-lo em um diretório dentro do seu $PATH, pode ser em /usr/local/bin, pois assim você pode chamar o comando diretamente. E se você tem alguma dica ou quer melhorar o script de algum jeito, por favor, deixe um comentário ou use o formulário de contato.
Sun, Java, plugin 64 bits e IcedTea
Postado em 6 de janeiro de 2009 as 23:31:34, por Renan Rangel
A algum tempo atrás, a Sun finalmente disponibilizou o plugin 64 bits para o Java, o que permite utilizar applets no seu browser. Antes disso, era necessário rodar um sistema multi-lib e um navegador 32 bits para poder utilizá-lo.
Talvez seja pelo mesmo motivo que a Adobe lançou o plugin do Flash Player para sistemas Linux 64 bits. Outro motivo também pode ter sido o fato do IcedTea ser uma JVM totalmente em código aberto e 100% compatível e de quebra trazer o plugin 64 bits.
Como o IcedTea foi um projeto iniciado pela Red Hat (um fork do OpenJDK), eles usaram o Fedora como cobaia e essa foi a primeira distribuição a vir com o IcedTea (isso em novembro de 2007).
Passou algum tempo e em algumas distribuições já é possível instalar o IcedTea pelos seus repositórios, como por exemplo o Ubuntu (pacote icedtea6-plugin) e o Gentoo (na java-overlay).
Além disso, alguns benchmarks feitos com o IcedTea/OpenJDK mostram que ela está praticamente no mesmo nível da JVM oficial da Sun (que não é software livre).
Inclusive, os testes de performance feitos pelo site phoronix, indicam que o Java no Linux roda muito melhor do que no Windows (Vista). Somente em um teste isso não aconteceu, que renderiza gráficos 2D, porém como é indicado no artigo, isso é provavelmente culpa do driver de vídeo da Intel, do que da JVM.
Então, finalmente o Java está virando software livre, porém ainda não deixa de ser mais pesado do que as outras aplicações. O meu único interesse é no plugin 64 bits para usar no Firefox, pois a única coisa que utilizo é para acessar os bancos (que francamente, podiam ser com outra tecnologia; mas isso fica pra outro post).
Parabéns à Sun e ao projeto IcedTea, por aos poucos terem tornado o Java um software livre; com certeza é uma linguagem bastante utilizada e presente no mercado atual.
Talvez seja pelo mesmo motivo que a Adobe lançou o plugin do Flash Player para sistemas Linux 64 bits. Outro motivo também pode ter sido o fato do IcedTea ser uma JVM totalmente em código aberto e 100% compatível e de quebra trazer o plugin 64 bits.
Como o IcedTea foi um projeto iniciado pela Red Hat (um fork do OpenJDK), eles usaram o Fedora como cobaia e essa foi a primeira distribuição a vir com o IcedTea (isso em novembro de 2007).
Passou algum tempo e em algumas distribuições já é possível instalar o IcedTea pelos seus repositórios, como por exemplo o Ubuntu (pacote icedtea6-plugin) e o Gentoo (na java-overlay).
Além disso, alguns benchmarks feitos com o IcedTea/OpenJDK mostram que ela está praticamente no mesmo nível da JVM oficial da Sun (que não é software livre).
Inclusive, os testes de performance feitos pelo site phoronix, indicam que o Java no Linux roda muito melhor do que no Windows (Vista). Somente em um teste isso não aconteceu, que renderiza gráficos 2D, porém como é indicado no artigo, isso é provavelmente culpa do driver de vídeo da Intel, do que da JVM.
Então, finalmente o Java está virando software livre, porém ainda não deixa de ser mais pesado do que as outras aplicações. O meu único interesse é no plugin 64 bits para usar no Firefox, pois a única coisa que utilizo é para acessar os bancos (que francamente, podiam ser com outra tecnologia; mas isso fica pra outro post).
Parabéns à Sun e ao projeto IcedTea, por aos poucos terem tornado o Java um software livre; com certeza é uma linguagem bastante utilizada e presente no mercado atual.
Feliz 2009 e 2 anos de blog
Postado em 1 de janeiro de 2009 as 23:20:29, por Renan Rangel
Bom, primeiro gostaria de desejar Feliz Ano Novo e que 2009 seja um ótimo ano para todos
.
Além disso, nesse dia 1º, este blog completa 2 anos. Apesar disso, esse ano acabei me dedicando menos à ele, provavelmente por causa da faculdade, que me consumiu bastante tempo no último semestre, por causa do TCC.
Pelo menos entro 2009 com o curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas concluído. Este ano terei mais tempo para outras coisas, poderei postar com mais freqüência no blog, poderei auxiliar mais no mundo open-source, entre outras coisas.
Estou começando a tentar me inserir um pouco no desenvolvimento do Gentoo. Comecei a contribuir na overlay do gentoo-sunrise, que permite o envio de ebuilds por usuários e também prover base para aqueles que querem se tornar gentoo developers.
Vamos ver se com um pouco mais de tempo livre, consigo fazer algumas coisas que a gente sempre vai deixando para mais tarde. Espero que 2009 possa permitir isso à todos
.
Além disso, nesse dia 1º, este blog completa 2 anos. Apesar disso, esse ano acabei me dedicando menos à ele, provavelmente por causa da faculdade, que me consumiu bastante tempo no último semestre, por causa do TCC.
Pelo menos entro 2009 com o curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas concluído. Este ano terei mais tempo para outras coisas, poderei postar com mais freqüência no blog, poderei auxiliar mais no mundo open-source, entre outras coisas.
Estou começando a tentar me inserir um pouco no desenvolvimento do Gentoo. Comecei a contribuir na overlay do gentoo-sunrise, que permite o envio de ebuilds por usuários e também prover base para aqueles que querem se tornar gentoo developers.
Vamos ver se com um pouco mais de tempo livre, consigo fazer algumas coisas que a gente sempre vai deixando para mais tarde. Espero que 2009 possa permitir isso à todos
Se linguagens de programação fossem carros
Postado em 16 de dezembro de 2008 as 23:35:14, por Renan Rangel
Um texto que não é muito novo, mas é bem interessante é o If programming languages were cars... [inglês]. Ele faz uma comparação de como seria cada linguagem se elas fossem carros.
Algumas das mais interessantes:
Assembly é somente o motor; você tem que construir o carro você mesmo e abastecê-lo manualmente enquanto está rodando, mas se você for cuidadoso, ele pode andar como um morcego do inferno.
C é um carro de corrida que vai incrivelmente rápido, mas quebra a cada 50 milhas.
Java é uma carroça. É fácil de dirigir, não é muito rápida e você não pode ser machucar.
Perl deveria ser um carro muito legal, mas o manual do motorista é incompreensível. Além disso, mesmo que você consiga descobrir como dirigir um carro Perl, você não será capaz dirigir o de mais ninguém.
PHP é um Wienermobile, é bizarro e difícil de controlar, mas todo mundo ainda quer dirigi-lo.
Prolog é um carro com um sistema único de GPS baseado em tentativa-e-erro. Ele anda toda a rua à procura do seu destino e, se ele chegar no final sem encontrá-lo, ele vai voltar e tentar a próxima rua e continuar até você chegar onde precisa ir.
Python é um grande carro para iniciantes; você pode dirigir sem licença. A menos que você queira dirigir muito rápido ou em um terreno traiçoeiro, talvez você nunca precise de outro carro.
Ruby é uma carro que foi formado quando os carros Perl, Python e Smalltalk se envolveram numa colisão. Um mecânico japonês encontrou as peças e construiu um carro que vários motoristas pensam ser melhor do que a soma das peças. Outros motoristas, no entanto, reclamam que muitos controles do carro Ruby foram duplicados ou triplicados, com alguns dos controles duplicados fazendo coisas levemente diferentes em circunstâncias incomuns, tornando o carro mais difícil de dirigir do que ele deveria ser. Existe um rumor que um novo design está sendo feito.
Visual Basic é um carro que dirige você.
Não esqueça, é só uma bricandeira. Sempre tem alguém que acaba ofendido porque a sua linguagem preferida acabou ficando mau na fita de alguma forma (todas ficaram um pouco, afinal nenhuma é perfeita)
.
Algumas das mais interessantes:
Assembly é somente o motor; você tem que construir o carro você mesmo e abastecê-lo manualmente enquanto está rodando, mas se você for cuidadoso, ele pode andar como um morcego do inferno.
C é um carro de corrida que vai incrivelmente rápido, mas quebra a cada 50 milhas.
Java é uma carroça. É fácil de dirigir, não é muito rápida e você não pode ser machucar.
Perl deveria ser um carro muito legal, mas o manual do motorista é incompreensível. Além disso, mesmo que você consiga descobrir como dirigir um carro Perl, você não será capaz dirigir o de mais ninguém.
PHP é um Wienermobile, é bizarro e difícil de controlar, mas todo mundo ainda quer dirigi-lo.
Prolog é um carro com um sistema único de GPS baseado em tentativa-e-erro. Ele anda toda a rua à procura do seu destino e, se ele chegar no final sem encontrá-lo, ele vai voltar e tentar a próxima rua e continuar até você chegar onde precisa ir.
Python é um grande carro para iniciantes; você pode dirigir sem licença. A menos que você queira dirigir muito rápido ou em um terreno traiçoeiro, talvez você nunca precise de outro carro.
Ruby é uma carro que foi formado quando os carros Perl, Python e Smalltalk se envolveram numa colisão. Um mecânico japonês encontrou as peças e construiu um carro que vários motoristas pensam ser melhor do que a soma das peças. Outros motoristas, no entanto, reclamam que muitos controles do carro Ruby foram duplicados ou triplicados, com alguns dos controles duplicados fazendo coisas levemente diferentes em circunstâncias incomuns, tornando o carro mais difícil de dirigir do que ele deveria ser. Existe um rumor que um novo design está sendo feito.
Visual Basic é um carro que dirige você.
Não esqueça, é só uma bricandeira. Sempre tem alguém que acaba ofendido porque a sua linguagem preferida acabou ficando mau na fita de alguma forma (todas ficaram um pouco, afinal nenhuma é perfeita)
Por que usar Perl?
Postado em 27 de outubro de 2008 as 20:10:43, por Renan Rangel
Um post bem interessante do Otávio Fernandes explica as motivações que o levaram a estudar Perl.
Ele conta como conheceu a linguagem e fala brevemente como a aprendeu, origens e características da linguagem, além dos principais motivos para utilizá-la.
O fato que ele comentou e que poucas pessoas sabem, é que Perl é uma peça importante em vários sistemas espalhados pelo mundo, principalmente na Internet. Muitos sites são feitos em Perl e servidores utilizam ferramentas e scripts feitos em Perl. Apesar de não ser tão conhecida assim no Brasil, ela está presente aqui também.
Então deixo a recomendação para a leitura do post do Otávio Fernandes: Why Perl? (em português).
Ele conta como conheceu a linguagem e fala brevemente como a aprendeu, origens e características da linguagem, além dos principais motivos para utilizá-la.
O fato que ele comentou e que poucas pessoas sabem, é que Perl é uma peça importante em vários sistemas espalhados pelo mundo, principalmente na Internet. Muitos sites são feitos em Perl e servidores utilizam ferramentas e scripts feitos em Perl. Apesar de não ser tão conhecida assim no Brasil, ela está presente aqui também.
Então deixo a recomendação para a leitura do post do Otávio Fernandes: Why Perl? (em português).
IE8, possível bloatware?
Postado em 2 de setembro de 2008 as 23:48:47, por Renan Rangel
A próxima versão do Internet Explorer ainda está sendo desenvolvida, mas o beta chamou bastante atenção de alguns.
Uma das coisas foi o melhor suporte aos padrões (passou até no Acid2 :P). Mas o que vai chamar atenção mesmo do usuário é a utilização de recursos do computador.
Claro, os teste foram feitos com a versão beta, mas mesmo assim os número são bem significativos, tendo o necessário para ser considerado o bloatware do ano.
Só para você ter uma idéia, ele consome mais memória RAM do que o Windows XP. Imagine, mais do que um sistema operacional completo. São cerca de 350~400 MB. Não satisfeito, nos testes chegou a utilizar cerca de 150~200 threads de execução
.
Não cheguei a testar o beta, mas só de ver estatísticas, já fiquei sem vontade. Melhor esperar que eles lançem a versão final e que melhorem o desempenho do seu navegador web.
Uma das coisas foi o melhor suporte aos padrões (passou até no Acid2 :P). Mas o que vai chamar atenção mesmo do usuário é a utilização de recursos do computador.
Claro, os teste foram feitos com a versão beta, mas mesmo assim os número são bem significativos, tendo o necessário para ser considerado o bloatware do ano.
Só para você ter uma idéia, ele consome mais memória RAM do que o Windows XP. Imagine, mais do que um sistema operacional completo. São cerca de 350~400 MB. Não satisfeito, nos testes chegou a utilizar cerca de 150~200 threads de execução
Não cheguei a testar o beta, mas só de ver estatísticas, já fiquei sem vontade. Melhor esperar que eles lançem a versão final e que melhorem o desempenho do seu navegador web.
Resultado: SourceForge.net 2008 Community Choice Awards
Postado em 31 de julho de 2008 as 23:20:52, por Renan Rangel
Foi divulgada a lista dos projetos escolhidos pela comunidade do SourceForge.net, em diversas categorias.
Projetos como OpenOffice.org, phpMyAdmin, Linux, Wine e eMule ganharam o prêmio em categorias diferentes, para quem quiser dar uma olhada, acesse aqui.
O legal foi a participação de qualquer projeto, não só os que estavam hospedados no SourceForge.net, como foi nos anos passados. Mais chances para premiar projetos interessantes. Só acho que ano que vem, tem que ter mais categorias, pois foram muito poucas.
Projetos como OpenOffice.org, phpMyAdmin, Linux, Wine e eMule ganharam o prêmio em categorias diferentes, para quem quiser dar uma olhada, acesse aqui.
O legal foi a participação de qualquer projeto, não só os que estavam hospedados no SourceForge.net, como foi nos anos passados. Mais chances para premiar projetos interessantes. Só acho que ano que vem, tem que ter mais categorias, pois foram muito poucas.
TCC: Webhosting
Postado em 9 de maio de 2008 as 21:09:51, por Renan Rangel
Ontem apresentei minha proposta para o Trabalho de Conclusão de Curso da faculdade. A princípio, o objetivo é criar um painel de controle para servidores de webhosting.
O diferencial seria uma interface flexível para trabalhar com vários serviços e não utilizar somente um, como são os painéis atualmente. Se a configuração de cada serviço for feita por um módulo, é mais fácil criar um módulo para usar um serviço diferente.
Por exemplo, o Plesk usa o qmail, um software que eu não gosto. Outros sysadmins também podem não gostar. Só que se quiser usar ele, tem que viver com o qmail.
Como não tinha muitas idéias, dá pra dizer que essa foi praticamente a única coisa que eu podia fazer. Esse trabalho vai ser grande, espero ter tempo suficiente para terminar até o final do ano.
Pelo menos a proposta acho que os professores gostaram, espero que o trabalho final fique bom :)
O diferencial seria uma interface flexível para trabalhar com vários serviços e não utilizar somente um, como são os painéis atualmente. Se a configuração de cada serviço for feita por um módulo, é mais fácil criar um módulo para usar um serviço diferente.
Por exemplo, o Plesk usa o qmail, um software que eu não gosto. Outros sysadmins também podem não gostar. Só que se quiser usar ele, tem que viver com o qmail.
Como não tinha muitas idéias, dá pra dizer que essa foi praticamente a única coisa que eu podia fazer. Esse trabalho vai ser grande, espero ter tempo suficiente para terminar até o final do ano.
Pelo menos a proposta acho que os professores gostaram, espero que o trabalho final fique bom :)
Pidgin e a caixa de texto
Postado em 30 de abril de 2008 as 22:30:45, por Renan Rangel
Para quem não sabe, na versão 2.4 do Pidgin, um novo recurso foi adicionado: o de redimensionar automaticamente a caixa de texto para o tamanho da mensagem.
O problema é que muitos usuário não gostaram da idéia. Então alguém abriu um ticket no bug tracker solicitando que a mudança fosse revertida ou que fosse opcional.
O problema é isso gerou uma discussão imensa. O ticket virou praticamente uma thread de fórum. Até criaram um fork
.
Eu, particularmente não me incomodei com o novo recurso, mas entendo que muita gente não deve ter gostado. Lendo os "comentários" do ticket, Sean Egan explica que a intenção original era de que a caixa de texto aumentasse conforme o necessário, mas que o usuário também pudesse definir um tamanho fixo. Só que o GTK+ não permite que o tamanho seja automaticamente redimensionado caso o usuário o tenha alterado manualmente.
De qualquer forma, devido ao grande número de reclamanções, deveria ser adicionada uma opção para desabilitar o redimensionamento automático. Se o funcionamento não estava com o planejado, porque incluir então? Na minha opinião, as duas opções deveriam estar disponíveis, mas por enquanto acho que vai continuar assim.
Mas também não faz sentido fazer um fork do projeto, só por causa da caixa de texto. Provavelmente esse fork vai sumir logo, já que o Pidgin parece ser um projeto difícil de manter.
Vamos esperar que os desenvolvedores e usuários encontrem a melhor maneira de resolver essa situação.
O problema é que muitos usuário não gostaram da idéia. Então alguém abriu um ticket no bug tracker solicitando que a mudança fosse revertida ou que fosse opcional.
O problema é isso gerou uma discussão imensa. O ticket virou praticamente uma thread de fórum. Até criaram um fork
Eu, particularmente não me incomodei com o novo recurso, mas entendo que muita gente não deve ter gostado. Lendo os "comentários" do ticket, Sean Egan explica que a intenção original era de que a caixa de texto aumentasse conforme o necessário, mas que o usuário também pudesse definir um tamanho fixo. Só que o GTK+ não permite que o tamanho seja automaticamente redimensionado caso o usuário o tenha alterado manualmente.
De qualquer forma, devido ao grande número de reclamanções, deveria ser adicionada uma opção para desabilitar o redimensionamento automático. Se o funcionamento não estava com o planejado, porque incluir então? Na minha opinião, as duas opções deveriam estar disponíveis, mas por enquanto acho que vai continuar assim.
Mas também não faz sentido fazer um fork do projeto, só por causa da caixa de texto. Provavelmente esse fork vai sumir logo, já que o Pidgin parece ser um projeto difícil de manter.
Vamos esperar que os desenvolvedores e usuários encontrem a melhor maneira de resolver essa situação.
Mitos sobre o Perl
Postado em 27 de março de 2008 as 21:28:48, por Renan Rangel
Perl é uma linguagem que é usada em vários ambientes, porém não é tão falada como as outras. Aqui no Brasil, muitos não conhecem, alguns só ouviram falar e outros acham que ele está "morrendo".
Algumas das coisas que dificultam a adoção da linguagem, é que existem alguns mitos muito divulgados, porém não são verdadeiros.
Alguns deles são mais conhecidos, como os citados por Tim Bunce (criador do módulo DBI, para interação com banco de dados).
Perl está morto
"Ainda se usa Perl?". Essa deve ser a mais comum. O fato é que, se Perl fosse eliminado da face da Terra neste exato momento, muito sites (grandes) iriam parar de funcionar, servidores com sistemas rodando em Perl, sistemas de missão crítica, entre vários outros...
No Brasil o Perl não é tão forte quanto em outros países, mas ainda é bastante usado. Muitas pessoas nem sabem que alguns dos seus sistemas funcionam utilizando Perl por baixo dos panos.
Veja abaixo um gráfico sobre empregos de diferentes linguagens de programação:

