fisl 11
Postado em 27 de julho de 2010 as 23:02:06, por Renan Rangel
Esse ano tive a oportunidade de ir novamente ao fisl, que já está na sua "versão" 11.0. Gostei muito do evento, mesmo com aqueles problemas que tendem a ocorrer durante o mesmo.
Como sempre, é um ótimo lugar para você conhecer gente com ótimo conhecimento nas mais diversas áreas do software livre. Dá para trocar uma idéia, bater um papo, tirar um dúvida, etc. As palestras, na sua maioria, são de ótima qualidade e você aprende bastante lá. É um evento que se tira bastante proveito.
Não gosto de algumas coisas como a visão comercial que ele tem tomado. Quem foi, notou que algumas das empresas de que estavam com stands não adicionaram nada ao evento e ainda atrapalharam (quem não lembra da Caixa dando camisetas com caricaturas e tocando "barulhos" que atrapalhavam as palestras?).
Mas acho que o mais importante no evento, é a socialização e a oportunidade de trocar experiências, seja com outros participantes, com palestrantes, com grupos de usuários, e também de se divertir um pouco. É nisso que se baseia o fisl e isso tem se mantido durante esses anos que eu tive a oportunidade de participar.
Todos os eventos tem problemas, o importante é aprendermos com eles e melhorarmos da próxima vez. Tomara que o fisl 12 mantenha suas qualidades e melhore seus pontos fracos.
Como sempre, é um ótimo lugar para você conhecer gente com ótimo conhecimento nas mais diversas áreas do software livre. Dá para trocar uma idéia, bater um papo, tirar um dúvida, etc. As palestras, na sua maioria, são de ótima qualidade e você aprende bastante lá. É um evento que se tira bastante proveito.
Não gosto de algumas coisas como a visão comercial que ele tem tomado. Quem foi, notou que algumas das empresas de que estavam com stands não adicionaram nada ao evento e ainda atrapalharam (quem não lembra da Caixa dando camisetas com caricaturas e tocando "barulhos" que atrapalhavam as palestras?).
Mas acho que o mais importante no evento, é a socialização e a oportunidade de trocar experiências, seja com outros participantes, com palestrantes, com grupos de usuários, e também de se divertir um pouco. É nisso que se baseia o fisl e isso tem se mantido durante esses anos que eu tive a oportunidade de participar.
Todos os eventos tem problemas, o importante é aprendermos com eles e melhorarmos da próxima vez. Tomara que o fisl 12 mantenha suas qualidades e melhore seus pontos fracos.
Guia do Programador das Galáxias
Postado em 29 de maio de 2010 as 19:04:08, por Renan Rangel
Para quem já leu o livro O Guia do Mochileiro das Galáxias e ainda não viu a nova série de quadrinhos do Nerdson, não sabe o que está perdendo:
Você pode ler esse e a continuação dos quadrinhos no site do Nerdson. Ainda não acabou, então fique atento às atualizações ;)
Você pode ler esse e a continuação dos quadrinhos no site do Nerdson. Ainda não acabou, então fique atento às atualizações ;)
The Killer's Address
Postado em 27 de maio de 2010 as 22:11:16, por Renan Rangel
Carta da FSF para a Apple
Postado em 6 de maio de 2010 as 21:42:42, por Renan Rangel
Com a carta aberta de Steve Jobs, falando sobre o motivo pelo qual não aceitam o Flash no iPhone, muita gente ficou vendo a Apple como certinha e a Adobe como errada. O problema é, que apesar das duas dizerem que trabalham para uma web melhor, para protocolos abertos ou seja qual for o motivo, as duas não são tudo o que dizem.
E claro, a Free Software Foundation não deixou passar: eles publicaram uma carta também, mostrando que os dois gigantes não estão realmente lutando para melhorar a web e sim para ver quem irá controlar. Como diz no artigo, "Não use a plataforma proprietária da Adobe para trocar informações na Web. Use a da Apple".
Um dos principais problemas é a adoção do H.264 como padrão de vídeo da web. Para garantir uma padrão não-proprietário na web, devemos usar o Ogg Theora, que é software livre e não existem royalties à serem pagos na sua utilização (que é o caso do H.264).
O problema é que não foi somente a Apple que pulou na onda do H.264. O Google também, implementando-o no Chrome e usando no Youtube HTML5, porém o suporte a Ogg Theora também está presente no Chrome (no Safari, somente o H.264). Firefox suporta Ogg Theora, assim com o Opera. Internet Explorer... err... não.
