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Ubuntu quer proteger sua marca registrada

Mark Shuttleworth, CEO da Canonical Ltd., anunciou as políticas da marca registrada do Ubuntu no seu blog.

Assim como a Red Hat, eles não se preocupam com ninguém usando seu código-fonte, mas se preocupam com alguém usando sua marca registrada.

O Ubuntu está seguindo a mesma linha de raciocínio. De agora em diante, quem quiser utilizar o nome para indicar algum produto, precisará de permissão. Mas existem exceções:

Grupos sem fins lucrativos, utilizando o Ubuntu na comunidade open-source, podem utilizar o nome, se forem distribuir versões do ubuntu levemente modificadas. Isso se limita a alterações de configurações, mudanças na arte e nos temas gráficos, algumas mudanças na seleção de pacotes, como adicionar programas dos repositórios e até remover programas que vem por padrão. Porém, remover ou alterar a infra-estrutura, não poderá ser usado junto à marca registrada.

Ou seja, distribuições como o Fluxbuntu e o Elbuntu, precisaram de permissão para continuar utilizando esses nomes. O mesmo não se aplica ao SimplyMEPIS, que não utiliza a marca registrada do Ubuntu, apesar de ser baseado nele.

Para desenvolvedores de programas, a idéia é a mesma, mas eles não podem chamar um programa de "UbuntuManagement", porém podem usar "System Management for Ubuntu" ou "Ubuntu Based Systems Management".

O artigo pode ser lido na íntegra no Linux-Watch.
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