Você pode gerar este gráfico atualizado aqui .
Claro, Perl não é a mais usada, mas não é o que você chamaria de algo que está em desuso...
O CPAN, onde é centralizada a distribuição de módulos da linguagem, tem cerca de 620.000 visitantes únicos por mês. Fora os que já se acostumaram a usar o CPAN pela linha de comando, mais o perldoc. Além disso, o número de upload de módulos por mês só vem aumentando a cada ano.
Os outros mitos citados, incluem "Perl é difícil de ler/testar/manter" e "Perl 6 está matando o Perl 5". Nenhuma das duas é verdadeira, assunto para outro post (você também pode ver na apresentação de Tim Bunce).
A verdade é que Perl é uma linguagem importante e tem uma comunidade muito ativa e organizada. A última versão estável é a 5.10.0, lançada em dezembro de 2007. Caso se interesse, pode aprender com um curso por e-mail.
Só não esqueça, Perl is alive!
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Algumas das coisas que dificultam a adoção da linguagem, é que existem alguns mitos muito divulgados, porém não são verdadeiros.
Alguns deles são mais conhecidos, como os citados por Tim Bunce (criador do módulo DBI, para interação com banco de dados).
Perl está morto
"Ainda se usa Perl?". Essa deve ser a mais comum. O fato é que, se Perl fosse eliminado da face da Terra neste exato momento, muito sites (grandes) iriam parar de funcionar, servidores com sistemas rodando em Perl, sistemas de missão crítica, entre vários outros...
No Brasil o Perl não é tão forte quanto em outros países, mas ainda é bastante usado. Muitas pessoas nem sabem que alguns dos seus sistemas funcionam utilizando Perl por baixo dos panos.
Veja abaixo um gráfico sobre empregos de diferentes linguagens de programação:

Você pode gerar este gráfico atualizado aqui .
Claro, Perl não é a mais usada, mas não é o que você chamaria de algo que está em desuso...
O CPAN, onde é centralizada a distribuição de módulos da linguagem, tem cerca de 620.000 visitantes únicos por mês. Fora os que já se acostumaram a usar o CPAN pela linha de comando, mais o perldoc. Além disso, o número de upload de módulos por mês só vem aumentando a cada ano.
Os outros mitos citados, incluem "Perl é difícil de ler/testar/manter" e "Perl 6 está matando o Perl 5". Nenhuma das duas é verdadeira, assunto para outro post (você também pode ver na apresentação de Tim Bunce).
A verdade é que Perl é uma linguagem importante e tem uma comunidade muito ativa e organizada. A última versão estável é a 5.10.0, lançada em dezembro de 2007. Caso se interesse, pode aprender com um curso por e-mail.
Só não esqueça, Perl is alive!
Grade Preliminar do fisl 9.0
Postado em 18 de março de 2008 as 17:18:17, por Renan Rangel
Hoje saiu a grade preliminar da programação do fisl. Quem quiser dar uma olhada pode acessar neste endereço.
Ela ainda não está completa, mas já tem muita coisa boa ai para assistir. Dando uma olhada por cima, essas são as que achei mais interessantes:
17 de Abril
- Can you survive a downtime? (Tirthankar Das)
- Uma Solução de Firewall Redundante com OpenBSD, CARP e PFSync (João Salvatti)
- Profissionalismo para nerds - Eu já sei o que eu vou ser quando crescer (Sulamita Garcia)
- The Postgres Application Server (David Fetter)
- Understanding the Kernel Network Layer (Breno Leitão)
- Network Forensic - Coleta e Análise de Evidências dos Ativos da Rede com Ferramentas Livres (Sandro Melo)
- Creative Commons and the Problem with Copyright Law (Maureen O'Sullivan)
- Multiterminais (Paulo Ricardo Zanoni, Luis Carlos Erpen de Bona)
- Fazendo Um Elefante Passar Debaixo da Porta (Fabio Telles)
18 de Abril
- Encontro Sul-americano de Perl - YAPC::SA::2008 (Flávio S. Glock)
- Engenharia de Software e Software Livre: tudo a ver! (Antonio Terceiro)
- Clonando Pinguins com System Imager (Cesar Augusto Domingos, Caio Candido)
- Backup prático, porquê precisamos evoluir ! (Solli Moreira Honório)
- Proposta de uma Metodologia de Migração de Software Proprietário para Software Livre com Foco no Usuário (Ramon Simões Abílio, José Monserrat Neto)
- Por trás das firulas do X (Tiago Vignatti)
- Segurança de Aplicações e Arquivos de Sistemas com AppArmor (Carlos Alberto Ribeiro, Vagner Farias)
- Liberdade educacional - o uso de softwares livres na educação (Frederico Gonçalves Guimarães)
19 de Abril
- Plenária Debian Brasil (Felipe Augusto van de Wiel)
- Software Livre na Educação Universitária : Os estudantes de computação e o software livre (José Honorato Ferreira Nunes, Adilson Barros Soares, Renata de Andrade Pereira)
- Keeping 200 firewalls on track (Ernesto Silva, Andres Tarallo, Enrique Verdes)
- Prevenindo XSS: Execute apenas o SEU código (Er Galvão Abbott)
- Jornalismo Livre: proposta de incorporação da liberdade na prática jornalística (Rafael Evangelista, Tiago Soares)
- Combining Linux High Availability Clusters with Data Replication (DRBD) (Mark Bilansky)
- Tradução de Software Livre (José Ernesto Mortara San Martin, Fabiano Sant'Ana)
- GGZ: Progresso na área dos jogos livres na internet (Josef Spillner)
- Port Knocking? Esqueça. Abrindo portas remotamente no iptables com Single Packet Authorization. (Jansen Carlo Sena)
- Uma solução de implementação do conceito de Rede Segura, utilizando o padrão IEEE 802.1x em ambiente híbrido (Luis Antônio Schneiders)
- O que é ODF e qual a sua importância (Jomar Silva)
- Fun and Software Livre! - Return of the Jedi! (Jon 'Maddog' Hall)
- VIM para desenvolver (Luiz Guilherme Ribeiro Sanches)
Tomara que eu consiga ir nos 3 dias dessa vez, já que ano passado em só pude ir no último. Senão, vou perder palestras bem legais, bem como o YAPC::SA::2008.
Ela ainda não está completa, mas já tem muita coisa boa ai para assistir. Dando uma olhada por cima, essas são as que achei mais interessantes:
17 de Abril
- Can you survive a downtime? (Tirthankar Das)
- Uma Solução de Firewall Redundante com OpenBSD, CARP e PFSync (João Salvatti)
- Profissionalismo para nerds - Eu já sei o que eu vou ser quando crescer (Sulamita Garcia)
- The Postgres Application Server (David Fetter)
- Understanding the Kernel Network Layer (Breno Leitão)
- Network Forensic - Coleta e Análise de Evidências dos Ativos da Rede com Ferramentas Livres (Sandro Melo)
- Creative Commons and the Problem with Copyright Law (Maureen O'Sullivan)
- Multiterminais (Paulo Ricardo Zanoni, Luis Carlos Erpen de Bona)
- Fazendo Um Elefante Passar Debaixo da Porta (Fabio Telles)
18 de Abril
- Encontro Sul-americano de Perl - YAPC::SA::2008 (Flávio S. Glock)
- Engenharia de Software e Software Livre: tudo a ver! (Antonio Terceiro)
- Clonando Pinguins com System Imager (Cesar Augusto Domingos, Caio Candido)
- Backup prático, porquê precisamos evoluir ! (Solli Moreira Honório)
- Proposta de uma Metodologia de Migração de Software Proprietário para Software Livre com Foco no Usuário (Ramon Simões Abílio, José Monserrat Neto)
- Por trás das firulas do X (Tiago Vignatti)
- Segurança de Aplicações e Arquivos de Sistemas com AppArmor (Carlos Alberto Ribeiro, Vagner Farias)
- Liberdade educacional - o uso de softwares livres na educação (Frederico Gonçalves Guimarães)
19 de Abril
- Plenária Debian Brasil (Felipe Augusto van de Wiel)
- Software Livre na Educação Universitária : Os estudantes de computação e o software livre (José Honorato Ferreira Nunes, Adilson Barros Soares, Renata de Andrade Pereira)
- Keeping 200 firewalls on track (Ernesto Silva, Andres Tarallo, Enrique Verdes)
- Prevenindo XSS: Execute apenas o SEU código (Er Galvão Abbott)
- Jornalismo Livre: proposta de incorporação da liberdade na prática jornalística (Rafael Evangelista, Tiago Soares)
- Combining Linux High Availability Clusters with Data Replication (DRBD) (Mark Bilansky)
- Tradução de Software Livre (José Ernesto Mortara San Martin, Fabiano Sant'Ana)
- GGZ: Progresso na área dos jogos livres na internet (Josef Spillner)
- Port Knocking? Esqueça. Abrindo portas remotamente no iptables com Single Packet Authorization. (Jansen Carlo Sena)
- Uma solução de implementação do conceito de Rede Segura, utilizando o padrão IEEE 802.1x em ambiente híbrido (Luis Antônio Schneiders)
- O que é ODF e qual a sua importância (Jomar Silva)
- Fun and Software Livre! - Return of the Jedi! (Jon 'Maddog' Hall)
- VIM para desenvolver (Luiz Guilherme Ribeiro Sanches)
Tomara que eu consiga ir nos 3 dias dessa vez, já que ano passado em só pude ir no último. Senão, vou perder palestras bem legais, bem como o YAPC::SA::2008.
Caiu a ficha do time do IE8
Postado em 5 de março de 2008 as 23:57:35, por Renan Rangel
Depois da Microsoft decidir que o Internet Explorer 8 não iria utilizar os padrões atuais para renderizar as páginas, eles resolveram voltar atrás.
Como eu tinha dito anteriormente em um post, o certo seria por padrão, o IE 8 renderizar as páginas de forma mais compatível possível com os padrões atuais. Porém, eles queriam que os desenvolvedores especificassem fosse para usar a nova engine.
Isso não faz sentido, e eles resolveram mudar. Agora, por padrão o IE 8 irá renderizar da forma mais correta possível os padrões e os desenvolvedores que quiserem seguir utilizando as engines antigas, devem especificar explicitamente, como eu tinha sugerido no post anterior.
Claro, essa mudança pode ter acontecido juntamente com as decisões da Microsoft para melhorar a interoperabilidade, que foram anunciadas recentemente. Pelo menos já é mais um passo na direção certa.
Como eu tinha dito anteriormente em um post, o certo seria por padrão, o IE 8 renderizar as páginas de forma mais compatível possível com os padrões atuais. Porém, eles queriam que os desenvolvedores especificassem fosse para usar a nova engine.
Isso não faz sentido, e eles resolveram mudar. Agora, por padrão o IE 8 irá renderizar da forma mais correta possível os padrões e os desenvolvedores que quiserem seguir utilizando as engines antigas, devem especificar explicitamente, como eu tinha sugerido no post anterior.
Claro, essa mudança pode ter acontecido juntamente com as decisões da Microsoft para melhorar a interoperabilidade, que foram anunciadas recentemente. Pelo menos já é mais um passo na direção certa.
A Microsoft aprende com o Open Source
Postado em 29 de fevereiro de 2008 as 23:12:09, por Renan Rangel
Ultimamente, dá pra notar que aos poucos, a Microsoft vai se aproveitando de algumas das idéias da comunidade Open Source e de Software Livre, para de alguma forma incorporá-la nos seus produtos. Não esquece que as coisas sempre foram mais ou menos assim.
Mas agora, chegou a vez do Windows Server aproveitar os recursos dos sistemas Unix-like. Um post muito interessante, feito por Sam Ramji, Diretor de Tecnologia Estratégica Open Source, onde ele explica como o Windows Server 2008 foi influenciado pelo Open Source. O ISS 7 (servidor web) é mais modular, o ambiente permite a utilização de outras linguagens (não somente as da Microsoft), é possível fazer instalações mais simplificadas rodando somente serviços essenciais e também o PowerShell, que permitirá que um sysadmin possa fazer mais coisas (ao contrário do shell horroroso das outras versões).
Ou seja, a Microsoft está tentando aplicar agora, conceitos que os sistemas *nix usam a décadas. Será que isso não irá afetar como os administradores utilizam aos servidores? Será que eles vão se adaptar as mudanças? Esses é o problema do Windows, a cada versão você tem que reaprendê-lo. Em sistemas Unix-Like, geralmente são pequenas coisas que mudam, fazendo com que seja mais fácil uma possível migração.
Depois de algum alvoroço, a Microsoft está se aproximando muito do Open Source nos últimos dias. Depois de liberarem especificações de alguns de seus produtos para uso não-comercial, do site deles incentivar o desenvolvimento Open Source, agora eles querem fazer uma implementação do projeto GNU e suas ferramentas para o Windows, chamado UNG (apesar de não estar confirmado).
Quem deve estar se perguntando "o que está acontecendo?" é o Steve Ballmer, que é conhecido por sempre criticar e atacar a comunidade Open Source. Vendo essas coisas acontecerem deve ser um choque contra os ideais que ele tem. Depois dizem que os usuários de sistemas livres que são xiitas.
Será que a nova estratégia da Microsoft é se unir ao Open Source? Se o objetivo é a interoperabilidade, acho que é bom para os dois sistemas. Eles estão entrando no mesmo bonde, provavelmente pelo crescimento que os projetos livres têm tido nos últimos anos, bem como a popularidade de linguagens de desenvolvimento rápido que só vem aumentando. Será que a Microsoft realmente quer jogar junto, ou estão planejando alguma coisa? Vamos descobrir de um jeito ou de outro...
Mas agora, chegou a vez do Windows Server aproveitar os recursos dos sistemas Unix-like. Um post muito interessante, feito por Sam Ramji, Diretor de Tecnologia Estratégica Open Source, onde ele explica como o Windows Server 2008 foi influenciado pelo Open Source. O ISS 7 (servidor web) é mais modular, o ambiente permite a utilização de outras linguagens (não somente as da Microsoft), é possível fazer instalações mais simplificadas rodando somente serviços essenciais e também o PowerShell, que permitirá que um sysadmin possa fazer mais coisas (ao contrário do shell horroroso das outras versões).
Ou seja, a Microsoft está tentando aplicar agora, conceitos que os sistemas *nix usam a décadas. Será que isso não irá afetar como os administradores utilizam aos servidores? Será que eles vão se adaptar as mudanças? Esses é o problema do Windows, a cada versão você tem que reaprendê-lo. Em sistemas Unix-Like, geralmente são pequenas coisas que mudam, fazendo com que seja mais fácil uma possível migração.
Depois de algum alvoroço, a Microsoft está se aproximando muito do Open Source nos últimos dias. Depois de liberarem especificações de alguns de seus produtos para uso não-comercial, do site deles incentivar o desenvolvimento Open Source, agora eles querem fazer uma implementação do projeto GNU e suas ferramentas para o Windows, chamado UNG (apesar de não estar confirmado).
Quem deve estar se perguntando "o que está acontecendo?" é o Steve Ballmer, que é conhecido por sempre criticar e atacar a comunidade Open Source. Vendo essas coisas acontecerem deve ser um choque contra os ideais que ele tem. Depois dizem que os usuários de sistemas livres que são xiitas.
Será que a nova estratégia da Microsoft é se unir ao Open Source? Se o objetivo é a interoperabilidade, acho que é bom para os dois sistemas. Eles estão entrando no mesmo bonde, provavelmente pelo crescimento que os projetos livres têm tido nos últimos anos, bem como a popularidade de linguagens de desenvolvimento rápido que só vem aumentando. Será que a Microsoft realmente quer jogar junto, ou estão planejando alguma coisa? Vamos descobrir de um jeito ou de outro...
O Open-Source aos olhos da Microsoft
Postado em 10 de fevereiro de 2008 as 22:23:17, por Renan Rangel
Sabe aquela famosa frase de Ghandi que as vezes é usada para referenciar a Microsoft ao Open-Source?
"Primeiro eles o ignoram.
Então riem de você.
Depois eles o combatem.
Então você vence." - Mahatma_Gandhi
Pois acredito que estamos em algum lugar entre a 3ª e 4ª parte. A Microsoft está tentando achar uma forma de combater o movimento Open-Source como um todo, ou pelo menos lucrar com ele.
Como dizem, uma imagem vale mil palavras, um artigo que saiu uns dias atrás no ZDNet, mostra o que o pessoal da Microsoft está "planejando":
Então, o que significa a imagem? Que a Microsoft planeja, além te rodar software open-source no Windows, que ele esteja ligado com seus ambientes proprietários, como o Active Directory, Microsoft Office e SQL Server. Tudo isso para atrair atenção de seus clientes para a sua solução.
Isso, além de dar motivo para manter empresas com o Windows ao invés de Linux, fará com que estas fiquem presas ao seu modelo proprietário, o que justamente o movimento do software livre/open-source luta contra.
Não sou contra o uso de FOSS no Windows, pelo contrário, acho ótimo que os desenvolvedores portem seus projetos para o Windows. O que eu sou contra é atar um software livre a um modelo proprietário.
Essa é a estratégia que devemos ver daqui pra frente. Mesmo parecendo estranho, trabalhar junto ao open-source parece fazer muito sentido para a Microsoft atualmente.
"Primeiro eles o ignoram.
Então riem de você.
Depois eles o combatem.
Então você vence." - Mahatma_Gandhi
Pois acredito que estamos em algum lugar entre a 3ª e 4ª parte. A Microsoft está tentando achar uma forma de combater o movimento Open-Source como um todo, ou pelo menos lucrar com ele.
Como dizem, uma imagem vale mil palavras, um artigo que saiu uns dias atrás no ZDNet, mostra o que o pessoal da Microsoft está "planejando":
Então, o que significa a imagem? Que a Microsoft planeja, além te rodar software open-source no Windows, que ele esteja ligado com seus ambientes proprietários, como o Active Directory, Microsoft Office e SQL Server. Tudo isso para atrair atenção de seus clientes para a sua solução.
Isso, além de dar motivo para manter empresas com o Windows ao invés de Linux, fará com que estas fiquem presas ao seu modelo proprietário, o que justamente o movimento do software livre/open-source luta contra.
Não sou contra o uso de FOSS no Windows, pelo contrário, acho ótimo que os desenvolvedores portem seus projetos para o Windows. O que eu sou contra é atar um software livre a um modelo proprietário.
Essa é a estratégia que devemos ver daqui pra frente. Mesmo parecendo estranho, trabalhar junto ao open-source parece fazer muito sentido para a Microsoft atualmente.
Adeus, PHP4
Postado em 6 de fevereiro de 2008 as 17:15:29, por Renan Rangel
Ontem, foi o dia que o projeto GoPHP5 concluiu o seu objetivo. Fazer o máximo de projetos e grandes empresas de hosting a passar a suportar somente o PHP5.
Para projetos, isso faz muito sentido. Cortar o suporte do PHP4, força os usuários a utilizarem o PHP5, o que contribui para deixar de lado a versão antiga e que não é muito compatível com a nova. Uma data foi estipulada para que isso acontecesse (5 de Fevereiro de 2008), assim as empresas de hosting poderiam atualizar seu servidores.
Na época que foi lançado o PHP 5.2, poucas empresas de hosting o tinham disponível. O motivo era ser muito novo, e histórico ruim do PHP 5.0 e 5.1. Com o lançamento do 5.2, os problemas foram resolvidos e essa versão que deve ser usada, para permitir que a tecnologia avance.
Se os usuários e programadores ficarem presos a uma tecnologia antiga, mesmo que estável, impede que ela avance, fazendo com que ela fique "parada". O projeto foi uma ótima idéia para impedir que isso acontecesse.
Muitos projetos aderiram ao movimento, como DeluxeBB, Drupal, RoundCube, Moodle, PEAR, phpmyadmin, phppgadmin e diversos outros que podem ser vistos aqui.
Vamos ver até quando o PHP5 irá ficar na cena e se vai durar tanto quanto o PHP4.
Para projetos, isso faz muito sentido. Cortar o suporte do PHP4, força os usuários a utilizarem o PHP5, o que contribui para deixar de lado a versão antiga e que não é muito compatível com a nova. Uma data foi estipulada para que isso acontecesse (5 de Fevereiro de 2008), assim as empresas de hosting poderiam atualizar seu servidores.
Na época que foi lançado o PHP 5.2, poucas empresas de hosting o tinham disponível. O motivo era ser muito novo, e histórico ruim do PHP 5.0 e 5.1. Com o lançamento do 5.2, os problemas foram resolvidos e essa versão que deve ser usada, para permitir que a tecnologia avance.
Se os usuários e programadores ficarem presos a uma tecnologia antiga, mesmo que estável, impede que ela avance, fazendo com que ela fique "parada". O projeto foi uma ótima idéia para impedir que isso acontecesse.
Muitos projetos aderiram ao movimento, como DeluxeBB, Drupal, RoundCube, Moodle, PEAR, phpmyadmin, phppgadmin e diversos outros que podem ser vistos aqui.
Vamos ver até quando o PHP5 irá ficar na cena e se vai durar tanto quanto o PHP4.
IE 8 irá renderizar páginas mais compatíveis - só para alguns...
Postado em 25 de janeiro de 2008 as 23:37:15, por Renan Rangel
O Internet Explorer sempre é muito criticado (e com razão), por ser o browser que mais dá dor de cabeça para os desenvolvedores web. A razão é não seguir os padrões web, para renderizar páginas que deveriam ficar iguais em todos os browsers.
Pois bem, o IE 8, que será mais compatível com os padrões (já até passa no teste Acid 2) terá três modos de renderização:
- "Quirks mode" - aquele que vem lá dá época do IE 5.5, que não utiliza uma tag DOCTYPE.
- "Standards mode" - o que está sendo utilizado no IE 7.
- Novo "Standards mode" - que irá usar a nova engine do IE 8.
Adivinhe qual será o padrão? Se achou que era a nova engine se deu mal, pois a Microsoft irá manter os modos de renderização do IE 7 como default. E como utilizar o novo IE 8? O desenvolvedor terá que utilizar uma tag <meta> para poder indicar o novo modo renderização:
<meta http-equiv="X-UA-Compatible" content="IE=8" />
E dessa forma, eles vão conseguir estender ainda mais esses sofrimento que é desenvolver sites que renderizam da mesma maneira em todos os navegadores. A idéia é migrar o software, continuando com a engine antiga, e habilitando pra quem quiser a engine nova. Deveriam ter feito o contrário: utilizar por padrão a nova engine e permitir a utilização da engine antiga para os sites que ainda estão para serem migrados.
O fato é que quando ele for lançado, não haverá mudanças no modo de renderização das páginas. Isso fará com que boa parte das novas páginas que sejam desenvolvidas tomando por ponto de referência a nova versão, estarão utilizando a engine antiga, fazendo com que os sites continuem fora dos padrões. Se fosse ao contrário, os novos sites já seriam mais compatíveis com os padrões atuais, diminuindo problemas no futuro, tanto para o Internet Explorer, quanto para outros browsers.
Num artigo sobre "Compatibilidade e o IE 8", Chris Wilson (IE Platform Architect) fala sobre a regra "Não Quebre a Web" que o time de desenvolvimento aplicou em 6 diferentes versões do IE. É possível dizer que mesmo essa regra existindo, dá a impressão que ela nunca foi aplicada, pois cada versão do IE acabou quebrando várias páginas, inclusive de grandes sites.
Talvez esse problema esteja diminuindo (lentamente), mas pelo menos é um passo na direção certa. Claro, na minha opinião poderia ser diferente, mas vamos ver até quando esse problema se estende.
Pois bem, o IE 8, que será mais compatível com os padrões (já até passa no teste Acid 2) terá três modos de renderização:
- "Quirks mode" - aquele que vem lá dá época do IE 5.5, que não utiliza uma tag DOCTYPE.
- "Standards mode" - o que está sendo utilizado no IE 7.
- Novo "Standards mode" - que irá usar a nova engine do IE 8.
Adivinhe qual será o padrão? Se achou que era a nova engine se deu mal, pois a Microsoft irá manter os modos de renderização do IE 7 como default. E como utilizar o novo IE 8? O desenvolvedor terá que utilizar uma tag <meta> para poder indicar o novo modo renderização:
<meta http-equiv="X-UA-Compatible" content="IE=8" />
E dessa forma, eles vão conseguir estender ainda mais esses sofrimento que é desenvolver sites que renderizam da mesma maneira em todos os navegadores. A idéia é migrar o software, continuando com a engine antiga, e habilitando pra quem quiser a engine nova. Deveriam ter feito o contrário: utilizar por padrão a nova engine e permitir a utilização da engine antiga para os sites que ainda estão para serem migrados.
O fato é que quando ele for lançado, não haverá mudanças no modo de renderização das páginas. Isso fará com que boa parte das novas páginas que sejam desenvolvidas tomando por ponto de referência a nova versão, estarão utilizando a engine antiga, fazendo com que os sites continuem fora dos padrões. Se fosse ao contrário, os novos sites já seriam mais compatíveis com os padrões atuais, diminuindo problemas no futuro, tanto para o Internet Explorer, quanto para outros browsers.
Num artigo sobre "Compatibilidade e o IE 8", Chris Wilson (IE Platform Architect) fala sobre a regra "Não Quebre a Web" que o time de desenvolvimento aplicou em 6 diferentes versões do IE. É possível dizer que mesmo essa regra existindo, dá a impressão que ela nunca foi aplicada, pois cada versão do IE acabou quebrando várias páginas, inclusive de grandes sites.
Talvez esse problema esteja diminuindo (lentamente), mas pelo menos é um passo na direção certa. Claro, na minha opinião poderia ser diferente, mas vamos ver até quando esse problema se estende.
KDE 4 e suas novidades
Postado em 13 de dezembro de 2007 as 21:22:14, por Renan Rangel
A primeira versão do KDE 4 está marcada para ser lançada dia 11 de janeiro de 2008.
Uma das novidades é que o a nova versão está sendo portada para Qt 4, a biblioteca que é utilizada para os aplicativos dos vários projetos que envolvem o KDE.
Algumas números indicam que o consumo de memória diminuiu até quase 40%. Essas são ótimas novidades, e ainda possibilitou rodar "bem" utilizando 256MB de RAM e processador a 1Ghz (ainda com os efeitos 3D).
Aparentemente, parece que a biblioteca Qt4 ajudou bastante em relação à performance, mas em outros aspectos, as novas versões dos aplicativos estão aproveitando para melhorar também suas tecnologias.
O que tem se falado é a plataforma do KDE 4 e o que vai ser feito, assim que ela estiver pronta. Um post no blog do Amarok fala nesse assunto, inclusive dizendo que o verdadeiro potencial do KDE 4 (e conseqüentemente o Amarok2), só serão vistas depois que forem lançadas as próximas versões.
Ou seja, todo esse trabalho não é só para portar o KDE, e sim para melhorar e permitir que no futuro, ele possa evoluir. Estou bem interessado em saber como serão as coisas após o lançamento.
Espero estar compilando e instalando a nova versão do KDE assim que estiver disponível no portage (o que não deve demorar muito, espero). Assim que tiver testado ele, pretendo escrever sobre o que achei :)
PS: Para aqueles que tem interesse em rodar o Amarok no Windows, já podem ter esperança
. Ainda precisa de trabalho, mas veja a screenshot abaixo:
Uma das novidades é que o a nova versão está sendo portada para Qt 4, a biblioteca que é utilizada para os aplicativos dos vários projetos que envolvem o KDE.
Algumas números indicam que o consumo de memória diminuiu até quase 40%. Essas são ótimas novidades, e ainda possibilitou rodar "bem" utilizando 256MB de RAM e processador a 1Ghz (ainda com os efeitos 3D).
Aparentemente, parece que a biblioteca Qt4 ajudou bastante em relação à performance, mas em outros aspectos, as novas versões dos aplicativos estão aproveitando para melhorar também suas tecnologias.
O que tem se falado é a plataforma do KDE 4 e o que vai ser feito, assim que ela estiver pronta. Um post no blog do Amarok fala nesse assunto, inclusive dizendo que o verdadeiro potencial do KDE 4 (e conseqüentemente o Amarok2), só serão vistas depois que forem lançadas as próximas versões.
Ou seja, todo esse trabalho não é só para portar o KDE, e sim para melhorar e permitir que no futuro, ele possa evoluir. Estou bem interessado em saber como serão as coisas após o lançamento.
Espero estar compilando e instalando a nova versão do KDE assim que estiver disponível no portage (o que não deve demorar muito, espero). Assim que tiver testado ele, pretendo escrever sobre o que achei :)
PS: Para aqueles que tem interesse em rodar o Amarok no Windows, já podem ter esperança
Desenvolvimento Ágil com Perl e Catalyst
Postado em 9 de novembro de 2007 as 23:49:59, por Renan Rangel
Esse foi o tema do pôster que fiz para a oficina de iniciação científica na faculdade.
Depois de passar um bom tempo entendendo como o Inkscape funciona, cheguei à conclusão que ele não é tão difícil de utilizar. Na verdade, até gostei de fazer o pôster.
Os tutoriais que tem no site ajudaram bastante, e consegui fazer algo "decente" para alguém que não tem muitas habilidades gráficas como eu.
Se você quiser ver como ficou, coloquei o PNG reduzido que exportei do SVG (o original ficou com 3189x4252px):
Tem bastante coisa que não coloquei, mas como me faltava espaço e tempo, acabaram de fora do pôster.
Uma das coisas que pensei hoje antes de sair de casa foi exportar para PNG. Fiz bem, já que nenhum dos lugares que fui tinham o Inkscape (fui em uns 3 eu acho), só Corel. Nem sei se o Corel importa arquivos SVG, pois não tenho para testar.
Fica a dica, se você for imprimir um pôster em cima da hora: exporte para uma imagem antes. Assim não corre o risco de ficar sem nada!
Depois de passar um bom tempo entendendo como o Inkscape funciona, cheguei à conclusão que ele não é tão difícil de utilizar. Na verdade, até gostei de fazer o pôster.
Os tutoriais que tem no site ajudaram bastante, e consegui fazer algo "decente" para alguém que não tem muitas habilidades gráficas como eu.
Se você quiser ver como ficou, coloquei o PNG reduzido que exportei do SVG (o original ficou com 3189x4252px):
Tem bastante coisa que não coloquei, mas como me faltava espaço e tempo, acabaram de fora do pôster.
Uma das coisas que pensei hoje antes de sair de casa foi exportar para PNG. Fiz bem, já que nenhum dos lugares que fui tinham o Inkscape (fui em uns 3 eu acho), só Corel. Nem sei se o Corel importa arquivos SVG, pois não tenho para testar.
Fica a dica, se você for imprimir um pôster em cima da hora: exporte para uma imagem antes. Assim não corre o risco de ficar sem nada!