Ou seja, não se deixe iludir pela carta de Steve Jobs. O que ele mais sabe é escolher as palavras para esse tipo de coisa. A Apple pode parecer a "boazinha", mas não estão fazendo melhor ou pior que a Adobe.
E claro, a Free Software Foundation não deixou passar: eles publicaram uma carta também, mostrando que os dois gigantes não estão realmente lutando para melhorar a web e sim para ver quem irá controlar. Como diz no artigo, "Não use a plataforma proprietária da Adobe para trocar informações na Web. Use a da Apple".
Um dos principais problemas é a adoção do H.264 como padrão de vídeo da web. Para garantir uma padrão não-proprietário na web, devemos usar o Ogg Theora, que é software livre e não existem royalties à serem pagos na sua utilização (que é o caso do H.264).
O problema é que não foi somente a Apple que pulou na onda do H.264. O Google também, implementando-o no Chrome e usando no Youtube HTML5, porém o suporte a Ogg Theora também está presente no Chrome (no Safari, somente o H.264). Firefox suporta Ogg Theora, assim com o Opera. Internet Explorer... err... não.
Ou seja, não se deixe iludir pela carta de Steve Jobs. O que ele mais sabe é escolher as palavras para esse tipo de coisa. A Apple pode parecer a "boazinha", mas não estão fazendo melhor ou pior que a Adobe.
Coisas que o Linux faz melhor que o Windows
Postado em 11 de abril de 2010 as 22:42:10, por Renan Rangel
Alguns dias atrás vi o artigo 10 Things Linux Does Better Than Windows que fala de algumas coisas interessantes. Vou tentar dar uma complementada nas dicas.
1 - Sistemas de Arquivos e Dispositivos especiais
A quantidade de sistemas de arquivos permite que o Linux possa acessar os dados de diferentes tipos de dispositivos e sistemas operacionais. Grande maioria é suportada nativamente, enquanto os outros são suportados via userpace com ferramentas como FUSE.
Fora isso, o interessante é a grande gama de dispositivos especiais como dispositivos de loop, discos criptografados, pontos de montagem que ficam somente na memória e outros que armazenam somente a diferença entre dois sistemas de arquivos (o que é usado pela maioria dos live CDs atualmente).
2 - Suporte à hardware
Falar desse assunto é uma faca de dois gumes. Tem gente que reclama que determinado modem ou placa wireless não funciona direito (o que hoje em dia melhorou bastante) ou que não foi fácil configurar um dispotivo. Isso é verdade, já que alguns fabricantes não liberam drivers ou especificações e temos que contar com a habilidade dos desenvolvedores para fazer a engenharia reversa dos mesmos.
No Windows, existem os problemas de drivers, mas a maioria vai dizer que depois colocar o CD de instalação, funciona. Isso porque o fabricante colocou um driver próprio, que não é do sistema operacional, para funcionar junto com a máquina. Mas o fato é, que o Linux é o sistema operacional que suporta o maior número de dispositivos out of the box.
3 - Customização e Flexibilidade
Quando falo de customização, estou me referindo ao sistema operacional e não especificamente ao desktop (isso foi falado no artigo). Uma das coisas mais interessantes é que você pode customizar o Linux para que ele seja usado como praticamente qualquer coisa. Seu desktop, uma ampla gama de serviços, transformá-lo em um storage, tê-lo rodando no seu telefone (ex: Android e Maemo), colocá-lo no seu roteador wireless (dd-wrt, open, etc) entre muitas outras opções.
4 - Suporte à arquitetura 64-bits
Quando começamos a mudar para a arquitetura 64-bits, o Linux foi um dos sistemas operacionais pioneiros e que mais evoluiu durante esse tempo. Hoje é possível usar uma distribuição com praticamente todos os programas rodando nativamente em 64-bits, com alguma exceções (principalmente quando involvem o alguns programas proprietários, que ainda não foram portados). Já no Windows, você pode ver que uma boa parte dos programas disponíveis para ele ainda são 32-bits somente. A coisa tem melhorado nos últimos anos, mas ainda não é a mesma coisa.