Aprendendo Erlang
Postado em 30 de outubro de 2007 as 19:19:42, por Renan Rangel
Ontem fiz um mini-curso durante a 3ª Semana Acadêmica da UCPEL sobre a linguagem de programação Erlang.
Ela é uma linguagem multi-paradigma, dando suporte à programação funcional e concorrente. Foi originalmente desenvolvida pela Ericsson, e liberada como open-source em 1998.
Uma das diferenças é que ao invés de utilizar memória compartilhada, como na maioria das linguagens que suportam threads, cada "processo" iniciado possui sua própria memória, utilizando mensagens para se comunicarem (e eliminando problemas como os de deadlock).
A princípio, a sintaxe me lembrou bastante o Prolog, só que de uma forma que achei "não tão chata". Trocar mensagens entre os processo da linguagem também é simples, permitindo que vários processos se comuniquem de forma simples.
Uma das implementações mais conhecidas do Erlang, deve ser o ejabberd, um servidor XMPP (Jabber), que inclusive utilizo no meu servidor. Com ele, é possível montar clusters para o servidor ejabberd e utilizar diferentes banco de dados para gerenciamento de usuários e mensagens do servidor. Não é a toa que ele é o software utilizado para gerenciar o servidor oficial do jabber.org (e utiliza o PostgreSQL como banco de dados).
Acho que o estudo da linguagem é interessante, pela simplicidade da mesma. Se o intuito é de trabalhar com projetos que utilizam excessivamente a troca de mensagens (como por exemplo, um servidor de mensagens instantâneas), é uma boa linguagem pra fazer a implementação.
Ela é uma linguagem multi-paradigma, dando suporte à programação funcional e concorrente. Foi originalmente desenvolvida pela Ericsson, e liberada como open-source em 1998.
Uma das diferenças é que ao invés de utilizar memória compartilhada, como na maioria das linguagens que suportam threads, cada "processo" iniciado possui sua própria memória, utilizando mensagens para se comunicarem (e eliminando problemas como os de deadlock).
A princípio, a sintaxe me lembrou bastante o Prolog, só que de uma forma que achei "não tão chata". Trocar mensagens entre os processo da linguagem também é simples, permitindo que vários processos se comuniquem de forma simples.
Uma das implementações mais conhecidas do Erlang, deve ser o ejabberd, um servidor XMPP (Jabber), que inclusive utilizo no meu servidor. Com ele, é possível montar clusters para o servidor ejabberd e utilizar diferentes banco de dados para gerenciamento de usuários e mensagens do servidor. Não é a toa que ele é o software utilizado para gerenciar o servidor oficial do jabber.org (e utiliza o PostgreSQL como banco de dados).
Acho que o estudo da linguagem é interessante, pela simplicidade da mesma. Se o intuito é de trabalhar com projetos que utilizam excessivamente a troca de mensagens (como por exemplo, um servidor de mensagens instantâneas), é uma boa linguagem pra fazer a implementação.
Tornando o HTML e CSS válidos
Postado em 13 de outubro de 2007 as 13:30:09, por Renan Rangel
Esses dias me proporam propuseram um desafio: tornar o HTML e CSS do blog válidos.
Eu tinha feito isso no template original, mas como fui adicionando mais coisas e o módulo que uso para converter BBCode para HTML (HTML::BBCode) cria código como <br />, acabei me esquecendo de manter o HTML válido. Apesar do <br /> não ser "errado" em HTML 4.01 Strict, é melhor evitar, segundo a W3C.
Outro problema é usar a tag <center>, o que não é permitido nesse Doctype (HTML 4.01 Strict). Já alterei o CSS e logo irei utilizar tags <div> para centralizar o que for necessário.
Já com o CSS, o problema é diferente: eu uso duas propriedades de transparência no menu lateral, que não são válidas em CSS, mas são interpretadas pelo browser corretamente ("opacity: x" para Firefox e "filter:alpha(opacity=x)" para IE). Esses dias testei no Konqueror o blog e vi que a transparência do menu não funciona, já que o Konqueror é o browser que mais segue os padrões.
Não pretendo mudar os HTML dos posts antigos, para serem HTML válido, mas os próximos já estarei escrevendo com isso em mente. Muita coisa que adicionei no blod depois, como widget, link externos e coisas do tipo, que geralmente é daqueles que já fornecem o html, não são válidos em HTML 4.01 Strict, então também precisei adaptá-los.
Falta pouca coisa, espero conseguir validar o blog em breve, tanto o HTML quanto o CSS.
Eu tinha feito isso no template original, mas como fui adicionando mais coisas e o módulo que uso para converter BBCode para HTML (HTML::BBCode) cria código como <br />, acabei me esquecendo de manter o HTML válido. Apesar do <br /> não ser "errado" em HTML 4.01 Strict, é melhor evitar, segundo a W3C.
Outro problema é usar a tag <center>, o que não é permitido nesse Doctype (HTML 4.01 Strict). Já alterei o CSS e logo irei utilizar tags <div> para centralizar o que for necessário.
Já com o CSS, o problema é diferente: eu uso duas propriedades de transparência no menu lateral, que não são válidas em CSS, mas são interpretadas pelo browser corretamente ("opacity: x" para Firefox e "filter:alpha(opacity=x)" para IE). Esses dias testei no Konqueror o blog e vi que a transparência do menu não funciona, já que o Konqueror é o browser que mais segue os padrões.
Não pretendo mudar os HTML dos posts antigos, para serem HTML válido, mas os próximos já estarei escrevendo com isso em mente. Muita coisa que adicionei no blod depois, como widget, link externos e coisas do tipo, que geralmente é daqueles que já fornecem o html, não são válidos em HTML 4.01 Strict, então também precisei adaptá-los.
Falta pouca coisa, espero conseguir validar o blog em breve, tanto o HTML quanto o CSS.
Usando threads em Perl
Postado em 6 de outubro de 2007 as 23:37:48, por Renan Rangel
#!/usr/bin/perl
use threads;
Já tem algum tempo que quero brincar com threads em Perl, e hoje comecei a fazer alguns exemplos e escrever pequenos programas.
Achei bem interessante, principalmente podendo fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo. Dependendo do tipo de programa, é possível obter uma boa melhora no desempenho utilizando threads.
Mas como já dizia Ben Parker, "grandes poderes trazem grandes responsabilidades". É preciso tomar cuidado com o acesso a data compartilhada, principalmente se mais de uma thread usa uma determinada variável.
Isso, porque durante uma leitura e escrita de uma variável, é possível que outra thread tenha alterado o valor da variável e isso causaria resultados indesejados.
$count++;
O código acima faz 3 operações: obtem o valor de $count, incrementa em 1 e salva novamente na variável. Se no tempo em que ele está incrementando o valor, outra thread tiver feito isso, ele não terá o novo valor, que será sobrescrito pelo seu (o que geralmente não é nada bom...).
Se alguém se interessa em usar threads em Perl, recomendo ler a documentação (perldoc perlthrtut), que foi o ponto de partida que usei para começar a usá-las.
use threads;
Já tem algum tempo que quero brincar com threads em Perl, e hoje comecei a fazer alguns exemplos e escrever pequenos programas.
Achei bem interessante, principalmente podendo fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo. Dependendo do tipo de programa, é possível obter uma boa melhora no desempenho utilizando threads.
Mas como já dizia Ben Parker, "grandes poderes trazem grandes responsabilidades". É preciso tomar cuidado com o acesso a data compartilhada, principalmente se mais de uma thread usa uma determinada variável.
Isso, porque durante uma leitura e escrita de uma variável, é possível que outra thread tenha alterado o valor da variável e isso causaria resultados indesejados.
$count++;
O código acima faz 3 operações: obtem o valor de $count, incrementa em 1 e salva novamente na variável. Se no tempo em que ele está incrementando o valor, outra thread tiver feito isso, ele não terá o novo valor, que será sobrescrito pelo seu (o que geralmente não é nada bom...).
Se alguém se interessa em usar threads em Perl, recomendo ler a documentação (perldoc perlthrtut), que foi o ponto de partida que usei para começar a usá-las.
Software Simples = Software Poderoso
Postado em 28 de setembro de 2007 as 13:12:42, por Renan Rangel
Atualmente tenho visto muitos aplicativos que são muito complexos e que acabam atrapalhando a vida do usuário. Alguns tem uma implementação ruim, que só tende a piorar quando o software começa a crescer.
Estive lendo nesses últimos dias sobre o qpsmtpd, um daemon SMTP muito simples e flexível, escrito em Perl.
Ele é um software pequeno, simples, flexível, o que acabou resultando numa ferramenta poderosa. Ele somente "conhece" o protocolo SMTP, e todos os outros recursos são adicionados a partir de plugins (que também são escritos em Perl).
Uma das coisas que lembra ele é o bloqueio de spam. Ele consegue barrar várias coisas antes mesmo de serem processadas pelo servidor, de forma bem eficiente. Os servidores de e-mail do apache.org migraram para ele e diminuíram bastante a carga, podendo agora suportar sem problemas, cerca de 2 milhões de e-mail diários.
Outra coisa é que é extremamente fácil de escrever plugins para ele. Juntando isso com a facilidade do Perl para processar texto, temos uma ótima dupla.
Apesar de ser bom para receber e rejeitar e-mail, ele precisa de um MTA completo para poder funcionar. É possível mandar e-mail para um servidor externo, ou mandar mensagens diretamente para a fila do postfix, qmail, exim, etc...
Estou pensando em implementar ele para testar como ele se comporta recebendo e-mails e spams reais...
Estive lendo nesses últimos dias sobre o qpsmtpd, um daemon SMTP muito simples e flexível, escrito em Perl.
Ele é um software pequeno, simples, flexível, o que acabou resultando numa ferramenta poderosa. Ele somente "conhece" o protocolo SMTP, e todos os outros recursos são adicionados a partir de plugins (que também são escritos em Perl).
Uma das coisas que lembra ele é o bloqueio de spam. Ele consegue barrar várias coisas antes mesmo de serem processadas pelo servidor, de forma bem eficiente. Os servidores de e-mail do apache.org migraram para ele e diminuíram bastante a carga, podendo agora suportar sem problemas, cerca de 2 milhões de e-mail diários.
Outra coisa é que é extremamente fácil de escrever plugins para ele. Juntando isso com a facilidade do Perl para processar texto, temos uma ótima dupla.
Apesar de ser bom para receber e rejeitar e-mail, ele precisa de um MTA completo para poder funcionar. É possível mandar e-mail para um servidor externo, ou mandar mensagens diretamente para a fila do postfix, qmail, exim, etc...
Estou pensando em implementar ele para testar como ele se comporta recebendo e-mails e spams reais...
Frameworks Web
Postado em 10 de setembro de 2007 as 21:58:18, por Renan Rangel
Achei um link bem interessante para uma página na Wikipedia num post do Slashdot, que de certa forma se refere ao assunto.
A página na Wikipedia faz uma comparação entre diversos frameworks web e seus recursos. Me arrisco a dizer que alguns dos mais conhecidos são o Rails (Ruby), Django (Python), Catalyst (Perl) e CakePHP (PHP).
Embora cada um tenha suas vantagens e desvantagens em um campo em especial. Desses 4, todos tem implementações próprias ou já existentes das partes de um framework
MVC.
De certa forma, todos valem a pena trabalhar, o melhor é usar um que você já conheça a linguagem, pois isso já ajuda bastante. Alguns também dependem de configuração adicional no servidor onde será hospedado.
O mais de fazer rodar provavelmente deve ser o CakePHP, já que praticamente todos os servidores possuem suporte a PHP e ele não precisa nada em especial. O mod_perl também é encontrado em vários servidores, facilitando o uso do Catalyst. Já o Rails e o Django precisam ter as linguagens instaladas (geralmente o Python já está, mas o Ruby é mais difícil), e também dependem de FastCGI ou um servidor web dedicado para isso.
Claro, existe a possibilidade de rodar qualquer um dos 4 como CGI, mas ninguém em sã consciência faria isso num ambiente de produção.
Eu comecei a usar o Catalyst faz quase um ano (uso moderado), e gostei muito dele. Uma das vantagens dele é a sua flexibilidade. Basta olhar na página na Wikipedia. Escolha não é o problema, veja alguns exemplos:
ORM - DBIx::Class, Rose::DB, Class::DBI::Sweet;
Template - Template::Toolkit, HTML::Template, HTML::Mason;
Sessões - arquivos, banco de dados, FastMmap, Memchached;
Autenticação - banco de dados, LDAP, Htpasswd;
Cache - FastMmap, Memcached, BerkeleyDB, FileCache;
Validação de formulários - FormValidator, FormBuilder.
Bastante coisa pra escolher, tenho gostado bastante de trabalhar com ele. Mas se quiser saber o melhor deles, leia mais sobre cada um para saber qual a melhor escolha para o que você precisa.
A página na Wikipedia faz uma comparação entre diversos frameworks web e seus recursos. Me arrisco a dizer que alguns dos mais conhecidos são o Rails (Ruby), Django (Python), Catalyst (Perl) e CakePHP (PHP).
Embora cada um tenha suas vantagens e desvantagens em um campo em especial. Desses 4, todos tem implementações próprias ou já existentes das partes de um framework
MVC.
De certa forma, todos valem a pena trabalhar, o melhor é usar um que você já conheça a linguagem, pois isso já ajuda bastante. Alguns também dependem de configuração adicional no servidor onde será hospedado.
O mais de fazer rodar provavelmente deve ser o CakePHP, já que praticamente todos os servidores possuem suporte a PHP e ele não precisa nada em especial. O mod_perl também é encontrado em vários servidores, facilitando o uso do Catalyst. Já o Rails e o Django precisam ter as linguagens instaladas (geralmente o Python já está, mas o Ruby é mais difícil), e também dependem de FastCGI ou um servidor web dedicado para isso.
Claro, existe a possibilidade de rodar qualquer um dos 4 como CGI, mas ninguém em sã consciência faria isso num ambiente de produção.
Eu comecei a usar o Catalyst faz quase um ano (uso moderado), e gostei muito dele. Uma das vantagens dele é a sua flexibilidade. Basta olhar na página na Wikipedia. Escolha não é o problema, veja alguns exemplos:
ORM - DBIx::Class, Rose::DB, Class::DBI::Sweet;
Template - Template::Toolkit, HTML::Template, HTML::Mason;
Sessões - arquivos, banco de dados, FastMmap, Memchached;
Autenticação - banco de dados, LDAP, Htpasswd;
Cache - FastMmap, Memcached, BerkeleyDB, FileCache;
Validação de formulários - FormValidator, FormBuilder.
Bastante coisa pra escolher, tenho gostado bastante de trabalhar com ele. Mas se quiser saber o melhor deles, leia mais sobre cada um para saber qual a melhor escolha para o que você precisa.
Extreme Programming
Postado em 6 de setembro de 2007 as 20:02:47, por Renan Rangel
Hoje apresentei um trabalho na faculdade sobre a metodologia de desenvolvimento chamada Extreme Programming (XP).
Achei a metodologia bem interessante e também um pouco familiar. Nada de ficar fazendo diagramas e não sei o que mais. É melhor começar a trabalhar direto no projeto em si.
O conceito de programação em pares é interessante, já que dois são mais produtivos do que um. Pra resolver problemas e encontrar erros, melhor ainda.
Eu gosto dessa metodologias de desenvolvimento ágil, que partem direto para ação. Uma das vantagens em relação aos modelos tradicionais, é a simplicidade (pra que complicar?).
Vi outros trabalhos, mas entre eles, achei o XP mais vantajoso no geral. Claro, isso muda de acordo com a situação...
Achei a metodologia bem interessante e também um pouco familiar. Nada de ficar fazendo diagramas e não sei o que mais. É melhor começar a trabalhar direto no projeto em si.
O conceito de programação em pares é interessante, já que dois são mais produtivos do que um. Pra resolver problemas e encontrar erros, melhor ainda.
Eu gosto dessa metodologias de desenvolvimento ágil, que partem direto para ação. Uma das vantagens em relação aos modelos tradicionais, é a simplicidade (pra que complicar?).
Vi outros trabalhos, mas entre eles, achei o XP mais vantajoso no geral. Claro, isso muda de acordo com a situação...
Escolhendo uma hospedagem
Postado em 4 de setembro de 2007 as 22:30:35, por Renan Rangel
Escolher qual hospedagem usar, nem sempre é fácil. Umas tem os recursos que precisamos, outras não. Do mesmo jeito, algumas são boas e outras não.
Aqui no Brasil, a maioria dos blogueiros prefere hospedar seus blogs fora do país, pois assim podem aproveitar preços mais baixos, e maiores recursos (que no exterior, é comum). O problema é achar uma boa hospedagem.
O site Web Hosting Unleashed possui uma ferramenta bem interessante, para comparar diversas empresas que oferecem serviços de webhosting (por enquanto eles tem "só" 2.084 empresa cadastradas). Cada empresa de hosting cadastrada tem ao menos 1 review, seja ele positivo ou negativo. A vantagem é que é possível filtrar esse banco de dados pelo número de reviews, nível de recomendação, notas dadas para suporte e valor e as que possuem cupons de desconto. Para fazer uma busca, vá nessa página.
Outra coisa legal é o que o site também tem recomendações para quem busca coisa específicas, como hospedagem com Rails ou JSP. Também possuem recomendações para que quer um VPS, um painel de controle com sistema de revendas e até com sistema de faturamento.
Uma das coisas que eu senti falta, é a busca por recursos que cada hospedagem oferece, já que seria bem útil para buscar o que precisamos. É um recurso interessante que certamente devia ser adicionado. Enquanto a maioria só precisa de PHP e MySQL, outros (como eu) tem necessidades diferentes.
Por enquanto, vou mantendo meu blog no meu servidor "doméstico", enquanto não tenho necessidade. Se fosse tirar ele daqui, precisaria ter Catalyst instalado, mais Perl e FastCGI e não é todo mundo que oferece isso, infelizmente.
Aqui no Brasil, a maioria dos blogueiros prefere hospedar seus blogs fora do país, pois assim podem aproveitar preços mais baixos, e maiores recursos (que no exterior, é comum). O problema é achar uma boa hospedagem.
O site Web Hosting Unleashed possui uma ferramenta bem interessante, para comparar diversas empresas que oferecem serviços de webhosting (por enquanto eles tem "só" 2.084 empresa cadastradas). Cada empresa de hosting cadastrada tem ao menos 1 review, seja ele positivo ou negativo. A vantagem é que é possível filtrar esse banco de dados pelo número de reviews, nível de recomendação, notas dadas para suporte e valor e as que possuem cupons de desconto. Para fazer uma busca, vá nessa página.
Outra coisa legal é o que o site também tem recomendações para quem busca coisa específicas, como hospedagem com Rails ou JSP. Também possuem recomendações para que quer um VPS, um painel de controle com sistema de revendas e até com sistema de faturamento.
Uma das coisas que eu senti falta, é a busca por recursos que cada hospedagem oferece, já que seria bem útil para buscar o que precisamos. É um recurso interessante que certamente devia ser adicionado. Enquanto a maioria só precisa de PHP e MySQL, outros (como eu) tem necessidades diferentes.
Por enquanto, vou mantendo meu blog no meu servidor "doméstico", enquanto não tenho necessidade. Se fosse tirar ele daqui, precisaria ter Catalyst instalado, mais Perl e FastCGI e não é todo mundo que oferece isso, infelizmente.
Flash, Silverlight e JavaFX
Postado em 20 de agosto de 2007 as 13:10:23, por Renan Rangel
Allan Leinwand acha que o Google deveria comprar a Adobe, pois o seu futuro em relação ao mercado de vídeos depende de tecnologias como o Flash.
Com a Microsoft quase terminando o Silverlight e a Sun preparando o JavaFX, a guerra vai ficar acirrada, já que até agora, o único jogador era o Flash da Adobe.
As vantagens do Flash é que ele roda em várias plataformas, porém tem algum problemas (no Linux, a Adobe até hoje não resolveu o problema de transparência). O JavaFX também rodará em todas as plataformas onde o Java está disponível, porém não tem uma base tão grande como o Flash. O Silverlight vem com a vantagem de se poder usar qualquer linguagem disponível no framework .NET. A desvantagem é que o Silverlight não está disponível para Linux (surpresa?), somente para Windows e OS X.
Eu não tenho favoritos, nem preferidos nesse caso. O melhor pra mim seria a evolução e disseminação do AJAX, mas ele não foi feito para aplicações interativas ao nível do Flash por exemplo.
Porém, o JavaFX é GPL parte GPL, isso já melhora, pois software livres podem ser implementados e portados com mais facilidade. A Microsoft disponibilizou partes do código no CodePlex, porém eles não tem plano de liberar todo o código. Sem isso, não há como ele ser portável e isso não é nada bom. Já o Flash é software proprietário, mas funciona (com alguns problemas) nos 3 sistemas operacionais mais usado (porém, não funciona em sistemas 64 bits, que aos poucos estão começando a ser usados).
No fim, fico na dúvida entre qual das tecnologias deveria apoiar. Mas pra mim, a opção "menos ruim" é a do JavaFX. O melhor seria algum padrão aberto, assim podia ser implementado facilmente em várias plataformas, de várias maneiras.
Com a Microsoft quase terminando o Silverlight e a Sun preparando o JavaFX, a guerra vai ficar acirrada, já que até agora, o único jogador era o Flash da Adobe.
As vantagens do Flash é que ele roda em várias plataformas, porém tem algum problemas (no Linux, a Adobe até hoje não resolveu o problema de transparência). O JavaFX também rodará em todas as plataformas onde o Java está disponível, porém não tem uma base tão grande como o Flash. O Silverlight vem com a vantagem de se poder usar qualquer linguagem disponível no framework .NET. A desvantagem é que o Silverlight não está disponível para Linux (surpresa?), somente para Windows e OS X.
Eu não tenho favoritos, nem preferidos nesse caso. O melhor pra mim seria a evolução e disseminação do AJAX, mas ele não foi feito para aplicações interativas ao nível do Flash por exemplo.
Porém, o JavaFX é GPL parte GPL, isso já melhora, pois software livres podem ser implementados e portados com mais facilidade. A Microsoft disponibilizou partes do código no CodePlex, porém eles não tem plano de liberar todo o código. Sem isso, não há como ele ser portável e isso não é nada bom. Já o Flash é software proprietário, mas funciona (com alguns problemas) nos 3 sistemas operacionais mais usado (porém, não funciona em sistemas 64 bits, que aos poucos estão começando a ser usados).
No fim, fico na dúvida entre qual das tecnologias deveria apoiar. Mas pra mim, a opção "menos ruim" é a do JavaFX. O melhor seria algum padrão aberto, assim podia ser implementado facilmente em várias plataformas, de várias maneiras.
Vem aí o HTML 5
Postado em 9 de agosto de 2007 as 13:40:09, por Renan Rangel
Vi esse post bem interessante no Slashdot que fala sobre o HTML 5 e dos vários novos elementos que serão adicionados.
O artigo é da IBM e eu achei bem interessante. O pessoal que gosta de Web Standards também vai achar legal.
E como mostrar exemplos é bem mais fácil do que ter de explicar, você pode ver vários exemplos de como seria o HTML de um blog (primeiro exemplo) em HTML 4 e HTML 5. Vejam no artigo do link acima.
Realmente, os novos elementos facilitam bastante o entendimento do código. Elementos como <section>, <article> e outros, irão fazer parte da sua estrutura.
Só basta saber se com isso o pessoal vai seguir os Web Standards. Eu ainda tenho que aprender bastante sobre isso, mas é um assunto interessante.
O artigo é da IBM e eu achei bem interessante. O pessoal que gosta de Web Standards também vai achar legal.
E como mostrar exemplos é bem mais fácil do que ter de explicar, você pode ver vários exemplos de como seria o HTML de um blog (primeiro exemplo) em HTML 4 e HTML 5. Vejam no artigo do link acima.
Realmente, os novos elementos facilitam bastante o entendimento do código. Elementos como <section>, <article> e outros, irão fazer parte da sua estrutura.
Só basta saber se com isso o pessoal vai seguir os Web Standards. Eu ainda tenho que aprender bastante sobre isso, mas é um assunto interessante.
Uma distribuição personalizada
Postado em 8 de agosto de 2007 as 23:54:40, por Renan Rangel
A algum tempo eu venho pensando em compilar uma distribuição para uso próprio, para não precisa gastar um bom tempo a cada vez que eu quiser reinstalar algo no micro.
O PC que uso para testes freqüentemente recebe instalações de diferentes distribuições e isso acaba gerando problemas quando quero voltar a usar outra (especialmente porque ele roda gentoo, na maior parte do tempo).
Estou pensando em compilar uma e deixar pronta, para que eu possa usá-la no meu e talvez outros PCs. Também é interessante para mostrar para os amigos, já que pretendo deixar tudo configurado (pra que fazer várias configurações novamente?).
Nisso, fiquei pensando: Gnome ou KDE. Realmente gosto dos dois, fica complicado escolher entre um ou outro. Parei para pensar um pouco sobre cada um e acabei escolhendo o Gnome (os motivos pode virar um post). Mas talvez minha opinião mude com o lançamento do KDE4 (que estou esperando para testar).
Bom, sei que vou ter bastante trabalho, mas trabalho bem feito uma vez vale por várias. Quem usa gentoo sabe disso :P
O PC que uso para testes freqüentemente recebe instalações de diferentes distribuições e isso acaba gerando problemas quando quero voltar a usar outra (especialmente porque ele roda gentoo, na maior parte do tempo).
Estou pensando em compilar uma e deixar pronta, para que eu possa usá-la no meu e talvez outros PCs. Também é interessante para mostrar para os amigos, já que pretendo deixar tudo configurado (pra que fazer várias configurações novamente?).
Nisso, fiquei pensando: Gnome ou KDE. Realmente gosto dos dois, fica complicado escolher entre um ou outro. Parei para pensar um pouco sobre cada um e acabei escolhendo o Gnome (os motivos pode virar um post). Mas talvez minha opinião mude com o lançamento do KDE4 (que estou esperando para testar).
Bom, sei que vou ter bastante trabalho, mas trabalho bem feito uma vez vale por várias. Quem usa gentoo sabe disso :P
Obtendo feedback
Postado em 4 de agosto de 2007 as 21:38:09, por Renan Rangel
Hoje resolvi adicionar um novo recurso no blog. Se você está na página inicial, provavelmente não está vendo-o, mas se quiser, pode clicar no título do post ou no link "avaliar esse post" no fim dele.
O motivo pelo qual adicionei esse recurso é para receber o feedback sobre os posts, assim eu posso melhorá-los.
Preferi deixar somente quando o post é mostrado individualmente, assim deixo a home mais limpa. A princípio a programação foi simples e até usa um Ajax :P
Apenas precisei criar mais uma tabela, uma classe no DBIx:Class (model), outro método "feedback" no controller dos posts e alterar o template (view). Viva o MVC.
Vamos ver se isso vai prestar...
O motivo pelo qual adicionei esse recurso é para receber o feedback sobre os posts, assim eu posso melhorá-los.
Preferi deixar somente quando o post é mostrado individualmente, assim deixo a home mais limpa. A princípio a programação foi simples e até usa um Ajax :P
Apenas precisei criar mais uma tabela, uma classe no DBIx:Class (model), outro método "feedback" no controller dos posts e alterar o template (view). Viva o MVC.
Vamos ver se isso vai prestar...
Interface do Amarok2
Postado em 2 de agosto de 2007 as 13:53:42, por Renan Rangel
Meu player favorito está quase chegando à versão 2, o que provavelmente ocorrerá junto com (ou logo após) o lançamento do KDE4.
Atualmente, o Amarok é a única aplicação que me faz ter a biblioteca Qt instalada nas máquinas onde uso só Gnome/Gtk. Ainda não vi outro player do mesmo nível que ele.

Se você ainda não conhece o Amarok, eu recomendo. Existe um pacote nos repositórios do Debian e Ubuntu e uma ebuild para o Gentoo no portage também. Ainda não tem versão pra Windows, mas como (se não me engano) o KDE4 terá ports para ele, acredito que no futuro você também possa usá-lo.
Atualmente, o Amarok é a única aplicação que me faz ter a biblioteca Qt instalada nas máquinas onde uso só Gnome/Gtk. Ainda não vi outro player do mesmo nível que ele.

Se você ainda não conhece o Amarok, eu recomendo. Existe um pacote nos repositórios do Debian e Ubuntu e uma ebuild para o Gentoo no portage também. Ainda não tem versão pra Windows, mas como (se não me engano) o KDE4 terá ports para ele, acredito que no futuro você também possa usá-lo.
MEPIS volta a usar Debian
Postado em 30 de julho de 2007 as 23:45:50, por Renan Rangel
O SimplyMEPIS é uma distribuição bem conhecida (mais no exterior), que fez uma transição de distribuição base do Debian para o Ubuntu. Porém, parece que irão voltar a usar o Debian.
O principal motivo, segundo Warren Woodford (fundador do MEPIS) é que o Ubuntu Dapper Drake não está sendo atualizado da maneira que seus usuários esperavam. Ele foi atualizado com correções de segurança, mas não com novas versões de softwares.
Outro motivo, segundo ele, é que o Ubuntu é praticamente compilado do zero, já que ele usa os pacotes dos repositórios experimentais do Debian. Por isso, não é possível utilizar a atual versão (7.04 - Feisty Fawn), já que ela provavelmente herda menos código estável do que o Debian.
Então eles decidiram que vão usar o Debian 4.0 (Etch) para a nova versão do MEPIS, além de um kernel personalizado.
Uma das coisas interessantes que ele comentou foi que apesar de o código do Ubuntu ser compatível com o do Debian, os pacotes binários não são mais tão compatíveis como eram antigamente.
Mais informações no DesktopLinux.com
O principal motivo, segundo Warren Woodford (fundador do MEPIS) é que o Ubuntu Dapper Drake não está sendo atualizado da maneira que seus usuários esperavam. Ele foi atualizado com correções de segurança, mas não com novas versões de softwares.
Outro motivo, segundo ele, é que o Ubuntu é praticamente compilado do zero, já que ele usa os pacotes dos repositórios experimentais do Debian. Por isso, não é possível utilizar a atual versão (7.04 - Feisty Fawn), já que ela provavelmente herda menos código estável do que o Debian.
Então eles decidiram que vão usar o Debian 4.0 (Etch) para a nova versão do MEPIS, além de um kernel personalizado.
Uma das coisas interessantes que ele comentou foi que apesar de o código do Ubuntu ser compatível com o do Debian, os pacotes binários não são mais tão compatíveis como eram antigamente.
Mais informações no DesktopLinux.com
Mozilla Thunderbird ficará órfão?
Postado em 28 de julho de 2007 as 19:00:53, por Renan Rangel
Cada vez mais a Mozilla Corporation está se focando mais no Firefox e deixando de lado o seu outro produto, o cliente de e-mail Thunderbird.
Não sou um grande fã de clientes de e-mail. Não usaria um com minha conta do Gmail, pela falta de suporte a IMAP, mas uso (o Thunderbird) para o e-mail do domínio do blog (que utiliza o Google Apps), pois nesse caso não utilizo muito o webmail.
O fato é que dá muito problema usar o cliente de e-mail ao mesmo tempo, por causa da sincronização. Claro, se o seu provedor suporta IMAP, então não existe esse problema. Pena que o Gmail não suporta :(
Bom, mas voltando ao assunto, o Thunderbird pode ser abandonado pela Mozilla Corp., fazendo com que ele seja suportado por outro grupo/empresa/etc.
Eu acho que a Mozilla Foundation irá suportá-lo, mas a diferença é que a Mozilla Corp. utilizava seu lucro para pagar o desenvolvimento do Firefox e o Thunderbird, enquanto a Mozilla Foundation é uma entidade sem fins lucrativos (o que pode desaceler o desenvolvimento do Thunderbird).
Por outro lado, o foco no Firefox irá aumentar. Pensando bem, eu acho que é uma boa jogada. Acho que o desenvolvimento de um browser realmente precisa de mais atenção do que o de um cliente de e-mail. Até porque muito mais gente usa o browser do que o cliente de e-mail.
Não sou um grande fã de clientes de e-mail. Não usaria um com minha conta do Gmail, pela falta de suporte a IMAP, mas uso (o Thunderbird) para o e-mail do domínio do blog (que utiliza o Google Apps), pois nesse caso não utilizo muito o webmail.
O fato é que dá muito problema usar o cliente de e-mail ao mesmo tempo, por causa da sincronização. Claro, se o seu provedor suporta IMAP, então não existe esse problema. Pena que o Gmail não suporta :(
Bom, mas voltando ao assunto, o Thunderbird pode ser abandonado pela Mozilla Corp., fazendo com que ele seja suportado por outro grupo/empresa/etc.
Eu acho que a Mozilla Foundation irá suportá-lo, mas a diferença é que a Mozilla Corp. utilizava seu lucro para pagar o desenvolvimento do Firefox e o Thunderbird, enquanto a Mozilla Foundation é uma entidade sem fins lucrativos (o que pode desaceler o desenvolvimento do Thunderbird).
Por outro lado, o foco no Firefox irá aumentar. Pensando bem, eu acho que é uma boa jogada. Acho que o desenvolvimento de um browser realmente precisa de mais atenção do que o de um cliente de e-mail. Até porque muito mais gente usa o browser do que o cliente de e-mail.
Aprendendo C++
Postado em 19 de julho de 2007 as 13:20:18, por Renan Rangel
Ontem estava lendo um tutorial sobre a linguagem C++, que parece ser bom (o tutorial, não a linguagem) para quem já tem alguma noção de programação.
De início, já senti algumas coisas, como tipagem estática (que não gosto). A sintaxe em si, é bem parecida com Java (que aprendi esse semestre na faculdade), então acho que isso facilita pegar as coisas.
Claro, tem seus fortes e fracos. O que eu achei interessante, foi o sistema de ponteiros, realmente algo poderoso (e que tiraram no Java). No fim, estou achando C++ mais interessante que Java (vão dizer que sou louco, eu já sei :P).
Ainda não cheguei na Orientação a Objetos da linguagem, mas acredito que seja semelhante ao Java também (sem tirarem as coisas legais, como herança múltipla, que também não tem em Java). É o pŕoximo tópico do tutorial, então não falta muito.
Outra coisa que prefiro em C++ do que em Java: quando você atribui uma variável a outra, ela não passa uma referência dela e sim o valor. Acho isso beeeeem melhor, e pra quando se precisar, tem os ponteiros.
No final, ainda prefiro Perl, pela facilidade de codar. Escreve pouco, faz muito. Mas tenho que aprender C++ para ter uma base sólida para o desenvolvimento de jogos. Fazer o que...
De início, já senti algumas coisas, como tipagem estática (que não gosto). A sintaxe em si, é bem parecida com Java (que aprendi esse semestre na faculdade), então acho que isso facilita pegar as coisas.
Claro, tem seus fortes e fracos. O que eu achei interessante, foi o sistema de ponteiros, realmente algo poderoso (e que tiraram no Java). No fim, estou achando C++ mais interessante que Java (vão dizer que sou louco, eu já sei :P).
Ainda não cheguei na Orientação a Objetos da linguagem, mas acredito que seja semelhante ao Java também (sem tirarem as coisas legais, como herança múltipla, que também não tem em Java). É o pŕoximo tópico do tutorial, então não falta muito.
Outra coisa que prefiro em C++ do que em Java: quando você atribui uma variável a outra, ela não passa uma referência dela e sim o valor. Acho isso beeeeem melhor, e pra quando se precisar, tem os ponteiros.
No final, ainda prefiro Perl, pela facilidade de codar. Escreve pouco, faz muito. Mas tenho que aprender C++ para ter uma base sólida para o desenvolvimento de jogos. Fazer o que...
Desenvolvimento de Jogos
Postado em 16 de julho de 2007 as 23:33:03, por Renan Rangel
Esse é assunto que tenho lido bastante nos últimos dias. Encontrei várias engines interessantes (e outras nem tanto), mas as que mais se destacaram, foram o Ogre3D e o Crystal Space.
O Ogre3D é uma engine gráfica, ou seja, é necessário bem mais coisas para desenvolver um jogo, pelo mais simples que seja. É preciso tratar a entrada (input) do usuário, colisões, som, rede (se for necessário), entre outras coisas.
O Crystal Space é uma engine para jogos, o que já traz tudo que o Ogre não traz, porém, parece não ser tão flexível quanto o Ogre. Pelo que vi nas galerias dos dois projetos, os gráficos gerados pelo Ogre parecem ser melhores, na maioria dos casos.
As duas engines são software livre, e as duas suportam o Blender. As duas tem pontos fortes e fracos diferentes, mas acho que vale a pena aprender alguma.
Mas não importa qual delas, se eu realmente for estudar alguma, uma coisa é necessária. Saber C++. Acho que essa é a base pra quem quer criar jogos. Nessa, terei que aprender a codar no C++ e deixar as facilidades do Perl de lado (mas só pra jogos, pois ainda usarei Perl para web, scripts e talvez algum programa quando necessário).
No final, ainda estou na dúvida. Porém, se fosse apostar minha fichas, seria no Ogre. O suporte da comunidade parece ser melhor, sem contar que tem até um livro sobre ele (que não sei se existe no Brasil). No final, se realmente decidir continuar, terei que aprender C++ também :(
O Ogre3D é uma engine gráfica, ou seja, é necessário bem mais coisas para desenvolver um jogo, pelo mais simples que seja. É preciso tratar a entrada (input) do usuário, colisões, som, rede (se for necessário), entre outras coisas.
O Crystal Space é uma engine para jogos, o que já traz tudo que o Ogre não traz, porém, parece não ser tão flexível quanto o Ogre. Pelo que vi nas galerias dos dois projetos, os gráficos gerados pelo Ogre parecem ser melhores, na maioria dos casos.
As duas engines são software livre, e as duas suportam o Blender. As duas tem pontos fortes e fracos diferentes, mas acho que vale a pena aprender alguma.
Mas não importa qual delas, se eu realmente for estudar alguma, uma coisa é necessária. Saber C++. Acho que essa é a base pra quem quer criar jogos. Nessa, terei que aprender a codar no C++ e deixar as facilidades do Perl de lado (mas só pra jogos, pois ainda usarei Perl para web, scripts e talvez algum programa quando necessário).
No final, ainda estou na dúvida. Porém, se fosse apostar minha fichas, seria no Ogre. O suporte da comunidade parece ser melhor, sem contar que tem até um livro sobre ele (que não sei se existe no Brasil). No final, se realmente decidir continuar, terei que aprender C++ também :(
Compiz Fusion
Postado em 15 de julho de 2007 as 11:51:09, por Renan Rangel
Para quem não sabia, o projeto Compiz e o Beryl, se juntaram no Compiz Fusion e suportam o site opencompositing.org (já faz um tempinho).
Mas vi esse vídeo que o Vinícius postou, e tive que postar também. É incrível ver o que os desenvolvedores estão fazendo, coisa realmente de primeira.
No vídeo acima, são mostrados os últimos recursos do Compiz Fusion. Vai dizer que o desenvolvimento contínuo não é melhor do que outros softwares, que lançam "novidades" (isso é questionável, porque geralmente são coisas já bem conhecidas, as vezes, ultrapassadas) uma vez em anos e o troço fica estagnado depois disso.
Coisas que são novas para mim, é a possibilidade de selecionar várias janelas ao mesmo tempo, o efeito de reflexo do cubo, o efeito de fogo, e o que achei mais legal, a possibilidade de agrupar várias janelas em uma só. Isso deve ser bem legal, quando se trabalha com várias janelas semelhantes. Eu provavelmente vou usar isso para agrupar vários Scribes!
Nada como a evolução :D
Mas vi esse vídeo que o Vinícius postou, e tive que postar também. É incrível ver o que os desenvolvedores estão fazendo, coisa realmente de primeira.
No vídeo acima, são mostrados os últimos recursos do Compiz Fusion. Vai dizer que o desenvolvimento contínuo não é melhor do que outros softwares, que lançam "novidades" (isso é questionável, porque geralmente são coisas já bem conhecidas, as vezes, ultrapassadas) uma vez em anos e o troço fica estagnado depois disso.
Coisas que são novas para mim, é a possibilidade de selecionar várias janelas ao mesmo tempo, o efeito de reflexo do cubo, o efeito de fogo, e o que achei mais legal, a possibilidade de agrupar várias janelas em uma só. Isso deve ser bem legal, quando se trabalha com várias janelas semelhantes. Eu provavelmente vou usar isso para agrupar vários Scribes!
Nada como a evolução :D
SourceForge.net 2007 Community Choice Awards
Postado em 13 de julho de 2007 as 21:35:38, por Renan Rangel
O SourceForge.net, o maior site de desenvolvimento open-source do mundo, que hospeda mais de 100 mil projetos e 1 milhão de usuário registrados, está realizando novamente o segundo Community Choice Awards, que visa escolher os melhores projetos em diversas categorias.
As categorias são:
- Melhor Projeto
- Melhor Novo Projeto
- Melhor Suporte ao Usuário
- Melhor Design Técnico
- Projeto Mais Colaborativo
- Melhor Ferramenta/Utilitário para SysAdmins
- Melhor Ferramenta/Utilitário para Desenvolvedores
- Melhor Projeto Enterprise
- Melhor Projeto para Gamers
- Melhor Projeto para Multimídia
- Melhor Projeto para Comunicações
Posso dizer que meus favoritos são phpMyAdmin, Pidgin e Webmin. Acho que esse são projetos que realmente merecem destaque.
Se você quiser votar também, visite essa página e escolha seus projetos favoritos. Só pra lembrar, você precisa ter login no SourceForge.net (caso você ainda não tenha um, pode registrar na hora).
As categorias são:
- Melhor Projeto
- Melhor Novo Projeto
- Melhor Suporte ao Usuário
- Melhor Design Técnico
- Projeto Mais Colaborativo
- Melhor Ferramenta/Utilitário para SysAdmins
- Melhor Ferramenta/Utilitário para Desenvolvedores
- Melhor Projeto Enterprise
- Melhor Projeto para Gamers
- Melhor Projeto para Multimídia
- Melhor Projeto para Comunicações
Posso dizer que meus favoritos são phpMyAdmin, Pidgin e Webmin. Acho que esse são projetos que realmente merecem destaque.
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KDE 4 alpha 2
Postado em 12 de julho de 2007 as 12:36:37, por Renan Rangel
Parece que o desenvolvimento do KDE 4 está indo bem, a versão Alpha 2 já está por ai para quem quiser testar.
Vendo um artigo encontrado no OSNews, parece que o pessoal do KDE está fazendo um bom trabalho.
O que está recebendo mais ênfase agora é o Plasma, e os "Plasmoids", que são applets para o KDE, que podemmostram mostrar desde a hora, até informações sobre o hardware.
O kcontrol foi substituído pelo "System Settings" (ou Configurações do Sistema), que é semelhante ao que se tem nas últimas versões do Kubuntu.
Eu estou baixando o live CD para poder testá-lo, e quem sabe, fazer um review mais completo sobre ele. Pra quem quiser fazer o download, pode visitar essa página.
A versão final deve sair em Outubro (o queé não é muito longe), por isso o pessoal deve estar acelerando o desenvolvimento. Boa sorte ao time de desenvolvimento do KDE 4!
Vendo um artigo encontrado no OSNews, parece que o pessoal do KDE está fazendo um bom trabalho.
O que está recebendo mais ênfase agora é o Plasma, e os "Plasmoids", que são applets para o KDE, que podem
O kcontrol foi substituído pelo "System Settings" (ou Configurações do Sistema), que é semelhante ao que se tem nas últimas versões do Kubuntu.
Eu estou baixando o live CD para poder testá-lo, e quem sabe, fazer um review mais completo sobre ele. Pra quem quiser fazer o download, pode visitar essa página.
A versão final deve sair em Outubro (o que
Ciência da Computação X Matemática
Postado em 8 de julho de 2007 as 23:58:04, por Renan Rangel
Li hoje no Slashdot, sobre um novo livro que tenta destruir o conceito de que a ciência da computação tem sua base na matemática.
Não faço ciência da computação, mas tenho a idéia de que matemática não é mais tão essencial quanto antes. Claro, antigamente deveria ser, mas atualmente tenho minhas dúvidas.
Depende muito do foco de trabalho. Provavelmente, grande parte das pessoas não vai usar a matemática avançada que aprenderam. Conheço muita gente que não usa e nunca teve problema com isso.
Claro, campos específicos irão requerer o conhecimento avançado de matemática. Mas se você for analisar, qualquer campo vai exigir um conhecimento extra, isso é muito variável.
O que acho importante mesmo é a lógica. Ter a lógica significa poder resolver problemas, fazer coisa de maneiras diferentes e mais eficientes.
Claro, existem partes onde é necessário a matemática, como por exemplo, criar uma algoritmo de ordenação. Existem vários atualmente, mas quantas pessoas criam o seu próprio?
Sei lá, acho que um curso de ciência da computação deveria se focar mais no ensino da lógica, aplicando seu uso no desenvolvimento de algoritmos, não da matemática. Já um curso de engenharia da computação, matemática parece ser imprescindível.
Como disse, acho a matemática importante, mas tudo depende do foco de trabalho depois do término do curso. Nem todo mundo vai trabalhar com algo que necessita matemática avançada, na verdade, acredito que bem poucos. Já a habilidade de criar e desenvolver algoritmos parece bem mais interessante!
Não faço ciência da computação, mas tenho a idéia de que matemática não é mais tão essencial quanto antes. Claro, antigamente deveria ser, mas atualmente tenho minhas dúvidas.
Depende muito do foco de trabalho. Provavelmente, grande parte das pessoas não vai usar a matemática avançada que aprenderam. Conheço muita gente que não usa e nunca teve problema com isso.
Claro, campos específicos irão requerer o conhecimento avançado de matemática. Mas se você for analisar, qualquer campo vai exigir um conhecimento extra, isso é muito variável.
O que acho importante mesmo é a lógica. Ter a lógica significa poder resolver problemas, fazer coisa de maneiras diferentes e mais eficientes.
Claro, existem partes onde é necessário a matemática, como por exemplo, criar uma algoritmo de ordenação. Existem vários atualmente, mas quantas pessoas criam o seu próprio?
Sei lá, acho que um curso de ciência da computação deveria se focar mais no ensino da lógica, aplicando seu uso no desenvolvimento de algoritmos, não da matemática. Já um curso de engenharia da computação, matemática parece ser imprescindível.
Como disse, acho a matemática importante, mas tudo depende do foco de trabalho depois do término do curso. Nem todo mundo vai trabalhar com algo que necessita matemática avançada, na verdade, acredito que bem poucos. Já a habilidade de criar e desenvolver algoritmos parece bem mais interessante!
My code is written in Perl
Postado em 23 de junho de 2007 as 20:09:25, por Renan Rangel
O blog também é em Perl, porém ele não me parece que foi mal escrito (alguns remendos talvez, mas isso é outra história :P)

Na verdade, os "remendos", foram alterações que fiz, em código antigo (quando estava aprendendo a linguagem e o Catalyst) e que descobri que podia fazer de uma maneira mais eficiente, hehehe.
O cara aprende aos poucos...