5 - Programas pré-instalados
Isso depende muita da distribuição, mas geralmente as mais utilizadas já possui um grande número de programas pré-instalados, permitindo que após a instalação você já possa usar uma suíte office, organizar suas fotos, ter um bom cliente de e-mail, conversar com seus amigos de praticamente qualquer IM, ler PDFs, usar uma interface simples para baixar novos softwares e o melhor: atualizações com novos recursos e correções de bugs para todos estes softwares, não somente para o core do sistema operacional.
Estou certo de que existem vários outros pontos que podem ser explorados, tanto a favor como contra. É um assunto que é facilmente explorado em pouco tempo e que todos podiam fazer. Discutir sobre as vantages (e também desvantagens) é muito interessante e também muito informativo.
1 - Sistemas de Arquivos e Dispositivos especiais
A quantidade de sistemas de arquivos permite que o Linux possa acessar os dados de diferentes tipos de dispositivos e sistemas operacionais. Grande maioria é suportada nativamente, enquanto os outros são suportados via userpace com ferramentas como FUSE.
Fora isso, o interessante é a grande gama de dispositivos especiais como dispositivos de loop, discos criptografados, pontos de montagem que ficam somente na memória e outros que armazenam somente a diferença entre dois sistemas de arquivos (o que é usado pela maioria dos live CDs atualmente).
2 - Suporte à hardware
Falar desse assunto é uma faca de dois gumes. Tem gente que reclama que determinado modem ou placa wireless não funciona direito (o que hoje em dia melhorou bastante) ou que não foi fácil configurar um dispotivo. Isso é verdade, já que alguns fabricantes não liberam drivers ou especificações e temos que contar com a habilidade dos desenvolvedores para fazer a engenharia reversa dos mesmos.
No Windows, existem os problemas de drivers, mas a maioria vai dizer que depois colocar o CD de instalação, funciona. Isso porque o fabricante colocou um driver próprio, que não é do sistema operacional, para funcionar junto com a máquina. Mas o fato é, que o Linux é o sistema operacional que suporta o maior número de dispositivos out of the box.
3 - Customização e Flexibilidade
Quando falo de customização, estou me referindo ao sistema operacional e não especificamente ao desktop (isso foi falado no artigo). Uma das coisas mais interessantes é que você pode customizar o Linux para que ele seja usado como praticamente qualquer coisa. Seu desktop, uma ampla gama de serviços, transformá-lo em um storage, tê-lo rodando no seu telefone (ex: Android e Maemo), colocá-lo no seu roteador wireless (dd-wrt, open, etc) entre muitas outras opções.
4 - Suporte à arquitetura 64-bits
Quando começamos a mudar para a arquitetura 64-bits, o Linux foi um dos sistemas operacionais pioneiros e que mais evoluiu durante esse tempo. Hoje é possível usar uma distribuição com praticamente todos os programas rodando nativamente em 64-bits, com alguma exceções (principalmente quando involvem o alguns programas proprietários, que ainda não foram portados). Já no Windows, você pode ver que uma boa parte dos programas disponíveis para ele ainda são 32-bits somente. A coisa tem melhorado nos últimos anos, mas ainda não é a mesma coisa.
5 - Programas pré-instalados
Isso depende muita da distribuição, mas geralmente as mais utilizadas já possui um grande número de programas pré-instalados, permitindo que após a instalação você já possa usar uma suíte office, organizar suas fotos, ter um bom cliente de e-mail, conversar com seus amigos de praticamente qualquer IM, ler PDFs, usar uma interface simples para baixar novos softwares e o melhor: atualizações com novos recursos e correções de bugs para todos estes softwares, não somente para o core do sistema operacional.
Estou certo de que existem vários outros pontos que podem ser explorados, tanto a favor como contra. É um assunto que é facilmente explorado em pouco tempo e que todos podiam fazer. Discutir sobre as vantages (e também desvantagens) é muito interessante e também muito informativo.
Nova interface xkcd
Postado em 1 de abril de 2010 as 19:57:03, por Renan Rangel
Se você ainda não viu a nova interface do xkcd, aproveite para ver durante o 1º de Abril. Não sabemos até quando ela vai ficar online :P
[i]Update: A interface voltou para a original. Porém, você pode acessá-la no endereço http://xkcd.com/unixkcd/.
[i]Update: A interface voltou para a original. Porém, você pode acessá-la no endereço http://xkcd.com/unixkcd/.