Na verdade, os "remendos", foram alterações que fiz, em código antigo (quando estava aprendendo a linguagem e o Catalyst) e que descobri que podia fazer de uma maneira mais eficiente, hehehe.
O cara aprende aos poucos...
Slackware 12 RC1
Postado em 17 de junho de 2007 as 16:58:32, por Renan Rangel
Foi anunciado o Release Candidate (RC1) do Slackware 12.0, se quiser pode dar uma olhada no changelog.
Essa será a primeira versão a vir com um kernel 2.6.x (2.6.21.5 no RC1), também terá Apache 2.2.4 (antes vinha o 1.3), Pidgin 2.0.1, a versão 2 do Firefox e Thunderbird, entre outros.
No mais, foram algumas atualizações de software e correções de bugs, o que muda mesmo, é a transição de um kernel 2.4 para um 2.6.
Se quiser baixar, pode procurar em um dos mirrors, porém por enquanto não há ISOs oficiais (pelo que vi), ou seja, você vai ter que baixar e criar.
Essa será a primeira versão a vir com um kernel 2.6.x (2.6.21.5 no RC1), também terá Apache 2.2.4 (antes vinha o 1.3), Pidgin 2.0.1, a versão 2 do Firefox e Thunderbird, entre outros.
No mais, foram algumas atualizações de software e correções de bugs, o que muda mesmo, é a transição de um kernel 2.4 para um 2.6.
Se quiser baixar, pode procurar em um dos mirrors, porém por enquanto não há ISOs oficiais (pelo que vi), ou seja, você vai ter que baixar e criar.
Está disponível o Fedora 7
Postado em 31 de maio de 2007 as 23:58:44, por Renan Rangel
Hoje, lançaram a nova versão do Fedora. Não sei o que aconteceu com o "Core" que era utilizado antes (ex: Fedora Core 6), mas acho que de agora em diante será só Fedora (eu gostava do core :)
Essa versão vem com GNOME 2.18 e KDE 3.5.6, suporta hotplug de dispositivos gráficos (graças ao X.org 1.3, pacotes com firwares para redes wireless, Python 2.5, um novo tema ("Flying High"), entre outras novidades.
A tela de login, eu achei muito massa:

Essa é uma das distribuições que quero testar logo. Usei muito pouco o Fedora, mas tive uma boa experiência e achei fácil de usar (acho que foi o FC 6).
Ah, essa é a primeira versão a incluir suporte para o Playstation 3, embora pouca gente aqui no Brasil já deva ter um :P
Para baixar o Fedora Core 7, acesse o site do projeto.
Essa versão vem com GNOME 2.18 e KDE 3.5.6, suporta hotplug de dispositivos gráficos (graças ao X.org 1.3, pacotes com firwares para redes wireless, Python 2.5, um novo tema ("Flying High"), entre outras novidades.
A tela de login, eu achei muito massa:

Essa é uma das distribuições que quero testar logo. Usei muito pouco o Fedora, mas tive uma boa experiência e achei fácil de usar (acho que foi o FC 6).
Ah, essa é a primeira versão a incluir suporte para o Playstation 3, embora pouca gente aqui no Brasil já deva ter um :P
Para baixar o Fedora Core 7, acesse o site do projeto.
Trac e SVN
Postado em 22 de maio de 2007 as 12:56:59, por Renan Rangel
Decidi escrever um artigo sobre essas duas ferramentas para a faculdade. O nome do artigo é "Gerenciamento de Projetos de Software e Controle de Versões", que vou enviar hoje. Se for aprovado, terei a oportunidade de apresentar ele nessa sexta-feira.
Basicamente, falo sobre a utilização delas em cada área: Trac para o gerenciamento de projetos e o Subversion (SVN) para o controle de versões. Tentei explicar de forma simples, a criação de um repositório e o uso (bem) básico do SVN, e os recursos do Trac.
Embora eu quisesse ter escrito algo maior e mais detalhado, não tive tempo. Só nos avisaram em cima da hora, acabei decidindo sobre o que fazer no domingo a noite e comecei a escrever na segunda (terminei hoje de manhã). Mas se o artigo for aceito para apresentação, pretendo fazer uns slides interessantes e mostrar o uso das ferramentas na prática.
Se ficar decente, talvez eu até poste aqui :)
Basicamente, falo sobre a utilização delas em cada área: Trac para o gerenciamento de projetos e o Subversion (SVN) para o controle de versões. Tentei explicar de forma simples, a criação de um repositório e o uso (bem) básico do SVN, e os recursos do Trac.
Embora eu quisesse ter escrito algo maior e mais detalhado, não tive tempo. Só nos avisaram em cima da hora, acabei decidindo sobre o que fazer no domingo a noite e comecei a escrever na segunda (terminei hoje de manhã). Mas se o artigo for aceito para apresentação, pretendo fazer uns slides interessantes e mostrar o uso das ferramentas na prática.
Se ficar decente, talvez eu até poste aqui :)
De novo sobre as patentes?
Postado em 17 de maio de 2007 as 23:46:23, por Renan Rangel
Ai está um assunto que já está começando a incomodar. Aquela história que o Linux e outros projetos open-source violam patentes da Microsoft e tal.
Foi dito que o Linux em si, viola 42 patentes, e outros projetos violam mais ainda. Hoje li no Br-Linux o que o Linus Torvalds disse sobre o assunto.
Tradução livre feita pelo Br-Linux:
"Você consegue obter uma lista de quais são estas 42 patentes? Até lá, isso é só FUD , e não há muito que eu possa comentar ou fazer. Existem implementações anteriores? Elas são triviais e óbvias para outros técnicos capacitados? Teríamos que trabalhar ao redor delas em uma reimplementação? Não sabemos, porque tudo que ouvi até o momento foi apenas FUD."
O que eu achei mais interessante na posição dele, é que ele não menciona que as patentes não são violadas. Se fosse outra pessoa, poderia simplesmente dizer que isso é um absurdo, ou mentira.
Então, o Linux viola mesmo as patentes? Não sei, a Microsoft não quer dizer quais são. Ou seja, eles dizem que viola, mas não dizem quais.
Provavelmente esse foi o motivo do acordo com a Novell. Algo do tipo, "vocês violam minhas patentes, quero que paguem royalties por elas, mas não vou dizer quais são". Ou seja, a Novell (e conseqüentemente seus usuários), estão pagando por algo que nem sabe se é verdade. Agora eles ficam fazendo essas acusações, para dizer que a Novell tem "imunidade", mas não podemos esquecer que agora eles são parceiros de negócios (ou seja, aumenta as vendas da Novell, os dois se beneficiam).
E mesmo que a Microsoft venha a público com essa lista de patentes, ainda terão que provar e defender que elas realmente estão sendo violadas.
"Software Patents are EVIL"
Foi dito que o Linux em si, viola 42 patentes, e outros projetos violam mais ainda. Hoje li no Br-Linux o que o Linus Torvalds disse sobre o assunto.
Tradução livre feita pelo Br-Linux:
"Você consegue obter uma lista de quais são estas 42 patentes? Até lá, isso é só FUD , e não há muito que eu possa comentar ou fazer. Existem implementações anteriores? Elas são triviais e óbvias para outros técnicos capacitados? Teríamos que trabalhar ao redor delas em uma reimplementação? Não sabemos, porque tudo que ouvi até o momento foi apenas FUD."
O que eu achei mais interessante na posição dele, é que ele não menciona que as patentes não são violadas. Se fosse outra pessoa, poderia simplesmente dizer que isso é um absurdo, ou mentira.
Então, o Linux viola mesmo as patentes? Não sei, a Microsoft não quer dizer quais são. Ou seja, eles dizem que viola, mas não dizem quais.
Provavelmente esse foi o motivo do acordo com a Novell. Algo do tipo, "vocês violam minhas patentes, quero que paguem royalties por elas, mas não vou dizer quais são". Ou seja, a Novell (e conseqüentemente seus usuários), estão pagando por algo que nem sabe se é verdade. Agora eles ficam fazendo essas acusações, para dizer que a Novell tem "imunidade", mas não podemos esquecer que agora eles são parceiros de negócios (ou seja, aumenta as vendas da Novell, os dois se beneficiam).
E mesmo que a Microsoft venha a público com essa lista de patentes, ainda terão que provar e defender que elas realmente estão sendo violadas.
"Software Patents are EVIL"
Chegou o Ubuntu Feisty Fawn
Postado em 14 de maio de 2007 as 13:37:49, por Renan Rangel
Hoje chegaram os CDs da nova versão do Ubuntu (7.04). Só testei a para AMD64 e não notei muitas diferenças de usabilidade da versão anterior.
Não estou postando dele, pois não consegui configurar meu teclado para ABNT2. Simplesmente a janela de diálogo para alteração do layout do teclado, fecha do nada quando tento trocar. Não sei se o mesmo acontece na versão 32-bits ou quando o sistema está instalado.
A opção de habilitar os efeitos do desktop, que o pessoal mais acha interessante, está de forma bem acessível, no menu. Porém, é necessário instalar o driver proprietário da nvidia e reiniciar o computador (ou seja, para ter funcionando, terá que instalar).

Mesmo assim, o projeto está fazendo um bom trabalho para trazer o Linux para os desktops. Mas ainda tem muito a ser feito, até o primeiro bug ser resolvido.
Embora não seja a minha distro favorita, acho que eles tem que continuar o ótimo trabalho que tem feito até agora. Parabéns a todos os desenvolvedores e pessoas que ajudam de alguma forma no projeto.
Não estou postando dele, pois não consegui configurar meu teclado para ABNT2. Simplesmente a janela de diálogo para alteração do layout do teclado, fecha do nada quando tento trocar. Não sei se o mesmo acontece na versão 32-bits ou quando o sistema está instalado.
A opção de habilitar os efeitos do desktop, que o pessoal mais acha interessante, está de forma bem acessível, no menu. Porém, é necessário instalar o driver proprietário da nvidia e reiniciar o computador (ou seja, para ter funcionando, terá que instalar).

Mesmo assim, o projeto está fazendo um bom trabalho para trazer o Linux para os desktops. Mas ainda tem muito a ser feito, até o primeiro bug ser resolvido.
Embora não seja a minha distro favorita, acho que eles tem que continuar o ótimo trabalho que tem feito até agora. Parabéns a todos os desenvolvedores e pessoas que ajudam de alguma forma no projeto.
Red Hat para fazer acordo com a Microsoft?
Postado em 11 de maio de 2007 as 23:41:17, por Renan Rangel
Sim, a Red Hat está pensando em fazer um acordo com a Microsoft, mas felizmente, não é como o da Novell.
O acordo seria para melhorar a interoperabilidade entre a distribuição Red Hat e o Windows. Porém, a Red Hat só irá aceitar se ele for baseado inteiramente em padrões abertos.
"Interoperabilidade feita com API's fechadas, não é interoperabilidade", como disse o vice presidente de engenharia da Red Hat, Paul Cormier.
Acho muito bom o posicionamento da Red Hat sobre isso. Muita gente falou mal, quando ela resolveu partir exclusivamente para o mercado corporativo, por ter "abandonado" os usuários.
Eu acho que foi bom, porque o Linux precisa de um identidade corporativa. Não uma como a Novell, que faz acordos duvidosos sobre infração de IP que tanto falam, mas ninguém prova. Tem que ser alguém que começou trabalhando com Linux e Software Livre e que se beneficiou, do mesmo jeito que contribuiu para a desenvolvimento dos mesmos. Não empresas que querem "entrar na onda", como a Novell e a Oracle.
Como disse, a Red Hat contribuiu bastante para o software livre e continua contribuindo. Não estou surpreso pela atitude deles de quererem impor padrões abertos para um acordo de interoperabilidade. Acho que isso já era esperado.
O acordo seria para melhorar a interoperabilidade entre a distribuição Red Hat e o Windows. Porém, a Red Hat só irá aceitar se ele for baseado inteiramente em padrões abertos.
"Interoperabilidade feita com API's fechadas, não é interoperabilidade", como disse o vice presidente de engenharia da Red Hat, Paul Cormier.
Acho muito bom o posicionamento da Red Hat sobre isso. Muita gente falou mal, quando ela resolveu partir exclusivamente para o mercado corporativo, por ter "abandonado" os usuários.
Eu acho que foi bom, porque o Linux precisa de um identidade corporativa. Não uma como a Novell, que faz acordos duvidosos sobre infração de IP que tanto falam, mas ninguém prova. Tem que ser alguém que começou trabalhando com Linux e Software Livre e que se beneficiou, do mesmo jeito que contribuiu para a desenvolvimento dos mesmos. Não empresas que querem "entrar na onda", como a Novell e a Oracle.
Como disse, a Red Hat contribuiu bastante para o software livre e continua contribuindo. Não estou surpreso pela atitude deles de quererem impor padrões abertos para um acordo de interoperabilidade. Acho que isso já era esperado.
Implementando Captcha
Postado em 2 de maio de 2007 as 11:47:15, por Renan Rangel
Hoje não aguentei mais... O número de spam nos comentários do blog estava algo insuportável, e tive que arranjar alguma maneira de diminuir isso. Então resolvi implementar o Captcha para quem for deixar um comentário.
O Captcha é uma imagem com números ou letras, que a pessoa tem que digitar para que seja validada que ela é realmente um pessoa, e não um robô que fica mandando vários comentários de tempos em tempos.
Sendo assim, procurei uma forma fácil de implementar o Captcha no Catalyst. Fiz uma rápida pesquisa no CPAN e encontrei o plugin Catalyst::Plugin::Captcha, que fazia mais do que o suficiente.
Apesar do exemplo no POD, coloquei a configuração do plugin no arquivo YAML da aplicação. Então o que tive que fazer de código:
sub captcha : Local {
my ($self, $c) = @_;
$c->create_captcha;
}
Feito isso, basta apontar no browser a localização do método captcha que ele irá gerar uma imagem pronta, com as configurações que coloquei no arquivo YAML.
Mas ainda é preciso verificar se o cara digitou certo o número que esta na imagem. Fiz a verificação dessa forma:
unless ($c->validate_captcha($c->req->param('validar'))) { ... }
E pronto, se o cara digitou errado, irá cair no bloco de comandos (que estaria no lugar dos "...") e aí da para fazer o que quiser. O $c->req->param('validar'), é para pegar o que o cara digitou no input, assim ele pode validar para ver se é o mesmo número que está na sessão.
Bom, vamos ver se pelo menos diminui os spams...
PS: se alguém não conseguir postar um comentário, por favor, me ajude informando no formulário de contato.
O Captcha é uma imagem com números ou letras, que a pessoa tem que digitar para que seja validada que ela é realmente um pessoa, e não um robô que fica mandando vários comentários de tempos em tempos.
Sendo assim, procurei uma forma fácil de implementar o Captcha no Catalyst. Fiz uma rápida pesquisa no CPAN e encontrei o plugin Catalyst::Plugin::Captcha, que fazia mais do que o suficiente.
Apesar do exemplo no POD, coloquei a configuração do plugin no arquivo YAML da aplicação. Então o que tive que fazer de código:
sub captcha : Local {
my ($self, $c) = @_;
$c->create_captcha;
}
Feito isso, basta apontar no browser a localização do método captcha que ele irá gerar uma imagem pronta, com as configurações que coloquei no arquivo YAML.
Mas ainda é preciso verificar se o cara digitou certo o número que esta na imagem. Fiz a verificação dessa forma:
unless ($c->validate_captcha($c->req->param('validar'))) { ... }
E pronto, se o cara digitou errado, irá cair no bloco de comandos (que estaria no lugar dos "...") e aí da para fazer o que quiser. O $c->req->param('validar'), é para pegar o que o cara digitou no input, assim ele pode validar para ver se é o mesmo número que está na sessão.
Bom, vamos ver se pelo menos diminui os spams...
PS: se alguém não conseguir postar um comentário, por favor, me ajude informando no formulário de contato.
Ubuntu quer proteger sua marca registrada
Postado em 28 de abril de 2007 as 10:57:13, por Renan Rangel
Mark Shuttleworth, CEO da Canonical Ltd., anunciou as políticas da marca registrada do Ubuntu no seu blog.
Assim como a Red Hat, eles não se preocupam com ninguém usando seu código-fonte, mas se preocupam com alguém usando sua marca registrada.
O Ubuntu está seguindo a mesma linha de raciocínio. De agora em diante, quem quiser utilizar o nome para indicar algum produto, precisará de permissão. Mas existem exceções:
Grupos sem fins lucrativos, utilizando o Ubuntu na comunidade open-source, podem utilizar o nome, se forem distribuir versões do ubuntu levemente modificadas. Isso se limita a alterações de configurações, mudanças na arte e nos temas gráficos, algumas mudanças na seleção de pacotes, como adicionar programas dos repositórios e até remover programas que vem por padrão. Porém, remover ou alterar a infra-estrutura, não poderá ser usado junto à marca registrada.
Ou seja, distribuições como o Fluxbuntu e o Elbuntu, precisaram de permissão para continuar utilizando esses nomes. O mesmo não se aplica ao SimplyMEPIS, que não utiliza a marca registrada do Ubuntu, apesar de ser baseado nele.
Para desenvolvedores de programas, a idéia é a mesma, mas eles não podem chamar um programa de "UbuntuManagement", porém podem usar "System Management for Ubuntu" ou "Ubuntu Based Systems Management".
O artigo pode ser lido na íntegra no Linux-Watch.
Assim como a Red Hat, eles não se preocupam com ninguém usando seu código-fonte, mas se preocupam com alguém usando sua marca registrada.
O Ubuntu está seguindo a mesma linha de raciocínio. De agora em diante, quem quiser utilizar o nome para indicar algum produto, precisará de permissão. Mas existem exceções:
Grupos sem fins lucrativos, utilizando o Ubuntu na comunidade open-source, podem utilizar o nome, se forem distribuir versões do ubuntu levemente modificadas. Isso se limita a alterações de configurações, mudanças na arte e nos temas gráficos, algumas mudanças na seleção de pacotes, como adicionar programas dos repositórios e até remover programas que vem por padrão. Porém, remover ou alterar a infra-estrutura, não poderá ser usado junto à marca registrada.
Ou seja, distribuições como o Fluxbuntu e o Elbuntu, precisaram de permissão para continuar utilizando esses nomes. O mesmo não se aplica ao SimplyMEPIS, que não utiliza a marca registrada do Ubuntu, apesar de ser baseado nele.
Para desenvolvedores de programas, a idéia é a mesma, mas eles não podem chamar um programa de "UbuntuManagement", porém podem usar "System Management for Ubuntu" ou "Ubuntu Based Systems Management".
O artigo pode ser lido na íntegra no Linux-Watch.
Scribes, editor simples e poderoso
Postado em 23 de abril de 2007 as 22:05:53, por Renan Rangel
O Scribes é um editor de texto para o GNOME, que é leve, simples e poderoso, que permite escrever várias linhas de código de maneira eficiente. Ele tem suporte a vários recursos, entre eles:
- Auto-completar
- Indentação automática
- Highlighting de sintaxe para mais de 30 linguagens
- Templates
A lista completa de recursos pode ser vista no site do projeto.

Um dos recursos que me chamou a atenção, foi o suporte a "templates", no estilo TextMate, que facilita e muito a programação, já que acelera as tarefas mais triviais. Basicamente, você define um template para alguma função ou algo semelhante e usa uma palavra-chave para inserir no documento, podendo editar rapidamente, as partes definidas nele.
Acho que é mais fácil de entender, se ver como ele funciona mesmo. Veja ele em ação aqui.
Infelizmente ele ainda não tem pacotes prontos disponíveis para download, entretanto, não tive grandes problemas para compilar no Gentoo, nem no Ubuntu (nesse, depois de instalar os pacotes python-dbus e python-gtk2), utilizando a tarball que está na página de download.
Atualização: O Jorge Renato deu a dica para baixar um pacote para o Ubuntu no site GetDeb.
- Auto-completar
- Indentação automática
- Highlighting de sintaxe para mais de 30 linguagens
- Templates
A lista completa de recursos pode ser vista no site do projeto.

Um dos recursos que me chamou a atenção, foi o suporte a "templates", no estilo TextMate, que facilita e muito a programação, já que acelera as tarefas mais triviais. Basicamente, você define um template para alguma função ou algo semelhante e usa uma palavra-chave para inserir no documento, podendo editar rapidamente, as partes definidas nele.
Acho que é mais fácil de entender, se ver como ele funciona mesmo. Veja ele em ação aqui.
Infelizmente ele ainda não tem pacotes prontos disponíveis para download, entretanto, não tive grandes problemas para compilar no Gentoo, nem no Ubuntu (nesse, depois de instalar os pacotes python-dbus e python-gtk2), utilizando a tarball que está na página de download.
Atualização: O Jorge Renato deu a dica para baixar um pacote para o Ubuntu no site GetDeb.
Implementando Trackbacks
Postado em 6 de abril de 2007 as 19:04:23, por Renan Rangel
Talvez você nem tenha percebido, mas logo abaixo existe um endereço para enviar um trackback para este post (e qualquer outro neste blog).
Depois de ler um pouco a respeito e entender como funciona, aproveitei o feriado, que não tinha nada para fazer e implementei o trackback. Por enquanto está em versão beta ("que, até aqui tem beta?") e portanto os trackbacks estão sendo moderados, para que eu possa ver como ficou antes de serem publicados mesmo.
Ainda falta implementar o trackback de saida (para que eu possa mandar um trackback para outros blogs), mas esse também é fácil de fazer. Logo após eu ver que esse aqui está funcionando, irei implementar o envio de trackbacks.
Depois de ler um pouco a respeito e entender como funciona, aproveitei o feriado, que não tinha nada para fazer e implementei o trackback. Por enquanto está em versão beta ("que, até aqui tem beta?") e portanto os trackbacks estão sendo moderados, para que eu possa ver como ficou antes de serem publicados mesmo.
Ainda falta implementar o trackback de saida (para que eu possa mandar um trackback para outros blogs), mas esse também é fácil de fazer. Logo após eu ver que esse aqui está funcionando, irei implementar o envio de trackbacks.
Mozilla quer unificar redes sociais... no Firefox
Postado em 5 de abril de 2007 as 00:59:22, por Renan Rangel
A Fundação Mozilla, está desenvolvendo uma extensão para integrar funções de diversas redes sociais no Firefox. Como assim?
O "The Coop", pretende juntar todos aqueles sites de redes sociais que usamos, além dos contatos que temos, de forma a organizar por pessoas e não por serviços.
Atualmente, quando queremos verificar algo sobre um contato, o que fazemos? Acessamos o serviço correspondente e só então é que iremos ver o conteúdo de um contato.
Pois a Mozilla quer o contrário. Você vai selecionar o contato e depois vai selecionar o conteúdo, podendo ser as fotos do Flickr, os vídeos do YouTube, alguns favoritos (acredito que algo como del.icio.us), posts em blogs, etc...
Uma das coisas que eles pretendem fazer e que parece que já pode ser testada, é a possibilidade de se arrastar um link para a foto de um contato na sua lista e ele receber diretamente no seu browser. Bem interessante...
Se você quiser testar, é preciso ter uma conta no Facebook (pelo menos por enquanto). Além disso, tem que ter uma conta no addons.mozilla.org, que pode ser criada aqui. Depois, ainda é necessário alterar seu perfil (clicando no seu e-mail, depois de estar logado) e ativar o modo Sandbox. Então, baixe a extensão através deste link.
Lembrando, se você não tiver uma conta com o modo Sandbox ativado, vai aparecer "Add-on not found!".
O "The Coop", pretende juntar todos aqueles sites de redes sociais que usamos, além dos contatos que temos, de forma a organizar por pessoas e não por serviços.
Atualmente, quando queremos verificar algo sobre um contato, o que fazemos? Acessamos o serviço correspondente e só então é que iremos ver o conteúdo de um contato.
Pois a Mozilla quer o contrário. Você vai selecionar o contato e depois vai selecionar o conteúdo, podendo ser as fotos do Flickr, os vídeos do YouTube, alguns favoritos (acredito que algo como del.icio.us), posts em blogs, etc...
Uma das coisas que eles pretendem fazer e que parece que já pode ser testada, é a possibilidade de se arrastar um link para a foto de um contato na sua lista e ele receber diretamente no seu browser. Bem interessante...
Se você quiser testar, é preciso ter uma conta no Facebook (pelo menos por enquanto). Além disso, tem que ter uma conta no addons.mozilla.org, que pode ser criada aqui. Depois, ainda é necessário alterar seu perfil (clicando no seu e-mail, depois de estar logado) e ativar o modo Sandbox. Então, baixe a extensão através deste link.
Lembrando, se você não tiver uma conta com o modo Sandbox ativado, vai aparecer "Add-on not found!".
Mudanças no blog
Postado em 1 de abril de 2007 as 14:10:00, por Renan Rangel
Estou iniciando umas mudanças estruturais no blog, primeiramente para melhorar ele, implementar mais funcionalidades. A primeira é que o novo servidor será o sparks, meu PC que estava meio de testes e que agora vai para produção.
Ele tem Windows 2003 Server, mais memória e poder de processamento. O blog ainda continua com o Catalyst e MySQL, mas logo estarei migrando essa estrutura também. O objetivo é trocar para ASP.NET e Oracle, já que as mudanças que penso para o blog são bem mais fáceis de serem feitas usando estas tecnologias, além de mais rápidas. Já tinha pensado nisso antes, o problema é que tinha que ter uma máquina melhor para fazer estas mudanças, mas agora com o sparks vai dar.
Mas a migração irá demorar um tempo, já que ainda estou aprendendo sobre as duas coisas. Até agora, estou achando bem interessante e fácil de trabalhar e tem alguns benefícios que irei explicar no próximo post.
Espero que a mudança, que será feita em breve (assim espero), melhore a produtividade do blog e ele fique mais rápido. Mais informações aqui
Ele tem Windows 2003 Server, mais memória e poder de processamento. O blog ainda continua com o Catalyst e MySQL, mas logo estarei migrando essa estrutura também. O objetivo é trocar para ASP.NET e Oracle, já que as mudanças que penso para o blog são bem mais fáceis de serem feitas usando estas tecnologias, além de mais rápidas. Já tinha pensado nisso antes, o problema é que tinha que ter uma máquina melhor para fazer estas mudanças, mas agora com o sparks vai dar.
Mas a migração irá demorar um tempo, já que ainda estou aprendendo sobre as duas coisas. Até agora, estou achando bem interessante e fácil de trabalhar e tem alguns benefícios que irei explicar no próximo post.
Espero que a mudança, que será feita em breve (assim espero), melhore a produtividade do blog e ele fique mais rápido. Mais informações aqui
Evento Tchelinux
Postado em 24 de março de 2007 as 23:45:12, por Renan Rangel
Hoje foi dia do Tchelinux na UCPEL (Universidade Católica de Pelotas) e tenho que dizer que adorei o evento. Gostei ainda mais do trabalho do grupo e das palestras que assisti.
Assisti as palestras “Das cavernas à Internet” e “Virtualização de Máquinas”, ministrada por Carlos A. M. dos Santos, onde os assuntos foram abordados de forma interessante e de fácil entendimento. Também assisti a palestra “OpenVPN”, ministrada por Mauro Zirbes, que mostrou o assunto de uma forma prática e de fácil aplicação.
É verdade que queria assistir outras palestras, mas tive que escolher entre elas, já que não poderia estar em todas. Mas gostei das palestras que assisti, assim como meus amigos que estavam juntos :D
Assisti as palestras “Das cavernas à Internet” e “Virtualização de Máquinas”, ministrada por Carlos A. M. dos Santos, onde os assuntos foram abordados de forma interessante e de fácil entendimento. Também assisti a palestra “OpenVPN”, ministrada por Mauro Zirbes, que mostrou o assunto de uma forma prática e de fácil aplicação.
É verdade que queria assistir outras palestras, mas tive que escolher entre elas, já que não poderia estar em todas. Mas gostei das palestras que assisti, assim como meus amigos que estavam juntos :D
Saiu a grade do fisl!
Postado em 14 de março de 2007 as 21:03:14, por Renan Rangel
Parece que já está disponível a grade (temporária) com as palestras do fisl 8.0.
Quem quiser, pode vê-la aqui.
Infelizmente, o YAPC será na sexta e acho que o pessoal da faculdade vai ir só no sábado (grrrr!).
De longe, a sexta-feira é melhor (pelo menos para mim). Acho que as melhores palestras são nesse dia, porém tem palestras muito boas nos outros também. Sei que acho que vou poder ir somente no sábado :(
Algumas das paletras que queria assistir (tem algumas no mesmo horário, mas tudo bem...), destacado em negrito as que eu dou prioridade:
Quinta:
- Tutorial LVM2
- Reduzindo Custos (In)Visíveis Usando Software Livre
- LinuxBIOS, liberte a sua placa mãe
- Os padrões Web e a acessibilidade na Internet
- Como economizamos tempo e dinheiro usando software livre em uma empresa privada
- Consolidação de Serviços: Alta Disponibilidade e Balanceamento de Carga em Máquinas Virtuais
- IV Plenária Debian-BR
- Linux High Availabilty Clusters using Shared Storage
- As Novas Aplicações Livres para Gerenciamento de Redes
- Vulnerabilidades em aplicações web
- Construindo Supercomputadores com Linux, da teoria a prática
Sexta:
- Free Software and The Matrix :D
- Suporte Multimídia no Kernel do Linux
- Myth and reality. Why I should be interested in Free Software?
- YAPC::SA::2007 - Encontro Sulamericano de Desenvolvedores Perl
- HLBR - um IPS invisível para a segurança em redes de computadores
- Pandora: Free Service and Network Monitoring
- Construindo Arquitetura Cluster Transparente de Banco de Dados
- A Arte da Guerra para Administradores de Sistemas
- X.org: Projects and People
- Freedom and Choice: Meet the OSI and Understand the Open Source Community
- Automação e personalização de instalações Debian em massa.
- Patents and Free/Open Source Software: Introduction and Analysis
- Xen e Além: O que há de novo no mundo da virtualização
- VoIP: Telephony and a lot more
Sábado:
- Os verdadeiros desafios da comunidade Software Livre no Brasil (e não aquilo que você ouve por aí)
- Thin Client local device support
- LTSP: The road ahead
- Técnicas e Ferramentas de Código Aberto Para Combate ao SPAM
- Difusão Social do Software Livre e Hardware Livre
- DRM como ameaça para o software livre: música, filmes, e TV digital
- Understanding the Spirit of the FOSS Movement
- Uma Experiência de Criação e Desenvolvimento da Disciplina de Software Livre na Educação
- Análise de Performance em Servidores Linux
- LDAP: já era hora de por a casa em ordem
- Implementando um Servidor VoIP Seguro (OpenSer/Asterisk)
- XEN: Virtualização se tornando popular
- Adequação do Servidor Proxy/Cache Squid a redes de extrema carga.
- Acredite se quiser: o mundo não gira em torno de um desenvolvedor.
Mas nem tudo está perdido. Quem sabe eles troquem algumas das que quero participar (como as que marquei de negrito na sexta, hehehe) para sábado. Tomara.
Quem quiser, pode vê-la aqui.
Infelizmente, o YAPC será na sexta e acho que o pessoal da faculdade vai ir só no sábado (grrrr!).
De longe, a sexta-feira é melhor (pelo menos para mim). Acho que as melhores palestras são nesse dia, porém tem palestras muito boas nos outros também. Sei que acho que vou poder ir somente no sábado :(
Algumas das paletras que queria assistir (tem algumas no mesmo horário, mas tudo bem...), destacado em negrito as que eu dou prioridade:
Quinta:
- Tutorial LVM2
- Reduzindo Custos (In)Visíveis Usando Software Livre
- LinuxBIOS, liberte a sua placa mãe
- Os padrões Web e a acessibilidade na Internet
- Como economizamos tempo e dinheiro usando software livre em uma empresa privada
- Consolidação de Serviços: Alta Disponibilidade e Balanceamento de Carga em Máquinas Virtuais
- IV Plenária Debian-BR
- Linux High Availabilty Clusters using Shared Storage
- As Novas Aplicações Livres para Gerenciamento de Redes
- Vulnerabilidades em aplicações web
- Construindo Supercomputadores com Linux, da teoria a prática
Sexta:
- Free Software and The Matrix :D
- Suporte Multimídia no Kernel do Linux
- Myth and reality. Why I should be interested in Free Software?
- YAPC::SA::2007 - Encontro Sulamericano de Desenvolvedores Perl
- HLBR - um IPS invisível para a segurança em redes de computadores
- Pandora: Free Service and Network Monitoring
- Construindo Arquitetura Cluster Transparente de Banco de Dados
- A Arte da Guerra para Administradores de Sistemas
- X.org: Projects and People
- Freedom and Choice: Meet the OSI and Understand the Open Source Community
- Automação e personalização de instalações Debian em massa.
- Patents and Free/Open Source Software: Introduction and Analysis
- Xen e Além: O que há de novo no mundo da virtualização
- VoIP: Telephony and a lot more
Sábado:
- Os verdadeiros desafios da comunidade Software Livre no Brasil (e não aquilo que você ouve por aí)
- Thin Client local device support
- LTSP: The road ahead
- Técnicas e Ferramentas de Código Aberto Para Combate ao SPAM
- Difusão Social do Software Livre e Hardware Livre
- DRM como ameaça para o software livre: música, filmes, e TV digital
- Understanding the Spirit of the FOSS Movement
- Uma Experiência de Criação e Desenvolvimento da Disciplina de Software Livre na Educação
- Análise de Performance em Servidores Linux
- LDAP: já era hora de por a casa em ordem
- Implementando um Servidor VoIP Seguro (OpenSer/Asterisk)
- XEN: Virtualização se tornando popular
- Adequação do Servidor Proxy/Cache Squid a redes de extrema carga.
- Acredite se quiser: o mundo não gira em torno de um desenvolvedor.
Mas nem tudo está perdido. Quem sabe eles troquem algumas das que quero participar (como as que marquei de negrito na sexta, hehehe) para sábado. Tomara.
Como não organizar um projeto
Postado em 14 de março de 2007 as 12:19:23, por Renan Rangel
Esses dias estava pensando sobre uns tópicos de como organizar um projeto e coisas que não podem ser deixadas para trás.
Inclusive pensei em escrever um post sobre isso, mas não será preciso. Esta imagem descreve exatamente o que acontece quando você não tem uma boa organização de qualquer projeto que tenha em mente. Ou seja, para que um projeto tenha sucesso, você precisa que todos tenham entendido o que é preciso fazer, boa documentação, suporte, etc... Vejam abaixo a imagem:

Encontrado nesse site.
Inclusive pensei em escrever um post sobre isso, mas não será preciso. Esta imagem descreve exatamente o que acontece quando você não tem uma boa organização de qualquer projeto que tenha em mente. Ou seja, para que um projeto tenha sucesso, você precisa que todos tenham entendido o que é preciso fazer, boa documentação, suporte, etc... Vejam abaixo a imagem:

Encontrado nesse site.
Outro gadget Linux
Postado em 5 de março de 2007 as 20:11:45, por Renan Rangel
Esse eu queria pra mim. Trata-se do Qtopia Greenphone, um smartphone que roda Linux, que vi enquanto estava lendo o Tecnomodo.

Ele vem com kernel 2.4.19, processador de 312Mhz, 64MB de memória RAM e 128 de memória flash (para armazenar dados). Também conta com um slot para cartão Mini-SD, podendo aumentar ainda mais sua capacidade.
Trabalha com as tecnologias GSM (Tri-band 900/1800/1900) e GPRS, além de Bluetooth e uma porta Mini-USB. E ainda por cima, tem uma câmera de 1.3 megapixels.
O que gostei é que eles disponibilizam um SDK para desenvolvimento de aplicações para o smartphone, usando GPLv2. Ou seja, você pode desenvolver seus software para seu próprio telefone :)
Você pode ver mais sobre o smartphone aqui.