Storage nos dias atuais
Postado em 12 de março de 2010 as 13:12:02, por Renan Rangel
Atualmente quem quer montar um storage (seja pessoal ou profissional) de baixo custo vai ter que tomar algumas decisões afim de definir se quer performance, segurança ou um balanceamento dos dois.
Até hoje, a maioria das pessoas utiliza um nível de RAID para a configuração de um storage. Porém existem alguns problemas e vou falar de forma bem básica sobre os mais comuns:
RAID-0 é bem interessante, se você quer performance, pois vários discos podem ser usados de forma simultânea. Porém, se você perder um dos discos, diga adeus aos seus dados.
RAID-1 é uma das soluções mais seguras, porém uma das mais caras, pois se você tem 2 discos, o tamanho efetivo do array será o de 1 só disco.
RAID-5 foi feito para resolver esses problemas. A idéia é usar um disco dedicado para paridade, de forma que o array possa tolerar a falha de um disco e continuar funcionando. Na teoria, é ótimo, mas na prática nem tanto. Se fosse somente os problemas de performance, tudo bem, mas existem também o problema chamado "write-hole" (que Jeff Bonwick descreve em seu blog).
RAID-6 é basicamente a mesma coisa que o RAID-5, só que com 2 discos dedicados à paridade e também é afetado pelo "write-hole".
Então, de que forma mantemos nossos dados seguros sem ter que desperdiçar espaço? Níveis de RAID aninhados (como o 1+0) pode ser interessantes, mas ainda assim perdemos metade do espaço total.
O ZFS é um dos sistemas de arquivos que evoluiu de forma suficiente para resolver esse problema. Ele é um dos mais avançados atualmente e também um dos mais seguros, se usado corretamente.
Tenho a intenção de montar um storage pessoal. algo com 3 ou 4 discos. Estou pensando na possibilidade de usar o Linux+ZFS-FUSE (que já testei e gostei) ou mesmo o OpenSolaris (seria ótimo aprender mais sobre ele). Seja qual for a opção estou pensando em usar o ZFS por enquanto. Bem, pelo menos até o Btrfs estar terminado :)
Até hoje, a maioria das pessoas utiliza um nível de RAID para a configuração de um storage. Porém existem alguns problemas e vou falar de forma bem básica sobre os mais comuns:
RAID-0 é bem interessante, se você quer performance, pois vários discos podem ser usados de forma simultânea. Porém, se você perder um dos discos, diga adeus aos seus dados.
RAID-1 é uma das soluções mais seguras, porém uma das mais caras, pois se você tem 2 discos, o tamanho efetivo do array será o de 1 só disco.
RAID-5 foi feito para resolver esses problemas. A idéia é usar um disco dedicado para paridade, de forma que o array possa tolerar a falha de um disco e continuar funcionando. Na teoria, é ótimo, mas na prática nem tanto. Se fosse somente os problemas de performance, tudo bem, mas existem também o problema chamado "write-hole" (que Jeff Bonwick descreve em seu blog).
RAID-6 é basicamente a mesma coisa que o RAID-5, só que com 2 discos dedicados à paridade e também é afetado pelo "write-hole".
Então, de que forma mantemos nossos dados seguros sem ter que desperdiçar espaço? Níveis de RAID aninhados (como o 1+0) pode ser interessantes, mas ainda assim perdemos metade do espaço total.
O ZFS é um dos sistemas de arquivos que evoluiu de forma suficiente para resolver esse problema. Ele é um dos mais avançados atualmente e também um dos mais seguros, se usado corretamente.
Tenho a intenção de montar um storage pessoal. algo com 3 ou 4 discos. Estou pensando na possibilidade de usar o Linux+ZFS-FUSE (que já testei e gostei) ou mesmo o OpenSolaris (seria ótimo aprender mais sobre ele). Seja qual for a opção estou pensando em usar o ZFS por enquanto. Bem, pelo menos até o Btrfs estar terminado :)
We're dealing with a sysadmin
Postado em 22 de fevereiro de 2010 as 13:12:40, por Renan Rangel
Atividade Paranormal
Postado em 14 de fevereiro de 2010 as 23:54:58, por Renan Rangel
Essa semana fui assistir o hype do momento no cinema, que parece ser o filme "Atividade Paranormal".
Não querendo falar de nada específico, eu sugiro que vá assistir o filme sem a expectativa do trailer (que você pode ver abaixo).