Ele vem com kernel 2.4.19, processador de 312Mhz, 64MB de memória RAM e 128 de memória flash (para armazenar dados). Também conta com um slot para cartão Mini-SD, podendo aumentar ainda mais sua capacidade.
Trabalha com as tecnologias GSM (Tri-band 900/1800/1900) e GPRS, além de Bluetooth e uma porta Mini-USB. E ainda por cima, tem uma câmera de 1.3 megapixels.
O que gostei é que eles disponibilizam um SDK para desenvolvimento de aplicações para o smartphone, usando GPLv2. Ou seja, você pode desenvolver seus software para seu próprio telefone :)
Você pode ver mais sobre o smartphone aqui.
Ajudando a melhorar o Meio Bit
Postado em 21 de fevereiro de 2007 as 23:32:43, por Renan Rangel
O MeioBit pediu a ajuda dos leitores, para que escrevessem sugestões para melhorar o MeioBit. As melhores, irão ganhar um link ou um pendrive de 512MB.
Bom, o MeioBit está entre um dos maiores sites sobre tecnologia, não é somente um blog. O conteúdo é muito bom, assim como o pessoal que discute nos comentários.
Sobre as sugestões, acho que uma deveria acrescentar à equipe, mais alguns editores, tendo assim, mais conteúdo. Não que o conteúdo seja pouco, pelo contrário, quanto mais melhor.
Talvez fosse legal também, unir os blogueiros de tecnologia no site. Um pequeno widget mostrando os últimos posts de alguns blogueiros cadastrados no site, seria legal.
No layout, acho que a única coisa que me incomoda, são aqueles cantos arredondados, que parecem ter sido recortados as mão com um tesoura. Podiam ser um pouquinho mais "arredondados".
Acho que o fórum, deveria ocupar também o espaço da sidebar (muito pequeno) e também usar um layout um pouco diferenciado do resto, já que é praticamente igual às matérias.
Talvez colocar mais daqueles links na parte de serviços, em cada matéria. Atualmente, tem del.icio.us e do Rec6. Podia ter mais alguns, como o linkk, eucurti, entre outros vários serviços que tem ai.
Colocar um widget do MyBlogLog, assim dá para saber que está acessando o MeioBit e visitar o site/blog destes usuários, se eles tiverem.
No mais, acho que o MeioBit está no caminho certo. Claro, é tudo minha opinião, mas alguém pode pensar do mesmo jeito também.
Bom, o MeioBit está entre um dos maiores sites sobre tecnologia, não é somente um blog. O conteúdo é muito bom, assim como o pessoal que discute nos comentários.
Sobre as sugestões, acho que uma deveria acrescentar à equipe, mais alguns editores, tendo assim, mais conteúdo. Não que o conteúdo seja pouco, pelo contrário, quanto mais melhor.
Talvez fosse legal também, unir os blogueiros de tecnologia no site. Um pequeno widget mostrando os últimos posts de alguns blogueiros cadastrados no site, seria legal.
No layout, acho que a única coisa que me incomoda, são aqueles cantos arredondados, que parecem ter sido recortados as mão com um tesoura. Podiam ser um pouquinho mais "arredondados".
Acho que o fórum, deveria ocupar também o espaço da sidebar (muito pequeno) e também usar um layout um pouco diferenciado do resto, já que é praticamente igual às matérias.
Talvez colocar mais daqueles links na parte de serviços, em cada matéria. Atualmente, tem del.icio.us e do Rec6. Podia ter mais alguns, como o linkk, eucurti, entre outros vários serviços que tem ai.
Colocar um widget do MyBlogLog, assim dá para saber que está acessando o MeioBit e visitar o site/blog destes usuários, se eles tiverem.
No mais, acho que o MeioBit está no caminho certo. Claro, é tudo minha opinião, mas alguém pode pensar do mesmo jeito também.
A Arte da Guerra para Administradores de Sistemas
Postado em 15 de fevereiro de 2007 as 01:27:26, por Renan Rangel
Saiu a primeira chamada da lista de palestras do fisl 8.0. Entre elas, muita palestras com assuntos bem relacionados a administração de sistemas (área que trabalho) :D
A que me chamou atenção foi a de nome "A Arte da Guerra para Administradores de Sistemas". Deve ser boa, assim como as outras que estão listadas. Algumas das que tinha vontade de assitir:
Admin
- A Arte da Guerra para Administradores de Sistemas
- Adequação do Servidor Proxy/Cache Squid a redes de extrema carga
- Análise de Performance em Servidores Linux
- HLBR - um IPS invisível para a segurança em redes de computadores
- Implementando um Servidor VoIP Seguro (OpenSer/Asterisk)
- LDAP: já era hora de por a casa em ordem
- Linux High Availabilty Clusters using Shared Storage
- Técnicas e Ferramentas de Código Aberto Para Combate ao SPAM
Casos
- Como economizamos tempo e dinheiro usando software livre em uma empresa privada
- Construindo Supercomputadores com Linux, da teoria a pratica
Comunidade e Filosofia
- Free Software and The Matrix :P
- The growth of an industry: Open Source VoIP
Desenvolvimento e Banco de Dados
- Introdução ao mundo dos testes em Software Livre: Desenvolvimento, Execução e sua Contribuição à Comunidade
- LinuxBIOS, liberte a sua placa mãe
- Xen e Além: O que há de novo no mundo da virtualização
Ecossistema do Software Livre
- DRM como ameaça para o software livre: música, filmes, e TV digital
- Myth and reality. Why I should be interested in Free Software?
- O Presente e o Futuro da Propriedade Intelectual: um debate internacional
Educação e Inclusão Digital
- Uma Experiência de Criação e Desenvolvimento da Disciplina de Software Livre na Educação
Infelizmente este ano, nenhum palestra sobre Perl em si entrou pra lista :(
Essas todas que listei são de meu interesse, algumas talvez sejam eliminadas, mas mesmo assim não poderei assistir todas. Nem sei se poderei ir todos os dias. Mas se for, com certeza estas serão as de maior prioridade. Quem quiser ver todas, é só acessar o site do fisl.
A que me chamou atenção foi a de nome "A Arte da Guerra para Administradores de Sistemas". Deve ser boa, assim como as outras que estão listadas. Algumas das que tinha vontade de assitir:
Admin
- A Arte da Guerra para Administradores de Sistemas
- Adequação do Servidor Proxy/Cache Squid a redes de extrema carga
- Análise de Performance em Servidores Linux
- HLBR - um IPS invisível para a segurança em redes de computadores
- Implementando um Servidor VoIP Seguro (OpenSer/Asterisk)
- LDAP: já era hora de por a casa em ordem
- Linux High Availabilty Clusters using Shared Storage
- Técnicas e Ferramentas de Código Aberto Para Combate ao SPAM
Casos
- Como economizamos tempo e dinheiro usando software livre em uma empresa privada
- Construindo Supercomputadores com Linux, da teoria a pratica
Comunidade e Filosofia
- Free Software and The Matrix :P
- The growth of an industry: Open Source VoIP
Desenvolvimento e Banco de Dados
- Introdução ao mundo dos testes em Software Livre: Desenvolvimento, Execução e sua Contribuição à Comunidade
- LinuxBIOS, liberte a sua placa mãe
- Xen e Além: O que há de novo no mundo da virtualização
Ecossistema do Software Livre
- DRM como ameaça para o software livre: música, filmes, e TV digital
- Myth and reality. Why I should be interested in Free Software?
- O Presente e o Futuro da Propriedade Intelectual: um debate internacional
Educação e Inclusão Digital
- Uma Experiência de Criação e Desenvolvimento da Disciplina de Software Livre na Educação
Infelizmente este ano, nenhum palestra sobre Perl em si entrou pra lista :(
Essas todas que listei são de meu interesse, algumas talvez sejam eliminadas, mas mesmo assim não poderei assistir todas. Nem sei se poderei ir todos os dias. Mas se for, com certeza estas serão as de maior prioridade. Quem quiser ver todas, é só acessar o site do fisl.
Qual sua linguagem?
Postado em 8 de fevereiro de 2007 as 01:36:09, por Renan Rangel
Lendo meus feeds, passei por um post no insano mundo de Jack e vi algo interessante:
Qual sua linguagem de programação? O resultado do teste dele foi Perl. Então resolvi fazer também. Sou um fã de Perl, então espera no mínimo uma linguagem similar. Qual não foi a minha surpresa quando eu vi o resultado:

Which Programming Language are You?
Sim, Prolog. Justamente a linguagem que vou ter que aprender na faculdade esse semestre! E olha que não estou nem um pouco com vontade :(
Sinceramente, isso acabou com o meu dia (noite). Só uma boa noite de sono para me recuperar dessa.
Qual sua linguagem de programação? O resultado do teste dele foi Perl. Então resolvi fazer também. Sou um fã de Perl, então espera no mínimo uma linguagem similar. Qual não foi a minha surpresa quando eu vi o resultado:

Which Programming Language are You?
Sim, Prolog. Justamente a linguagem que vou ter que aprender na faculdade esse semestre! E olha que não estou nem um pouco com vontade :(
Sinceramente, isso acabou com o meu dia (noite). Só uma boa noite de sono para me recuperar dessa.
Aprendendo Perl por e-mail
Postado em 6 de fevereiro de 2007 as 23:55:56, por Renan Rangel
Essa eu não sabia. A Lucia Salvi ministra um curso de Perl por e-mail, na lista do site Linuxchix Brasil
O curso já está indo para a segunda fase, mas nem tudo está perdido :P. Quem quiser ler as aulas da primeira fase, ai estão os links que foram postados no Br-Linux:
Aula 1
Aula 2
Aula 3
Aula 4
Aula 5
Quem quiser ir se inscrevendo para a segunda fase, basta se cadastrar na lista de e-mails, colocando seus dados e esperando os e-mails com as próximas aulas.
Aprender nunca é demais :D
O curso já está indo para a segunda fase, mas nem tudo está perdido :P. Quem quiser ler as aulas da primeira fase, ai estão os links que foram postados no Br-Linux:
Aula 1
Aula 2
Aula 3
Aula 4
Aula 5
Quem quiser ir se inscrevendo para a segunda fase, basta se cadastrar na lista de e-mails, colocando seus dados e esperando os e-mails com as próximas aulas.
Aprender nunca é demais :D
Mexendo com as querys
Postado em 5 de fevereiro de 2007 as 21:44:09, por Renan Rangel
Hoje fiz modificações no sistema do blog, para arrumar as relações, que estavam com um pequeno problema. Ao clicar no menu para ver os posts de cada tag, aparecia os posts com aquela tag, porém não mostrava as outras tags que o post possuía. Agora está funcionando.
Também aumentei o número de posts que aparecem na Home para 10. Espero na próxima revisão colocar o paginador pra funcionar.
O melhor de tudo que só precisei alterar as classes do DBIx::Class e tudo estava ok. Só precisei depois mudar o nome dos objetos que mudaram nas alterações que fiz.
Também aumentei o número de posts que aparecem na Home para 10. Espero na próxima revisão colocar o paginador pra funcionar.
O melhor de tudo que só precisei alterar as classes do DBIx::Class e tudo estava ok. Só precisei depois mudar o nome dos objetos que mudaram nas alterações que fiz.
O perfil do profissional de informática
Postado em 11 de janeiro de 2007 as 22:20:21, por Renan Rangel
Atualmente temos várias ferramentas no mercado, para praticamente qualquer área, que as pessoas podem usar para tornar a vida mais prática e produtiva. Essas ferramentas são essenciais para as pessoas, principalmente quem trabalha exclusivamente com o computador.
O problema é que hoje em dia, "trabalhar com informática" está na moda e mesmo aquele usuário que conversa no MSN e usa o Orkut acha que está preparado para ingressar nesse amplo mercado.
O pessoal que brinca no MSN e Orkut e acha que quer trabalhar com informática só porque sabe usar o computador, está cada vez mais aumentando.
O curso de Ciência da Computação, geralmente são bem concorridos. Agora como explicar porque ele é um dos cursos que menos forma profissionais? Cerca de uns 30% se formam e olhe lá. Gente que nem sabia o que queria da vida, que com certeza tirou a vaga de alguém que tinha certeza do que queria fazer.
Tem profissionais muitos bons, mesmo os que não tiveram algum curso técnico ou superior. Os autodidatas são melhores que muitos profissionais formados que conheço. Eu mesmo, aprendo muito mais lendo do que em uma aula.
Eu só acho que aquele que pretende seguir na carreira da informática, tem que ter talento e interesse, ter nascido para aquilo. A maioria (veja, eu disse "maioria") das pessoas que se aventuram, ou desistem, ou acabam se formando para trabalhar com algo que eles não gostam.
Espero que esse quadro mude é claro, porém, para que cada vez mais profissionais qualificados surjam, é necessário também que existam boas oportunidades para que eles possam aproveitar.
O problema é que hoje em dia, "trabalhar com informática" está na moda e mesmo aquele usuário que conversa no MSN e usa o Orkut acha que está preparado para ingressar nesse amplo mercado.
O pessoal que brinca no MSN e Orkut e acha que quer trabalhar com informática só porque sabe usar o computador, está cada vez mais aumentando.
O curso de Ciência da Computação, geralmente são bem concorridos. Agora como explicar porque ele é um dos cursos que menos forma profissionais? Cerca de uns 30% se formam e olhe lá. Gente que nem sabia o que queria da vida, que com certeza tirou a vaga de alguém que tinha certeza do que queria fazer.
Tem profissionais muitos bons, mesmo os que não tiveram algum curso técnico ou superior. Os autodidatas são melhores que muitos profissionais formados que conheço. Eu mesmo, aprendo muito mais lendo do que em uma aula.
Eu só acho que aquele que pretende seguir na carreira da informática, tem que ter talento e interesse, ter nascido para aquilo. A maioria (veja, eu disse "maioria") das pessoas que se aventuram, ou desistem, ou acabam se formando para trabalhar com algo que eles não gostam.
Espero que esse quadro mude é claro, porém, para que cada vez mais profissionais qualificados surjam, é necessário também que existam boas oportunidades para que eles possam aproveitar.
Google Code Jam - e o Perl?
Postado em 10 de janeiro de 2007 as 01:33:49, por Renan Rangel
Estava esperando ano passado (bah, faz tanto tempo :P) para acessar a página do Google Code Jam da América Latina.
A princípio nem sabia do que se tratava, porém tendo "code" no meio, sabia que era algo sobre desenvolvimento (talvez um "Summer of Code" da vida?). Se não me engano, a página dizia para voltar dia 2 de janeiro, porém esqueci.
Hoje fui acessar e ver o que era. É um concurso, que irá premiar os melhores programadores da América Latina. Mesmo sabendo que ainda não tenho capacidade de ganhar num concurso desses, sei que é bom participar, porque ai a gente pega o espírito da coisa.
Depois de clicar para me registrar, fui levado a uma página onde me decepcionei com a seguinte frase:
"The competition is available in five programming languages - Java, C++, C#, VB.NET and Python."
Ou seja, nada de Perl :(
Acho que se colocaram na jogada uma linguagem de tipagem dinâmica como o Python, não teria porque não colocar outras, como Perl, Ruby, PHP, etc...
Espero que numa futura competição, eles adicionem outras linguagens e se possível, Perl :)
A princípio nem sabia do que se tratava, porém tendo "code" no meio, sabia que era algo sobre desenvolvimento (talvez um "Summer of Code" da vida?). Se não me engano, a página dizia para voltar dia 2 de janeiro, porém esqueci.
Hoje fui acessar e ver o que era. É um concurso, que irá premiar os melhores programadores da América Latina. Mesmo sabendo que ainda não tenho capacidade de ganhar num concurso desses, sei que é bom participar, porque ai a gente pega o espírito da coisa.
Depois de clicar para me registrar, fui levado a uma página onde me decepcionei com a seguinte frase:
"The competition is available in five programming languages - Java, C++, C#, VB.NET and Python."
Ou seja, nada de Perl :(
Acho que se colocaram na jogada uma linguagem de tipagem dinâmica como o Python, não teria porque não colocar outras, como Perl, Ruby, PHP, etc...
Espero que numa futura competição, eles adicionem outras linguagens e se possível, Perl :)
Começando novamente
Postado em 1 de janeiro de 2007 as 00:00:00, por Renan Rangel
Feliz ano novo!!!
Bom, como o esperado, o novo blog está no ar e dentro do prazo :)
Já é meio caminho andado, agora vai faltar implementar os recursos que eu não me lembrei, mais aqueles que acho massa e queira adicionar. Qualquer coisa é só baixar a versão nova do repositório e já vai estar com os últimos recursos.
O antigo ainda pode ser encontrado em http://blog.br-net.org, porém não vai ficar por muito tempo. Não vou migrar os posts dele também, então este aqui é pra começar do zero.
Algumas coisas que faltam colocar: as entradas do del.icio.us no menu lateral, que só vão estar lá assim que eu tiver mais posts, para que o menu não fique enorme com relação ao conteúdo; colocar mais links no menu ao lado; fazer o recurso de páginas "estáticas"; o arquivo de posts, que ainda não fiz porque vai levar um tempo até eu ter o número de posts suficientes para que ele seja considerado útil.
Fora isso, vou fazer a migração do FeedBurner hoje, porém não a meia-noite (você não achou que eu ia passar o ano novo na frente do PC, não é?), que foi quando esse blog foi ao ar (agendado no crontab, tudo automático :P). Já li em vários lugares que o FeedBurner funciona muito bem com migração de feeds, então espero que os cara que chegam pelo feed consigam ir direto para o novo blog.
Como já disse no outro blog, este aqui foi feito por mim, embora eu não seja muito bom de design, gostei de fazer ele no Catalyst, um framework escrito em Perl. Apesar de ter usado o MySQL como banco de dados, graças ao DBIx::Class não foi preciso usar nenhum código SQL em nenhuma parte do blog. Ou seja, nada daquelas querys complexas só pra pegar os dados dos posts :)
Espero que tudo ocorra bem como o novo blog, espero não ter feito nada errado na programação, ou pior, ter esquecido de algo.
No mais, feliz 2007 para todos, que este seja um ótimo ano para todos!
PS: This software has no bugs. It just develops random features.
Bom, como o esperado, o novo blog está no ar e dentro do prazo :)
Já é meio caminho andado, agora vai faltar implementar os recursos que eu não me lembrei, mais aqueles que acho massa e queira adicionar. Qualquer coisa é só baixar a versão nova do repositório e já vai estar com os últimos recursos.
O antigo ainda pode ser encontrado em http://blog.br-net.org, porém não vai ficar por muito tempo. Não vou migrar os posts dele também, então este aqui é pra começar do zero.
Algumas coisas que faltam colocar: as entradas do del.icio.us no menu lateral, que só vão estar lá assim que eu tiver mais posts, para que o menu não fique enorme com relação ao conteúdo; colocar mais links no menu ao lado; fazer o recurso de páginas "estáticas"; o arquivo de posts, que ainda não fiz porque vai levar um tempo até eu ter o número de posts suficientes para que ele seja considerado útil.
Fora isso, vou fazer a migração do FeedBurner hoje, porém não a meia-noite (você não achou que eu ia passar o ano novo na frente do PC, não é?), que foi quando esse blog foi ao ar (agendado no crontab, tudo automático :P). Já li em vários lugares que o FeedBurner funciona muito bem com migração de feeds, então espero que os cara que chegam pelo feed consigam ir direto para o novo blog.
Como já disse no outro blog, este aqui foi feito por mim, embora eu não seja muito bom de design, gostei de fazer ele no Catalyst, um framework escrito em Perl. Apesar de ter usado o MySQL como banco de dados, graças ao DBIx::Class não foi preciso usar nenhum código SQL em nenhuma parte do blog. Ou seja, nada daquelas querys complexas só pra pegar os dados dos posts :)
Espero que tudo ocorra bem como o novo blog, espero não ter feito nada errado na programação, ou pior, ter esquecido de algo.
No mais, feliz 2007 para todos, que este seja um ótimo ano para todos!
PS: This software has no bugs. It just develops random features.








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