Eu fui esperando o que foi dito no trailer: seria o filme mais assustador dos últimos tempos. Francamente, não é. O filme tem seus méritos, é claro. Mas não chega a provocar o terror. Vá esperando um filme de horror comum, nada além disso.
Apesar de ser diferente de "A Bruxa de Blair", eles tem a essência semelhante. Então você pode mais ou menos saber se vai gostar dele pela sua idéia daquele filme.
Não querendo falar de nada específico, eu sugiro que vá assistir o filme sem a expectativa do trailer (que você pode ver abaixo).
Eu fui esperando o que foi dito no trailer: seria o filme mais assustador dos últimos tempos. Francamente, não é. O filme tem seus méritos, é claro. Mas não chega a provocar o terror. Vá esperando um filme de horror comum, nada além disso.
Apesar de ser diferente de "A Bruxa de Blair", eles tem a essência semelhante. Então você pode mais ou menos saber se vai gostar dele pela sua idéia daquele filme.
iPad
Postado em 1 de fevereiro de 2010 as 02:43:12, por Renan Rangel
Há uns dias atrás, Steve Jobs apresentou o novo produto da Apple, o iPad.
Como sempre, se você assistir o vídeo abaixo, vai sentir uma vontade terrível de ter um. Eles fazem uma propaganda tão boa, que por um momento você só pensa no que estão dizendo e esquece as dúvidas que tem sobre o produto.
Mas depois que você começa a pensar um pouco, e começa a procurar mais sobre o produto (claro, algumas coisas eles nunca falam sobre o produto), dá pra ver que ele não é tão maravilhoso assim.
O mais importante e notável problema é não ser multi-task. Não poder fazer duas coisas ao mesmo tempo, é um retrocesso nesse mercado. Outros problemas incluem o uso de DRM, a falta de uma câmera, ou pelo menos, uma porta USB para conectar uma câmera externa, entre outros que vão certamente incomodar algumas pessoas (como a falta de suporte a o Flash).
Mas o pior de tudo, é o fato de que, assim como o iPhone, ele usa a [i]App Store[i], que restringe o que você pode ou não instalar no seu produto. Dessa forma, você só pode instalar o que eles permitirem. E eles já recusaram aplicações como o Google Voice, por motivos idiotas como "iria confundir o usuário". Ou seja, eles simplesmente decidem o que você pode ou não usar.
Porque as pessoas não podem instalar softwares diretamente no seu iPhone ou iPad? Dois motivos simples: eles contralam e limitam a sua liberdade de instalar softwares que eles não querem, obtendo maiores lucros durante esse processo (já que a App Store é a maneira oficial de instalar aplicativo no iPhone).
O iPad pode ser interessante e um produto com grande potencial. Mas não é algo que eu iria comprar.
Como sempre, se você assistir o vídeo abaixo, vai sentir uma vontade terrível de ter um. Eles fazem uma propaganda tão boa, que por um momento você só pensa no que estão dizendo e esquece as dúvidas que tem sobre o produto.
Mas depois que você começa a pensar um pouco, e começa a procurar mais sobre o produto (claro, algumas coisas eles nunca falam sobre o produto), dá pra ver que ele não é tão maravilhoso assim.
O mais importante e notável problema é não ser multi-task. Não poder fazer duas coisas ao mesmo tempo, é um retrocesso nesse mercado. Outros problemas incluem o uso de DRM, a falta de uma câmera, ou pelo menos, uma porta USB para conectar uma câmera externa, entre outros que vão certamente incomodar algumas pessoas (como a falta de suporte a o Flash).
Mas o pior de tudo, é o fato de que, assim como o iPhone, ele usa a [i]App Store[i], que restringe o que você pode ou não instalar no seu produto. Dessa forma, você só pode instalar o que eles permitirem. E eles já recusaram aplicações como o Google Voice, por motivos idiotas como "iria confundir o usuário". Ou seja, eles simplesmente decidem o que você pode ou não usar.
Porque as pessoas não podem instalar softwares diretamente no seu iPhone ou iPad? Dois motivos simples: eles contralam e limitam a sua liberdade de instalar softwares que eles não querem, obtendo maiores lucros durante esse processo (já que a App Store é a maneira oficial de instalar aplicativo no iPhone).
O iPad pode ser interessante e um produto com grande potencial. Mas não é algo que eu iria comprar.








Enviar para um amigo(a)


Stumble It!

